Manutenção predial de todas as unidades: chamado aberto na loja, preventiva no prazo e fornecedor com SLA
A unidade abre o chamado no aplicativo, no assunto certo (elétrica, hidráulica, climatização, refrigeração, civil), o prazo conta no expediente e o fornecedor executa no mesmo chamado. A preventiva roda por checklist recorrente com foto, e a matriz vê cumprimento e reincidência por unidade.

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Manutenção predial em rede: o que muda quando são centenas de prédios, e não um
Em uma unidade, a manutenção predial é rotina: manter elétrica, hidráulica, climatização, refrigeração, cobertura e fachada cabe em uma lista. Em 200 unidades é fluxo, porque cada problema nasce em uma loja, é atendido por um time interno ou por um fornecedor de outra cidade e precisa de um prazo que alguém cobre. Na SULTS esse fluxo roda no módulo de Chamados, que recebe a corretiva, e no Checklist, que sustenta a preventiva, sobre o mesmo cadastro de unidades e pessoas. Esta página trata de rede de unidades: condomínio residencial e prestador em busca de cliente não são o caso. O desenho completo da área aparece na gestão de facilities.

A unidade abre o chamado no assunto certo
O departamento de manutenção publica os serviços que atende, e a loja escolhe o assunto dentro dessa lista: elétrica, hidráulica, climatização, refrigeração, civil. O formulário daquele assunto pede o que a manutenção precisa saber, e as duas pontas usam o celular.
Cada tipo de problema tem o próprio prazo
Cada assunto define o responsável padrão, a prioridade e o prazo de SLA, com dois relógios que contam no horário de expediente cadastrado. Trocar uma lâmpada e consertar uma câmara fria não são a mesma urgência.
O fornecedor executa dentro do mesmo chamado
O chamado do terceiro segue no fluxo normal, com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução. O que foi combinado e quando fica no histórico imutável, e é esse registro que sustenta a cobrança do prazo.
A preventiva roda por checklist, no calendário
Um roteiro por sistema do prédio, na frequência que a operação escolher. A inspeção entra na agenda de quem aplica, e cada aplicação fica registrada com foto, data e hora, sem depender de quem lembrou de avisar.
O que a inspeção encontra vira ação com prazo
Item reprovado gera um plano de ação 5W2H com responsável e prazo, e quem inspecionou valida ou devolve o que foi feito. Quando o conserto é de outra área, o item vira chamado com prazo acordado, no mesmo lugar onde a corretiva já corre.
A matriz enxerga todas as unidades
Taxa de cumprimento de SLA, ranking de unidades que mais abrem chamados, quais unidades aplicaram a preventiva e quais estão em falta. Quando o mesmo problema volta na mesma unidade, isso aparece no relatório.
Corretiva: do problema na unidade ao chamado fechado, sem passar pelo grupo de mensagem
Os chamados de manutenção de uma rede nascem em centenas de lugares e precisam chegar ao time certo com a informação certa. Catálogo e formulário resolvem isso na origem: quem abre escolhe o assunto, e o assunto já sabe quem atende, com que prioridade e em quanto tempo. Quando a rede precisa do documento formal da execução, esse papel é da ordem de serviço; esta página trata do fluxo pelo qual a unidade pede e a manutenção atende.
Um departamento de manutenção no catálogo, um assunto por tipo de problema
Manutenção, TI, facilities e administrativo publicam os serviços que atendem, e a unidade escolhe dentro dessa lista. Em manutenção ficam elétrica, hidráulica, climatização, refrigeração, civil, mobiliário e segurança, e cada assunto define o responsável padrão, a prioridade e o prazo de SLA.
O formulário pede o que a manutenção precisa saber
O formulário muda com o assunto e exige equipamento afetado, localização dentro da loja e nível de urgência, com foto ou vídeo curto no anexo. O chamado só abre se todos os campos obrigatórios estiverem preenchidos, e quem atende começa pela resposta.
Responsável e fila definidos na origem
O chamado nasce atribuído ao responsável daquele assunto. Quando a distribuição é por fila, o primeiro atendente livre clica em Assumir Chamado. A transferência registra quem transferiu, para quem e quando, e a inclusão de apoio adiciona observadores.
Três fluxos: a loja pede, a matriz cobra, a manutenção aciona outra área
Unidade para matriz, matriz para unidade e chamado interno entre áreas convivem no mesmo módulo, com permissão e visibilidade próprias. É o que separa o pedido da loja da verificação que a matriz manda fazer.
Uma revisão para a rede inteira, aberta uma vez
A matriz dispara para 50, 100 ou todas as unidades, e cada uma recebe uma cópia com prazo e histórico próprios. Serve para uma revisão preventiva que precisa acontecer na rede inteira, sem controle paralelo em planilha.
O serviço feito fica registrado, e a unidade avalia
Anexos, mensagens e cada atualização de status ficam no histórico imutável, com data e hora. Ao encerrar, a unidade dá nota de 1 a 5. Se o problema volta, ela reabre o mesmo chamado e o SLA é reiniciado.


SLA de facilities: prazo por tipo de problema, e o fornecedor terceirizado dentro do mesmo relógio
Prazo único não funciona em manutenção, porque câmara fria parada e lâmpada queimada não afetam a operação do mesmo jeito. O prazo por categoria, contado no expediente cadastrado, torna o indicador comparável entre unidades de horários diferentes e entre regiões. O catálogo e o prazo como acordo estão explicados na página de service desk; aqui o recorte é o da manutenção do prédio.
Prazo por categoria, não prazo único
Cada assunto carrega o próprio prazo de SLA. Parada de operação e conservação ficam em relógios diferentes, porque uma interrompe a venda e a outra pode esperar o fim do dia. A rede define o prazo de cada categoria, e a plataforma cobra.
Dois relógios: alguém assumiu, alguém resolveu
Um relógio mede o tempo até alguém assumir o chamado, o outro mede o ciclo até a solução. Os dois rodam em paralelo, com prazo próprio por assunto, porque respondem a perguntas diferentes na conversa com a unidade.
Contagem no expediente cadastrado e nos feriados
O relógio respeita horário de expediente e feriados cadastrados. Um chamado aberto às 17h de sexta chega na segunda com o prazo intacto, e é isso que torna a taxa de cumprimento comparável entre unidades e regiões.
Aviso antes do estouro, por e-mail e push
Alertas automáticos por e-mail e push notificam antes do estouro, para quem atende e para quem acompanha. O aviso chega com tempo de acionar outro técnico ou de levar a decisão ao gestor, antes que a unidade cobre.
Fornecedor identificado por etiqueta, com responsável interno
O chamado do terceiro tem etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução, e o histórico imutável guarda o que foi combinado e quando, o que ajuda na hora de cobrar o prazo assumido. Serviço não rotineiro e de risco, como altura ou espaço confinado, pede permissão de trabalho.
Cumprimento por categoria, região e fornecedor, exportável
A taxa de cumprimento de SLA e o tempo médio saem por categoria, unidade e região, e a etiqueta isola os chamados de refrigeração de um fornecedor em uma região. Exportável em Excel e CSV para a reunião de contrato.
Preventiva no prazo: o checklist recorrente por sistema predial, e o que continua no CMMS
Preventiva é calendário, não lembrança. O plano de manutenção predial da rede começa com um roteiro por sistema do prédio e com a frequência e o responsável que a operação definir, e a plataforma coloca a inspeção na agenda de quem aplica e mostra quem cumpriu. O roteiro em si mora no checklist de manutenção predial; aqui ele entra como parte do fluxo, porque a inspeção evita o chamado corretivo e o chamado resolve o que a inspeção encontra. O modelo de plano de manutenção preventiva traz os itens por sistema.
Um roteiro por sistema predial
Elétrica, hidráulica, combate a incêndio, cobertura, elevador e áreas comuns são roteiros como os outros, cada um com a frequência que a operação definir. Climatização e refrigeração entram do mesmo jeito, cada bloco com o roteiro que a rede escrever.
O calendário dispara por roteiro, não por lembrete
Cada modelo na cadência que faz sentido, diária, semanal ou mensal. A plataforma coloca a inspeção na agenda de quem aplica, na frequência definida, e o painel mostra quem aplicou no período e quem ficou em falta.
Evidência de que a preventiva aconteceu
Data, hora, localização, foto e assinatura no mesmo registro, exportáveis em PDF. Foto obrigatória com data, hora e GPS nos itens em que a operação exigir, e leitura numérica onde o que importa é a medida.
O item reprovado vira plano de ação, e o que é de outra área vira chamado
Item reprovado gera um plano de ação 5W2H com responsável e prazo. Quem recebeu executa e anexa a evidência, e quem inspecionou valida ou devolve. Quando o problema exige atendimento de outra área, ele vira chamado com prazo acordado. A verificação depois do serviço valida se o equipamento está em condição de voltar a operar.
Renovações e laudos com data, sem planilha paralela
O que vence, contrato de manutenção, laudo, inspeção obrigatória, entra como tarefa recorrente com múltiplas datas personalizadas no módulo de Tarefas, que avisa quando alguém atrasa. O documento fica no Disco de Unidade do Disco Virtual, e a rede mantém o controle dos laudos como rotina própria.
O que continua no sistema de manutenção, e como os dois conversam
A SULTS não tem cadastro de ativo, histórico por equipamento, peça de reposição, custo, garantia, MTBF e MTTR nem manutenção preditiva por sensor: tudo isso fica no sistema de manutenção da empresa. Os dados saem pela API REST documentada em developers.sults.com.br, e o comparativo de softwares de manutenção ajuda a escolher o outro lado.

Manutenção predial na SULTS, em CMMS de ativos e em planilha com grupo de mensagem
Três formas de tocar a manutenção de muitas unidades, e o que cada uma entrega quando o problema é o prédio, e não a máquina.
| Funcionalidade | SULTS | CMMS de ativos (IBM Maximo, SAP PM) | Planilha e grupo de mensagem |
|---|---|---|---|
| Onde a manutenção nasce | Na unidade, pelo chamado | No ativo cadastrado | Na mensagem de quem viu |
| Cadastro de ativo e histórico por equipamento | Não faz: histórico por unidade e por categoria | Nativo | Não |
| Chamado aberto pela unidade com formulário por tipo | Nativo, no aplicativo | Varia | Não |
| SLA por categoria com expediente | Dois relógios, com pausa | Varia | Não |
| Preventiva | Checklist recorrente com foto e plano de ação | Plano por ativo com OS programada | Lembrete manual |
| Peças, estoque e custo de mão de obra | Não faz: fica no sistema da rede | Nativo | Planilha |
| Fornecedor terceirizado | Etiqueta no chamado e histórico do prazo | Por contrato, varia | Mensagem |
| Visão por unidade e região | Painel e ranking | Por planta ou site | Não existe |
| Checklist, comunicado e tarefa na mesma base | Nativo | Integração | Não |
| Prazo de implantação | Semanas | Meses | Imediato, sem estrutura |
A escolha depende de onde a manutenção nasce. Quando nasce no ativo, em planta, frota ou utilidades, com peça, custo e MTBF na conta, o CMMS é a ferramenta certa, e a SULTS convive com ele pela API. Quando nasce na unidade, a SULTS é o lugar do fluxo: o chamado com prazo, o fornecedor identificado e a preventiva rodando no Checklist sobre a mesma base em que a ação decorrente vira tarefa, e a matriz compara as unidades no mesmo painel. Para comparar fornecedores de chamados, veja o comparativo de sistemas de chamados; para comparar softwares de manutenção, o comparativo da categoria. Módulos e valores em planos.
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Andrea Kohlrausch
Presidente da Bibi Calçados"A SULTS unificou diversas ferramentas em uma única plataforma, centralizando toda a operação."

Lohran Soares
Fundador e CEO da Milky Moo"Hoje nós estamos batendo 900 unidades pelo Brasil e pelo mundo."

Francielle Faria
Sócia-fundadora da American Cookies"Eu resumo a parceria com a SULTS em simplicidade, eficiência e organização dos meus processos."
Perguntas Frequentes
O que é manutenção predial e o que ela cobre?
É a conservação das instalações e dos sistemas que fazem o prédio funcionar: elétrica, hidráulica, climatização, refrigeração, cobertura, fachada e combate a incêndio. Divide-se em preventiva, que é a rotina agendada, e corretiva, que responde ao problema já instalado. Em uma unidade isso cabe em uma lista de tarefas. Em uma rede de 200 prédios passa a ser fluxo, com quem pede, quem atende, prazo e evidência, e é esse fluxo que a SULTS organiza.
Qual a diferença entre manutenção predial preventiva e corretiva?
A preventiva é a rotina agendada que verifica o que ainda não falhou, com roteiro e frequência definidos pela operação. A corretiva responde ao que já falhou, com prazo para voltar a funcionar. As duas se encontram no mesmo ciclo: na SULTS, o item reprovado na inspeção gera um plano de ação 5W2H com responsável e prazo, e quando o problema exige atendimento de outra área, ele vira chamado com prazo acordado.
O que é gestão de manutenção predial em uma rede de unidades?
É definir quem abre o pedido, quem atende, em quanto tempo e com qual evidência, de um jeito que dê para comparar 200 unidades entre si. São cinco decisões: as categorias de problema, o prazo de cada uma, o responsável interno ou o fornecedor regional, a frequência da preventiva e o indicador que a matriz olha. A SULTS guarda essas decisões na configuração e cobra o que foi combinado. O recorte mais amplo da área aparece na gestão de facilities.
Como funciona um sistema de manutenção predial para rede de lojas e filiais?
A unidade abre o pedido no aplicativo, escolhe o assunto do departamento de manutenção e preenche o formulário daquele assunto. O prazo começa a contar no expediente cadastrado, o responsável padrão recebe, o fornecedor entra com etiqueta própria e a unidade avalia ao encerrar. A preventiva roda por roteiro recorrente com evidência. É esse conjunto que faz a SULTS ser usada como sistema de manutenção predial e como software de chamados de manutenção.
O SULTS é um software de manutenção predial ou um CMMS?
Não é um CMMS. A SULTS não tem cadastro de ativo, histórico por equipamento, peça de reposição, custo, garantia, indicadores como MTBF e MTTR nem manutenção preditiva por sensor: tudo isso fica no sistema de manutenção da empresa. Como software de manutenção predial, ela entrega o fluxo, o prazo, a evidência e a visão por unidade, e os dados saem pela API REST documentada em developers.sults.com.br. O comparativo de softwares de manutenção ajuda quem está escolhendo o outro lado.
Como categorizar os chamados de manutenção por tipo de problema?
Com um departamento de manutenção no catálogo e um assunto por sistema: elétrica, hidráulica, climatização, refrigeração, civil, mobiliário e segurança. Cada assunto define o responsável padrão, a prioridade, o prazo de SLA e o formulário exibido, e as etiquetas dão o corte por tipo de ativo e por fornecedor. No SULTS, a edição de assunto corrige chamados abertos de forma equivocada pelo solicitante, sem perder o histórico, como já acontece na manutenção de loja.
Quem abre o chamado de manutenção: a unidade ou a matriz?
Os dois, em fluxos diferentes. A unidade abre pelo aplicativo quando encontra o problema. A matriz abre para a unidade quando cobra uma verificação ou um reparo que ela mesma identificou, e dispara para 50, 100 ou todas as unidades quando a demanda vale para a rede inteira. Há ainda o chamado interno, quando a manutenção precisa de outra área. Os três fluxos direcionados convivem no SULTS com visibilidade própria.
O que a unidade precisa informar ao abrir um chamado de manutenção predial?
O equipamento ou o ponto afetado, a localização dentro da unidade, o nível de urgência e uma foto ou vídeo curto do que está acontecendo. Quanto mais completa a abertura, menos ida e volta antes do atendimento. No SULTS o chamado só abre se todos os campos obrigatórios estiverem preenchidos, e o formulário muda conforme o assunto, então cada tipo de problema pede o que é dele.
Como definir o SLA de manutenção por tipo de problema?
Pelo impacto na operação, não pela dificuldade técnica. Separe o que para a venda ou põe alguém em risco do que incomoda e pode esperar, e olhe o tempo que cada categoria leva hoje antes de prometer prazo. Depois ajuste, quando a taxa de cumprimento estabilizar. No SULTS o prazo fica em cada assunto, com dois relógios independentes, e o relógio respeita horário de expediente e feriados cadastrados.
Como medir se o fornecedor terceirizado de manutenção cumpre o prazo?
O chamado do terceiro corre com o prazo da categoria, como qualquer outro, e recebe etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução. Com o filtro por etiqueta e por região saem a taxa de cumprimento e a nota da unidade por fornecedor. No SULTS o histórico imutável guarda cada combinado com data e hora, e é esse registro que sustenta a conversa de prazo na reunião de contrato.
Como registrar que o serviço foi executado antes de encerrar o chamado?
Com anexo do que foi feito e mensagem descrevendo a intervenção, no próprio chamado. Anexos, mensagens e cada atualização de status ficam no histórico imutável do SULTS, com data e hora, e a unidade dá nota de 1 a 5 ao encerrar. Quando a rede precisa do documento formal da execução, com registro do serviço e aceite, esse papel é da ordem de serviço.
O que acontece quando o mesmo problema volta depois do conserto?
A unidade reabre o mesmo chamado, mantendo o contexto, e o SLA é reiniciado para a nova interação. O ganho está em ver o padrão: quando o mesmo problema volta na mesma unidade, isso aparece no relatório do SULTS, e a rede decide entre incluir o item na preventiva, trocar o fornecedor ou trocar o equipamento. Sem esse registro, a decisão fica na memória de quem atendeu por último.
Como montar o plano de manutenção predial preventiva de uma rede?
Comece pelo sistema que mais para ou que oferece mais risco, escreva o roteiro dele e defina a frequência e o responsável. Depois acrescente um sistema por vez, em vez de publicar vinte roteiros de uma vez. No SULTS cada roteiro vira um checklist agendado, e existe um modelo de checklist de manutenção preventiva para copiar e adaptar. O modelo de plano de manutenção preventiva detalha os itens por sistema.
Como a matriz sabe quais unidades cumpriram a preventiva do mês?
Pelo painel de cumprimento do calendário, que mostra quais unidades aplicaram no período e quais estão em falta, com a evolução no tempo e o ranking entre elas. Cada aplicação sai com data, hora, localização, foto e assinatura no mesmo registro, exportáveis em PDF. No SULTS isso troca a cobrança por mensagem pela leitura de um painel: a matriz vê a falta antes de perguntar.
Como organizar a manutenção predial por região, com fornecedores regionais?
Pelo responsável padrão de cada assunto e pela etiqueta do fornecedor que atende aquela praça. A permissão em três níveis mantém cada um no seu recorte, e o supervisor regional acompanha todas as lojas da região. No SULTS os filtros e os painéis saem por região, o que permite comparar tempo de atendimento entre praças e discutir contrato com dado, não com impressão.
Dá para guardar laudos, contratos e documentos da manutenção por unidade?
Sim. Cada unidade tem o próprio Disco de Unidade com isolamento por filial no Disco Virtual do SULTS, com controle de acesso por perfil e departamento, e o time abre manual e procedimento pelo celular. O vencimento de contrato ou de laudo entra como tarefa recorrente com data personalizada, que avisa quando atrasa, e a rede mantém o controle dos laudos como rotina própria.
Como a manutenção predial se conecta ao PMOC e à inspeção de extintores?
São rotinas obrigatórias, com periodicidade e conteúdo definidos pela norma aplicável e pelo responsável técnico da rede, que é quem assina o que precisa de assinatura técnica. O papel da plataforma é outro: no SULTS cada rotina entra como roteiro recorrente com evidência, e o que reprova vira plano de ação ou chamado com prazo. A plataforma não emite o plano nem substitui o responsável técnico. O PMOC do ar-condicionado e a inspeção de extintores seguem esse mesmo desenho.
Quais indicadores de manutenção predial a matriz acompanha?
Taxa de cumprimento de SLA e tempo médio por categoria, unidade e região; ranking de unidades que mais abrem chamados; assuntos mais frequentes; serviço que se repete na mesma unidade; nota dada pela unidade ao encerrar; e o cumprimento do calendário preventivo. No SULTS tudo isso é exportável em Excel e CSV. MTBF, MTTR e custo de mão de obra ficam no sistema de manutenção da empresa.
Como avisar a rede sobre uma manutenção programada?
Por Comunicado do SULTS, com segmentação por cargo, departamento e unidade, agendamento de envio e relatório de leitura com quem leu e quem não leu. Quando o aviso exige ação de cada unidade, e não só leitura, o caminho é o chamado aberto em massa, com cópia e prazo por unidade, para que a matriz veja quem fez e quem não fez.
Como começar a manutenção predial da rede no SULTS?
Por três definições: o departamento de manutenção com um assunto por sistema, o prazo de SLA de cada assunto com o expediente de contagem, e o primeiro roteiro preventivo, no sistema que mais para ou que oferece mais risco. A implantação do SULTS é um serviço contratado uma única vez, com um time dedicado, e a cobrança é por unidade ativa, com usuários ilimitados. Peça uma demonstração pelo site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540.
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