Treinamento de franqueados que começa antes da inauguração e continua com a operação

O franqueado novo entra em uma sequência que abre no dia em que o contrato é assinado, e a equipe da unidade recebe o conteúdo do cargo dela assim que é cadastrada. A matriz acompanha a conclusão unidade por unidade, com data, nota e certificado registrados.

Treinamento de franqueados que começa antes da inauguração e continua com a operação

O que muda quando o treinamento é de uma rede franqueada

Em uma rede franqueada, quem precisa aprender é dono do próprio negócio, contrata a própria equipe e responde por resultado, e a franqueadora habilita, comprova e cobra pelo indicador. Em uma empresa de unidades próprias, treinamento é um processo de RH, com hierarquia, folha e a possibilidade de tornar obrigatório. Seis coisas mudam por causa dessa diferença.

O que muda quando o treinamento é de uma rede franqueada
Cada franqueado começa na sua data

Cada franqueado começa na sua data

Uma rede que abre trinta unidades por ano tem trinta onboardings em momentos diferentes. O conteúdo fica disponível no dia em que cada um assina, e o franqueado começa a aprender enquanto a loja ainda está em obra.

A equipe da unidade é do franqueado, o padrão é da marca

A equipe da unidade é do franqueado, o padrão é da marca

A atribuição por cargo da Universidade Corporativa resolve o encontro entre os dois: quem contrata o atendente é o franqueado, quem define como o atendimento acontece é a rede, e a pessoa cadastrada já recebe o conteúdo da função, seja qual for a unidade.

A equipe troca o ano inteiro

A equipe troca o ano inteiro

Em loja, a equipe troca ao longo do ano inteiro. Com o conteúdo sempre disponível e sempre igual, quem entra em março recebe o mesmo que quem entrou em janeiro, no dia em que é cadastrado.

Cumprir fica simples e visível

Cumprir fica simples e visível

A plataforma torna simples cumprir, visível quem está atrasado e comparável entre unidades. Com o franqueado, a obrigação vem do contrato, e esse conjunto costuma mover mais que qualquer bloqueio de tela.

Treinar é obrigação descrita na COF

Treinar é obrigação descrita na COF

A Circular de Oferta de Franquia descreve as obrigações de supervisão, treinamento inicial e contínuo e suporte que a franqueadora assume. Ter o registro de conclusão é o que transforma essa promessa em fato demonstrável.

Treinamento onde a unidade está

Treinamento onde a unidade está

O conteúdo chega à equipe pelo computador da loja ou pelo aplicativo, no turno em que ela está. A rede treina centenas de unidades no lugar em que elas estão, e a próxima contratação começa no dia em que é cadastrada.

Onboarding do franqueado: a sequência que abre com o contrato

O período entre a assinatura e a inauguração é o mais valioso do relacionamento. O franqueado está motivado, tem tempo e ainda não tem operação para tocar. É a janela em que ele aprende de verdade, e a formação de onboarding existe para ocupá-la com conteúdo na ordem certa.

Formação em etapas, com intervalo

A sequência é montada como formação: um curso abre depois do outro, com o intervalo que você configurar. O franqueado recebe na ordem e no ritmo em que consegue absorver.

Ordem obrigatória quando a ordem importa

Se entender o modelo de negócio precisa vir antes de aprender o sistema, a sequência é travada. Onde a ordem é indiferente, ela fica livre e o franqueado escolhe por onde começar.

O que ele precisa saber antes de contratar alguém

Padrão de atendimento, política de preço, indicadores da unidade e uso da plataforma. Quando a equipe é contratada, o franqueado já sabe o que cobrar dela.

Amarrado ao cronograma de abertura

A integração com Implantação coloca a etapa de capacitação no mesmo cronograma de obra, licença e montagem, com prazo e responsável.

Conteúdo curto para quem está ocupado

Vídeos de 3 a 5 minutos, texto e PDF convivem na mesma formação. O franqueado avança no intervalo que tem, pelo aplicativo, e o progresso fica salvo.

Certificado ao fim de cada curso

Personalizável, e serve tanto para o franqueado quanto para o registro da franqueadora de que a capacitação inicial foi cumprida.

O mesmo conteúdo na centésima unidade

O franqueado número 200 recebe exatamente o que o número 3 recebeu: o mesmo material, a mesma prova e o mesmo certificado, gravados uma vez.

O mesmo curso para 10 ou 10.000 pessoas

O mesmo curso atende 10 ou 10.000 pessoas, e o custo é o mesmo. É o que muda a conta de estender o treinamento do dono à equipe inteira da rede.

Painel da Universidade Corporativa da SULTS com os cursos atribuídos ao usuário, a carga horária e o status de conclusão de cada um
O franqueado abre o painel e os cursos dele já estão lá
Aula em vídeo na Universidade Corporativa da SULTS, com os módulos do curso e o progresso de conclusão na lateral
Cada aula concluída avança a barra do módulo, e o próximo capítulo abre em seguida

A equipe da unidade, que troca o tempo todo

A equipe da unidade, que troca o tempo todo

O franqueado é treinado uma vez. A equipe dele é treinada continuamente, porque ela muda. É nessa camada que a diferença entre uma rede padronizada e uma rede irregular costuma se decidir, e é onde a atribuição por cargo trabalha sozinha.

Atribuição no cadastro
O atendente é cadastrado pelo franqueado e já entra com o conteúdo do cargo dele. O treinamento começa no cadastro, feito na própria unidade, e a matriz vê a nova pessoa aparecer no painel.
Conteúdo por cargo
Atendente, gerente e responsável técnico recebem coisas diferentes. Quem é promovido passa a receber o que o novo cargo exige assim que o cargo muda no cadastro.
Recorte por região quando a regra muda
Conteúdo que só vale para um estado ou para algumas unidades é atribuído apenas a quem está lá. Cada pessoa estuda a regra que se aplica ao trabalho dela.
Aula que cabe no turno
O microlearning de 3 a 5 minutos existe para esse cenário. A pessoa assiste entre um atendimento e outro, pelo celular, e continua depois de onde parou.
Push para lembrar do que está pendente
Notificação no aplicativo Android e iOS. Em equipe de loja, o lembrete no celular é o que sustenta a conclusão, porque o celular é o que está na mão durante o turno.
O franqueado enxerga a própria equipe
Ele acompanha quem da unidade dele concluiu e quem está atrasado, direto no painel dele. A cobrança acontece onde ela funciona melhor, que é perto.

Como o conteúdo é montado: módulo, curso e formação

Como o conteúdo é montado: módulo, curso e formação

A estrutura em três níveis é o que permite reaproveitar conteúdo entre programas. Um módulo bem feito sobre atendimento serve à trilha do atendente, à do gerente e à do franqueado, em posições diferentes de cada sequência. A mecânica de montagem e de avaliação está detalhada na página da plataforma LMS; aqui o recorte é o da rede.

Módulo, a unidade que se reaproveita
Agrupa as aulas de um tema e tem prova própria. É também a unidade de reciclagem: quem reprova refaz só aquele módulo.
Curso, o conjunto que gera certificado
Vários módulos em sequência, com prova final. É o que aparece no painel de conclusão e o que a franqueadora usa como marco de capacitação.
Formação, a sequência de longo prazo
Cursos encadeados com ordem e intervalo. É o formato do onboarding do franqueado, da preparação de gerente e de qualquer programa que se estenda por semanas.
Cinco formatos na mesma aula
Vídeo longo, vídeo curto, texto formatado, imagem e PDF. A escolha do formato segue o conteúdo: demonstração em vídeo, procedimento em texto, tabela em PDF.
Vídeo que precisa ser assistido
Com o player integrado ao Vimeo e a visualização obrigatória, a aula só conclui quando o vídeo chega ao fim. A taxa de conclusão passa a medir quem assistiu de fato.
Player com a marca da rede
O branding no player mantém a experiência dentro da identidade da franqueadora, o que importa quando o conteúdo é o principal contato semanal com a unidade.
Troque o módulo, as formações se atualizam
Quando um procedimento muda, você troca o módulo afetado. As formações que o usam passam a entregar a versão nova automaticamente.
Conteúdo que nasce da operação
O item que mais reprova na inspeção de Checklist é o melhor candidato ao próximo módulo. O ciclo fecha dentro da mesma plataforma.

A prova que separa quem concluiu de quem aprendeu

A prova que separa quem concluiu de quem aprendeu

A pergunta que interessa à franqueadora é se a pessoa sabe fazer, e é a avaliação com consequência que responde isso. Prova por módulo, nota mínima e reciclagem automática transformam a taxa de conclusão em um número que mede aprendizado.

Prova por módulo e prova final
Duas camadas. A do módulo verifica o bloco recém-estudado, a final verifica se o conjunto ficou de pé.
Nota mínima e limite de tentativas
A nota define o corte e o limite de tentativas garante que a aprovação venha do estudo. Os dois são configurados prova a prova.
Reprovação obriga a refazer
Reprovou no módulo, refaz o módulo. Reprovou na prova final, refaz o curso completo. A reciclagem é automática, acionada pela própria nota.
Três tipos de questão
Múltipla escolha e verdadeiro ou falso para verificação rápida, dissertativa quando o que importa é o raciocínio.
Certificado personalizável
Emitido na conclusão, com a identidade da rede. Serve ao orgulho de quem fez e ao registro de quem precisa comprovar.
Validade fica no módulo certo
O controle de vencimento e renovação vive em Certificações, integrado nativamente. A trilha ensina e emite, o outro módulo cuida do prazo e avisa quando a renovação se aproxima.

O que a franqueadora enxerga da rede inteira

O que a franqueadora enxerga da rede inteira

Capacitação costuma ser a dimensão que explica as outras. A unidade com trilha atrasada tende a aparecer também no ranking de não conformidade e no de chamados repetidos, e essa correlação é o argumento mais forte que a matriz tem para cobrar treinamento com dado na mão.

Quatro painéis, quatro perguntas
Geral para o volume, alunos para o progresso individual, cursos para a conclusão de cada um e formações para o avanço na sequência.
Conclusão por unidade
O percentual de cada unidade lado a lado, que é o corte que transforma número agregado em conversa com o franqueado certo.
Atrasados identificados
A plataforma aponta quem está fora do prazo, por nome e por unidade. A cobrança vira exceção tratada.
Comparativo entre equipes e regiões
Quando uma região inteira fica para trás, o comparativo mostra isso, e a correção costuma estar no material, no calendário ou na consultoria daquela região.
Ranking visível
Conclusão e nota comparadas entre pessoas e entre equipes, com barra de progresso e percentual. Em rede, a comparação visível entre unidades é o que move a equipe.
Aprovação na primeira tentativa
Conclusão alta com aprovação baixa é sinal de conteúdo que precisa ser refeito. É o indicador que corrige o programa.
Evidência para exigência normativa
Registro de acesso, progresso, nota e certificado com data e hora, exportável, para quando o treinamento é exigência de norma, como a NR-1.
Exportação e API
Os dados saem para planilha, e a API sincroniza colaboradores, automatiza a atribuição e exporta conclusão para sistemas como SAP, Oracle e os principais ERPs do mercado.

Treinamento amarrado ao resto da operação

Treinamento amarrado ao resto da operação

O que muda o resultado da rede é o conteúdo entrar no fluxo em que o trabalho já acontece. Por isso estar na mesma plataforma dos outros módulos importa mais aqui do que em qualquer outra área: a inspeção, o chamado e o comunicado alimentam a trilha, e a trilha devolve contexto para eles.

Da não conformidade ao módulo, e de volta
O item que reprova repetidamente na inspeção de Checklist aponta o que precisa ser ensinado, e a conclusão por unidade chega ao consultor antes da próxima visita.
Do chamado recorrente à aula
Quando o mesmo assunto lidera a fila de Chamados em várias unidades, ele vira o próximo módulo curto, e a fila diminui na origem.
Do aviso ao aprendizado
Mudança de procedimento sai como Comunicado com confirmação de leitura e, quando exige saber executar, vira também um módulo curto. Um informa, o outro ensina.
Da abertura ao cronograma
A capacitação da nova unidade entra no cronograma de Implantação, com prazo e responsável, como qualquer outra etapa da abertura.
Do certificado ao controle de prazo
O que tem validade segue para Certificações, que cuida do vencimento e da renovação.
Da capacitação ao termo
Quando o conteúdo envolve tratamento de dado pessoal, o termo correspondente é assinado em LGPD, com registro de quem assinou qual versão.
Comece pelo cargo mais numeroso da rede

Comece pelo cargo mais numeroso da rede

O retorno aparece antes quando você começa pelo cargo que a rede mais contrata, quase sempre o atendente ou o vendedor de loja. Grave uma vez o que hoje é explicado em toda contratação, transforme em curso com prova e atribua ao cargo. Só isso já devolve as horas de quem explica e garante que a centésima unidade receba o mesmo que a primeira. O programa completo do franqueado entra depois, com o método já validado. +1.750 marcas operam na SULTS, com 92 mil unidades e 600 mil usuários.

Perguntas Frequentes

Como treinar franqueados que estão em cidades diferentes?

Pela plataforma, com o conteúdo disponível no momento em que cada um precisa dele. O franqueado acessa pelo computador ou pelo aplicativo, avança no ritmo dele e a matriz acompanha a conclusão de cada unidade no painel. É o que permite treinar a unidade 200 com a mesma qualidade da unidade 3, em qualquer cidade.

Quando o treinamento do franqueado deve começar?

Na assinatura do contrato. O intervalo entre assinar e abrir é a janela em que ele tem tempo e ainda não tem operação para tocar, e é quando ele aprende melhor. Uma formação com etapas e intervalo configurado ocupa esse período com conteúdo na ordem certa.

Como funciona o onboarding de um franqueado novo?

Ele é cadastrado e recebe automaticamente a formação do perfil dele, que é uma sequência de cursos com ordem e intervalo definidos. O curso seguinte abre depois do intervalo que a rede configurou, por exemplo alguns dias após a conclusão do anterior, para dar tempo de aplicar antes de aprender a próxima coisa.

A franqueadora pode obrigar o franqueado a fazer o treinamento?

A obrigação vem do contrato e da Circular de Oferta de Franquia, que descreve as obrigações de supervisão, treinamento inicial e contínuo e suporte assumidas pela franqueadora. A plataforma não bloqueia o sistema até a conclusão, e essa é uma escolha: com dono de negócio independente, tornar simples cumprir e visível quem está atrasado costuma funcionar melhor que travar acesso. Como se estrutura essa exigência no contrato é decisão jurídica de cada rede.

Como treinar a equipe da unidade se ela é contratada pelo franqueado?

Pela atribuição por cargo. O franqueado cadastra o colaborador e o conteúdo da função é atribuído sozinho, no mesmo dia. O padrão continua sendo da rede, e o vínculo empregatício continua sendo do franqueado.

Como lidar com a rotatividade da equipe de loja?

Com conteúdo sempre disponível. Quem entra hoje começa hoje, com a mesma trilha de quem entrou há seis meses. A rotatividade vira um número no painel: quantas pessoas novas estão em capacitação neste momento e em quais unidades.

Como agir quando o franqueado atrasa o treinamento?

Primeiro entendendo por quê, porque quase sempre é falta de tempo. Formação em etapas curtas, com intervalo, resolve boa parte dos atrasos por si só. Para o que sobra, o painel mostra nominalmente quem está parado e há quanto tempo, e a conversa passa a ser da consultoria de campo, com dado na mão.

O franqueado consegue acompanhar a própria equipe?

Sim, e é isso que faz a cobrança funcionar. Ele vê quem da unidade dele concluiu, quem está em andamento e quem está atrasado, direto no painel dele. A cobrança acontece onde ela é mais eficaz, que é perto da pessoa, e a franqueadora fica com a visão da rede.

Como treinar um multifranqueado, que opera várias unidades?

As pessoas são vinculadas às unidades em que trabalham, e a segmentação por unidade e por região atribui o conteúdo a partir disso. Para o operador de várias lojas, o valor está em comparar: quando uma unidade dele tem conclusão alta e outra baixa com o mesmo conteúdo, a diferença está na gestão local, e o dado mostra isso com clareza.

Como garantir que a unidade 200 receba o mesmo que a unidade 3 recebeu?

Guardando o conteúdo em um lugar só. O curso gravado com prova entrega exatamente a mesma coisa na primeira e na centésima unidade, e quando o padrão muda você atualiza o módulo e as formações que o usam passam a entregar a versão nova.

A rede já tem material em PDF e vídeo. Dá para aproveitar?

Sim, e é por onde a maioria começa. Aulas aceitam vídeo, texto formatado, imagem e PDF, e o vídeo pode vir do Vimeo com a marca da rede no player. O trabalho de estruturação está em quebrar o material em módulos e escrever as provas. Formato empacotado em SCORM não é aceito, então acervo produzido nesse padrão precisa entrar na conversa antes da decisão.

Dá para registrar a convenção e a imersão presencial?

Não dentro do módulo. Ele trata do conteúdo online e do registro de conclusão dele. Convenção, imersão e treinamento de campo continuam sendo controlados fora da plataforma. O que costuma fazer sentido é o inverso: gravar o conteúdo que hoje só existe na convenção e deixá-lo disponível o ano inteiro, para quem entrou depois do evento.

O registro de treinamento serve na renovação de contrato do franqueado?

Ele entrega o histórico documentado: o que foi disponibilizado, quem concluiu, quando e com que nota. Isso é diferente de decidir a renovação, que é conversa contratual e jurídica de cada rede. O que muda é a base da conversa, que passa a ser o histórico registrado de como aquele franqueado se envolveu ao longo do contrato.

Como medir se o treinamento está funcionando na rede?

Por quatro números juntos, sempre com corte por unidade: conclusão, tempo médio até concluir, aprovação na primeira tentativa e volume de atrasados. Os dois primeiros dizem se a rede está fazendo, o terceiro diz se o conteúdo está bom e o quarto aponta onde cobrar. O corte por unidade é o que faz aparecer a unidade que ainda está em zero.

Como o treinamento se conecta com a consultoria de campo?

Nos dois sentidos. A inspeção aponta o que a unidade não sabe fazer, e aquilo vira conteúdo. E a conclusão da trilha vira contexto para a próxima visita: o consultor chega sabendo se a equipe daquela loja está capacitada ou se está executando errado por falta de treinamento, que são problemas com soluções diferentes.

De onde tirar o conteúdo dos próximos cursos?

Da própria operação. O item que mais reprova nas inspeções de Checklist e o assunto que mais gera Chamado apontam exatamente o que a rede não sabe fazer. É a fonte de pauta mais confiável que existe, e ela já está no sistema.

Quem produz o conteúdo, a franqueadora ou a SULTS?

A franqueadora. A plataforma hospeda, organiza, distribui, avalia e mede, e não vem com biblioteca de cursos prontos. Isso é proposital: o que diferencia uma rede é justamente o conteúdo dela, e é esse conteúdo que ensina a operar aquela marca.

Quanto custa estender o treinamento para a equipe inteira da rede?

O mesmo curso atende de dezenas a milhares de pessoas pelo mesmo valor; as condições estão em Planos. É o que torna viável treinar a equipe de loja inteira, além dos franqueados, que costuma ser onde está o ganho real de padronização.

O treinamento do franqueado e o da equipe devem ficar na mesma plataforma?

Sim. São públicos diferentes com conteúdos diferentes, mas o padrão é o mesmo e o painel precisa somar. Com o treinamento do dono e o da equipe na mesma plataforma, a franqueadora enxerga a visão que interessa, que é se aquela unidade inteira está apta.

Por onde começar em uma rede que hoje treina só na convenção?

Pelo cargo que a rede mais contrata, normalmente atendente ou vendedor de loja. Grave uma vez o que hoje é explicado em toda contratação, transforme em curso com prova e atribua ao cargo. O retorno aparece rápido porque o conteúdo se repete muito, e a convenção vira o encontro que aprofunda o que a rede já estudou durante o ano.

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