Soluções para franquias

Central de compras da rede: o catálogo que sustenta o padrão

Na central de compras da rede, a matriz negocia com o volume de todas as unidades e publica o resultado em um catálogo com preço fechado. Cada loja vê o que vale para a região dela, pede dentro da regra e acompanha a entrega, e a matriz sabe o que a rede consome.

  • Mix de produtos por região
  • Fornecedor com acesso próprio
  • Push a cada etapa do pedido
Loja do módulo de Compras da SULTS com o catálogo de produtos, preço, categoria, quantidade mínima e o filtro por fornecedor

Mínimo, máximo e múltiplovalidados no carrinho

  • +1.750Marcas usam o SULTS
  • +92 milUnidades gerenciadas
  • +600 milUsuários ativos
  • +25Módulos integrados

Usada por +1.750 marcas

Pizza HutHabib'sBob'sÓticas DinizConsórcio EmbraconMagrass

Antes do sistema

A decisão que vem antes do sistema: quem compra na sua rede

Em uma rede franqueada, compra é o único assunto em que a franqueadora consegue provar valor ao franqueado em reais, na nota, todo mês. É também o assunto em que ela mais perde credibilidade quando o franqueado descobre que consegue mais barato na esquina.

Antes de escolher ferramenta, a rede precisa decidir qual papel assume, e cada papel exige uma coisa diferente da plataforma.

Tela inicial da SULTS com atalhos para os módulos, shorts de vídeo, feed de publicações e comunicados recentes
Loja do módulo de Compras da SULTS com o catálogo de produtos, preço, categoria, quantidade mínima e o filtro por fornecedor
Tela inicial com atalhos para todos os módulosO catálogo da rede com preço fechado por item
  • O que a rede compra junto define o que ela consegue negociar

    Volume somado é o argumento que muda preço de fornecedor. Quando a franqueadora enxerga quanto a rede inteira consome de cada item, ela negocia com o número real.

  • O item de padrão é onde a marca aparece

    Embalagem, uniforme, copo, sacola e material de ponto de venda são o padrão que o cliente vê. É por aí que a rede quebra primeiro quando cada unidade compra por conta.

  • A unidade compra se for fácil e se compensar

    Franqueado é dono de negócio e decide pelo bolso. Catálogo claro, preço com vantagem e prazo cumprido trazem a compra para dentro, e é isso que dá força à cláusula do contrato.

  • O preço precisa ser demonstrável

    Mostrar volume negociado, histórico de pedidos e o que a rede consome de cada item é o que convence, e esses números saem do próprio uso.

  • A rede escolhe se vende ou se intermedia

    Dá para a franqueadora vender, ou apenas colocar o fornecedor homologado dentro da plataforma para vender direto à rede. São modelos diferentes com implicações diferentes.

  • O que a matriz enxerga, ela corrige

    Volume por unidade, itens mais pedidos e ticket médio revelam quem comprou fora, quem fracionou pedido e qual item ninguém quer. Com isso, a conversa com a unidade parte de número.

+1.750 marcas já centralizaram a gestão com o SULTS

+92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

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Central de compras para franquias

Como a central de compras funciona na rede

Catálogo, modelo de compra, dado de negociação, pedido da unidade e auditoria de padrão, no módulo de Compras da SULTS e integrados aos outros módulos da plataforma.

01

O catálogo como instrumento do padrão

Em rede, o catálogo é a forma como o padrão da marca chega pronto em cada unidade. O que está lá dentro é o que a loja consegue pedir com um clique, e essa facilidade é a política de compras funcionando na prática.

Para comparar opções do mercado, veja o comparativo de sistemas de gestão de compras.

Loja do módulo de Compras da SULTS vista pela unidade, com produtos, categoria, preço e botão de comprar por item
A unidade enxerga o catálogo dela, com preço fechado e categoria por item
Detalhe da loja de Compras da SULTS: filtros por produto, disponibilidade em estoque e fornecedor
Filtro por fornecedor e disponibilidade
  • Cada unidade vê o catálogo dela

    O mix por região define quais produtos, com quais preços e em quais condições cada grupo de unidades enxerga. Cada unidade vê apenas o que se aplica a ela.

  • Um catálogo para todas as regiões

    Regiões com frete, estoque e preço diferentes convivem no mesmo cadastro. A matriz mantém um único catálogo para todas as regiões.

  • Variação com preço próprio

    Cor, tamanho, modelo e acabamento têm preço, imagem e disponibilidade próprios. O uniforme tamanho G aparece com o valor dele, direto no catálogo.

  • A regra de quantidade evita o erro na origem

    Mínimo, máximo e múltiplo do pedido são validados no carrinho. O item que vem em caixa fechada é pedido em caixa fechada, já na hora de montar o carrinho.

  • Disponibilidade no nível certo

    O controle de estoque do catálogo pode ser por produto, por variação, por mix ou por mix e variação, e o alerta de esgotado avisa antes de o pedido ser montado.

  • Busca que funciona em catálogo grande

    Categoria, código de barras, filtro por fornecedor e busca por palavra. Achar rápido é o que faz a unidade pedir pelo sistema.

  • Condição comercial por fornecedor

    Cada fornecedor carrega os próprios meios de pagamento e de entrega, e eles já entram no pedido da unidade.

  • O catálogo é a política de compras

    Quando o item certo é o mais fácil de pedir, a política de compras se cumpre no uso diário. É o que o módulo de Compras entrega de mais valioso para uma rede: a compra por fora continua possível, e a proporção muda a favor do catálogo.

02

Três modelos de compra, e o que cada um exige

O modelo certo é o que combina com a estrutura da rede e com o que ela quer assumir. A plataforma atende os três, e vale entender a diferença antes de configurar, porque ela muda quem cadastra o produto, quem responde pela entrega e quem aparece na nota.

  • A franqueadora vende

    Cadastra
    Franqueadora
    Estoque e entrega
    Franqueadora
  • Fornecedor homologado vende direto

    Cadastra
    Fornecedor, com acesso próprio
    Estoque e entrega
    Fornecedor
  • Modelo misto

    Itens de identidade visual
    Franqueadora
    Insumos
    Fornecedores homologados

    Mais comum em rede grande

O mesmo catálogo comporta os três modelos, e dá para migrar de um para outro com o mesmo cadastro.

  • A franqueadora vende para a rede

    Ela cadastra os produtos, recebe os pedidos e entrega. Dá o maior controle sobre padrão e margem, e exige estrutura própria de estoque, logística e atendimento.

  • O fornecedor homologado vende direto

    A franqueadora negocia e coloca o fornecedor dentro da plataforma, com acesso próprio, para vender direto às unidades. A rede fica com o padrão e o preço negociado, e o estoque fica com o fornecedor.

  • O modelo misto

    Itens de identidade visual pela franqueadora, insumos por fornecedores homologados. É o arranjo mais comum em rede grande, e o catálogo comporta os dois lado a lado.

  • O fornecedor recebe o pedido por e-mail

    Se fizer sentido, ele apenas recebe a notificação automática por e-mail com os detalhes de cada pedido. O acesso à plataforma e o painel de interação entram quando a rede quiser.

  • A escolha é comercial e jurídica

    Cada modelo tem implicação fiscal, contratual e de responsabilidade sobre a entrega. Essa decisão é da rede, com o jurídico e o financeiro. A plataforma se adapta ao que for definido.

  • Dá para mudar depois

    Muita rede começa vendendo os itens de marca e vai transferindo categorias para fornecedores homologados conforme cresce. A configuração acompanha, e o catálogo continua o mesmo.

03

Como provar ao franqueado que compensa comprar pela rede

Dado é o que sustenta a credibilidade de uma central de compras, e o dado vem do próprio uso da plataforma: volume negociado, histórico de pedidos e o que a rede consome de cada item. Quando o franqueado chega com a cotação de um fornecedor local, a conversa parte desses números.

Tela inicial da SULTS com atalhos para os módulos, shorts de vídeo, feed de publicações e comunicados recentes
Mapa de unidades da SULTS com a distribuição das operações por região e por estado
Tela Meus pedidos do módulo de Compras da SULTS com a etapa, a unidade compradora e o total de cada pedido
Meus pedidos no SULTS com pedidos de compra das unidades Loja Paulista, Filial Campinas e Loja Barra nas etapas Solicitação, Aguardando aprovação e Aprovado, com o total de cada pedido
Pedidos com etapa e unidade compradora
  • Volume por unidade e por período

    Quanto cada loja compra, com que frequência e em que mês. É o número que abre a negociação com o fornecedor e o que sustenta a próxima rodada de preço.

  • Itens mais pedidos

    O ranking do que a rede consome de verdade, que costuma ser bem diferente do que a matriz imagina. Negociar fundo nos cinco primeiros vale mais que negociar raso em cinquenta.

  • Ticket médio por compra

    Ticket baixo em muitos pedidos indica fracionamento, e pedido fracionado é frete pago várias vezes. Corrigir isso melhora o custo do franqueado antes mesmo de renegociar o item.

  • Histórico completo e auditável

    Cada transação fica registrada com o que foi pedido, por quem e quando. Em renegociação com fornecedor, esse histórico é o argumento inteiro.

  • Exportação para a planilha da negociação

    Os dados saem em Excel, já consolidados e prontos para o comparativo que o time de compras faz.

  • Transparência muda a conversa

    Franqueado que enxerga o volume negociado e o histórico de preço discute o item específico, e essa é a discussão que vale ter.

  • A comparação externa continua sendo dele

    A plataforma mostra o que a rede pagou e o que consumiu. Ela não busca preço no mercado nem compara com fornecedor de fora, e a cotação alternativa segue vindo do franqueado.

  • O que se mede sustenta a conversa

    Com número na mesa, a percepção sobre a central se forma pelo que a rede pagou e consumiu, e é isso que chega à convenção e ao grupo da rede.

04

O pedido da unidade, do carrinho à entrega

Do lado da loja, a central de compras precisa parecer com o que a pessoa já sabe usar. O detalhamento do ciclo do pedido está na página de pedido de compra; aqui interessa o que muda quando quem está comprando é uma unidade franqueada.

Tela Meus pedidos do módulo de Compras da SULTS com a etapa, a unidade compradora e o total de cada pedido
Fila de chamados da SULTS com solicitante, unidade, assunto, departamento e datas de interação
  • Carrinho, como em qualquer compra

    A unidade navega no catálogo dela, escolhe a variação, define a quantidade e fecha. Quem gerencia loja usa o que já conhece.

  • O erro é barrado antes do envio

    A validação de quantidade acontece no carrinho, então o pedido já sai certo.

  • Etapas com a linguagem da sua rede

    O fluxo é configurado pela operação, com nome, cor e posição de cada etapa. Se a sua rede aprova antes de enviar ao fornecedor, isso vira uma etapa do caminho.

  • Push a cada avanço

    Quem pediu recebe a notificação no aplicativo a cada mudança de etapa e sabe onde o pedido está a qualquer momento.

  • Conversa dentro do pedido

    Ajuste de especificação, quantidade e prazo acontece no painel de interação do próprio pedido, e fica junto do histórico.

  • Problema vira chamado

    Entrega errada ou atraso abre Chamado com prazo, e a pendência vira Tarefa com responsável. A reclamação ganha dono e prazo.

05

Compra e padrão são o mesmo assunto

Uma central de compras existe para duas coisas ao mesmo tempo: baixar o custo e manter o padrão. A primeira se prova no painel. A segunda só se prova na loja, e é por isso que compra e auditoria precisam conversar.

Painel de estatísticas do Checklist da SULTS com total de avaliações, itens em validação, planos de ação e status de checklists
Tela de Comunicados enviados da SULTS com o percentual de leitura de cada comunicado
Painel de projetos da SULTS com percentual de conclusão, tarefas abertas, em andamento, concluídas e atrasadas
Planos de ação da SULTS para item não conforme, com o que será feito, quem fará e data de entrega, um aprovado e outro em atraso
Projetos: o enxoval de inauguração no cronogramaPlano de ação com responsável e data
  • O item padrão no roteiro de inspeção

    Embalagem, uniforme e material de ponto de venda viram questão de Checklist, respondida na unidade com foto e localização.

  • Cruzar o que a loja usa com o que ela comprou

    A inspeção mostra a embalagem fora do padrão, e o histórico do catálogo mostra a última compra do item pela unidade. Os dois lados contam a mesma história.

  • Não conformidade com prazo

    O que reprova na inspeção gera plano de ação com responsável e data, e a correção é validada depois.

  • Novidade do catálogo anunciada

    Item novo, mudança de preço e campanha de reposição saem como Comunicado com confirmação de leitura, e a leitura fica registrada por pessoa.

  • Compra ligada a abertura de unidade

    Em Projetos, o enxoval de inauguração é comprado dentro do cronograma, e a compra ligada a obra ou reforma fica organizada por fase.

  • A unidade que sumiu do catálogo

    O painel mostra, pelo nome, a unidade que parou de pedir. Nem sempre é compra por fora: às vezes é loja em dificuldade, e descobrir cedo importa mais que cobrar.

  • O contrato define, a plataforma torna visível

    A obrigação de usar o item padrão vem do contrato de franquia. A plataforma torna fácil cumprir e mostra no painel quem está comprando, que é o que sustenta a conversa.

  • Um histórico só

    Pedido, entrega, chamado, inspeção e plano de ação ficam na mesma base, e é isso que permite ver a causa por trás de cada sintoma.

Escopo claro

O que o módulo faz e o que continua com a rede

Compra em rede envolve fiscal, financeiro, logística e contrato. A plataforma cobre a parte operacional, a fronteira é bem definida, e conhecê-la antes deixa a implantação previsível.

No SULTS

  • O módulo faz: o catálogo

    Produto com variação, preço por customização, mix por região, regra de quantidade e disponibilidade, com busca e categoria.

  • O módulo faz: o pedido

    Carrinho validado, fluxo de etapas configurável, notificação ao fornecedor, painel de interação e push a cada avanço.

  • O módulo faz: o dado da negociação

    Volume por unidade, itens mais pedidos, ticket médio, desempenho de fornecedor e histórico auditável, exportáveis.

Com a rede, o contrato e o ERP

  • Continua no contrato: a obrigação de compra

    O mix define o que a unidade enxerga, não o que ela precisa comprar. A obrigação vem do contrato, e o sistema entra mostrando, pelo nome, a unidade que parou de pedir.

  • Continua com a rede: cotação e homologação

    A negociação acontece fora e o resultado dela entra no catálogo como preço e condição fechados. Não há convite a vários fornecedores com comparativo automático, nem homologação com documento e validade.

  • Continua no ERP: fiscal, financeiro e estoque da loja

    Nota, contas a pagar e a prateleira da unidade continuam no ERP. A API REST conecta os dois, e o dado é digitado uma vez.

Por onde começar

Comece pelos itens de marca

Comece pelos itens em que o padrão da marca aparece para o cliente, normalmente embalagem, uniforme, sacola e material de ponto de venda. São poucos, são os que mais importam para a marca e são justamente onde a compra pela rede faz mais diferença. Configure o mix por região, defina a regra de quantidade, libere para a rede e acompanhe o painel por um ciclo. Os insumos entram depois, com o método já validado e com dado de volume para negociar, e o catálogo cresce a partir de um cadastro que a rede já usa. +1.750 marcas operam no SULTS, com +92 mil unidades.

  1. 01Itens de marcaEmbalagem, uniforme, sacola e PDV
  2. 02Mix por regiãoO catálogo de cada grupo
  3. 03Regra de quantidadeValidada no carrinho
  4. 04Libere para a redeAs unidades pedem
  5. 05Um ciclo no painelVolume, itens e ticket
  6. 06Insumos depoisCom dado de volume
Loja do módulo de Compras da SULTS com o catálogo de produtos, preço, categoria, quantidade mínima e o filtro por fornecedor
Catálogo: o que cada unidade pode pedir
Tela Meus pedidos do módulo de Compras da SULTS com a etapa, a unidade compradora e o total de cada pedido
Pedidos com etapa e unidade compradora
Tela inicial da SULTS com atalhos para os módulos, shorts de vídeo, feed de publicações e comunicados recentes
Tela inicial com atalhos para todos os módulos

Perguntas frequentes

O que é uma central de compras em uma rede de franquias?

É o arranjo em que a franqueadora usa o volume somado de todas as unidades para negociar melhor e disponibiliza o resultado em um catálogo único para a rede comprar. No módulo Compras da SULTS, esse catálogo serve a dois objetivos ao mesmo tempo: reduzir o custo do franqueado e garantir que o item que representa a marca seja o mesmo em todas as lojas.

A franqueadora precisa vender para os franqueados?

Não necessariamente. Existe o modelo em que ela vende, e existe o modelo em que ela apenas negocia e coloca o fornecedor homologado dentro do módulo Compras da SULTS para vender direto às unidades. No segundo, estoque e logística ficam com o fornecedor. A escolha tem implicação fiscal, contratual e de responsabilidade sobre a entrega, então é decisão da rede com o jurídico e o financeiro.

Quais modelos de compra existem em uma rede?

Três, na prática. A franqueadora vende, o fornecedor homologado vende direto, ou os dois convivem. O misto é o mais comum em rede grande: itens de identidade visual pela franqueadora e insumos por fornecedores. O catálogo da SULTS comporta os três lado a lado, e dá para migrar de um para outro com o mesmo cadastro.

Quando vale a pena centralizar a compra da rede?

Quando o volume somado muda o preço e quando o padrão do produto importa para a marca. Se o item é uma commodity que o franqueado compra igual em qualquer lugar, centralizar só adiciona processo. O teste é simples: existe ganho de escala ou existe risco de padrão. Se nenhum dos dois, deixe fora do catálogo da SULTS.

Como convencer o franqueado de que o preço da central é melhor?

Com número. Mostre o volume negociado, o histórico de preço e o que a rede consome de cada item, tudo isso sai do painel do módulo Compras da SULTS. Franqueado que enxerga esses dados discute o item específico, e essa é uma discussão muito mais produtiva.

E se o franqueado achar o mesmo item mais barato fora?

Acontece, e vale enfrentar. Se for um item de commodity, talvez ele esteja certo e valha tirar do catálogo. Se for item de padrão, a diferença de preço costuma esconder diferença de especificação. Ter o histórico de consumo no SULTS permite renegociar com o fornecedor com número na mão.

A plataforma obriga a unidade a comprar pelo catálogo?

Não, e é importante deixar isso claro antes de contratar. O mix define o que a unidade enxerga, não o que ela precisa adquirir. A obrigação de usar o item padrão, quando existe, vem do contrato de franquia. O que o módulo Compras da SULTS faz é tornar o caminho certo o mais fácil e mostrar no painel, pelo nome, a unidade que parou de pedir.

Como garantir que o item de padrão seja o mesmo em todas as unidades?

Combinando três coisas: o item disponível no catálogo do módulo Compras da SULTS com pedido simples, a obrigação prevista no contrato, e a verificação na loja pelo roteiro de inspeção. As três juntas resolvem, e a terceira é a que costuma faltar: é ela que mostra o desvio na loja, com foto, antes de ele chegar ao cliente.

Como funciona quando a rede tem formatos de loja diferentes?

Pelo mix. No módulo Compras da SULTS, quiosque, loja de rua e operação de shopping podem ter catálogos diferentes dentro do mesmo cadastro, com produtos, preços e condições próprios. A unidade só enxerga o que se aplica ao formato dela, o que deixa o catálogo limpo e o pedido certo.

E quando as regiões têm preço e frete diferentes?

O mix também resolve isso. No SULTS, produtos, preços e condições variam por grupo de unidades, e a matriz mantém um único catálogo. Uma loja no Nordeste e uma no Sudeste veem valores diferentes do mesmo item, cada uma com a condição que de fato vale para ela.

O fornecedor externo pode vender direto para a rede pelo sistema?

Pode. Ele recebe acesso ao módulo Compras da SULTS e disponibiliza os produtos dele para as unidades comprarem, sem intermediário. É o modelo que permite à franqueadora garantir padrão e preço negociado com o estoque no fornecedor. Também é possível o fornecedor trabalhar só com a notificação de cada pedido por e-mail.

A franqueadora precisa ter estoque?

Só no modelo em que ela mesma vende. Quando o fornecedor homologado vende direto pelo módulo Compras da SULTS, a franqueadora fica com a negociação, o padrão e o controle do catálogo, e a operação logística permanece com o fornecedor. Muita rede começa vendendo os itens de marca e vai transferindo o resto conforme cresce.

Como a matriz sabe o que a rede consome de verdade?

Pelos dashboards do módulo Compras da SULTS: volume por unidade e período, itens mais pedidos e ticket médio, com exportação para Excel. É comum a lista real ser bem diferente da que a matriz imaginava, e essa diferença costuma redirecionar a negociação para os itens que realmente pesam.

Como usar o volume da rede para negociar melhor?

Levando o histórico. Volume consolidado por item e por período, com a sazonalidade visível no SULTS, é o que muda a conversa com o fornecedor de estimativa para compromisso. Negociar fundo nos cinco itens mais pedidos costuma render mais que negociar raso em cinquenta.

A plataforma controla o estoque da loja?

Não. No módulo Compras da SULTS, o controle de estoque existe no catálogo, para indicar a disponibilidade do item para pedido e alertar quando esgota. A prateleira da unidade, com entrada, saída e inventário, continua no sistema que a loja já usa para isso.

A plataforma substitui o ERP no fiscal e no financeiro?

Não. Nota fiscal, contas a pagar e contabilidade continuam no ERP, e a API REST conecta os dois, com o dado digitado uma vez. O SULTS cuida do catálogo, do fluxo do pedido e da comunicação com a rede e o fornecedor.

A plataforma faz cotação com vários fornecedores?

Não. A negociação e a homologação acontecem no processo da rede, e o resultado delas entra no catálogo do módulo Compras da SULTS como preço e condição já fechados. Convite a múltiplos fornecedores com comparativo automático e homologação com controle de documento e validade ficam fora do módulo.

Como agir com a unidade que parou de comprar pela rede?

Descobrir a causa antes de cobrar. Pode ser compra por fora, mas também pode ser loja em dificuldade financeira, estoque parado ou simplesmente dificuldade de usar o catálogo. O painel da SULTS dá o nome da unidade, e a conversa é da consultoria de campo. As três causas pedem respostas bem diferentes.

Como a compra se conecta com a auditoria de padrão na loja?

O item de padrão vira questão no roteiro de Checklist, respondida na unidade com foto. Cruzar o resultado da inspeção com o histórico de compra do módulo Compras da SULTS é o que revela o desvio: unidade com embalagem fora do padrão cuja última compra do item foi há meses está dizendo a mesma coisa nos dois lugares.

Por onde começar em uma rede que hoje compra por planilha e mensagem?

Pelos itens em que o padrão da marca aparece para o cliente, normalmente embalagem, uniforme, sacola e material de ponto de venda. São poucos, são os mais críticos e são onde a compra pela rede faz mais diferença. Configure o mix no módulo Compras da SULTS, defina a regra de quantidade, libere e acompanhe um ciclo. Os insumos entram depois, já com dado de volume para negociar.

Veja a central de compras com o catálogo da sua rede

Um especialista mostra o mix por região, a regra de quantidade, o fluxo do pedido e o painel de consumo com a estrutura da sua rede. Se preferir, ligue para 0800 960 2540.

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