No SULTS, a excelência operacional vira rotina diária: o padrão da empresa vira roteiro com peso, cada unidade é verificada pelo aplicativo e a nota, o ranking e os planos de ação aparecem no painel de quem lidera o programa.
Excelência operacional é a capacidade de executar o padrão definido pela empresa do mesmo jeito em todas as unidades, medir essa execução com indicadores e corrigir os desvios antes da próxima verificação. Ela junta padrão, rotina, medição e melhoria contínua em um ciclo que se repete e aparece em números: nota por unidade, taxa de resolução e NPS.
Em centenas de unidades, é fazer bem feito em todas e conseguir provar com número. A gestão operacional sustenta o dia a dia; o programa de excelência mede e melhora esse dia a dia.
+1.750 marcas já centralizaram a gestão com o SULTS
+92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.
Em uma operação com muitas unidades, um software de excelência operacional reúne os seis pilares no mesmo lugar, com o indicador de cada unidade visível para o gerente, para o regional e para quem lidera o programa.
Padrão definido
Os pilares do programa viram roteiros com peso e critério escrito, documentados e iguais para todas as unidades do mesmo formato.
Rotina verificada
O gerente aplica a rotina diária, o regional aplica a visita e a qualidade aplica a auditoria, todos pelo aplicativo, com foto e assinatura.
Correção com prazo
Cada desvio vira plano de ação com responsável e prazo, a unidade corrige com evidência e a verificação seguinte confirma.
Pessoas treinadas
O item que reprova em várias unidades indica onde falta preparo, e a trilha por cargo chega às equipes daquelas unidades.
Comunicação confirmada
A orientação da matriz chega pelos comunicados com confirmação de leitura, e só se cobra o padrão de quem foi avisado.
Cliente no centro
O NPS por unidade confirma se a qualidade operacional chegou ao cliente, e mostra onde o roteiro precisa mudar.
Passo a passo
Como montar um programa de excelência operacional em 6 passos
O programa é um método e uma rotina. A plataforma é o que faz a rotina acontecer em todas as unidades, com registro e nota. Estes são os passos que as operações no SULTS seguem.
01
Defina os pilares e o peso de cada um
Atendimento, padrão de loja, segurança, pessoas e processos. Cada pilar recebe um peso na nota da unidade, e o peso diz à operação o que importa mais neste ciclo. No varejo alimentar, um dos pilares costuma ser a prevenção de perdas em supermercados.
02
Transforme cada pilar em roteiro
Os itens de cada pilar viram checklists com critério escrito, foto de referência e questão crítica. O mesmo roteiro vale para todas as unidades do mesmo formato, e o checklist operacional do dia a dia entra no mesmo painel.
03
Estabeleça a rotina de verificação
A rotina diária é do gerente, a visita é do regional e a auditoria completa é da qualidade. Cada uma entra na agenda com a própria frequência, e a trava de tela garante a aplicação no horário.
04
Publique o critério e o ranking
Cada gerente vê a própria nota e o ranking das unidades, com o critério aberto. O programa deixa de ser uma avaliação que chega de fora e vira um número que a unidade acompanha e quer melhorar.
05
Trate cada desvio como plano de ação
O item reprovado gera plano de ação 5W2H com responsável e prazo, e a taxa de resolução por unidade entra no programa junto com a nota. Excelência é corrigir rápido, e não só pontuar alto. O modelo está em modelo de plano de ação.
06
Reconheça, treine e recomece o ciclo
O ranking mostra quem sustenta o padrão e quem precisa de apoio. A trilha da Universidade Corporativa vai para as unidades em que o mesmo item reprova, e o ciclo seguinte mede o efeito.
Quer ver o programa montado com os pilares da sua operação?Um especialista mostra os roteiros com peso, a agenda e o ranking na tela.
Software de excelência operacional com os indicadores de cada unidade
Os indicadores operacionais saem do módulo em que a rotina acontece, e todos são lidos por unidade, região e período. Juntos, formam o painel do programa. Para os números de venda, veja os indicadores de rede de lojas.
Índice de conformidade
A nota do checklist por unidade, ponderada pelos pesos do programa, com o ranking e a evolução entre ciclos. É o indicador central.
Taxa de resolução dos planos de ação
Quantos desvios foram corrigidos, quantos no prazo e quantos seguem abertos, por unidade e por regional, na gestão de não conformidades.
Itens com maior índice de reprovação
Os itens do roteiro que mais reprovam em todas as unidades no período. Apontam o processo ou o treinamento que precisa mudar.
Adesão ao treinamento e à comunicação
Quem concluiu a trilha por cargo e quem confirmou a leitura dos comunicados, por unidade.
Tempo de atendimento dos chamados
O tempo de resolução e o volume de chamados por unidade e categoria, com o SLA de cada um. Mostra se a matriz responde na velocidade que cobra.
NPS por unidade
A nota do cliente, aplicada pelo módulo de NPS e lida por unidade. Confirma se a excelência interna chegou ao balcão.
Tempo e volume de chamados por departamento
Percentual de leitura de cada comunicado
Progresso de cada colaborador nas trilhas
Gestão da rotina
Gerenciamento da rotina: o que cada unidade faz todo dia
Excelência operacional se sustenta na rotina. A gestão de rotina de uma unidade é um conjunto pequeno de atividades feitas todo dia, na hora certa, com registro. É isso que o gerente e a equipe fazem na plataforma, e é isso que o programa mede.
Quando o padrão está escrito e a rotina está na agenda, o gemba walk do líder deixa de procurar o básico e passa a olhar para a melhoria.
Abertura e fechamento com hora marcada
O roteiro do turno aparece no aplicativo no horário agendado, com trava de tela. O responsável aplica, fotografa e assina.
Tarefas recorrentes da unidade
Conferências, pedidos e manutenções programadas ficam como tarefas recorrentes com responsável e prazo, em Kanban.
Gestão à vista do próprio número
O gerente vê a nota da unidade, os planos de ação abertos e a posição no ranking no painel que a equipe abre todo dia.
Comunicação que chega e é confirmada
A orientação da matriz chega pelos Comunicados com confirmação de leitura, para a unidade certa.
Pedido de apoio com prazo
O que a unidade não resolve sozinha vira chamado com SLA. O lado de prédio e serviços fica em gestão de facilities.
A visita do regional fecha a semana
O regional confere a rotina, valida os planos da visita anterior e deixa os próximos combinados. Veja a rotina do gerente regional de lojas.
Cases
Operações que medem a execução com o SULTS
Relatos de quem lidera operações com muitas unidades, nas palavras de cada um.
+3.000Pontos de venda na Rede PitStop
“A maior transformação que a SULTS trouxe para a rede, olhando aí o conjunto de módulos, eu acho que foi mesmo o módulo de Checklist.”
“Houve uma mudança de metodologia de trabalho e por consequência a utilização efetiva do checklist operacional ajudou do ponto de vista de trazer uniformidade da informação.”
Luciano Polastri SampaioHead de Operações e T&DLer o case
+200Lojas da Lugano
“Através do checklist eu consigo fazer com que todas as áreas estejam acompanhando a saúde daquela unidade.”
Anibal MartinsDiretor Geral de FranquiasLer o case
+38Operações da Sushiloko
“A gente continuou trabalhando presencial, mas a parte de você ter uma estrutura para o online, a questão de Chamados, Checklist, Universidade Corporativa ajudou muito a mudar o jogo assim para a gente.”
Jales MarinhoDiretor Geral do Grupo Lago FranquiasLer o case
Excelência operacional é a capacidade de executar o padrão definido pela empresa do mesmo jeito em todas as unidades, medir essa execução com indicadores e corrigir os desvios antes da próxima verificação. Ela junta padrão, rotina, medição e melhoria contínua em um ciclo que se repete e aparece em números: nota por unidade, taxa de resolução e NPS.
Quais são os pilares da excelência operacional?
Em uma operação com muitas unidades, os pilares mais usados são padrão definido, rotina verificada, correção com prazo, pessoas treinadas, comunicação confirmada e cliente no centro. Cada empresa escolhe os seus e dá um peso a cada um. No SULTS, cada pilar vira um roteiro de checklist com peso na nota da unidade.
O que é um programa de excelência operacional?
É o conjunto de pilares, critérios, rotinas de verificação e indicadores que a empresa usa para acompanhar e melhorar a execução em todas as unidades. Costuma ter um ranking, um ciclo de avaliação e uma forma de reconhecimento. No SULTS, o programa vive nos roteiros com peso, na agenda de verificação e no painel por unidade.
Como medir a excelência operacional?
Pela execução, e não pela intenção: nota do checklist por unidade, taxa de resolução dos planos de ação, itens que mais reprovam, adesão ao treinamento e à comunicação, tempo de atendimento dos chamados e NPS por unidade. No SULTS, todos esses indicadores operacionais saem do próprio fluxo, por unidade, região e período.
Quais KPIs operacionais usar no programa?
Os que a empresa escolher entre os que o SULTS gera: índice de conformidade do checklist, taxa de resolução e resolução no prazo dos planos de ação, itens com maior reprovação, adesão a treinamentos e comunicados, tempo de resolução de chamados e NPS por unidade. Cada KPI operacional vem do módulo em que a rotina acontece.
Qual a diferença entre excelência operacional e eficiência operacional?
Eficiência operacional é fazer mais com menos recurso: tempo, custo e retrabalho. Excelência operacional é executar o padrão em todas as unidades, medir e melhorar de forma contínua. A eficiência costuma ser consequência da excelência, porque a rotina bem feita e corrigida rápido reduz desperdício e retrabalho em toda a operação.
Qual a diferença entre excelência operacional e padronização de processos?
A padronização de processos define e documenta o padrão e garante que ele seja conhecido e verificado. A excelência operacional é o programa que mede e melhora a execução desse padrão ao longo do tempo, com indicadores, ranking e ciclo de correção. Uma depende da outra, e as duas rodam no SULTS.
Excelência operacional e melhoria contínua são a mesma coisa?
Não, mas andam juntas. A melhoria contínua é o hábito de corrigir e aperfeiçoar o processo ciclo após ciclo. A excelência operacional é o resultado que a empresa busca e o programa que mede esse resultado. No SULTS, o plano de ação de cada desvio e a verificação seguinte formam o ciclo de melhoria contínua.
O programa funciona com Lean Seis Sigma, Kaizen e PDCA?
Sim. O método é da empresa; a SULTS registra a execução, gera o indicador por unidade e sustenta o ciclo de correção. Padrão, verificação, ação e medição são etapas comuns ao Lean Seis Sigma, ao Kaizen e ao PDCA, e é isso que a plataforma faz acontecer em escala, em todas as unidades ao mesmo tempo.
O que é gerenciamento da rotina?
É garantir que as atividades que sustentam o padrão aconteçam todo dia, na hora certa, com registro: abertura, fechamento, conferências, tarefas recorrentes, comunicação e pedidos de apoio. No SULTS, a gestão da rotina entra na agenda com trava de tela, vira tarefa recorrente e é verificada pelo checklist, com nota por unidade.
O que é gestão à vista e como aplicar em várias unidades?
Gestão à vista é deixar o indicador visível para quem executa. Em uma unidade, é o quadro na parede. Em muitas unidades, é o painel da SULTS que cada gerente abre com a própria nota, os planos de ação e a posição no ranking, e que o regional e a matriz veem com os recortes deles.
Como funciona o ranking entre unidades?
A nota do Checklist da SULTS, ponderada pelos pesos que o programa definiu, compara todas as unidades pelo mesmo critério e destaca as 5 melhores e as 5 piores do período. O ranking pode ser lido por região, por questionário e por supervisor, e o comparativo de progressão mostra a evolução de cada unidade.
Como montar um scorecard operacional por unidade?
Escolha os indicadores do programa e o peso de cada pilar. No SULTS, a nota do checklist já sai ponderada pelos pesos definidos, e os demais indicadores, como resolução de planos de ação, adesão ao treinamento e NPS, aparecem no painel por unidade. A composição em uma nota única é decisão da empresa, com os dados da plataforma.
Como envolver os gerentes das unidades no programa?
Mostrando a eles o próprio número e o critério. Quando o gerente vê a nota da unidade, os planos de ação abertos e a posição no ranking no mesmo painel da SULTS que a matriz usa, o programa deixa de ser uma auditoria que chega de fora e vira uma rotina que ele acompanha e quer melhorar.
O que faz o analista de excelência operacional?
Cuida dos roteiros, da agenda de verificação e do painel do programa, analisa os itens que mais reprovam e propõe ajustes de processo e de treinamento. Em geral responde à diretoria de operações. No SULTS, ele revisa os pilares e os pesos a cada ciclo, e o ajuste vale para todas as unidades de uma vez.
Como aplicar a excelência operacional na indústria?
Com o mesmo ciclo, adaptado a plantas e centros de distribuição: roteiros de segurança, qualidade e produção com peso, inspeções agendadas por turno, plano de ação para cada não conformidade e indicadores por planta. A SULTS atende operações industriais, com cobrança por colaborador quando a empresa não tem muitas unidades físicas.
O que um software de excelência operacional precisa ter?
Roteiros com peso e questão crítica, aplicação pelo celular com foto e assinatura, agenda com trava de tela, plano de ação com prazo, ranking por unidade, treinamento por cargo, comunicados com confirmação e NPS. No SULTS, esses recursos estão em módulos integrados, com todos os dados no mesmo painel.
Qual a diferença entre a plataforma e uma consultoria de excelência operacional?
A consultoria define o método, os pilares e o critério; a plataforma faz a rotina acontecer em todas as unidades, com registro, e entrega o indicador. As duas se complementam: o programa desenhado pela consultoria entra nos roteiros, na agenda e no painel da SULTS e passa a rodar todo dia.
Quantas unidades a plataforma comporta?
A plataforma para grandes redes da SULTS opera com +1.750 marcas, +92 mil unidades e +600 mil usuários, com +25 módulos integrados. O mesmo programa serve para 50 ou 500 unidades. Para redes franqueadas, o blog traz o guia de programa de excelência para franquias.
Como conheço a plataforma antes de contratar?
Peça uma demonstração da SULTS pelo formulário do site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. Um especialista mostra o programa com os pilares da sua operação: os roteiros com peso, a agenda de verificação, o plano de ação de um desvio e o painel com a nota e o ranking por unidade.
Vamos colocar o seu programa de excelência operacional para rodar?
Veja com o nosso time os roteiros com peso, a agenda de verificação e o painel com a nota de cada unidade, montados com os pilares da sua operação.