LGPD em rede de franquias com dado segregado por unidade
Em uma rede, o mesmo cliente é atendido por empresas diferentes que usam o mesmo sistema. A unidade enxerga só o dado dela, cada perfil assina o termo que lhe cabe antes de operar, e o relatório mostra quem assinou qual versão, em que data e hora.

O problema de proteção de dados que só existe em rede franqueada
Em uma empresa de unidades próprias, a discussão de LGPD acontece dentro de um único CNPJ. Em uma rede franqueada, o mesmo dado de cliente circula entre empresas juridicamente distintas, cada uma com CNPJ próprio e todas seguindo o padrão que a franqueadora define, sob uma única marca na porta. O sistema que a rede adota é onde essa fronteira existe na prática.

A fronteira entre unidades precisa ser técnica
O contrato define que o franqueado acessa só o dado da própria unidade, e a visão por unidade do módulo de Segurança aplica essa regra dentro do sistema. É esse controle funcionando que uma auditoria pede para ver.
Quem tem acesso muda toda semana
Rede grande contrata, promove e desliga o tempo todo. A permissão vem do perfil e da unidade: quem muda de cargo ou de loja passa a ter o acesso do novo lugar assim que o cadastro é atualizado.
O termo é assinado, com nome, data e hora
O termo com assinatura no login prova ciência e consentimento: registra nome completo, data e hora, e a pessoa só opera depois de assinar.
Perfis diferentes, termos diferentes
Quem opera assina confidencialidade, quem gerencia assina política de tratamento, quem é terceirizado assina acordo de processamento. Em rede, o termo ainda pode variar por unidade.
Precisa saber qual texto valia naquela data
O versionamento é imutável: cada alteração vira uma versão com data, hora e autor, e o relatório mostra qual versão cada pessoa assinou.
A prova que o cliente grande pede
Cliente corporativo grande aplica questionário de risco de fornecedor antes de fechar. Ter o relatório pronto encurta semanas de negociação.
Segregação: cada unidade enxerga o dado que é dela
Esta é a camada que a rede resolve dentro do sistema. Franqueados concorrem entre si, trocam de rede e às vezes saem para abrir negócio próprio, e o isolamento entre unidades vale como regra técnica, aplicada a todo perfil desde o primeiro acesso.
Visão Rede ou visão Unidade
A visão define o alcance do usuário. Quem é da unidade enxerga só o registro da própria unidade, e quem é da rede enxerga o conjunto. É a fronteira mais importante da configuração.
Permissão por módulo, menu e tela
Dentro da visão, o acesso é granular. Um gerente de loja pode ter o checklist liberado e o financeiro fechado, e a configuração desce até a tela.
Visões reutilizáveis por cargo
O acesso é definido em visões reutilizáveis com agrupamento de usuários. Quem muda de cargo recebe o acesso do novo cargo ao trocar de grupo, e a revisão é feita na visão, uma vez, valendo para todos que estão nela.
Histórico de login
Data e hora de cada acesso, por colaborador. É a evidência de controle de acesso que uma auditoria pede quando pergunta quem entrou no sistema e quando.
Autenticação de dois fatores
Camada adicional para os perfis que acessam dado sensível, que costuma ser requisito em questionário de risco de cliente corporativo.
Token de API sob controle
Geração, monitoração e revogação de token, com relatório de integrações em tempo real. Cada integração ativa aparece no relatório, e o administrador revoga no mesmo painel a que deixou de ser usada.

O termo assinado por quem opera, antes de operar

O termo assinado prova que a pessoa leu e concordou, com nome completo, data, hora e versão registrados. Em uma rede com centenas de unidades e rotatividade alta, é essa prova que sustenta a resposta a uma auditoria.
- Tela cheia no login
- O termo aparece antes de qualquer módulo, e a pessoa só opera depois de assinar. A cobrança é feita pelo próprio sistema, a cada login, até a assinatura acontecer.
- Registro com nome, data e hora
- A assinatura guarda nome completo, data e hora exatos e a versão do termo aceito. É o que serve de evidência de consentimento informado.
- Novo colaborador já entra assinando
- No primeiro login, o bloqueio apresenta todos os termos vigentes. Em rede que contrata toda semana, isso elimina a maior fonte de pendência.
- Atualização obriga nova assinatura
- Quando o termo muda, todos assinam a nova versão no próximo acesso, e a rede inteira passa a operar sob o mesmo texto vigente.
- Distribuição ilimitada
- A distribuição é ilimitada. O mesmo termo chega a cem ou a dez mil pessoas da rede pelo mesmo custo, o que pesa quando são milhares de assinaturas por ano.
- Editor próprio
- O texto é redigido dentro da plataforma, com formatação, e passa a existir como versão a partir da publicação.
Versionamento: qual texto estava vigente naquela data

A pergunta que aparece em auditoria é qual política estava valendo em uma data específica, e quem tinha assinado ela naquele momento. Com o versionamento, a resposta sai do relatório: versão, data, hora e autor de cada alteração, e a assinatura de cada pessoa vinculada ao texto que ela aceitou.
- Cada alteração vira uma versão
- Com data, hora e autor da mudança. O histórico é imutável: cada versão fica guardada exatamente como foi publicada.
- O relatório aponta a versão de cada assinatura
- O relatório mostra qual texto cada pessoa assinou, além de quando. É a resposta que importa quando algo é questionado.
- Aderência por unidade
- Assinaturas e pendências com o corte por unidade. A pendência aparece como lista nominal, por loja, pronta para a cobrança do gestor.
- Exportável
- O relatório sai pronto para anexar em resposta de auditoria e em questionário de risco de fornecedor.
- A nova versão circula sozinha
- Quando o jurídico revisa uma cláusula, a nova versão entra em circulação sozinha: quem acessa a plataforma assina no próximo login, e o relatório passa a mostrar a aderência ao texto novo.
- Rastro que sobrevive à rotatividade
- O registro fica vinculado ao perfil da pessoa de forma permanente. Quem saiu da rede continua tendo o histórico do que assinou enquanto esteve.
Termos diferentes para perfis e unidades diferentes

Uma rede tem vários públicos. Colaborador da matriz, franqueado, funcionário da unidade, terceirizado de limpeza e prestador de tecnologia acessam níveis distintos de dado, e o termo de cada um reflete isso.
- Quem opera assina confidencialidade
- O perfil que manipula dado de cliente no dia a dia recebe o termo de confidencialidade correspondente ao acesso dele.
- Quem gerencia assina política de tratamento
- O gestor que decide sobre uso de dado assume um compromisso diferente do operador, e o termo dele diz isso.
- Terceirizado assina acordo de processamento
- Prestador que acessa dado pessoal por conta da rede recebe o acordo pertinente ao papel de operador.
- O termo pode variar por unidade
- Quando a operação de uma região ou de um formato exige cláusula própria, o público-alvo do termo é definido por unidade.
- Segmentação por cargo
- Além de perfil e unidade, o público pode ser recortado por cargo, e cada pessoa recebe só os termos que dizem respeito ao papel dela.
- Um único lugar de controle
- Todos os termos, versões e assinaturas ficam no mesmo painel, e o GED aplica a mesma lógica aos demais documentos da rede, com isolamento por unidade e log de auditoria. Jurídico, RH e cada unidade consultam a mesma fonte.
A evidência que o cliente grande pede antes de assinar

Rede que atende empresa grande passa por questionário de risco de fornecedor antes de fechar contrato. As perguntas se repetem: quem acessa o dado, como o acesso é segregado, quem assinou o quê, e o que existe de registro. Ter a resposta pronta encurta semanas.
- Quem acessa o quê
- A configuração de visões e permissões responde a pergunta com uma tela, que mostra a regra aplicada perfil a perfil.
- Como o acesso é segregado
- A visão por unidade demonstra o isolamento na prática: é controle implementado, que o auditor confere funcionando.
- Quem assinou e quando
- O relatório de aderência com nome, versão, data e hora sai exportável, pronto para anexar.
- Registro de acesso ao sistema
- O histórico de login por colaborador cobre a pergunta sobre rastreabilidade de acesso.
- Controle de integração
- Token de API com geração, monitoração e revogação, mais o relatório de integrações, respondem a parte técnica do questionário.
- O mesmo pacote serve para o regulador
- A documentação que o cliente pede é a mesma que organiza a resposta em uma fiscalização, então o esforço é feito uma vez.
Onde a SULTS entra e onde o seu programa de privacidade continua

A SULTS cobre a camada interna do programa de privacidade: quem acessa o quê e quem consentiu com o quê, documentado. O restante do programa continua com o encarregado da rede, e a fronteira fica clara antes de contratar, para que cada parte saiba o que entrega.
- A SULTS cobre: controle de acesso
- Visão por unidade, permissão por módulo, menu e tela, histórico de login e autenticação de dois fatores.
- A SULTS cobre: consentimento documentado
- Termo assinado no login, versionamento imutável, segmentação por perfil e unidade e relatório de aderência exportável.
- Fica com o seu programa: mapeamento de dados
- O inventário das operações de tratamento é trabalho do encarregado, com apoio jurídico, e acontece fora da plataforma.
- Fica com o seu programa: relatório de impacto
- O RIPD é documento de avaliação, produzido fora da plataforma, ainda que o registro de acesso ajude a instruí-lo.
- Fica com o seu programa: requisição de titular
- O atendimento a pedido de acesso, correção ou exclusão feito por um cliente da rede acontece pelo canal que a franqueadora define no programa de privacidade. A plataforma contribui com o registro de quem acessou o dado.
- Fica com o seu programa: resposta a incidente
- O fluxo de comunicação de incidente ao regulador é conduzido pela rede. A plataforma contribui com o registro de acesso que instrui a investigação.

Comece pela fronteira entre unidades
De tudo que uma rede precisa resolver em proteção de dados, a segregação entre unidades é a que dá mais retorno por esforço: ela é técnica, é demonstrável em uma tela e é a primeira pergunta de qualquer auditoria. Configure as visões, publique o termo do perfil operacional e acompanhe a aderência por unidade. O resto do programa avança em paralelo, com o encarregado da rede, e a plataforma fornece a evidência pronta, extraída do próprio uso. +1.750 marcas operam na SULTS, com 92 mil unidades.
Perguntas Frequentes
Quem é o controlador dos dados em uma rede de franquias?
Depende de quem decide sobre o tratamento em cada situação, e é comum que franqueadora e franqueado ocupem papéis diferentes conforme o dado. Por isso o contrato de franquia costuma tratar do assunto de forma explícita. Esta é uma definição jurídica de cada rede, e a plataforma entra depois dela, garantindo que o acesso siga o que ficou definido.
Como impedir que uma unidade acesse o dado de outra?
Pela visão do módulo de Segurança. O usuário com visão de unidade enxerga só o registro da própria unidade, e a permissão desce por módulo, menu e tela. É controle implementado no sistema, e é isso que uma auditoria pede para ver funcionando.
E-mail com a política assinada por resposta serve como consentimento?
E-mail comprova o envio da mensagem. Uma política que pede apenas ciência circula pelo módulo de Comunicados, com confirmação de leitura e relatório de quem leu. Consentimento pede o termo em tela de login com assinatura, que registra nome completo, data, hora e a versão aceita, e a pessoa só opera depois de assinar.
Como funciona a assinatura eletrônica do termo?
O termo aparece em tela cheia no login e bloqueia o acesso aos módulos até ser assinado. O registro guarda nome completo, data e hora exatos e a versão aceita, e fica vinculado ao perfil da pessoa de forma permanente.
O que acontece quando a empresa atualiza um termo?
A alteração gera uma nova versão, com data, hora e autor, e todos passam a assinar a nova versão no próximo acesso. A circulação acontece sozinha, e o relatório continua mostrando qual versão cada pessoa aceitou em cada momento.
Dá para ter termos diferentes por perfil?
Sim, e em rede isso é o caso normal. Quem opera assina confidencialidade, quem gerencia assina política de tratamento e terceirizado assina acordo de processamento. O público de cada termo é definido por perfil, cargo e unidade.
O que acontece quando entra um colaborador novo?
No primeiro login, o bloqueio apresenta todos os termos vigentes e ele assina antes de acessar qualquer funcionalidade. Em rede com rotatividade alta, isso resolve a maior fonte de pendência de forma automática, no próprio primeiro acesso.
O relatório serve para auditoria?
Ele é exportável e traz quem assinou cada termo, qual versão, em que data e hora. Junto com o histórico de login e a configuração de visões, forma o conjunto de evidências que costuma ser pedido. Se ele é suficiente para uma auditoria específica é avaliação do jurídico e do encarregado da rede.
A SULTS faz o mapeamento de dados da minha rede?
Não. O inventário das operações de tratamento é trabalho do encarregado, com apoio jurídico, e acontece fora da plataforma. A SULTS entra depois, garantindo que o acesso ao que foi mapeado siga a regra definida.
A plataforma tem portal para atender requisição de titular?
Não. Pedido de acesso, correção ou exclusão feito por um cliente da rede é atendido pelo canal que a franqueadora definir no programa de privacidade. A plataforma contribui com o registro de quem acessou o dado, que instrui a resposta.
A SULTS gerencia incidente de segurança e notificação ao regulador?
Não. O fluxo de comunicação de incidente é conduzido pela rede, com o encarregado. O que a plataforma oferece é o histórico de login e o registro de acesso, que ajudam a instruir a investigação sobre o que foi acessado e por quem.
Por que assinar o termo dentro da própria plataforma?
Porque a distribuição é ilimitada, o termo bloqueia o login até ser assinado e o versionamento é nativo, o que resolve o termo coletivo em escala: milhares de pessoas assinam pelo mesmo custo. O jurídico costuma manter a ferramenta de assinatura para os contratos individuais e usar a plataforma para os termos internos da rede.
Quais são as sanções previstas na LGPD?
A lei prevê advertência, multa, bloqueio e eliminação de dados, além de publicização da infração, com os limites definidos no próprio texto legal. Como os valores e os prazos regulatórios mudam, confirme o cenário atual com o seu jurídico antes de tomar decisão com base nele.
O que muda na LGPD quando a rede é franqueada?
O dado circula entre empresas juridicamente distintas que usam o mesmo sistema e atendem sob a mesma marca. Isso torna a segregação técnica entre unidades mais importante do que em uma empresa de lojas próprias, e torna a padronização dos termos uma questão de escala.
Como controlar acesso de terceirizado?
Pelo mesmo mecanismo: perfil próprio, visão restrita ao que ele precisa e termo de acordo de processamento assinado no login. O histórico de login registra cada acesso, o que responde a pergunta sobre rastreabilidade de prestador.
Como controlar integração e token de API?
O módulo de Segurança faz geração, monitoração e revogação de token, com relatório de integrações em tempo real. Toda integração ativa aparece no relatório, e o administrador revoga no mesmo painel o token que deixou de ser usado, o que mantém o acesso por API sob controle mesmo em rede que cresceu rápido.
Como responder ao questionário de risco de fornecedor de um cliente grande?
As perguntas recorrentes são quem acessa, como o acesso é segregado, quem assinou o quê e que registro existe. A configuração de visões responde as duas primeiras, o relatório de aderência responde a terceira e o histórico de login a quarta. Ter isso pronto costuma encurtar semanas na negociação.
A rede precisa de encarregado de dados?
A designação e a divulgação do encarregado seguem o que a lei determina, e a estrutura varia conforme o porte e o tipo de tratamento. Essa é uma decisão jurídica da rede. A plataforma fornece parte da evidência com que o encarregado trabalha, e a função em si continua com a rede.
Quanto tempo leva para colocar o primeiro termo no ar?
A parte de sistema é rápida: redigir no editor, definir o público por perfil e unidade e publicar. O que costuma determinar o prazo é a revisão jurídica do texto, que acontece antes e independe da plataforma.
Por onde começar em uma rede que vai estruturar isso agora?
Pela segregação entre unidades, que é técnica, demonstrável e a primeira pergunta de qualquer auditoria. Depois publique o termo do perfil operacional, que é o maior público, e acompanhe a aderência por unidade. O programa completo avança em paralelo com o encarregado, e a plataforma fornece a evidência pronta, extraída do próprio uso.
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