Performance de franqueados medida pela operação
Cada unidade já gera número todo dia: nota de checklist, tempo de resolução de chamado, NPS do cliente, conclusão de trilha. A plataforma transforma isso em ranking comparável e aponta quem está fora da curva antes de a matriz precisar perguntar.

As cinco dimensões que a rede já mede todo dia
Cada módulo da SULTS gera o próprio indicador a partir do que a operação já produz: a inspeção respondida na loja, a fila de chamados, a resposta do cliente, a pesquisa com o franqueado e a trilha concluída. O número nasce com origem rastreável, chega igual para toda a rede, e o ranking sai disso, dimensão por dimensão.

Conformidade
O score ponderado do Checklist, com peso por questão e evidência em foto. A nota da unidade vem da inspeção respondida na loja, item por item.
Atendimento
Volume de chamados abertos, tempo de solução e cumprimento de SLA em Chamados. Unidade que abre muito chamado do mesmo assunto está dizendo algo.
Satisfação do cliente
O NPS por unidade, com classificação automática e as quatro zonas, de Crítica a Excelência, mais a justificativa que o cliente escreveu.
Satisfação do franqueado
O NES mede a relação na outra direção: o que o franqueado sente sobre a franqueadora. É o indicador que antecipa conflito e saída de rede.
Capacitação
Conclusão de trilha por unidade na Universidade Corporativa, com ranking de desempenho e comparativo entre equipes e regiões.
Cada uma com ranking próprio
Cada dimensão tem o próprio ranking, então a rede vê exatamente onde a unidade precisa de atenção. Por isso não existe nota única somando as cinco, e isso é proposital: média esconde qual dimensão quebrou.
Conformidade: o score que vem da inspeção
É o indicador mais objetivo da rede, porque a nota nasce de uma pergunta respondida na unidade, com foto e localização. É o registro do que foi conferido item por item, e cada resposta fica ligada à evidência que a sustenta.
Peso por questão
O scoring é ponderado: o item de segurança alimentar pesa mais que a organização da vitrine, e a nota final reflete o que a rede considera crítico.
Evidência que sustenta a nota
Foto com GPS e check-in geolocalizado. Quando a unidade discorda da nota, a conversa acontece sobre a evidência registrada na visita.
Mais de 40 tipos de resposta
Com regras condicionais e árvore de decisão, o roteiro se adapta ao que foi respondido antes e ao formato de cada loja.
Ranking comparativo por unidade
As notas lado a lado, com as unidades abaixo da média em evidência. É o corte que transforma número agregado em rota de visita.
Relatório de auditoria em PDF
Exportável ao fim da inspeção, com as evidências. Serve para entregar ao franqueado no mesmo dia e para sustentar exigência de ISO 9001, Anvisa e NRs.
Histórico visita a visita
A evolução da nota de uma unidade ao longo do tempo diz mais que a nota de hoje. Queda consistente é sinal de risco antes de virar problema de resultado.


Atendimento: o que a fila de chamados revela sobre a unidade

Volume de chamado é sinal operacional. A unidade que abre trinta chamados do mesmo assunto em um mês está apontando um processo que precisa de treinamento, e a fila deixa esse padrão visível por unidade e por assunto.
- Ranking de unidades que mais abrem chamado
- Com o corte por assunto. O ranking sozinho aponta o volume, e o assunto explica a causa.
- Assuntos mais frequentes
- Quando o mesmo assunto lidera em várias unidades, a causa está na rede. Isso muda o destino da ação: uma correção só, por treinamento, alcança todas as lojas.
- Tempo médio de solução
- Mede o quanto a matriz devolve para a ponta. Unidade bem atendida reclama menos e cumpre mais.
- Taxa de cumprimento de SLA
- Com o prazo definido por assunto no service desk, é o indicador que mede a matriz: mostra se a franqueadora entrega o suporte que o contrato promete.
- Avaliação de atendimento
- Nota de 1 a 5 ao fim de cada chamado, consolidada por área e por período. É o contrapeso do prazo: rápido e ruim aparece.
- Chamado que vira plano de ação
- Quando o padrão de chamados aponta um problema estrutural, ele vira ação com responsável e prazo em Tarefas.
Satisfação nas duas direções: NPS do cliente e NES do franqueado

Uma rede tem dois relacionamentos que precisam de medição: o da unidade com o cliente dela e o do franqueado com a franqueadora. Medir os dois dá à matriz a visão do lado que mais custa caro, o franqueado insatisfeito que ainda está em silêncio.
- NPS por unidade, com zona
- Escala de 0 a 10 com classificação automática entre detrator, neutro e promotor, e a unidade posicionada em uma das quatro zonas: Crítica, Aperfeiçoamento, Qualidade ou Excelência.
- Top 10 melhores e piores
- O ranking já vem pronto nas duas pontas. A lista dos dez piores é a pauta da próxima reunião de operações.
- Justificativa obrigatória
- O campo de justificativa é obrigatório, então cada nota chega com o texto que explica por quê, e a matriz sabe o que corrigir.
- Evolução do score em tempo real
- O painel mostra o movimento do score ao longo do tempo. Queda de zona é o alerta que antecede a reclamação formal.
- NES, a satisfação do franqueado
- O Net Emotional Score mede como o franqueado se sente em relação à franqueadora. É o indicador que aparece antes da renovação de contrato virar conversa difícil.
- Público configurável
- A pesquisa é direcionada por equipe, cargo ou unidade, com push e e-mail para elevar a taxa de resposta, que é o que sustenta uma pesquisa de rede.
Capacitação: quem está em dia, unidade por unidade

Capacitação é a dimensão que explica as outras. Unidade com trilha atrasada costuma aparecer também no ranking de não conformidade e no de chamados repetidos, e essa correlação é o argumento mais forte que a matriz tem para priorizar treinamento.
- Conclusão por unidade
- Percentual de conclusão de cada trilha, unidade a unidade, com a lista de quem está atrasado.
- Ranking de desempenho
- Conclusão e nota comparadas entre pessoas e entre equipes, visíveis para todos. Em rede, a comparação visível é o que move a equipe.
- Comparativo entre regiões
- Quando uma região inteira fica para trás, a causa costuma estar na consultoria, no material ou no calendário, e o comparativo aponta onde.
- Aprovação na primeira tentativa
- Separa quem concluiu de quem aprendeu. Conclusão alta com aprovação baixa é sinal de que o conteúdo precisa ser redesenhado.
- Treinamento obrigatório em dia
- A plataforma LMS monta a trilha por cargo com reciclagem obrigatória, e, para o que é normativo, o registro de acesso, nota e certificado sai com data e hora, exportável para fiscalização.
- Da não conformidade ao treinamento
- O item que reprova repetidamente na inspeção vira trilha na Universidade Corporativa. O ciclo fecha dentro da mesma plataforma.
Do ranking à ação: o que acontece com quem ficou atrás

O que decide o resultado é o que a matriz faz na semana seguinte com as unidades da última faixa. O ranking aponta onde agir, o plano de ação leva responsável e prazo, e a conclusão fica registrada para quem acompanha.
- Plano de ação automático
- A não conformidade registrada na inspeção gera plano de ação sozinha, com responsável e prazo. O relatório da visita já nasce como lista de pendências.
- Prazo que se acompanha
- O plano vira Tarefa com data, e o que vence aparece. A cobrança sai do sistema, no prazo combinado.
- Reincidência à vista
- O item que volta a reprovar depois de um plano concluído é o dado mais valioso do conjunto: mostra onde a solução precisa ser refeita.
- Visita direcionada
- O agendamento de visitas do Checklist passa a seguir o ranking. O consultor vai onde a nota pede.
- Comunicação da mudança
- Quando a correção vale para toda a rede, ela sai como Comunicado com confirmação nominal de leitura, e a matriz sabe quem já leu.
- Um histórico só
- Nota, evidência, plano, prazo e conclusão ficam no mesmo registro. Na renovação de contrato, esse histórico é o que sustenta qualquer conversa.
A reunião de rede que o ranking sustenta

O ranking muda a natureza da conversa entre franqueadora e franqueado: os dois lados leem o mesmo número, enxergado do mesmo jeito, com a origem rastreável até a pergunta respondida na loja.
- Critério publicado antes
- O franqueado sabe como é medido antes de ser medido. Critério anunciado antes é o que dá credibilidade ao ranking desde o primeiro ciclo.
- Origem rastreável
- Toda nota volta até a pergunta, a foto e a data. Quando a unidade contesta, a resposta está no registro, e a conversa termina em minutos.
- Comparação com semelhante
- Loja de rua compete com loja de rua, e quiosque de shopping com quiosque. O corte por formato e por região é o que faz o franqueado aceitar a comparação.
- Reconhecimento com base no dado
- O ranking dá o critério objetivo para a premiação que a franqueadora já faz. A premiação em si é conduzida pela rede, não é um módulo da plataforma.
- Convenção com número
- A evolução da rede em cada dimensão, com o antes e o depois, é o conteúdo que sustenta a convenção da rede.
- Multifranqueado enxergado por operação
- Quem opera várias unidades tem cada uma medida separadamente, e o comparativo entre elas costuma ser a conversa mais produtiva com esse perfil.

Comece pela dimensão que sua rede já cobra
Escolha uma dimensão para começar: a que a operação já discute toda semana, quase sempre conformidade. Coloque o ranking dela no ar com critério publicado antes. Quando a rede aceitar o primeiro número, as outras entram com o método já validado. +1.750 marcas operam na SULTS, com 92 mil unidades medidas dentro da mesma plataforma.
Perguntas Frequentes
O que é performance de franqueados?
É a leitura comparada de como cada unidade da rede executa o padrão: conformidade na operação, qualidade do atendimento, satisfação do cliente, satisfação do próprio franqueado e capacitação da equipe. A diferença entre acompanhar performance e acompanhar faturamento é que a primeira explica a segunda antes de ela cair.
Como comparar unidades de forma justa?
Comparando com semelhante e com origem rastreável. O corte por formato e por região coloca loja de rua com loja de rua e quiosque com quiosque, e o registro em foto com data leva cada nota até a evidência que a gerou.
O que é um ranking de franqueados?
É a ordenação das unidades por um critério objetivo, publicado antes de a medição acontecer. Ele existe para direcionar a atenção da matriz, e o plano de ação que vem depois é o que transforma a lista em resultado.
A SULTS tem uma nota única de performance por unidade?
Cada dimensão tem o próprio ranking, e não existe nota única somando as cinco, por escolha: nota única esconde qual dimensão quebrou. Uma unidade com 78 pode ser ótima em conformidade e péssima em atendimento, e a média some com essa informação, que é justamente a que orienta a ação.
Quais KPIs de franquias vale acompanhar?
Nota de conformidade da inspeção, tempo de solução e volume de chamados por assunto, NPS por unidade, NES da rede e conclusão de trilha. São cinco porque cobrem as três relações que importam: a unidade com o padrão, a unidade com o cliente e o franqueado com a franqueadora.
De onde vêm os números do ranking?
Da própria operação. A nota de conformidade vem da inspeção respondida na unidade com foto e localização, o indicador de atendimento vem da fila de chamados, o NPS vem da resposta do cliente e a capacitação vem da conclusão de trilha. Todos chegam prontos, direto do registro da operação.
Como fazer o franqueado aceitar o número?
Três coisas em ordem: publique o critério antes de medir, garanta que toda nota volte até a evidência que a gerou, e compare unidades semelhantes entre si. O franqueado aceita o número que chega com explicação e com direito de resposta.
O que é NES e por que medir a satisfação do franqueado?
NES é o Net Emotional Score, e mede como o franqueado se sente em relação à franqueadora. Faz diferença porque o indicador antecipa o que o franqueado insatisfeito costuma mostrar só na prática: redução de investimento, campanha ignorada e renovação de contrato difícil.
Qual a diferença entre NPS e NES em uma rede?
NPS mede o que o cliente final sente sobre a unidade. NES mede o que o franqueado sente sobre a franqueadora. São direções opostas do mesmo relacionamento, e acompanhar as duas dá à rede a visão do lado que mais custa caro.
Com que frequência atualizar o ranking?
Depende da dimensão. Conformidade acompanha o ciclo de visita, normalmente mensal ou trimestral. Atendimento e capacitação podem ser mensais, porque os dados chegam continuamente. NPS depende do volume de respostas. Cada dimensão segue a própria cadência.
O que fazer com as unidades da última faixa?
Plano de ação com responsável e prazo. Na SULTS a não conformidade gera o plano automaticamente, ele vira tarefa com data, e o que vence aparece. A rede evolui quando alguém acompanha a conclusão, e o painel de planos de ação mostra o que está em andamento e o que já foi concluído.
A plataforma tem módulo de premiação de franqueados?
A plataforma entrega o critério objetivo, com o ranking e a origem de cada nota, e é isso que sustenta a premiação. Módulo de premiação não existe: a condução do programa, os prêmios e a cerimônia continuam com a franqueadora. Gamificação com ranking existe dentro da Universidade Corporativa, aplicada a treinamento.
Dá para definir peso entre as dimensões?
Dentro do checklist, sim: o scoring é ponderado por questão, então a rede define o que pesa mais na nota de conformidade. Entre módulos diferentes não existe peso configurável, porque não existe a nota única que somaria as dimensões.
Como medir performance de multifranqueado?
Cada unidade é medida separadamente, e a comparação entre as unidades do mesmo operador costuma ser a conversa mais produtiva com esse perfil. Quando um multifranqueado tem uma loja excelente e outra crítica, a diferença está na gestão local, e o dado mostra isso de forma objetiva.
Como o ranking ajuda na consultoria de campo?
Ele define a rota: o consultor vai onde a nota, a reincidência ou a queda de tendência pedem. O agendamento de visitas passa a seguir o dado, o que aumenta bastante o retorno de um time de campo pequeno.
Como saber se o problema é da unidade ou da rede?
Pelo padrão. Quando o mesmo item reprova em várias unidades, ou o mesmo assunto lidera os chamados em regiões diferentes, a causa é da rede: falta material, falta treinamento ou o padrão está mal desenhado. Tratar a causa na rede corrige todas as unidades de uma vez e poupa a consultoria de campo.
Quanto tempo até o ranking ficar confiável?
Costuma levar dois ou três ciclos de medição. O primeiro revela mais sobre a qualidade do roteiro do que sobre as unidades, e é normal ajustar peso e pergunta depois dele. Tornar o ranking oficial a partir do segundo ou terceiro ciclo é o que protege a credibilidade do programa.
Dá para exportar os dados para análise externa?
Sim. Relatório de auditoria em PDF, e os indicadores exportáveis para planilha, tanto de checklist quanto de chamados e treinamento. Isso permite cruzar com faturamento e com o que a rede já acompanha em outros sistemas.
O ranking serve para decidir renovação de contrato?
Ele dá o histórico documentado que essa conversa exige: nota, evidência, plano de ação, prazo e conclusão, no mesmo registro. A decisão continua sendo jurídica e comercial, e passa a se apoiar no registro de como a unidade vinha andando.
Por onde começar em uma rede que vai medir pela primeira vez?
Por uma dimensão só, normalmente conformidade, porque é a que a operação já discute e a que tem evidência mais objetiva. Publique o critério, rode dois ciclos, ajuste, e só então torne o ranking oficial. As outras quatro dimensões entram depois com muito menos atrito, porque o método já foi aceito.
Veja o SULTS funcionando na sua operação
Centralize e aumente a eficiência em toda operação.
Um especialista apresenta os módulos mais relevantes para o seu negócio.