Service desk corporativo com catálogo de serviços e SLA por assunto

Cada assunto do catálogo já sabe quem atende, com que prioridade e em quanto tempo, e os dois relógios de SLA param fora do expediente. TI, RH, financeiro, jurídico e operações atendem na mesma estrutura, cada área com a fila e os prazos dela.

Service desk corporativo com catálogo de serviços e SLA por assunto

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O que muda quando o suporte vira service desk

Service desk é catálogo, acordo de prazo e fila, e o módulo de Chamados da SULTS entrega os três dentro da mesma plataforma onde a operação já roda. Para uma operação com +200 unidades e seis áreas atendendo, isso responde três perguntas: para quem cada pedido vai, em quanto tempo cada área responde e como o nível de serviço se prova no fim do mês.

O que muda quando o suporte vira service desk
O solicitante escolhe o assunto, o sistema direciona

O solicitante escolhe o assunto, o sistema direciona

Ele escolhe o assunto no catálogo e o sistema direciona. O responsável padrão, a prioridade e o prazo já estão configurados naquele assunto, e é essa configuração que leva o chamado ao destino certo.

O prazo é acordo

O prazo é acordo

Cada assunto carrega dois relógios independentes, um para a primeira resposta e outro para a solução. O prazo prometido é o mesmo que o sistema cobra, e o cumprimento vira número no fim do mês.

O relógio respeita o expediente

O relógio respeita o expediente

O relógio pausa fora do horário de trabalho e nos feriados cadastrados, e volta a contar na segunda. Chamado aberto às 17h de sexta chega na segunda com o prazo intacto.

Cada área com a própria fila

Cada área com a própria fila

TI, RH, financeiro, jurídico, marketing e operações têm catálogo, formulário e prazo próprios. É o mesmo service desk para o solicitante e seis operações diferentes por dentro.

A informação chega completa no primeiro contato

A informação chega completa no primeiro contato

O formulário de abertura muda conforme o assunto e exige o que aquele tipo de chamado precisa. O chamado abre completo e o atendimento começa pela resposta.

O nível de serviço se prova

O nível de serviço se prova

Taxa de cumprimento de SLA, tempo médio de primeira resposta e de solução, funil de atrasados e desempenho por atendente. Exportável para Excel e CSV quando a conversa é de contrato ou de auditoria.

Catálogo de serviços: a árvore que decide o caminho de cada chamado

O catálogo é a peça central do service desk. Ele é uma árvore de departamentos e assuntos, e cada assunto carrega as quatro decisões de cada chamado: quem atende, com que urgência, em quanto tempo e com quais informações.

Departamento e assunto

A árvore espelha como a empresa se organiza. Cada departamento tem os assuntos dele, e o solicitante navega por um menu guiado até o assunto certo.

Responsável padrão por assunto

O chamado nasce atribuído ao responsável daquele assunto, e a transferência, quando acontece, fica registrada no histórico.

Prioridade definida na origem

A urgência vem do tipo de assunto e fica definida na configuração, igual para todo chamado daquele tipo.

Prazo de SLA por assunto

Cada assunto carrega o prazo que faz sentido para ele: queda de sistema em unidade tem um relógio, pedido de material de escritório tem outro.

Formulário dinâmico por assunto

O assunto define quais campos são obrigatórios. Se o assunto é equipamento com defeito, o formulário exige número de série, foto e descrição, e o chamado só abre completo.

Etiquetas para o corte transversal

Etiquetas personalizáveis com filtro cruzado dão o recorte transversal, como uma campanha específica ou um incidente que atravessa departamentos.

Catálogo de serviços: a árvore que decide o caminho de cada chamado
SLA de atendimento: dois relógios, expediente e aviso antes do estouro

SLA de atendimento: dois relógios, expediente e aviso antes do estouro

Acordo de nível de serviço vale quando o relógio é justo e o alerta chega antes do prazo. Os dois relógios da SULTS são independentes porque respondem perguntas diferentes: um mede se alguém assumiu, o outro mede se resolveu.

Relógio de primeira resposta

Mede quanto tempo o solicitante espera até alguém assumir. É o indicador que mais afeta a percepção de atendimento, mesmo quando a solução demora.

Relógio de solução

Mede o ciclo completo até o encerramento. Roda em paralelo ao primeiro e tem prazo próprio por assunto.

Pausa fora do expediente e em feriado

O relógio conta apenas dentro do horário de trabalho cadastrado e para nos feriados configurados. O prazo prometido é medido em tempo de expediente, o mesmo em que o time trabalha.

Alerta antes do prazo

Notificação automática por e-mail e push antes do estouro, para o atendente e para quem acompanha. O aviso chega com tempo de agir.

Reabertura reinicia o relógio

Se o problema volta, o solicitante reabre o mesmo chamado, mantendo o contexto, e o SLA recomeça para a nova interação. A reabertura fica na timeline com data e hora.

Cumprimento vira indicador

A taxa de cumprimento sai por departamento, assunto e atendente, e em rede de franquias entra na performance de franqueados como dimensão de atendimento. O registro dos estouros acompanha o número, que é o que sustenta a conversa de capacidade do time.

Como o time se organiza: fila, permissão e medição

Um service desk com seis áreas precisa de regra de visibilidade: cada atendente vê o que é dele, e o gestor enxerga o gargalo direto no painel.

Três níveis de permissão

O atendente de nível 1 vê apenas os chamados em que é responsável. O de nível 2 vê também os do próprio departamento, o que resolve cobertura de férias. O gestor vê todos os departamentos.

Mensagens internas entre atendentes

A discussão técnica, o pedido de aprovação e a consulta ao especialista acontecem dentro do chamado, invisíveis ao solicitante. Fica tudo no histórico interno com data, hora e autor.

Transferência com registro

Quando o chamado muda de dono, a troca fica gravada no histórico, com data e hora. Toda demanda que muda de mão deixa rastro.

Três fluxos direcionados

Unidade abrindo para a matriz, matriz abrindo para a unidade e chamado interno entre áreas. Os três convivem no mesmo service desk, com regras próprias.

Abertura em massa para a rede

A matriz dispara um chamado para 50, 100 ou todas as unidades, e cada uma recebe uma cópia com prazo e histórico próprios. Serve para cobrar uma entrega recorrente de toda a rede em um único disparo.

Avaliação ao fim do atendimento

Nota de 1 a 5 com comentário, consolidada por atendente, por departamento e por período. É o contrapeso do indicador de prazo: rápido e ruim aparece.

Como o time se organiza: fila, permissão e medição

Service desk corporativo, ferramenta de atendimento ao cliente e suíte de TI

Três categorias de produto que parecem a mesma coisa e resolvem problemas diferentes.

FuncionalidadeSULTSAtendimento ao cliente (Zendesk, Freshdesk)Suíte ITSM enterprise (ServiceNow)
Quem é atendidoA própria operação: unidades e áreasConsumidor finalUsuário interno de TI
Catálogo de serviços por departamentoNativo, árvore de assuntoLimitadoNativo
SLA com expediente e feriadoDois relógios, com pausaVariaNativo
Abertura em massa para a redeCópia individual por unidadeNãoNão
Fluxo unidade para matrizNativoNãoNão
CMDB e gestão de mudança formalNão fazNãoNativo
Checklist, treinamento e tarefas na mesma baseNativoNãoIntegração
Áreas que operamTI, RH, financeiro, jurídico, marketing, operaçõesSuporte ao clienteTI
Cobrança por agenteNãoPor agentePor agente
Prazo de implantaçãoSemanasSemanasMeses

A escolha depende de quem você atende. Consumidor final, serviço de TI corporativo ou a própria operação, que é o caso de quem tem centenas de unidades pedindo coisas para a matriz. Na SULTS o service desk divide a base com o Checklist, onde a não conformidade da visita vira chamado, com Tarefas, que recebe a ação decorrente, e com a Universidade Corporativa, onde a dúvida recorrente vira treinamento. Módulos e valores em planos.

Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS

Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

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Perguntas Frequentes

O que é um service desk?

É o ponto único por onde a empresa recebe, organiza e resolve as solicitações internas, com catálogo de serviços, prazo acordado e responsável definido para cada tipo de pedido. A estrutura é o que o define: no service desk o caminho de cada chamado já está desenhado antes de ele existir.

Qual a diferença entre help desk e service desk?

Help desk resolve o incidente: algo quebrou e precisa voltar a funcionar. Service desk é mais amplo e inclui também a requisição de serviço, o catálogo, o acordo de nível de serviço e a medição do conjunto. Na prática, todo service desk faz help desk, mas nem todo help desk chega a ser service desk.

O que é ITSM?

ITSM, ou gerenciamento de serviços de tecnologia da informação, é a disciplina que trata TI como um conjunto de serviços prestados a alguém, com catálogo, nível de serviço acordado e medição. O conjunto de práticas migrou de TI para as outras áreas, e hoje RH, financeiro e operações estruturam o atendimento do mesmo jeito.

A SULTS segue ITIL?

A SULTS implementa as práticas de ITIL que fazem diferença em operação multiunidade: catálogo de serviços, gestão de requisição e incidente, acordo de nível de serviço e medição de desempenho. Ela não é uma suíte de certificação ITIL completa, e não traz CMDB nem gestão de mudança formal. Para empresa que precisa desses dois, a SULTS convive com a ferramenta de TI.

A SULTS tem CMDB e gestão de mudança?

Não. CMDB, inventário de ativos e gestão de mudança no padrão ITIL não fazem parte do módulo. O que existe é o ciclo completo do chamado: catálogo, formulário, atribuição, SLA, interação, encerramento, avaliação e histórico imutável. Essa é uma escolha de escopo: a SULTS é service desk corporativo.

O que é um portal de chamados e para que ele serve?

É a porta de entrada onde quem precisa de algo escolhe o assunto e abre a solicitação. Na SULTS o portal é o próprio catálogo de serviços: o solicitante navega pelos departamentos e assuntos, preenche o formulário daquele assunto, e o chamado chega à pessoa e à área certas pela configuração do catálogo.

Sistema de tickets é a mesma coisa que service desk?

Sistema de tickets descreve o mecanismo: cada solicitação vira um registro com número, responsável e histórico. Service desk descreve a estrutura em volta desse mecanismo, com catálogo, prazo acordado e fila por especialidade. O service desk é o que dá a cada ticket um prazo acordado e medido.

O que é SLA de atendimento?

É o acordo de nível de serviço: quanto tempo a área que atende se compromete a levar para responder e para resolver cada tipo de solicitação. O acordo funciona quando o prazo está configurado por assunto, o relógio respeita o expediente e o cumprimento é medido depois.

Qual a diferença entre SLA de primeira resposta e SLA de solução?

O de primeira resposta mede quanto tempo o solicitante espera até alguém assumir o chamado. O de solução mede o ciclo inteiro até o encerramento. Os dois rodam em paralelo na SULTS, com prazos próprios, porque respondem a duas perguntas diferentes: fui atendido, e fui resolvido.

Como definir o prazo de SLA de cada tipo de chamado?

Olhe o histórico antes de prometer. Comece medindo o tempo real que cada assunto leva hoje, defina o prazo um pouco acima da mediana e ajuste depois que a taxa de cumprimento estabilizar. Prazo definido a partir do dado real se sustenta, e a taxa de cumprimento vira um indicador confiável.

O que acontece com o SLA fora do horário de expediente?

O relógio pausa. Ele conta apenas dentro do horário de trabalho cadastrado e ignora os feriados configurados. Um chamado aberto às 17h de uma sexta com prazo de 4 horas volta a contar na segunda de manhã, com as 4 horas inteiras.

O que é registro de chamados e por que ele importa em auditoria?

É o histórico imutável de tudo que aconteceu: quem abriu, quando, o que foi respondido, quem assumiu, quando mudou de mão e quando fechou. Em auditoria e em disputa contratual, esse registro é o que comprova que a demanda foi tratada, com data e hora de cada passo.

Service desk serve só para TI?

Serve para toda área que atende alguém, e em rede de unidades ele raramente é só de TI. A SULTS é usada como centro de serviços compartilhados, com TI, RH, financeiro, jurídico, marketing e operações atendendo no mesmo lugar, cada área com o próprio catálogo, formulário e prazo. Para o solicitante é uma porta só.

Como estruturar filas de atendimento por departamento?

Comece pelo catálogo. Cada departamento recebe os assuntos que são dele, e cada assunto ganha responsável padrão e prazo. A fila nasce dessa configuração, e o nível de permissão define quem enxerga o quê: o atendente vê os próprios, o nível acima vê os do departamento, o gestor vê tudo.

Como funciona o escalonamento na prática?

A SULTS avisa antes do estouro, por e-mail e push, para o atendente e para quem acompanha, e a troca de responsável é feita como transferência, que fica registrada no histórico. Quem decide a troca é o gestor, com o alerta chegando a tempo de agir; o sistema não reatribui sozinho.

Como medir se o service desk está funcionando?

Por quatro números juntos: taxa de cumprimento de SLA, tempo médio de primeira resposta, tempo médio de solução e nota de satisfação. Os três primeiros medem velocidade e capacidade do time; o quarto mede se o solicitante saiu resolvido. Juntos, mostram o serviço inteiro.

Qual a diferença entre chamado, incidente e requisição de serviço?

Incidente é algo que parou de funcionar e precisa voltar. Requisição de serviço é um pedido previsto no catálogo, como acesso, material ou informação. Chamado é o termo guarda-chuva que cobre os dois. Na SULTS a distinção é feita pelo assunto do catálogo, que já carrega prioridade e prazo diferentes para cada caso.

Quantos atendentes um service desk precisa para +200 unidades?

Depende muito mais do catálogo do que do número de unidades. Operação com formulário bem desenhado e assunto bem categorizado resolve muito mais chamado por atendente, porque a informação chega completa no primeiro contato. O caminho é medir volume por assunto nos primeiros 90 dias e dimensionar a partir daí.

Service desk de TI e service desk corporativo têm a mesma estrutura?

A estrutura é a mesma: catálogo, prazo, fila, medição. O que muda é o escopo e as ferramentas de apoio. TI costuma precisar de inventário de ativos e gestão de mudança, que a SULTS não faz. O corporativo precisa de fluxo entre unidade e matriz, abertura em massa e ligação com checklist e treinamento, que é onde a SULTS entrega.

Por onde começar a montar um service desk em uma operação que hoje atende por mensagem?

Pelo catálogo, sempre. Liste os assuntos que já chegam hoje, agrupe por departamento e defina responsável, prioridade e prazo de cada um. Depois desenhe o formulário dos assuntos mais frequentes, que é o que faz a informação chegar completa no primeiro contato. O restante, fila, permissão e indicador, decorre dessas duas decisões.

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