Implantação de franquias: do contrato à inauguração, etapa por etapa
Guia de implantação de franquias: as 7 etapas do contrato à inauguração, prazos por formato, quem faz o quê, riscos, primeiros 90 dias e cronograma modelo.
Guia de implantação de franquias: as 7 etapas do contrato à inauguração, prazos por formato, quem faz o quê, riscos, primeiros 90 dias e cronograma modelo.
Implantação de franquias é o projeto que leva uma unidade do contrato assinado até a operação no padrão da rede, incluindo os primeiros 90 dias depois da inauguração.
Segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), o franchising brasileiro fechou 2025 com 202.444 operações, 18,0% de aberturas, 6,4% de encerramentos e 4,0% de repasses. Cada abertura é um projeto com escopo, prazo, orçamento, dependências e caminho crítico, e a forma de conduzi-lo decide se a unidade começa rentável ou já endividada.
Guia para franqueadoras: as 7 etapas do contrato assinado à inauguração, os prazos por formato de unidade, quem responde por cada tarefa, os riscos que atrasam a abertura, o suporte dos primeiros 90 dias e um cronograma de implantação em uma página para copiar. Este guia faz parte do guia de gestão de franquias, que reúne os sete pilares da operação de uma rede.
| Em resumo |
|---|
| A implantação começa no contrato assinado e termina 90 dias depois da inauguração, quando a unidade passa para a consultoria de campo. |
| São 7 etapas; licenças, projeto, obra e treinamento formam o caminho crítico. |
| O prazo total costuma ir de 60 a 180 dias, conforme o formato. |
| Cada 30 dias de atraso custam aluguel, folha e insumos sem nenhuma receita. |
| A franqueadora que roda o processo em um sistema único gera o cronograma de um modelo e só inaugura com a equipe certificada. |
Veja uma implantação conduzida de ponta a ponta
Um especialista mostra, ao vivo, o cronograma por etapa com responsável e prazo, as tarefas da franqueadora e do franqueado e o painel de todas as inaugurações em andamento. +1.750 marcas e +92 mil unidades já operam no SULTS.
A implantação começa quando o contrato é assinado e termina quando a unidade opera no padrão sem o suporte intensivo da franqueadora, o que costuma acontecer 90 dias depois da inauguração.
O marco inicial é o contrato. A partir dele, os dados do candidato, a praça e o formato da unidade saem da equipe de expansão e viram um projeto com fases, tarefas e responsáveis. O processo que vem antes, da escolha das praças à assinatura, está no guia de expansão de franquias.
O marco final não é a inauguração. É o fim do suporte progressivo: a unidade atinge os indicadores combinados e passa do time de implantação para o consultor de campo. Tratar a inauguração como linha de chegada é o que faz tantas unidades novas acumularem desvios nos primeiros meses.
No meio, a implantação aplica o que a rede documentou no manual de franquia: layout, operação, marca e treinamento. Sem manual, cada abertura vira uma negociação; com ele, vira a repetição de um padrão.
A implantação de uma franquia leva de 60 a 180 dias do contrato à inauguração, conforme o formato: quiosque no extremo menor, alimentação com cozinha no extremo maior. Os prazos abaixo são a referência usada neste guia; cada rede deve substituí-los pela própria medição.
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| Formato | Prazo de referência | O que pesa |
|---|---|---|
| Quiosque | 60 dias | Aprovação do shopping e fabricação do móvel |
| Loja de shopping | 90 dias | Regras de obra do empreendimento |
| Loja de rua | 120 dias | Licenças municipais e reforma |
| Alimentação com cozinha | 150 a 180 dias | Obra, exaustão e licença sanitária |

Atraso na implantação é custo fixo sem receita. Em um exemplo de alimentação com aluguel de R$ 15 mil por mês, equipe de 8 pessoas com folha de R$ 25 mil e R$ 5 mil em insumos perecíveis, cada 30 dias de atraso somam R$ 45 mil sem faturar nada. Refaça a conta com os números da sua rede: ela costuma ser o argumento que convence o franqueado a começar as licenças no primeiro dia.
O atraso raramente vem de uma etapa só. Ele se acumula: a licença sai uma semana depois, o projeto é aprovado com ajustes, a obra começa tarde e o treinamento é comprimido para caber na data. Por isso o prazo de referência só é útil se cada etapa tiver a própria data, e não apenas a inauguração.
Há ainda o custo que não aparece na planilha: o franqueado que investiu e não abre começa a desconfiar da rede antes do primeiro cliente.
O franqueado investe e executa na praça; a franqueadora define o padrão, aprova cada entrega e treina a equipe. A Lei 13.966/2019 fixa as obrigações gerais no contrato e na COF; o cronograma de implantação detalha o dia a dia.
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| Etapa | Franqueadora | Franqueado | Evidência de conclusão |
|---|---|---|---|
| Licenças | Lista de licenças por formato e orientação | Protocola e acompanha nos órgãos | Documentos emitidos anexados |
| Ponto | Critérios de aprovação e visita | Busca, negocia e assina a locação | Ponto aprovado por escrito |
| Projeto | Projeto padrão do formato | Contrata a adaptação local | Projeto aprovado pela rede |
| Obra | Supervisão e vistoria de entrega | Contrata e paga a obra | Vistoria aprovada com fotos |
| Equipamentos | Fornecedores homologados e especificação | Compra e recebe | Equipamentos instalados e testados |
| Equipe | Quadro padrão e trilhas de treinamento | Contrata e libera para o treinamento | Certificação concluída |
| Inauguração | Material de marca e checklist final | Executa a divulgação local | Checklist de inauguração aprovado |
O investimento é do franqueado: taxa de franquia, reforma, equipamentos, estoque inicial e capital de giro para os primeiros meses. O erro mais comum é calcular só a montagem e esquecer o caixa até o ponto de equilíbrio, e por isso a franqueadora deve cobrar essa conta ainda na seleção.
Na reunião de kick-off, logo depois da assinatura, franqueadora e franqueado repassam o cronograma, confirmam quem responde por cada etapa, combinam os canais de comunicação e a frequência das reuniões de acompanhamento e registram as datas de referência. Tudo o que é combinado ali fica por escrito no projeto da unidade. É o registro que resolve a discussão mais comum da implantação: de quem era a tarefa que atrasou. A base legal do que a franqueadora prometeu entregar, do treinamento aos manuais, está no guia da Lei de Franquias. Quando a unidade não é nova e sim transferida, o processo muda e está no repasse de franquia. Quem ainda vai formatar a rede começa pelo guia de como franquear um negócio.
Arquiteto, empreiteiro e fornecedores entram no projeto com acesso restrito às próprias tarefas, para que a franqueadora veja o andamento sem depender de repasse do franqueado.
As 7 etapas são licenças, ponto comercial, projeto, obra, equipamentos, treinamento e inauguração. Licenças, projeto, obra e treinamento formam o caminho crítico: se uma delas atrasa, a inauguração atrasa.

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| Etapa | Prazo típico | Responsável | Depende de | Caminho crítico |
|---|---|---|---|---|
| 1. Licenças | 30 a 60 dias | Franqueado com assessoria | Contrato assinado | Sim |
| 2. Ponto comercial | 15 a 45 dias | Franqueado, com aprovação da rede | Contrato assinado | Em paralelo |
| 3. Projeto | 15 a 30 dias | Franqueadora e arquiteto | Ponto aprovado | Sim |
| 4. Obra | 45 a 90 dias | Franqueado e fornecedores | Projeto e licenças | Sim, a mais longa |
| 5. Equipamentos | 15 a 30 dias | Franqueado e homologados | Obra em fase final | Parcial |
| 6. Treinamento | 15 a 30 dias | Franqueadora | Equipe contratada | Sim |
| 7. Inauguração | 15 a 30 dias de preparação | Franqueado com material da rede | Checklist aprovado | Não |
O que é caminho crítico: é a sequência de etapas dependentes que define o prazo mínimo da implantação. Uma etapa fora dele tem folga: pode atrasar alguns dias sem mudar a data de abertura. Uma etapa dentro dele não tem folga nenhuma. Licenças estão no caminho porque a obra não pode avançar sem elas; projeto, porque a obra depende dele; obra, porque é a etapa mais longa; e treinamento, porque a unidade não deve abrir com a equipe aprendendo na frente do cliente.
Saber o caminho crítico muda onde a franqueadora gasta atenção: acompanhar de perto quatro etapas, e não sete.
Ponto comercial e licenças começam juntos, no dia do contrato, porque não dependem um do outro. A contratação da equipe corre em paralelo com o fim da obra, e o material de inauguração é produzido enquanto a equipe treina. Paralelizar o que pode ser paralelo é a forma mais barata de encurtar a implantação: não exige gastar mais, só planejar a ordem. O erro oposto, fazer tudo em sequência por excesso de cautela, costuma somar semanas ao prazo sem reduzir risco.
Cada etapa tem um entregável que libera a próxima; a implantação atrasa quando uma etapa começa sem o entregável da anterior.
CNPJ, inscrição estadual, alvará de funcionamento, licença sanitária quando há alimento ou saúde, auto de vistoria do Corpo de Bombeiros e licença ambiental quando aplicável. O prazo varia por município, e por isso o processo começa no primeiro dia depois do contrato, em paralelo com a busca do ponto.
Mantenha uma lista de licenças por formato e por tipo de município, com os documentos que cada órgão pede. Ela é reaproveitada em toda abertura e evita que o franqueado descubra uma exigência no meio da obra.
Negócios de passagem dependem de fluxo; negócios de destino, de acesso e estacionamento. A franqueadora aprova o ponto por critérios escritos: metragem, fachada, fluxo, concorrência no raio, custo de ocupação e infraestrutura existente. A aprovação acontece antes da assinatura da locação: aprovar depois do aluguel assinado obriga a rede a aceitar um ponto ruim ou o franqueado a pagar multa. A análise de praça, que vem antes, está no guia de expansão de franquias.
Redes grandes trabalham com projeto padrão por formato e adaptação local controlada. O McDonald's, com mais de 43 mil restaurantes no mundo, replica layouts de cozinha e salão por formato, o que permite prever prazo e custo de cada abertura. Para a rede, o projeto padrão é o que torna o cronograma repetível.
O arquiteto local adapta o projeto padrão à planta do imóvel e às exigências da prefeitura; qualquer mudança no layout base passa pela aprovação da franqueadora antes de ir para a obra.
A etapa mais longa e mais sujeita a atraso. Marcos com foto (demolição, instalações, acabamento) permitem supervisionar sem estar na obra. Antes de receber a chave, a vistoria de entrega confere item por item com fotos, e cada pendência vira uma tarefa com prazo antes da abertura.
Combine com o franqueado quais marcos exigem foto e a frequência da visita presencial. O atraso mais caro é o problema estrutural descoberto na demolição, e o que o evita é a vistoria técnica do imóvel antes da locação.
Fornecedores homologados pela rede, com pelo menos dois por item crítico. Um fornecedor único que atrasa leva a inauguração junto. O estoque inicial segue o mix e a projeção dos primeiros 30 dias.
O pedido dos itens de prazo longo, como mobiliário sob medida e equipamentos de cozinha, sai logo depois da aprovação do projeto, para chegar quando a obra terminar e não depois.
A equipe é contratada pelo quadro padrão do formato e treinada antes de abrir, com avaliação e certificação. A certificação é condição de abertura, não recomendação. Contrate com folga: é comum parte da equipe desistir entre a contratação e a inauguração, e o treinamento precisa de tempo para formar os substitutos. O conteúdo sai do manual de operações, e o programa para o dono da unidade está em treinamento de franqueados.
Soft opening é a abertura discreta, antes da inauguração oficial, com público restrito ou sem divulgação, para testar equipe, processos e equipamentos em operação real. Vale fazer sempre que a operação tem muitos processos simultâneos, como em alimentação: dois ou três dias são suficientes para corrigir gargalos de atendimento e produção. Meça tempo de atendimento, erros de pedido e ruptura. Depois, a inauguração oficial, com a divulgação local pronta 15 dias antes. Na semana anterior, o consultor aplica o checklist de inauguração: padrão visual, equipamentos instalados, equipe certificada, estoque, sistemas configurados e documentos no local. O checklist genérico de inauguração de loja está na página de abertura de lojas.
Os riscos da implantação são previsíveis: licença que demora, fornecedor que atrasa, obra que encontra problema, equipe que desiste. Cada um tem um gatilho observável e uma mitigação que começa antes dele acontecer.
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| Risco | Probabilidade | Impacto | Gatilho | Mitigação |
|---|---|---|---|---|
| Licença sanitária atrasa | Alta | 30 a 60 dias | Protocolo sem resposta no prazo do órgão | Protocolar no dia 1, com assessoria |
| Fornecedor de equipamento atrasa | Média | 15 a 30 dias | Pedido sem confirmação de data | Dois fornecedores homologados por item crítico |
| Obra encontra problema estrutural | Média | 15 a 45 dias | Laudo da demolição | Vistoria técnica antes de assinar a locação |
| Equipe desiste antes de abrir | Média | 15 a 30 dias | Faltas no treinamento | Banco de candidatos reserva |
| Franqueado sem capital | Baixa, com seleção | Cancelamento | Pagamentos da obra atrasados | Validação de capital na seleção |
| Mudança de regra municipal | Baixa | Variável | Nova exigência no protocolo | Assessoria local atualizada |
A matriz só funciona se cada risco tiver um responsável que observa o gatilho. Quando o gatilho aparece, a mitigação vira uma tarefa com prazo no cronograma, e não uma conversa no dia em que a inauguração já está atrasada.
Revise a matriz a cada abertura. O risco que se repete em várias unidades deixa de ser risco e vira etapa do modelo, com prazo próprio: uma rede que vive atrasando a licença sanitária na mesma cidade deve ajustar o prazo de referência daquela praça, e não tratar cada atraso como surpresa.
A implantação termina 90 dias depois da inauguração, com suporte em três fases, do acompanhamento diário à autonomia.
Semanas 1 e 2, acompanhamento intensivo. Consultor presente ou em contato diário, ajustes de processo em tempo real e checklist de conformidade na primeira semana.
Semanas 3 e 4, estabilização. Visitas duas ou três vezes por semana e os primeiros indicadores: faturamento diário, ticket médio, custo de insumos e satisfação do cliente.
Meses 2 e 3, autonomia com suporte. Acompanhamento semanal, dúvidas pelo canal de suporte com prazo de resposta e checklist mensal com plano de ação.
Os limites abaixo são exemplos que muitas redes usam; cada rede define os seus. Satisfação do franqueado medida aos 30, 60 e 90 dias, com alerta se o NPS ficar abaixo de 50. Conformidade no checklist de campo, com alerta se continuar abaixo de 80% na terceira visita. Faturamento contra a projeção, com alerta para desvio acima de 30% para baixo.
No fim dos 90 dias, a implantação é encerrada formalmente: pendências fechadas, indicadores dentro do combinado e a unidade entregue ao consultor de campo, com o histórico da abertura.
A passagem é uma reunião curta com o franqueado, o implantador e o consultor que vai acompanhar a unidade dali em diante. O implantador entrega o histórico: pendências da obra resolvidas, resultado das vistorias, evolução dos indicadores e os pontos de atenção da equipe. Sem essa passagem, o consultor começa do zero e o franqueado sente a troca como perda de suporte, justamente quando a unidade ainda está se firmando.
Um cronograma de implantação lista as fases em ordem, com responsável, prazo a partir do contrato, dependência e a evidência que fecha cada tarefa. O exemplo abaixo é de uma loja de rua de 90 m² em 120 dias; troque os prazos pelos da sua rede.
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| Tarefa | Responsável | Dias | Depende de | Evidência |
|---|---|---|---|---|
| Kick-off e cadastro da unidade | Franqueadora | 1 a 3 | Contrato | Unidade cadastrada |
| Protocolo das licenças | Franqueado | 1 a 60 | Kick-off | Licenças emitidas |
| Busca e aprovação do ponto | Franqueado e rede | 1 a 30 | Kick-off | Ponto aprovado |
| Projeto adaptado | Arquiteto | 31 a 45 | Ponto aprovado | Projeto aprovado |
| Obra | Franqueado e empreiteiro | 46 a 100 | Projeto e licenças | Fotos dos marcos |
| Pedido de equipamentos | Franqueado | 60 a 90 | Projeto aprovado | Pedido confirmado |
| Contratação da equipe | Franqueado | 70 a 90 | Obra em andamento | Equipe contratada |
| Treinamento e certificação | Franqueadora | 91 a 110 | Equipe contratada | Certificados |
| Vistoria de entrega | Consultor | 101 a 105 | Obra concluída | Checklist aprovado |
| Instalação e estoque inicial | Franqueado | 101 a 110 | Vistoria | Equipamentos testados |
| Soft opening | Franqueado e consultor | 111 a 113 | Treinamento e instalação | Ajustes registrados |
| Inauguração | Franqueado | 120 | Checklist de inauguração | Primeiro dia registrado |
Como usar o modelo: comece pela data de inauguração desejada e conte para trás, respeitando as dependências; se a conta não fecha, é a data que está errada, não o cronograma. Depois de cada abertura, compare o planejado com o realizado em cada linha e ajuste os prazos do modelo daquele formato. Em poucas aberturas, o cronograma deixa de ser estimativa e passa a refletir o tempo real da rede. O que torna o modelo útil é a coluna de dependência: ela mostra o caminho crítico sem nenhum cálculo. Para o checklist de inauguração, veja a página de abertura de lojas.
As métricas da implantação medem prazo, custo e prontidão: se a unidade abre na data, no orçamento e em condição de operar.
1. Tempo de implantação por formato. Dias entre contrato e inauguração. Alerta: alta de um trimestre para o outro no mesmo formato.
2. Aderência ao cronograma. Tarefas concluídas no prazo dividido pelo total. Alerta: atraso concentrado nas mesmas etapas.
3. Capex realizado contra o planejado. Investimento real da unidade dividido pelo orçado. Alerta: estouro recorrente, que pede revisão de orçamento ou de fornecedor.
4. Satisfação do franqueado nos 90 dias. NPS medido aos 30, 60 e 90 dias. Alerta: queda entre uma medição e a seguinte.
5. Conformidade na vistoria de entrega. Itens aprovados dividido pelos vistoriados. Alerta: unidade abrindo com pendência aberta.
6. Implantações simultâneas. Quantas aberturas o time conduz ao mesmo tempo sem atraso. Define a velocidade máxima de expansão.
7. Atraso por etapa. Dias de atraso somados por etapa. Mostra a causa raiz: licença, obra ou equipamento.
8. Dias até o primeiro faturamento. Do contrato à primeira venda. Liga a implantação à receita do franqueado e da rede.
Meça as oito por formato de unidade e por região. A média geral esconde o problema: um quiosque que abre em 60 dias e uma loja de rua que abre em 180 dão uma média que não descreve nenhuma das duas.
Os erros que atrasam inaugurações se repetem de rede para rede e quase todos são de processo. Eles aparecem com mais força quando a rede acelera e passa a abrir várias unidades ao mesmo tempo, porque o improviso que funcionava em uma abertura por trimestre não escala.
1. Começar a obra antes das licenças. A obra para quando a licença não sai, e o custo fixo continua.
2. Ter um fornecedor só por item crítico. O atraso dele vira o atraso da inauguração.
3. Inaugurar com equipe não treinada. As avaliações ruins do primeiro mês ficam na praça.
4. Acompanhar a obra sem marcos com foto. A surpresa aparece na entrega da chave.
5. Decidir por mensagem. Sem registro, ninguém sabe o que foi combinado. Decisões de implantação precisam de registro com confirmação de leitura.
6. Pular a vistoria de entrega. Pendências viram problema operacional nas primeiras semanas.
7. Reinventar cada abertura. Sem modelo por formato, a quinquagésima demora tanto quanto a primeira.
8. Receber os dados da venda por e-mail. Informação se perde entre expansão e implantação.
9. Deixar etapa sem responsável. Tarefa sem dono não anda.
10. Subestimar o capital de giro. Trinta dias a mais de obra consomem o caixa que o franqueado reservou para operar.
Quando funil de expansão, cronograma, obra, treinamento e suporte estão no mesmo sistema, a implantação deixa de depender de planilhas e mensagens. No SULTS, o contrato assinado cria o projeto da unidade a partir do modelo do formato, sem recadastro; licenças e obra viram tarefas com responsável e evidência; a equipe se certifica na Universidade Corporativa antes de abrir; e, depois da inauguração, a unidade segue para checklist, chamados e pesquisa de NPS. Veja os recursos do módulo de implantação para redes de franquias.
Na prática. A American Cookies, rede com +70 lojas, conduz a abertura de cada loja no SULTS. A sócia-fundadora conta o que mudou na implantação:
Um processo que mudou da água para o vinho, foi o processo de implantação de loja. Se a gente demorava até três meses para implantar uma loja, hoje em 30 dias a gente consegue implantar uma loja.
Veja o case da American Cookies, com implantação, checklist e chamados nas lojas da rede.
Da assinatura do contrato à inauguração em uma única plataforma
Cronograma com caminho crítico, modelos por formato, treinamento antes da abertura e vistoria por checklist, conectados ao CRM de Expansão.
É o projeto que leva uma unidade do contrato assinado até a operação no padrão da rede: licenças, ponto, projeto, obra, equipamentos, treinamento, inauguração e o suporte dos primeiros 90 dias. Tem escopo, prazo, orçamento, dependências e caminho crítico. No SULTS, cada unidade nova vira um projeto com fases, tarefas e responsáveis.
De 60 a 180 dias, conforme o formato. Como referência, quiosque em 60 dias, loja de shopping em 90, loja de rua em 120 e alimentação com cozinha entre 150 e 180. O que define o prazo real é o caminho crítico: licenças, projeto, obra e treinamento. Na SULTS, a rede mede o próprio tempo por formato e substitui a referência pelo número real.
Sete: licenças, ponto comercial, projeto arquitetônico, obra, equipamentos e enxoval, contratação e treinamento, e inauguração, seguidas dos 90 dias de suporte. Licenças e ponto começam juntos no dia do contrato; a obra depende de projeto e licenças. O sistema de implantação de franquias da SULTS transforma essas etapas em cronograma com dependências.
É a sequência de etapas dependentes que define o prazo mínimo da abertura. Se uma etapa do caminho crítico atrasa, a inauguração atrasa; etapas fora dele têm folga. Na implantação de franquias, o caminho típico passa por licenças, projeto, obra e treinamento. Na SULTS, o cronograma mostra essa sequência e recalcula as datas seguintes quando uma etapa atrasa.
O franqueado paga o investimento da unidade: taxa de franquia, reforma, equipamentos, estoque inicial e capital de giro. A franqueadora arca com o padrão que entrega: projeto base, treinamento, supervisão e suporte, remunerados pelas taxas. O detalhe está no contrato e na COF. Na SULTS, o capex de cada unidade é acompanhado como realizado contra planejado.
CNPJ, inscrição estadual, alvará de funcionamento, licença sanitária quando há alimento ou saúde, auto de vistoria do Corpo de Bombeiros e licença ambiental quando aplicável. Os prazos variam por município, então o processo começa no primeiro dia depois do contrato. Na SULTS, cada licença é uma tarefa com prazo, responsável e o documento emitido anexado.
Com critérios escritos pela franqueadora: metragem, fachada, fluxo de passantes ou acesso, concorrência no raio, custo de ocupação e infraestrutura existente. Negócio de passagem depende de fluxo; negócio de destino, de acesso. A aprovação acontece antes da locação. No SULTS, a aprovação do ponto é uma etapa do cronograma com evidência registrada.
É a inspeção que a franqueadora faz antes de receber a chave: acabamento, instalações elétricas e hidráulicas, climatização, fachada, layout e segurança, item por item e com foto. Cada pendência vira uma tarefa com prazo antes da abertura. No SULTS, a vistoria é aplicada pelo módulo de Checklist no celular, com pontuação e plano de ação.
O franqueado e a equipe passam por trilhas de treinamento de gestão, operação, atendimento e marca, com avaliação e certificação, antes do primeiro cliente. A certificação é condição de abertura. No sistema de implantação de franquias da SULTS, o onboarding é uma etapa do cronograma na Universidade Corporativa, e a inauguração só avança com a equipe certificada.
Soft opening é a abertura discreta, antes da inauguração oficial, para testar equipe, processos e equipamentos em operação real. Vale sempre que a operação tem muitos processos simultâneos, como em alimentação. Dois ou três dias bastam para medir tempo de atendimento, erros e ruptura. Na SULTS, o soft opening entra no cronograma como tarefa, com os ajustes registrados.
Em um exemplo de alimentação com aluguel de R$ 15 mil, folha de R$ 25 mil e R$ 5 mil em insumos, cada 30 dias de atraso somam R$ 45 mil sem receita. Refaça a conta com os números da sua praça. Somam-se o faturamento que não volta e o desgaste do franqueado. No SULTS, a comparação entre data planejada e projetada antecipa o atraso.
Licença sanitária que demora, fornecedor que atrasa, problema estrutural na obra, equipe que desiste antes de abrir e franqueado sem capital. Para cada um, defina probabilidade, impacto, gatilho e mitigação, e nomeie quem observa o gatilho. No SULTS, a mitigação vira tarefa com prazo e responsável no cronograma quando o risco aparece.
Suporte em três fases: acompanhamento intensivo nas duas primeiras semanas, estabilização nas duas seguintes e autonomia com suporte nos meses 2 e 3, com checklist de conformidade, canal de suporte e satisfação medida aos 30, 60 e 90 dias. No fim, a unidade passa para a consultoria de campo. Na SULTS, essas rotinas rodam em Checklist, Chamados e NPS.
Oito: tempo de implantação por formato, aderência ao cronograma, capex realizado contra planejado, satisfação do franqueado nos 90 dias, conformidade na vistoria de entrega, implantações simultâneas, atraso por etapa e dias até o primeiro faturamento. Juntas, medem prazo, custo e prontidão. No SULTS, os indicadores de implantação ficam no painel do módulo.
Começar a obra antes das licenças, depender de um fornecedor só, inaugurar sem treinar, acompanhar a obra sem foto, decidir por mensagem, pular a vistoria, reinventar cada abertura, receber os dados da venda por e-mail, deixar etapa sem dono e subestimar o capital de giro. O SULTS ataca a raiz comum: processo fora de um sistema.
Na franquia, o investimento e a execução são do franqueado, e a franqueadora aprova, treina e supervisiona; o contrato e a COF definem as obrigações. Na loja própria, a empresa faz tudo e decide sozinha. As etapas são as mesmas, mas a franquia exige mais registro e aprovação formal. O SULTS atende os dois modelos com cronogramas diferentes.
Com um modelo de cronograma por formato, responsáveis nomeados por etapa, vistoria por checklist e certificação como condição de abertura. Assim, a décima abertura simultânea segue o mesmo roteiro da primeira. O sistema de implantação de franquias da SULTS mostra todas as aberturas em andamento em um painel, com data planejada e projetada de cada uma.
Expansão, que entrega o contrato e os dados do franqueado; implantação, que conduz o cronograma; arquitetura, que responde pelo projeto; treinamento, que certifica a equipe; marketing, que prepara a inauguração; e jurídico e financeiro, que cuidam de contratos e investimento. Na SULTS, cada área vê as próprias tarefas no mesmo projeto.
Capital para o investimento e para o giro até o ponto de equilíbrio, a COF recebida pelo menos 10 dias antes, como exige a Lei 13.966/2019, disponibilidade para o treinamento e clareza sobre a praça. Sem isso, a implantação começa com risco. No SULTS, esses pontos são conferidos na seleção, no CRM de Expansão, antes do contrato.
Quando a unidade cumpre os critérios combinados no fim dos 90 dias: pendências fechadas, conformidade no checklist dentro da meta, satisfação do franqueado medida e faturamento perto da projeção. Então a implantação é encerrada e a unidade passa ao consultor de campo. No sistema de implantação de franquias da SULTS, o encerramento fica registrado no histórico da unidade.
Cases de sucesso
Veja como empresas de diferentes segmentos transformaram sua operação

Lohran Soares
Fundador e CEO da Milky Moo"Hoje nós estamos batendo 900 unidades pelo Brasil e pelo mundo."

Paulo Braz
Diretor de Negócios e BU da Rede PitStop"A ferramenta hoje vai acompanhar a nossa evolução para as próximas 1.500 ou 2.000 lojas, porque ela tem uma capacidade única de ser gerenciável, ser dinâmica e, da mesma forma, organizar a nossa entrega."

Jales Marinho
Diretor Geral do Grupo Lago Franquias"O SULTS para a gente é o sistema operacional da franqueadora."












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