Os 5 melhores softwares de manutenção em 2026

Compare SULTS, IBM Maximo, SAP Plant Maintenance, MaintainX e ServiceChannel em sete critérios: para quem serve, manutenção distribuída em unidades, preventiva, cadastro de ativos, chamados com SLA, aplicativo e integração. A SULTS entra como a opção para a manutenção de muitas unidades.

Um software de manutenção resolve três coisas em uma operação com muitas unidades: o pedido que nasce na loja, na clínica ou na planta, a preventiva que precisa acontecer na data combinada e a prova de que o serviço foi feito. Esta comparação é para quem cuida da manutenção de dezenas ou centenas de unidades e está escolhendo ferramenta, com equipe própria, prestador terceirizado ou os dois.

São cinco ferramentas em sete critérios. Para quem serve: o perfil de operação que cada uma foi desenhada para atender. Manutenção distribuída em unidades: se quem está na unidade consegue pedir e se a matriz consegue ver a rede inteira. Preventiva: como o calendário roda e o que sobra como evidência depois. Cadastro de ativos: se a ferramenta é o registro do equipamento ou a camada da unidade. Chamados e SLA: quem recebe o pedido e como o prazo é contado. Aplicativo: quem está previsto no celular, só o técnico ou também quem abre o pedido. Integração: por onde o registro chega ao resto dos sistemas da empresa.

A categoria costuma atrapalhar a escolha mais do que o recurso. Um software CMMS parte do ativo: cadastro, ordem de trabalho, peça, custo e histórico por equipamento. Uma plataforma de facilities parte do prestador: o serviço sai para quem executa e volta com proposta e fatura. Uma plataforma operacional de rede parte da unidade: quem pede, quem atende, em quanto tempo e com qual evidência. Quem procura sistema de manutenção ou sistema de gestão de manutenção quase sempre quer uma dessas três coisas, e a decisão erra quando a fronteira não fica clara.

As cinco ferramentas de manutenção comparadas, na ordem em que a página as apresenta
Em resumo
A SULTS é a opção para a manutenção de muitas unidades: a loja abre a ordem de serviço pelo aplicativo, o SLA conta no horário de expediente, a preventiva roda por checklist recorrente com foto e assinatura, e o fornecedor terceirizado entra no mesmo fluxo.
IBM Maximo é o EAM para operações intensivas em ativos: cadastro e ciclo de vida do ativo, planos de manutenção por ativo, ordens de trabalho e monitoramento de condição.
SAP Plant Maintenance é a manutenção dentro do ERP: locais de instalação, equipamentos, notas e ordens integradas a materiais e custos, para quem já roda SAP.
MaintainX é o CMMS mobile para equipes de manutenção: ordens de trabalho, procedimentos, preventivas e ativos com QR code no celular.
ServiceChannel é a plataforma de facilities para redes que terceirizam a manutenção: a ordem de serviço vai ao prestador e volta como proposta, execução e fatura.

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Os 5 melhores softwares de manutenção em 2026, comparados em sete critérios
FerramentaPara quemManutenção distribuída em unidadesPreventivaCadastro de ativosChamados e SLAAppIntegração
SULTSredes com muitas unidades: varejo, alimentação, saúde, serviços, educação, logística e indústria com várias plantasa unidade abre a OS pelo aplicativo, com visão por unidade e por região e abertura em massachecklist recorrente por tipo de equipamento, com foto, assinatura e painel de cumprimentonão faz; a inspeção é vinculada à unidade, e não a um ativo com número de sérieOS com SLA por categoria, contado no horário de expediente, e CSAT ao fecharAndroid e iOS, para quem abre na loja e para quem atende em campoAPI REST pública e +25 módulos na mesma plataforma
IBM Maximooperações intensivas em ativos, com engenharia de manutenção própriao recorte é o ativo e o local técnicoplanos de manutenção por ativo, por tempo e por medidorsim, é o núcleo: hierarquia de ativos e locaisordens de trabalho, a partir do plano ou da solicitação de serviçoo usuário previsto é a equipe técnica de manutençãomonitoramento de condição na própria suíte
SAP Plant Maintenanceempresas que já rodam SAP ERP ou S/4HANAo recorte é o centro e o local de instalaçãoplanos de manutenção por tempo e por contadorsim: equipamentos e locais de instalaçãonota de manutenção como pedido e ordem de manutenção como execuçãoo usuário previsto é o técnico dentro do ERPnativa com materiais, compras, custos e financeiro do SAP
MaintainXequipes de manutenção e operação de fábricas, instalações, hotéis e restauranteso recorte é a equipe de manutenção e o ativoagendamentos recorrentes com procedimentos digitaissim, com QR code no ativosolicitação de trabalho e ordem de trabalho, com a conversa dentro da ordemiOS e Android, desenhado para o celularAPI e integrações, com peças e relatórios no mesmo CMMS
ServiceChannelredes de lojas, restaurantes e agências que terceirizam a manutenção a prestadoressim, o desenho é multiunidade, a partir do prestadoro desenho é o do serviço terceirizado, não o da rotina feita pela própria equipeo cadastro central é o de prestadoresordem de serviço ao prestador, com prazo, proposta e faturao usuário previsto é o gestor da rede e o prestadoro fluxo termina em fatura, e o pagamento continua no ERP da rede

A coluna da SULTS descreve funções publicadas nas páginas de produto, com o link para cada uma. As outras quatro descrevem a categoria e o desenho de cada ferramenta, sem recurso que não esteja no material do próprio fornecedor: confirme com ele o detalhe que for decisivo para a sua operação. A seguir, cada ferramenta com o que ela resolve e o que ela deixa para outra.

1. SULTS

A SULTS é a plataforma de gestão operacional de empresas com muitas unidades: +25 módulos integrados, +1.750 marcas, +92 mil unidades e 600 mil usuários. Na manutenção, ela junta dois módulos sobre o mesmo cadastro de unidades e pessoas: Chamados, que recebe o pedido e conta o prazo, e Checklist, que faz a preventiva acontecer e ficar provada.

+25

módulos integrados

+1.750

marcas com SULTS

92 mil

unidades gerenciadas

Chamado de manutenção aberto pela unidade, com SLA

A ordem de serviço vai da abertura na unidade ao aceite do serviço. A unidade abre pelo aplicativo com o formulário do tipo certo, e a OS de manutenção de refrigeração pede o equipamento e a foto. Manutenção, TI, facilities e administrativo publicam os serviços que atendem, então a OS já nasce endereçada. Cada categoria tem o próprio prazo, e o relógio corre dentro do expediente cadastrado, o que torna o tempo de resposta comparável entre unidades e regiões. Cada movimentação fica registrada e não é apagada, e ao fechar a unidade avalia o atendimento com CSAT.

Preventiva por checklist recorrente, com foto e assinatura

O checklist de manutenção é o roteiro por tipo de equipamento: compressor, câmara fria, gerador, elevador, ar condicionado e linha de produção pedem verificações diferentes, e cada um tem o modelo dele. O agendamento recorrente coloca a inspeção na agenda de quem aplica, diária para a verificação de partida, semanal para a lubrificação, mensal para a inspeção completa. Onde o risco é alto, sem a foto a inspeção não fecha, e o relatório sai com nome, data, hora e localização. A não conformidade gera um plano 5W2H com responsável e prazo. Quando exige atendimento de outra área, vira chamado com SLA. Quem ainda inspeciona no papel começa copiando o modelo de checklist de manutenção preventiva.

Fornecedor terceirizado dentro do mesmo fluxo

Quando quem executa é um terceiro, a OS é aberta e acompanhada normalmente, com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução. O que ele entregou é conferido pelo mesmo roteiro aplicado sobre o serviço do prestador, com nota comparável e plano de ação que a contratante acompanha. O plano com prazo e evidência substitui a cobrança por telefone, e o histórico mostra quem resolve e quem reincide.

O que a matriz enxerga de todas as unidades

O dashboard mostra o cumprimento de SLA por tipo de serviço, qual loja abre mais OS e qual região demora mais para atender, e quando o mesmo problema volta na mesma unidade isso aparece no relatório. No checklist, o painel mostra quais unidades aplicaram a inspeção do período e quais estão em falta, e o ranking compara as que têm o mesmo equipamento. Quando a revisão preventiva precisa acontecer na rede inteira, a matriz abre uma vez e cada unidade recebe a própria OS. O item que reprova sempre indica o que precisa ser ensinado, e vira trilha na Universidade Corporativa.

O que a SULTS não faz, e o que fica no CMMS

A inspeção é vinculada à unidade, e não a um ativo cadastrado com número de série. Controle de peças, de estoque de manutenção e de custo de mão de obra fica no sistema que a rede já usa para isso, e o SULTS mantém o registro do serviço. Histórico por equipamento, garantia, indicadores como MTBF e MTTR e manutenção preditiva por sensor também ficam lá, e a ordem de serviço da SULTS é registro de serviço, não documento fiscal. A ponte entre as duas camadas é a API: as avaliações, as respostas por questão e os planos de ação saem pela API REST para o CMMS ou o ERP que a empresa já usa, documentada em developers.sults.com.br, sem conector pronto. O modelo de ordem de serviço com 50 campos ajuda a desenhar o formulário antes de configurar, e a cobrança é por unidade ativa, com usuários ilimitados em cada uma e os +25 módulos na mesma assinatura, como descrevem os planos.

Ideal para:

Empresas com muitas unidades, próprias ou franqueadas, em que a manutenção nasce na loja, na clínica, na agência ou na planta, é executada por equipe própria ou por prestadores e precisa de prazo, evidência e comparação entre unidades. Também para quem já tem CMMS e quer a camada da unidade conversando com ele pela API.

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A SULTS não substitui o CMMS de quem gerencia ativos com engenharia de manutenção. Ela resolve a parte que costuma falhar em rede: a unidade pedir, alguém atender no prazo, a preventiva acontecer e ficar provada.

2. IBM Maximo

IBM Maximo é a suíte de gestão de ativos empresariais da IBM, oferecida como IBM Maximo Application Suite. O centro da ferramenta é o ativo: o que ele é, onde está, o que já aconteceu com ele e o que está programado para acontecer. Quem escolhe Maximo escolhe organizar a manutenção a partir do equipamento, com engenharia de manutenção própria para sustentar esse cadastro.

Cadastro e ciclo de vida do ativo

A hierarquia de ativos e locais é o núcleo: cada equipamento tem posição, histórico e ciclo de vida dentro da estrutura da planta. É o que permite olhar um ativo específico e saber tudo o que já foi feito nele.

Planos de manutenção e ordens de trabalho

Os planos nascem do ativo e disparam por tempo ou por medidor. A ordem de trabalho é onde a execução é registrada, com mão de obra, materiais e contratos ligados ao mesmo serviço.

Monitoramento de condição

A suíte inclui monitoramento de condição do ativo, que é a porta de entrada da manutenção baseada em dado de sensor. É justamente a fronteira que uma plataforma operacional de rede não cobre.

O limite em uma rede de unidades. Maximo é projeto de implantação, com integrador e disciplina de cadastro de ativos antes do primeiro resultado. O gerente da loja não é usuário natural da ferramenta, então o pedido que nasce na unidade costuma continuar fora do sistema. O valor aparece quando existem ativos críticos com histórico, o que a maioria das redes de loja não tem.

Ideal para:

Indústrias, concessionárias e operações de infraestrutura com ativos críticos e equipe de engenharia de manutenção para manter o cadastro vivo.

Para a camada da unidade, o chamado aberto pela loja, a preventiva por checklist e o prestador no mesmo fluxo, o Maximo pode ser complementado pela SULTS, com o registro seguindo para ele pela API.

3. SAP Plant Maintenance

SAP Plant Maintenance, o SAP PM, é o módulo de manutenção do SAP ERP. A manutenção fica na mesma base de materiais, compras, custos e financeiro, o que faz dele a escolha natural de quem já roda SAP e quer o custo da manutenção dentro da contabilidade da planta.

Locais de instalação, equipamentos e notas

A estrutura técnica da planta é descrita em locais de instalação e equipamentos. O pedido de manutenção entra como nota, e é a nota que abre a conversa entre quem percebeu o problema e quem planeja o serviço.

Ordens e planos integrados a custo e material

A ordem de manutenção consome peça do estoque e aponta custo no centro correspondente. Os planos disparam por tempo ou por contador, na mesma lógica de ativo do restante do ERP.

Tudo na base do ERP

A integração é nativa: material, compra, custo e financeiro já estão do outro lado da mesa. Não há projeto de conector para o que é do próprio SAP.

O limite em uma rede de unidades. SAP PM só faz sentido para quem já tem SAP, e a configuração é projeto de consultoria. O gerente de uma loja, de uma clínica ou de uma agência raramente é usuário do ERP, então o pedido costuma nascer fora dele, em mensagem ou telefone, e chegar ao sistema só depois que alguém transcreve.

Ideal para:

Indústrias e grandes empresas com SAP implantado e manutenção de planta a controlar junto de material e custo.

Em redes que rodam SAP, a SULTS costuma entrar na ponta, onde a unidade abre e a preventiva roda por checklist, e o registro do que foi executado segue para o ERP pela API.

4. MaintainX

MaintainX é um CMMS desenhado para o celular, voltado a equipes de manutenção e de operação de linha de frente. A proposta é tirar a manutenção do papel e do grupo de mensagens sem passar por um projeto longo: a própria equipe monta ordens, procedimentos e preventivas.

Ordens de trabalho e solicitações pelo celular

A solicitação e a ordem de trabalho vivem no telefone, e a conversa sobre a execução fica dentro da própria ordem, em vez de se espalhar por conversas paralelas.

Procedimentos, preventivas e ativos com QR code

Os procedimentos digitais são anexados à ordem, o agendamento recorrente sustenta a preventiva e o ativo é identificado por QR code.

Peças, relatórios e integrações

Há controle de peças, relatórios da operação de manutenção e caminhos de API e integração. A cobertura de cada integração muda com o tempo e vale confirmar com o fornecedor.

O limite em uma rede de unidades. O escopo é a manutenção. Treinamento de equipe, comunicado para a rede, auditoria de loja e as outras rotinas que uma operação multiunidade precisa padronizar ficam fora, e quem gere a rede acaba somando ferramentas e cadastros.

Ideal para:

Equipe de manutenção própria que quer um CMMS leve e mobile, com ativos, procedimentos e peças, sem projeto de implantação.

Quando o chamado da loja, a preventiva e o treinamento precisam morar no mesmo lugar, a SULTS cobre a rede e o MaintainX pode seguir como o CMMS da equipe técnica.

5. ServiceChannel

ServiceChannel é uma plataforma de gestão de facilities para empresas com muitas unidades, construída em torno do prestador de serviço externo. O fluxo inteiro existe para que o serviço saia da unidade, chegue a quem executa e volte com proposta, execução e fatura.

Ordem de serviço para o prestador, do pedido à fatura

A unidade abre, o prestador recebe, propõe, executa e fatura no mesmo fluxo. Para quem paga centenas de prestadores, essa costura entre serviço e fatura é o ganho principal.

Rede e cadastro de prestadores

A plataforma sustenta a busca e o cadastro de prestadores, que é o que transforma uma lista de contatos em base gerenciável de quem atende cada praça.

Onde o desenho para o prestador não alcança

O desenho é o do serviço terceirizado e faturado, não o da rotina da unidade. A preventiva feita pela própria equipe, o treinamento de quem opera o equipamento e a auditoria de loja ficam fora do escopo, e cada detalhe de cobertura e de atendimento local vale confirmar com o fornecedor antes de decidir.

Ideal para:

Redes com manutenção terceirizada de ponta a ponta e muitos prestadores a contratar, acompanhar e pagar.

Quem precisa também do fluxo interno, o chamado aberto pela unidade, a preventiva por checklist com foto e a comparação entre lojas, encontra essa camada na SULTS, e o pagamento do prestador continua no ERP da rede.

Qual é o melhor software de manutenção para a sua operação?

Depende de onde a manutenção nasce: no ativo, no prestador ou na unidade.

Muitas unidades, manutenção feita pela loja e por prestadores?

SULTS recebe a OS aberta na unidade, conta o SLA no expediente, roda a preventiva por checklist com foto e compara unidade a unidade.

Ativos críticos com engenharia de manutenção?

IBM Maximo organiza a manutenção a partir do cadastro e do ciclo de vida do ativo, com plano por medidor e monitoramento de condição.

Já roda SAP e quer a manutenção no ERP?

SAP Plant Maintenance mantém nota, ordem e plano na mesma base de material, compra e custo do ERP.

Equipe de manutenção própria que quer um CMMS mobile?

MaintainX coloca ordem, procedimento, preventiva e ativo com QR code no celular da equipe técnica.

Manutenção toda terceirizada, com proposta e fatura por prestador?

ServiceChannel leva a ordem de serviço ao prestador e devolve proposta, execução e fatura no mesmo fluxo.

A unidade é a unidade de medida

CMMS e plataformas de facilities resolvem bem o ativo e o prestador. Em uma rede, o que costuma faltar é outra coisa: a unidade conseguir pedir, alguém atender no prazo, a preventiva acontecer com prova e a matriz comparar loja a loja. A SULTS faz essa parte e conversa com o CMMS pela API REST, em vez de disputar o lugar dele.

Veja a manutenção da sua rede na tela

Ordem de serviço aberta pela unidade, SLA no expediente, preventiva por checklist com foto e painel por unidade.

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Perguntas Frequentes

Quais são os cinco softwares de manutenção comparados nesta página?

São SULTS, IBM Maximo, SAP Plant Maintenance, MaintainX e ServiceChannel. A SULTS é a plataforma operacional de redes com muitas unidades. IBM Maximo é o EAM de operações intensivas em ativos. SAP Plant Maintenance é a manutenção dentro do ERP. MaintainX é o CMMS mobile de equipes de manutenção. ServiceChannel é a plataforma de facilities de quem terceiriza o serviço.

Com que critérios os cinco softwares de manutenção foram comparados?

Foram sete critérios: para quem serve, manutenção distribuída em unidades, preventiva, cadastro de ativos, chamados e SLA, aplicativo e integração. O par que mais separa as ferramentas é manutenção distribuída em unidades e cadastro de ativos. Um CMMS é forte no segundo; a SULTS é forte no primeiro, porque parte da unidade e não do equipamento.

Qual a diferença entre um software CMMS e uma plataforma de gestão operacional?

Um CMMS parte do ativo: cadastro, ordem de trabalho, peça, custo e histórico por equipamento. Uma plataforma de gestão operacional parte da unidade: o pedido que a loja abre, o prazo que alguém cobra, a preventiva que roda por checklist e a comparação entre unidades. As duas convivem, e na SULTS a ponte é a API REST pública.

Sistema de manutenção, sistema de gestão de manutenção e CMMS são a mesma coisa?

Na prática, os três nomes apontam para a mesma categoria de software: a que organiza ativo, ordem de trabalho e plano de manutenção. Esta página usa software de manutenção para o conjunto e diz em qual categoria cada ferramenta está. A SULTS aparece como plataforma operacional de rede, não como CMMS, e é assim que deve ser comparada.

Qual software de manutenção é melhor para uma rede com centenas de lojas ou filiais?

Depende de quem executa. Quando a manutenção é feita por equipe própria e por prestadores, e o pedido nasce na unidade, a SULTS cobre o fluxo: OS aberta pelo aplicativo, SLA contado no expediente, preventiva por checklist e visão por unidade e região, como mostram os chamados para varejo. Quando tudo é terceirizado e faturado, o ServiceChannel foi desenhado para isso.

Qual software de manutenção serve para uma indústria com várias plantas?

Para o ativo crítico com engenharia de manutenção, IBM Maximo e SAP Plant Maintenance são o lugar do cadastro, do plano por medidor e do histórico por equipamento. Para a camada entre plantas, uma indústria com várias plantas usa a mesma estrutura que uma rede de lojas na SULTS, como descrevem os chamados para indústria. O conceito de TPM está no blog.

Software de manutenção preventiva é diferente de CMMS?

Software de manutenção preventiva costuma ser uma função dentro do CMMS: o plano por ativo, por tempo ou por medidor. Na SULTS, a preventiva é o checklist recorrente por tipo de equipamento, com foto, assinatura e painel de cumprimento do calendário. O conceito está em manutenção preventiva e o programa da rede em inspeção de qualidade em rede.

Como fazer a preventiva de muitas unidades sem cadastro de ativos?

Pelo roteiro, não pela ficha do equipamento. A inspeção é vinculada à unidade, e não a um ativo cadastrado com número de série: cada tipo de equipamento tem o modelo dele e o agendamento recorrente coloca a aplicação na agenda de quem executa. Quem precisa de ficha por ativo mantém o CMMS, e o checklist de manutenção da SULTS o alimenta pela API.

Qual ferramenta é mais indicada para quem terceiriza a manutenção a prestadores?

ServiceChannel foi desenhado em torno do prestador: a ordem de serviço vai a ele e volta como proposta, execução e fatura. Na SULTS, o fornecedor entra na própria OS, com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução, e o serviço dele é conferido pelo mesmo roteiro do checklist. O pagamento continua no ERP da rede.

Qual software de manutenção tem manutenção preditiva por sensor?

A preditiva por sensor é assunto dos sistemas de ativo. O IBM Maximo traz monitoramento de condição na própria suíte, e nas outras ferramentas o escopo varia e vale confirmar com o fornecedor. A SULTS não faz: manutenção preditiva por sensor fica no sistema de manutenção da empresa. O conceito está em manutenção preditiva.

Software de manutenção calcula MTBF e MTTR? E a SULTS?

Um CMMS calcula, porque guarda o histórico por ativo. A SULTS não calcula: indicadores como MTBF e MTTR ficam no sistema de manutenção da empresa. O que ela entrega é o cumprimento de SLA por categoria, o tempo de resposta por unidade e por região e o serviço que volta na mesma unidade. Os dois indicadores estão explicados em MTBF e MTTR.

Qual dos softwares comparados tem aplicativo para quem abre o pedido e para quem atende?

Os cinco atendem gente que trabalha fora do escritório, e o que muda é quem está previsto no celular. Nos CMMS, o usuário típico é a equipe técnica. Na SULTS, o app nativo para Android e iOS é para quem abre na loja e para quem atende em campo, com o checklist, o plano de ação e o manual do equipamento no Disco Virtual no mesmo lugar.

Como comparar o desempenho da manutenção entre unidades e regiões?

Por prazo e por repetição, não por volume de ordens. Na SULTS, o dashboard mostra o cumprimento de SLA por tipo de serviço, qual loja abre mais OS, qual região demora mais para atender e quando o mesmo problema volta na mesma unidade; no checklist, o ranking compara unidades com o mesmo equipamento. Nos CMMS, a comparação costuma ser por ativo e por planta.

Qual software de manutenção se integra ao ERP e ao CMMS que a empresa já usa?

SAP Plant Maintenance é nativo do próprio ERP, com material, compra e custo na mesma base. Maximo e MaintainX têm caminhos próprios de integração, e o escopo vale confirmar com o fornecedor. A SULTS integra por API REST pública: as avaliações, as respostas por questão e os planos de ação saem por ela para o CMMS ou o ERP que a empresa já usa, documentada em developers.sults.com.br.

Dá para usar a SULTS junto com IBM Maximo, SAP PM, MaintainX ou ServiceChannel?

Dá, e é a divisão mais comum: o ativo e o prestador de um lado, a unidade do outro. O checklist aponta o desvio na unidade, e o que ele aponta em campo pode seguir como ordem de serviço para o time responsável, sem redigitar informação. O que a empresa precisa guardar por equipamento sai da SULTS pela API REST e entra no sistema de manutenção.

Como cada software de manutenção comparado é cobrado?

Os modelos variam entre licença, usuário e contrato, e isso muda a conta quando centenas de unidades passam a abrir e acompanhar serviço; cada fornecedor informa o próprio modelo. A SULTS é cobrada por unidade ativa, com usuários ilimitados em cada uma e os +25 módulos na mesma assinatura, como descrevem os planos.

Como é a implantação de cada software de manutenção comparado?

Maximo e SAP Plant Maintenance são projetos, com integrador ou consultoria e disciplina de cadastro antes do primeiro resultado. MaintainX é adotado pela própria equipe de manutenção. A implantação do SULTS é um serviço contratado uma única vez, com um time dedicado que configura essa estrutura junto com a rede e treina os administradores.

Um software de manutenção substitui o responsável técnico e o laudo?

Não, em nenhum dos cinco. O sistema registra o que foi verificado, por quem, quando e com qual evidência; o laudo e a responsabilidade técnica são do profissional ou da empresa habilitada. A SULTS segue essa linha e registra execução, evidência e prazo. Serviço não rotineiro e de risco pede permissão de trabalho antes de começar.

O que considerar ao escolher um software de manutenção para várias unidades?

Comece pela pergunta de onde a manutenção nasce: no ativo, no prestador ou na unidade. Depois passe pelos sete critérios desta página com um caso real da operação na mão. Na SULTS, vale ver a ordem de serviço, o checklist de manutenção e o service desk, que atende os outros departamentos na mesma fila.

Como conhecer a SULTS antes de decidir entre os softwares de manutenção comparados?

Pedindo uma demonstração pelo site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. O especialista da SULTS abre uma ordem de serviço na tela e mostra o catálogo por departamento, o SLA por categoria, o checklist recorrente e o painel por unidade. Leve os serviços que mais geram chamado hoje e o calendário de preventiva que a rede tenta cumprir.

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