Glossário SULTS

Glossário de gestão multiunidades

Os termos de quem administra franquias, filiais, lojas próprias e redes de varejo, serviços, indústria, saúde e educação, explicados de forma direta. Cada termo tem link próprio para consultar, compartilhar e citar.

Termos
78
Categorias
9
Atualizado em
set. 2026

78 termos em 9 categorias

Modelos de rede e expansão

Os formatos em que uma empresa opera e cresce com várias unidades, da filial à rede associativista, e as etapas para abrir cada nova unidade.

10 termos

Gestão multiunidades

Gestão de várias unidades

Forma de administrar uma empresa que opera em vários pontos ao mesmo tempo, como lojas, filiais, franquias, clínicas, escolas ou plantas industriais. A matriz define o padrão, distribui informação e acompanha a execução, e cada unidade opera o dia a dia com autonomia dentro desse padrão. O desafio central é fazer a mesma coisa do mesmo jeito em todos os lugares, com visibilidade do que acontece em cada um.

Matriz

Sede, franqueadora ou escritório central

Estabelecimento principal de uma empresa, onde ficam a direção e as áreas que definem padrões, políticas e metas para as demais unidades. Em uma rede de filiais, a matriz é a sede da mesma pessoa jurídica. Em uma rede de franquias, o papel equivalente é o da franqueadora, que não é dona das unidades franqueadas.

Filial

Estabelecimento da mesma empresa em outro endereço, com CNPJ próprio derivado do CNPJ da matriz (mesma raiz, número de ordem diferente) e sem personalidade jurídica própria. O capital, o risco e a gestão das pessoas são da empresa, e a equipe é formada por empregados dela. É o modelo das redes que preferem controle direto sobre cada ponto.

Unidade própria

Loja própria

Unidade operada diretamente pela marca, com investimento, equipe e resultado próprios, em vez de ser entregue a um franqueado ou licenciado. Pode ser uma filial ou pertencer a outra empresa do mesmo grupo. Em redes franqueadas, as unidades próprias costumam servir de laboratório para testar processos, produtos e formatos antes de levá-los à rede.

Rede associativista

Central de negócios

Grupo de empresas independentes do mesmo setor que se associam para ganhar escala, principalmente em compras, marketing e troca de conhecimento. Cada associado mantém a própria empresa e a própria gestão, e as regras da rede são definidas em estatuto ou contrato entre os membros. É comum em supermercados, farmácias e materiais de construção.

Licenciamento de marca

Rede de licenciamento

Contrato pelo qual o dono de uma marca autoriza um terceiro a usá-la mediante remuneração, em produtos, serviços ou pontos de venda. Diferente da franquia, o licenciamento não pressupõe a transferência de um sistema completo de operação, e o nível de padronização exigido depende do que o contrato prevê. Redes de licenciamento podem combinar o uso da marca com regras de operação e treinamento.

Crescimento da empresa pela abertura de novas unidades, sejam próprias, franqueadas ou licenciadas. Envolve escolher onde abrir, com que modelo, com quem e em que ritmo, e depende de o padrão da operação estar pronto para ser replicado. Uma expansão sustentável cresce na velocidade em que a empresa consegue implantar, treinar e acompanhar as novas unidades.

Funil de expansão

Pipeline de expansão

Sequência de etapas pelas quais passa um candidato a abrir uma unidade, do primeiro contato à assinatura do contrato. As etapas mais comuns são captação do lead, qualificação, apresentação do negócio, entrega da COF, análise de perfil e de ponto, e fechamento. Medir a conversão entre as etapas mostra onde a expansão trava e quanto tempo leva, em média, para fechar uma nova unidade.

Implantação de unidades

Abertura de unidades

Projeto que vai da assinatura do contrato, ou da decisão de abrir, até a unidade começar a operar. Reúne escolha e aprovação do ponto, projeto arquitetônico, obra, compras de equipamentos e estoque inicial, contratação e treinamento da equipe, documentação e inauguração. Por se repetir a cada abertura, funciona melhor com um cronograma padrão, responsáveis definidos e aprovações registradas.

Inauguração

Abertura da unidade

Momento em que a nova unidade abre as portas ao público, ao fim da implantação. Antes dela, a rede costuma conferir com um checklist de pré-abertura se estrutura, equipe, estoque, sistemas, licenças e comunicação visual estão prontos. As primeiras semanas depois da inauguração pedem acompanhamento mais próximo, porque é quando a equipe consolida a rotina.

Franquias: lei, contrato e taxas

Os termos do franchising e da Lei 13.966/2019. As definições jurídicas resumem a lei e não substituem a leitura do texto oficial nem a orientação de um advogado.

13 termos

Franquia empresarial

Franchising

Sistema em que o franqueador autoriza o franqueado a usar a marca e outros objetos de propriedade intelectual, associados ao direito de produção ou distribuição e ao uso de métodos e sistemas de implantação e administração, mediante remuneração. No Brasil, é regulada pela Lei 13.966/2019. A mesma lei diz que a franquia não caracteriza relação de consumo nem vínculo empregatício entre franqueador e franqueado ou seus empregados.

Franqueador

Franqueadora

Empresa dona da marca e do modelo de negócio que concede a terceiros o direito de operar unidades sob sua bandeira. Cabe a ela formatar e documentar o padrão, selecionar e treinar franqueados, dar suporte e fiscalizar o cumprimento do contrato. É também quem precisa elaborar e entregar a Circular de Oferta de Franquia aos candidatos.

Franqueado

Empresário, pessoa física ou jurídica, que investe na abertura e na operação de uma unidade da rede e paga pelo uso da marca e do sistema do franqueador. É dono da própria empresa e responde pelo resultado e pela equipe da unidade, seguindo o padrão definido em contrato e nos manuais. O desempenho da rede depende em grande parte de quão bem cada franqueado executa esse padrão.

Multifranqueado

Empreendedor que opera duas ou mais unidades franqueadas, da mesma marca ou de marcas diferentes. Para a franqueadora, é um parceiro que acelera a expansão com quem já conhece a operação. Para o próprio multifranqueado, o negócio passa a ser uma pequena rede, com gestores por unidade, supervisão e rotinas de acompanhamento.

Master franquia

Subfranquia

Contrato em que a franqueadora concede a um terceiro, o master franqueado, o direito de desenvolver a marca em um território, como um país ou uma região, abrindo unidades e vendendo franquias a subfranqueados. Na Lei 13.966/2019, as regras entre franqueador e franqueado se aplicam também ao subfranqueador e ao subfranqueado, no que couber (art. 5º). É um caminho comum para a expansão internacional.

Lei de Franquias

Lei 13.966/2019

Lei 13.966, de 26 de dezembro de 2019, que regula o sistema de franquia empresarial no Brasil. Em vigor desde 26 de março de 2020, substituiu a Lei 8.955/1994. Define o conteúdo obrigatório da Circular de Oferta de Franquia e o prazo de entrega, e trata de temas como sublocação do ponto, idioma do contrato e arbitragem.

COF

Circular de Oferta de Franquia

Documento que o franqueador deve entregar ao candidato antes de fechar negócio, com as informações listadas no art. 2º da Lei 13.966/2019, como histórico da empresa, balanços, investimento estimado, taxas, relação de franqueados e regras de território. Deve ser escrita em português, de forma objetiva e acessível, e entregue com pelo menos 10 dias de antecedência da assinatura do contrato ou pré-contrato, ou do pagamento de qualquer taxa. Se o prazo não for cumprido, o franqueado pode arguir a anulabilidade ou a nulidade do contrato e exigir a devolução dos valores pagos, conforme o caso.

Taxa de franquia

Taxa inicial de filiação

Valor pago pelo franqueado ao entrar na rede, pelo direito de usar a marca e o sistema e pelo apoio na abertura da unidade, como treinamento inicial e suporte à implantação. É diferente do investimento total, que inclui obra, equipamentos, estoque e capital de giro. A COF precisa informar o valor dessa taxa.

Royalties

Taxa de royalties

Remuneração periódica, geralmente mensal, que o franqueado paga ao franqueador pelo uso da marca e do sistema e pelos serviços prestados à rede, como suporte e desenvolvimento. Pode ser um percentual do faturamento ou um valor fixo, conforme o contrato. A COF deve informar a base de cálculo e o que essa taxa remunera.

Fundo de marketing

Fundo de propaganda

Contribuição periódica paga pelos franqueados para financiar a promoção da marca, como campanhas nacionais, mídia e materiais. A COF deve informar a base de cálculo e a destinação da taxa de publicidade. Boas redes prestam contas à rede sobre o uso do fundo, muitas vezes com a participação de um conselho de franqueados.

Repasse de franquia

Transferência de franquia

Venda de uma unidade franqueada em operação para um novo franqueado. Como o contrato é firmado com uma pessoa selecionada e aprovada, o repasse costuma depender da aprovação prévia da franqueadora e seguir as regras do contrato, que podem prever taxa de transferência e treinamento do comprador.

Manual de franquia

Manuais da franquia

Conjunto de documentos em que a franqueadora registra o modelo de negócio para que o franqueado consiga replicá-lo: implantação, operação, marketing, gestão de pessoas, finanças e uso da marca. É a base do treinamento e da fiscalização do padrão. Precisa de versão controlada e de um lugar oficial de consulta, para que toda a rede trabalhe com a mesma edição.

Grupo de franqueados que representa a rede nas conversas com a franqueadora, em temas como marketing, produtos, fornecedores e regras. Pode ser consultivo ou deliberativo. A Lei 13.966/2019 não obriga a rede a ter um conselho, mas exige que a COF informe se ele existe e quais são suas atribuições.

Operação e padronização

Como uma rede define o padrão, verifica se ele acontece em cada unidade e corrige o que ficou fora.

14 termos

Definir um jeito único de executar cada atividade e garantir que ele seja seguido em todas as unidades. Na prática, reúne quatro partes: o procedimento escrito, a equipe treinada nele, a execução verificada e o desvio corrigido com prazo. É o que permite ao cliente ter a mesma experiência em qualquer unidade da marca.

Documento que descreve como cada processo da unidade deve funcionar, da abertura ao fechamento, com responsável, versão e local oficial de consulta. Dele derivam os POPs, os checklists e os treinamentos. Em redes franqueadas, faz parte do conjunto de manuais da franquia.

POP

Procedimento operacional padrão

Documento que descreve, passo a passo, como executar uma tarefa específica, com materiais, responsáveis, cuidados e o resultado esperado. Serve para que qualquer pessoa treinada faça a tarefa do mesmo jeito, em qualquer unidade. Um bom POP é curto, tem versão controlada e é revisado sempre que o processo muda.

Checklist operacional

Checklist de rotina

Lista de verificação que a própria equipe da unidade preenche para confirmar que as rotinas foram cumpridas, como abertura, limpeza, temperatura de equipamentos e fechamento. Em formato digital, cada resposta pode exigir foto, gerar nota e abrir um plano de ação quando um item é reprovado. É a ferramenta que leva o padrão escrito para a execução diária.

Auditoria de loja

Auditoria operacional

Avaliação periódica e estruturada de uma unidade, feita por alguém de fora da equipe local, como um consultor, supervisor ou auditor, com um roteiro de itens e critérios de nota. Mede o quanto a unidade cumpre o padrão da rede e gera um plano de ação para os desvios. Quando o roteiro é o mesmo para todas as unidades, as notas podem ser comparadas entre si e ao longo do tempo.

Visita de campo

Visita técnica

Ida de um representante da matriz ou da franqueadora à unidade para acompanhar a operação, aplicar auditorias, orientar a equipe e combinar ações de melhoria. Rende mais quando segue um roteiro, termina com pontos combinados por escrito e tem retorno agendado para verificar o que foi corrigido.

Consultor de campo

Consultor de franquias

Profissional da franqueadora ou da matriz que acompanha um grupo de unidades, visita cada uma com frequência e ajuda o gestor local a cumprir o padrão e melhorar resultados. Combina papel de orientador e de fiscal do padrão: aplica auditorias, analisa indicadores, treina e acompanha os planos de ação. Em redes franqueadas, é o principal ponto de contato do franqueado com a rede.

Supervisor regional

Gerente regional

Gestor responsável por um grupo de unidades de uma região, que responde pelo resultado, pelo padrão e pelas pessoas dessas unidades. É o elo entre a matriz e os gerentes locais: transforma metas e diretrizes em ação na ponta e leva de volta o que a operação precisa. Também aparece como gerente distrital, gerente de área ou coordenador regional.

Plano de ação

5W2H

Registro do que será feito para corrigir um problema ou atingir uma meta, com responsável, prazo e forma de verificação. Um formato muito usado é o 5W2H, que responde o quê, por quê, onde, quando, quem, como e quanto custa. Em redes, o plano de ação nasce do item reprovado em um checklist ou auditoria e só é encerrado quando a correção é confirmada.

Não conformidade

RNC

Não atendimento de um requisito, que pode ser o padrão da rede, uma lei, uma norma técnica ou um compromisso com o cliente. Só existe quando há um requisito escrito para comparar. O tratamento envolve registrar, corrigir, investigar a causa e verificar se a ação corretiva funcionou; em redes, também saber em quantas unidades o mesmo problema aparece.

Cliente oculto

Cliente misterioso

Avaliação em que uma pessoa treinada visita a unidade como se fosse um cliente comum, segue um roteiro definido pela rede e registra, com nota, como foi cada etapa do atendimento. Mostra a experiência do cliente como ela acontece, sem que a equipe saiba que está sendo avaliada. O resultado vira devolutiva para a unidade e plano de ação.

Conjunto de rotinas para reduzir o que a empresa perde em mercadoria, dinheiro e tempo, como quebras, vencimentos, furtos, erros de recebimento e falhas de processo. Combina controles na operação, auditorias, indicadores por setor e treinamento das equipes. É especialmente relevante em varejo alimentar, farmácias e lojas com estoque de alto giro.

Estágio em que a empresa executa seus processos de forma consistente, com qualidade e sem desperdício, e melhora continuamente a partir dos próprios dados. Em redes, costuma ser organizada como um programa, com pilares e pesos, rotinas de verificação, ranking entre unidades e ciclos de correção e treinamento.

BPM

Business Process Management

Gestão de processos de negócio: disciplina que mapeia como o trabalho acontece, redesenha o processo, coloca em prática, mede e melhora de forma contínua. O foco é o fluxo de ponta a ponta, que atravessa áreas, e não cada departamento isolado. Em redes, o BPM ajuda a transformar processos que dependem de pessoas específicas em fluxos padronizados.

Compras, fornecedores e facilities

Como a rede abastece as unidades, escolhe fornecedores e cuida da estrutura física.

4 termos

Mix de produtos

Sortimento

Conjunto de produtos que cada unidade vende ou pode comprar, com suas variações. Em redes, o mix pode mudar por região, formato de loja ou perfil de público, mas é definido pela matriz para manter a identidade da marca. Um mix bem gerido evita ruptura dos itens importantes e sobra dos que não giram.

Compras centralizadas

Central de compras

Modelo em que a matriz, a franqueadora ou uma central negocia e organiza as compras de todas as unidades. Ganha poder de negociação pelo volume, padroniza produtos e fornecedores e dá visibilidade do que cada unidade pede. As unidades fazem os pedidos por um catálogo, dentro de regras e aprovações definidas pela rede.

Homologação de fornecedores

Qualificação de fornecedores

Processo de avaliar e aprovar um fornecedor antes que ele possa atender a rede, conferindo documentação, qualidade, capacidade de entrega e condições comerciais. Depois da homologação, o fornecedor é acompanhado por indicadores de desempenho, como prazo, pedidos completos e ocorrências. Protege o padrão da marca e a continuidade do abastecimento.

Gestão de facilities

Facilities

Gestão dos serviços e da infraestrutura que mantêm as unidades funcionando: manutenção predial e de equipamentos, limpeza, segurança, energia, água e contratos com prestadores. Em redes, reúne chamados com prazo, manutenção preventiva por checklist e controle de fornecedores e documentos, como alvarás e laudos.

Atendimento e serviços internos

Como as unidades pedem ajuda às áreas de apoio e como esse atendimento é organizado e medido.

8 termos

Help desk

Central de ajuda

Canal único para registrar, organizar e resolver pedidos de ajuda, dúvidas e problemas. Em redes, é por onde as unidades acionam as áreas de apoio, como TI, manutenção, RH, financeiro e marketing. Cada pedido vira um chamado com responsável, prioridade e prazo, o que substitui mensagens soltas em e-mail e aplicativos de conversa.

Service desk

Central de serviços

Ponto único de contato entre quem presta um serviço interno e quem o usa, cobrindo não só incidentes, mas também solicitações, informações e acompanhamento de todo o ciclo do serviço. Enquanto o help desk foca em resolver problemas, o service desk organiza o catálogo de serviços, os níveis de atendimento e a melhoria contínua. O termo vem das práticas de ITSM e hoje é usado por várias áreas além da TI.

Chamado

Ticket

Registro de um pedido ou problema aberto por alguém para uma área responsável, com descrição, categoria, prioridade e histórico de interações. O número do chamado permite acompanhar o andamento, medir o tempo de resposta e saber quem resolveu. Em redes, a análise dos chamados mostra quais unidades e quais temas mais demandam apoio.

SLA

Acordo de nível de serviço

Sigla de Service Level Agreement: o compromisso sobre o prazo e a qualidade com que um serviço será prestado, como o tempo máximo para responder ou resolver um chamado. Pode ser firmado com clientes, fornecedores ou entre áreas internas e unidades. Medir o cumprimento do SLA mostra se o atendimento está dentro do prometido e onde falta capacidade.

ITSM

Gestão de serviços de TI

Sigla de IT Service Management: o conjunto de práticas para planejar, entregar e melhorar os serviços de tecnologia como serviços para os usuários, e não só como sistemas e equipamentos. Inclui gestão de incidentes, requisições, problemas, mudanças e níveis de serviço. O ITIL é o conjunto de boas práticas de ITSM mais conhecido.

SAF

Serviço de atendimento ao franqueado

Canal pelo qual a franqueadora recebe e responde às demandas dos franqueados, de dúvidas operacionais a pedidos de marketing, compras e manutenção. Funciona como um help desk dedicado à rede, com chamados por departamento, prazos de resposta e histórico por unidade. A qualidade do SAF pesa diretamente na satisfação do franqueado.

Ordem de serviço

OS

Documento que autoriza e descreve um serviço a ser executado, como uma manutenção ou instalação, com local, responsável, materiais, prazo e registro de conclusão. Em redes, costuma nascer de um chamado da unidade e ser atribuída a uma equipe interna ou a um prestador. O histórico das ordens mostra custos e recorrência por unidade e por equipamento.

CSC

Centro de serviços compartilhados

Estrutura que concentra em um só lugar atividades de apoio que antes eram feitas em cada unidade ou empresa do grupo, como financeiro, RH, compras, TI e jurídico. O objetivo é ganhar escala, padronizar o atendimento e liberar as unidades para a operação. Costuma funcionar com catálogo de serviços, chamados e SLA por área.

Pessoas e treinamento

Como a rede forma, integra e ouve as pessoas que fazem a operação em cada unidade.

7 termos

Universidade corporativa

Educação corporativa

Estrutura de educação criada pela empresa para desenvolver as competências de que o negócio precisa, alinhada à estratégia e aos cargos. Reúne cursos, trilhas, avaliações e certificações, e hoje funciona principalmente em plataformas online. Em redes, garante que o mesmo conteúdo chegue a todas as unidades, inclusive às equipes que entram depois.

LMS

Learning Management System

Sistema de gestão de aprendizagem: o software onde os cursos são publicados, atribuídos aos colaboradores e acompanhados, com registro de progresso, notas e certificados. A universidade corporativa é a estratégia e o programa; o LMS é a ferramenta que a coloca em funcionamento. Em redes, o LMS precisa atribuir conteúdo por cargo e por unidade e mostrar quem já concluiu.

Trilha de aprendizagem

Trilha de conhecimento

Sequência organizada de cursos, aulas e avaliações que leva o colaborador a dominar as competências de um cargo ou de um tema. Define a ordem do conteúdo e, muitas vezes, o que precisa ser concluído antes de avançar. Trilhas por cargo ajudam a formar novos colaboradores do mesmo jeito em todas as unidades.

Onboarding

Integração de colaboradores

Processo de integração de um novo colaborador, do primeiro dia até ele estar pronto para trabalhar com autonomia. Inclui apresentação da empresa e da cultura, documentação, treinamentos obrigatórios do cargo e acompanhamento nas primeiras semanas. Em redes com muitas contratações, um onboarding padronizado evita que cada unidade integre as pessoas de um jeito.

Certificação de competências

Certificação empresarial

Confirmação formal de que um colaborador domina as competências exigidas para uma função, geralmente por meio de curso, avaliação ou prática observada. Algumas certificações têm validade e precisam ser renovadas. Em redes, ajudam a garantir que só assume uma atividade crítica quem está preparado para ela.

Pesquisa de clima organizacional

Pesquisa de clima

Pesquisa interna que mede como os colaboradores percebem o ambiente de trabalho, em temas como liderança, comunicação, reconhecimento, condições de trabalho e intenção de permanecer. Costuma ser anônima e periódica, para permitir comparar resultados ao longo do tempo. Em redes, a análise por unidade e por cargo mostra onde agir primeiro.

eNPS

Employee Net Promoter Score

Versão do NPS aplicada aos colaboradores. A pergunta é quanto, de 0 a 10, a pessoa recomendaria a empresa como lugar para trabalhar; o resultado é o percentual de promotores (notas 9 e 10) menos o percentual de detratores (0 a 6). É um termômetro rápido de engajamento, que ganha sentido quando acompanhado de perguntas abertas e de uma pesquisa de clima mais completa.

Comunicação e colaboração

Os canais e ambientes que ligam a matriz às unidades e as pessoas entre si.

7 termos

Conjunto de canais e práticas que a empresa usa para informar, alinhar e ouvir seus colaboradores e parceiros. Em redes, ela precisa chegar ao público certo, como por cargo, região ou tipo de unidade, e confirmar que a mensagem foi recebida. Quando depende de e-mail e grupos de conversa, fica difícil saber quem leu e onde está a versão oficial.

Confirmação de leitura

Comunicado com ciência

Registro de que cada destinatário abriu e leu um comunicado, às vezes com um aceite explícito. Transforma o comunicado em algo auditável: a matriz sabe quais pessoas e unidades ainda não viram uma mudança de preço, de processo ou de política. Alguns sistemas bloqueiam a tela até a leitura de comunicados obrigatórios.

Intranet

Ambiente digital de acesso restrito aos colaboradores de uma empresa, com comunicados, documentos, ferramentas e serviços internos. Uma intranet útil vai além do mural de notícias e reúne onde o trabalho acontece, como pedidos às áreas de apoio, tarefas e treinamentos. O acesso é controlado por login e perfil.

Extranet

Ambiente digital de acesso restrito que a empresa abre a parceiros externos, como franqueados, licenciados, fornecedores e representantes. Oferece a eles, com permissões próprias, informações e serviços como comunicados, documentos, treinamentos e chamados. Em redes franqueadas, costuma ser chamada de portal do franqueado.

Ponto único de acesso a informações, sistemas e serviços de uma organização, personalizado conforme o perfil de quem entra. Pode reunir a intranet, a extranet e atalhos para outros sistemas em um só lugar. O objetivo é que cada pessoa encontre o que precisa para trabalhar sem procurar em vários endereços.

Ambiente interno, no formato de feed, em que colaboradores e unidades publicam, comentam e reagem a conteúdos da empresa. Serve para reconhecimento, troca de boas práticas e aproximação entre a matriz e as equipes da ponta. Diferente do comunicado oficial, estimula a conversa em mão dupla.

GED

Gestão eletrônica de documentos

Conjunto de práticas e sistemas para criar, armazenar, organizar, versionar e controlar o acesso a documentos em formato digital. Garante que as pessoas usem a versão vigente de contratos, manuais, POPs e laudos, e registra quem acessou ou alterou cada arquivo. Em redes, permite liberar a cada unidade só o que ela deve ver.

Dados e indicadores

Como medir a rede, comparar unidades e acompanhar metas.

7 termos

Medida que mostra como um processo, uma unidade ou uma pessoa está se saindo em relação a um objetivo, como vendas, conformidade, satisfação ou tempo de atendimento. Para ser útil, precisa ter fórmula clara, fonte confiável, frequência definida e um responsável. Em redes, o mesmo indicador deve ser calculado do mesmo jeito em todas as unidades para permitir comparação.

KPI

Key Performance Indicator

Indicador-chave de desempenho: um dos poucos indicadores escolhidos por mostrar se a empresa ou a área está atingindo o que mais importa. Todo KPI é um indicador, mas nem todo indicador é um KPI. Uma rede costuma acompanhar poucos KPIs no nível da direção e desdobrá-los em indicadores de apoio para regionais e unidades.

OKR

Objectives and Key Results

Metodologia de definição de metas que combina um objetivo qualitativo com resultados-chave mensuráveis que indicam se ele foi atingido. Os ciclos costumam ser curtos, trimestrais ou semestrais, e os OKRs ficam visíveis para toda a empresa. Enquanto o KPI acompanha o desempenho de forma contínua, o OKR orienta o que a empresa quer mudar em um período.

NPS

Net Promoter Score

Indicador de lealdade do cliente baseado em uma pergunta: de 0 a 10, quanto você recomendaria a empresa a um amigo? Quem dá 9 ou 10 é promotor, 7 ou 8 é neutro e de 0 a 6 é detrator; o NPS é o percentual de promotores menos o de detratores e vai de menos 100 a 100. Em redes, o NPS por unidade mostra diferenças de experiência que a média da marca esconde.

Same store sales

Vendas mesmas lojas, SSS

Indicador que compara as vendas de um período com as do mesmo período anterior considerando só as unidades que já operavam nos dois momentos. Assim, mostra o crescimento da base existente sem o efeito das lojas novas. A regra de quais lojas entram na base comparável precisa estar escrita e ser a mesma em todos os relatórios.

Ranking de unidades

Benchmarking interno

Classificação das unidades de uma rede por um indicador ou por uma nota composta, como conformidade em auditorias, NPS ou vendas. Mostra quem está acima e abaixo do padrão, ajuda a direcionar visitas e reconhece as melhores práticas. Funciona melhor quando compara unidades de perfil parecido, como mesmo formato ou região.

Dashboard

Painel de indicadores

Painel visual que reúne os principais indicadores em gráficos e tabelas, atualizados a partir das fontes de dados. Permite acompanhar a operação sem montar relatórios à mão e aprofundar a análise por unidade, região ou período. Um bom dashboard responde a perguntas específicas de quem vai usá-lo, em vez de exibir todos os números disponíveis.

Tecnologia e segurança

Os conceitos de software, integração e proteção de dados que aparecem na escolha de um sistema para a rede.

8 termos

SaaS

Software as a Service

Modelo em que o software é usado pela internet, sem instalação em servidores próprios, e pago por assinatura. O fornecedor cuida da infraestrutura, das atualizações e da segurança do ambiente. Para redes, facilita colocar todas as unidades no mesmo sistema e na mesma versão.

Plataforma all-in-one

Plataforma integrada

Sistema que reúne em um mesmo ambiente ferramentas que normalmente seriam compradas separadamente, como checklist, chamados, treinamento, comunicação, projetos e CRM. Os módulos compartilham cadastro de unidades, pessoas e permissões, o que evita retrabalho e dados divergentes entre sistemas. É uma abordagem semelhante à de plataformas como a Salesforce, que concentram várias frentes em uma base única.

API

Application Programming Interface

Interface de programação que permite a um sistema conversar com outro de forma automática e segura, trocando dados sem digitação manual. Com uma API documentada, a empresa pode conectar, por exemplo, o sistema de gestão da rede ao ERP, ao BI ou ao sistema de RH. O acesso costuma ser controlado por tokens que podem ser gerados e revogados.

Integração de sistemas

Integração

Conexão entre dois ou mais sistemas para que dados e processos fluam entre eles, seja por API, troca de arquivos ou incorporação de telas. Evita cadastros duplicados e informações diferentes para a mesma coisa. Também pode ser mais simples, como reunir em um só menu o acesso a relatórios e sistemas externos.

ERP

Enterprise Resource Planning

Sistema de gestão empresarial que integra as áreas administrativas e financeiras, como finanças, contabilidade, fiscal, estoque, compras e faturamento. É o sistema de registro das transações da empresa. Em redes, costuma ser complementado por sistemas voltados à operação das unidades, como checklist, chamados e treinamento.

CRM

Customer Relationship Management

Gestão do relacionamento com clientes: a prática e o sistema que organizam contatos, oportunidades e interações comerciais, do primeiro contato ao pós-venda. Mostra em que etapa do funil está cada negociação e o que precisa ser feito a seguir. Em redes em expansão, o CRM também gerencia os candidatos a abrir novas unidades.

LGPD

Lei Geral de Proteção de Dados

Lei 13.709/2018, que define regras para o tratamento de dados pessoais no Brasil, com direitos para os titulares e obrigações para as empresas, fiscalizadas pela ANPD. Exige, entre outros pontos, base legal para cada tratamento, transparência, segurança e resposta aos pedidos dos titulares. Em redes, envolve dados de clientes, colaboradores e parceiros em todas as unidades.

Controle de acesso

Permissões por perfil

Regras que definem quem pode ver, criar, editar ou excluir cada informação em um sistema. Em redes, costuma seguir a hierarquia: a unidade vê o que é dela, o regional vê a região e a matriz vê o todo. Somado ao registro de acessos, protege dados sensíveis e ajuda a cumprir a LGPD.

Para usar e citar

Um link para cada termo

Use o botão Copiar link de cada verbete em treinamentos, manuais e apresentações: quem abre o link chega direto na definição. Ao citar, indique a SULTS como fonte.

Referência sugerida

SULTS. Glossário de gestão multiunidades: SLA. Disponível em: https://www.sults.com.br/glossario#sla. Acesso em: 27 set. 2026.

Perguntas Frequentes

O que é gestão multiunidades e quando uma empresa passa a precisar dela?

É a forma de administrar uma empresa que opera em vários endereços ao mesmo tempo, como lojas, filiais, franquias, clínicas ou escolas. Ela se torna necessária quando a direção já não consegue acompanhar pessoalmente cada ponto e passa a depender de padrão escrito, rotinas de verificação e indicadores comparáveis. O guia de gestão de várias unidades mostra como estruturar essa operação por estágio.

Qual a diferença entre filial e franquia?

Na filial, a unidade pertence à própria empresa: o capital, o risco e a equipe são dela, e o CNPJ deriva do CNPJ da matriz. Na franquia, a unidade é de outro empresário, que paga para usar a marca e o sistema da franqueadora, em uma relação regida pela Lei 13.966/2019. Muitas marcas combinam os dois modelos. O comparativo franquia ou filial detalha capital, controle e velocidade em cada caminho.

O que precisa constar na COF e quando ela deve ser entregue?

A Circular de Oferta de Franquia reúne as informações listadas no art. 2º da Lei 13.966/2019, entre elas balanços, pendências judiciais, investimento estimado, taxas, relação de franqueados, regras de território e de fornecedores. Ela deve ser entregue ao candidato pelo menos 10 dias antes da assinatura do contrato ou pré-contrato, ou do pagamento de qualquer taxa. Para decisões concretas, vale a leitura do texto oficial e a orientação de um advogado.

A franquia gera vínculo empregatício ou relação de consumo?

A Lei 13.966/2019 afirma que a franquia não caracteriza relação de consumo nem vínculo empregatício entre franqueador e franqueado ou seus empregados, inclusive durante o treinamento. Isso não dispensa a análise de como a relação funciona na prática, que pode ser avaliada caso a caso. O guia da Lei de Franquias reúne os principais artigos.

Qual a diferença entre royalties e fundo de marketing?

Os royalties remuneram o franqueador pelo uso da marca e do sistema e pelos serviços prestados à rede. O fundo de marketing reúne contribuições dos franqueados para promover a marca, com destinação própria. As duas cobranças são periódicas e a COF deve informar a base de cálculo e a finalidade de cada uma.

O que é auditoria de loja e com que frequência ela deve ser feita?

É a avaliação estruturada de uma unidade por alguém de fora da equipe local, com roteiro, critérios de nota e plano de ação para os desvios. A frequência depende do risco de cada processo: itens de segurança de alimentos ou de segurança do trabalho pedem verificação mais frequente do que itens de vitrine, por exemplo. O importante é manter o mesmo roteiro para comparar as unidades e acompanhar a evolução de cada uma.

Qual a diferença entre checklist operacional e auditoria?

O checklist operacional é preenchido pela própria equipe da unidade, todos os dias ou a cada turno, para garantir que a rotina foi feita. A auditoria é feita por alguém de fora, com menos frequência, para medir o quanto a unidade cumpre o padrão. Um alimenta o outro: a auditoria mostra se o checklist diário está funcionando. O Checklist da SULTS atende os dois usos.

Qual a diferença entre help desk, service desk e ITSM?

Help desk é o canal para resolver problemas e dúvidas dos usuários. Service desk é mais amplo: organiza todo o catálogo de serviços, as solicitações e os níveis de atendimento. ITSM é o conjunto de práticas de gestão de serviços de TI de onde esses conceitos vieram. Em redes, as mesmas ideias são usadas por RH, manutenção, compras e marketing no atendimento às unidades, como em Chamados.

Como definir o SLA do atendimento às unidades?

Comece pelas categorias de chamado e pelo impacto de cada uma na operação: um equipamento parado que interrompe a venda pede prazo menor do que uma dúvida de cadastro. Defina tempo de primeira resposta e tempo de solução por categoria, considere o horário de expediente de quem atende e acompanhe o cumprimento por área. Se o SLA for sempre estourado, o problema costuma ser capacidade, e não o prazo em si.

Qual a diferença entre NPS e eNPS?

Os dois usam a mesma pergunta de recomendação, com notas de 0 a 10, e o mesmo cálculo: percentual de promotores menos percentual de detratores. O NPS mede clientes e a experiência que eles tiveram com a marca. O eNPS mede colaboradores e o quanto eles recomendariam a empresa como lugar para trabalhar. Veja como medir por unidade no módulo de NPS.

Qual a diferença entre KPI e OKR?

KPI é um indicador acompanhado de forma contínua para saber se a operação está saudável, como vendas por unidade ou tempo de atendimento. OKR é uma metodologia de metas para um período, com um objetivo e resultados-chave que mostram se ele foi alcançado. Na prática, os KPIs mostram onde a empresa está, e os OKRs definem o que ela quer mudar.

Qual a diferença entre intranet, extranet e portal corporativo?

A intranet é voltada aos colaboradores da empresa. A extranet abre parte do ambiente a parceiros externos, como franqueados, licenciados e fornecedores, com permissões próprias. O portal corporativo é o ponto único de acesso que pode reunir as duas coisas e atalhos para outros sistemas, conforme o perfil de quem entra. Veja mais em portal corporativo.

O que faz um consultor de campo em uma rede?

O consultor de campo acompanha um grupo de unidades, visita cada uma com um roteiro, aplica auditorias, analisa indicadores e ajuda o gestor local a corrigir desvios e melhorar resultados. Em redes franqueadas, é o principal ponto de contato do franqueado com a franqueadora. O trabalho rende mais quando cada visita termina com um plano de ação registrado e um retorno agendado.

Qual a diferença entre universidade corporativa e LMS?

A universidade corporativa é o programa de educação da empresa: define competências, trilhas por cargo, certificações e a governança do conteúdo. O LMS é o sistema em que esse programa roda, com publicação de cursos, atribuição, progresso e certificados. Uma boa universidade corporativa precisa de um LMS que atribua conteúdo por cargo e unidade, como a Universidade Corporativa da SULTS.

Como padronizar processos em várias unidades?

O caminho tem quatro partes: escrever o procedimento com clareza, treinar as equipes nele, verificar a execução com checklist e auditoria e corrigir cada desvio com prazo e responsável. Sem uma dessas partes, o padrão fica só no papel. O guia de padronização de processos mostra como organizar esse ciclo em rede.

Quando faz sentido usar master franquia?

A master franquia faz sentido quando a marca quer crescer em um território distante ou em outro país e precisa de um parceiro local com capital, conhecimento do mercado e estrutura para vender e dar suporte a franquias ali. Em troca, a franqueadora abre mão de parte do controle e da receita naquele território. O guia de master franquia explica quem é quem no contrato.

Qual a diferença entre rede associativista e franquia?

Na rede associativista, empresas independentes se unem para comprar juntas, fazer marketing em conjunto e trocar conhecimento, e cada uma mantém a própria empresa e a própria gestão, seguindo as regras definidas entre os associados. Na franquia, o franqueado opera sob a marca e o sistema do franqueador, com padrão definido em contrato. Veja a solução para redes associativistas.

O que a LGPD muda para uma empresa com várias unidades?

Cada unidade trata dados pessoais de clientes e colaboradores, e a empresa precisa garantir as mesmas regras em todas elas: base legal para cada tratamento, acesso restrito a quem precisa, registro de quem acessou e resposta aos pedidos dos titulares. Distribuir e registrar o aceite de termos e políticas em toda a rede faz parte disso, como no módulo de Termos LGPD.

O que é uma plataforma all-in-one para gestão de redes?

É um sistema que reúne em um mesmo ambiente as ferramentas que uma rede usa para operar, como checklist, chamados, treinamento, comunicação, projetos e CRM, com um só cadastro de unidades, pessoas e permissões. A SULTS segue esse modelo, com +25 módulos integrados usados por +1.750 marcas. Conheça todos os módulos.

Posso citar ou compartilhar os termos deste glossário?

Sim. Cada termo tem um link próprio, que você pode copiar pelo ícone ao lado da definição e usar em materiais, treinamentos ou respostas. Ao citar, indique a SULTS como fonte e use o link do termo, por exemplo https://www.sults.com.br/glossario#sla.

Da definição à rotina de cada unidade

Checklist, chamados, treinamento, comunicação e indicadores em uma plataforma com +25 módulos integrados, usada por +1.750 marcas. Veja com o nosso time como ela se adapta à sua operação.

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