Modelo de plano de manutenção preventiva: 50 atividades com frequência e responsável
Climatização, refrigeração, elétrica, hidráulica, incêndio, fachada, cozinha ou produção, TI e gerador: cada atividade com a frequência de referência, quem executa e o que prova que foi feita. Copie o plano inteiro ou só as famílias que existem na sua unidade e aplique em uma ou em duzentas.

Utilizado por mais de 1.750 marcas






Como este plano de manutenção preventiva está organizado
Um plano de manutenção preventiva responde quatro perguntas por equipamento: o que fazer, de quanto em quanto tempo, quem faz e como provar que foi feito. As 50 atividades estão em nove famílias de equipamento de uma unidade típica, cada uma com a frequência de referência, o responsável e a evidência ao lado.

Equipamento e atividade na mesma linha
Cada linha manda fazer alguma coisa em um tipo de equipamento: limpar os condensadores, trocar o elemento filtrante, medir a corrente do compressor. O estado conferido na visita, do tipo refrigeração em ordem, é do checklist e não do plano.
Frequência de referência, que a empresa ajusta
Mensal, Trimestral, Semestral e Anual são o ponto de partida. O manual do fabricante, a norma aplicável ao caso, a intensidade de uso e o histórico de falhas de cada unidade pesam mais do que qualquer modelo pronto.
Responsável por papel, não por nome
Equipe da unidade, gerente da unidade, técnico de manutenção, empresa contratada, responsável técnico e equipe de TI. O nome de quem executa sai da escala de cada unidade, e o plano continua valendo quando a escala muda.
Evidência que prova a execução
Foto, leitura em número, relatório do prestador, laudo ou certificado. Cada atividade traz a evidência que a fecha, porque atividade sem evidência não conta como feita.
Etiquetas Terceiro e Crítico
Terceiro marca o que depende de empresa contratada ou de responsável técnico habilitado. Crítico marca o que, atrasado, põe pessoas, produto ou a continuidade da unidade em risco. São 14 atividades de terceiro e 11 críticas.
Por unidade e por tipo de equipamento
O plano é da unidade e do tipo de equipamento: a SULTS não tem cadastro de ativos, e a inspeção é vinculada à unidade, e não a um ativo cadastrado. A execução de cada atividade é o checklist de manutenção.
O plano de manutenção preventiva, atividade por atividade
Numeração contínua de 1 a 50, em nove famílias de equipamento. Copie tudo pelo botão ou vá direto à família que existe na sua unidade. Ao lado de cada atividade estão o que fazer, o responsável e a evidência; a etiqueta traz a frequência e marca o que é feito por terceiro e o que é crítico. As frequências são de referência: quem define é a empresa, com o fabricante, a norma aplicável e o responsável técnico; a plataforma registra, cobra e mostra.
1Climatização e ventilação6 itens
Ar-condicionado, ventilação e renovação de ar da área de clientes e de equipe. Seis atividades. Onde a unidade tem PMOC, as frequências e o responsável técnico são os dele. O que se confere na visita está na rotina mensal de manutenção preventiva.
- 1Limpar ou trocar os filtros de ar de cada aparelhoMensalFiltro lavado e seco ou substituído conforme o fabricante, encaixado sem folga. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto do filtro antes e depois, com a data.
- 2Limpar a bandeja e desobstruir o dreno das evaporadorasMensalBandeja sem lodo e água escoando até o ponto de descarte, sem gotejamento no ambiente. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto da bandeja limpa.
- 3Limpar as serpentinas da evaporadora e da condensadoraTrimestral · TerceiroAletas limpas e desamassadas, sem obstrução na entrada e na saída de ar da condensadora. Responsável: empresa contratada. Evidência: relatório do prestador com fotos.
- 4Medir temperatura de insuflamento e corrente do compressorTrimestral · TerceiroValores registrados em número por aparelho e comparados com a faixa do fabricante e com a medição anterior. Responsável: empresa contratada. Evidência: leituras anotadas no relatório.
- 5Revisar fixação, suportes e isolamento das tubulaçõesSemestralCondensadora firme no suporte, sem corrosão, isolamento térmico íntegro, sem vibração anormal. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto da condensadora e da tubulação.
- 6Revisão geral e higienização do sistema com o responsável técnicoAnual · TerceiroLimpeza completa, verificação de gás e componentes, atualização do registro do sistema, conforme a norma aplicável e o plano do responsável técnico. Responsável: empresa contratada. Evidência: laudo ou relatório assinado.
2Refrigeração, balcões e câmaras frias6 itens
Freezers, geladeiras, balcões refrigerados e câmaras. Seis atividades. A leitura diária de temperatura é da rotina de abertura, não deste plano.
- 7Limpar os condensadores de balcões, freezers e câmarasMensalCondensador sem poeira nem gordura, ventilador girando livre, área de ventilação desobstruída. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto depois da limpeza.
- 8Conferir borrachas de vedação, dobradiças e fechamento das portasMensalBorracha sem rasgo e vedando em todo o contorno, porta fechando sozinha, sem gelo acumulado na moldura. Responsável: equipe da unidade. Evidência: foto de borracha trocada quando houver troca.
- 9Verificar degelo, dreno e acúmulo de gelo no evaporadorMensalDegelo acontecendo no ciclo programado, dreno livre, evaporador sem bloco de gelo. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto do evaporador.
- 10Aferir termômetros e registradores contra um termômetro de referênciaTrimestral · CríticoDiferença entre o termômetro do equipamento e o de referência anotada; fora da tolerância definida pela empresa, o instrumento é ajustado ou trocado. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: as duas leituras em número.
- 11Testar alarme de temperatura e abertura interna da câmara friaTrimestral · CríticoAlarme soando e avisando quem deve ser avisado; porta abrindo por dentro, luz interna funcionando. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: registro do teste com data e hora.
- 12Revisar compressor, carga de gás e pressões de trabalhoSemestral · TerceiroPressões e corrente dentro da faixa do fabricante, sem vazamento, ruído ou superaquecimento. Responsável: empresa contratada. Evidência: relatório do prestador com as leituras.
3Elétrica, quadros e iluminação de emergência6 itens
Quadros de distribuição, tomadas, proteção e iluminação de emergência. Seis atividades, duas delas críticas.
- 13Inspecionar os quadros elétricos por sinais de aquecimentoMensal · CríticoSem cheiro de queimado, sem marca escura, sem disjuntor desarmando com frequência; quadro fechado e identificado. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto do quadro aberto.
- 14Testar a iluminação de emergência e a sinalização de saídaMensal · CríticoLuminárias acendendo com a energia cortada pelo tempo definido, placas de saída visíveis, conforme a norma aplicável. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: registro do teste por ponto.
- 15Conferir tomadas, plugues e extensões nas áreas de operaçãoMensalTomada sem folga nem marca escura, sem extensão improvisada fixa, plugue sem emenda. Responsável: equipe da unidade. Evidência: foto do ponto corrigido.
- 16Testar disjuntores e dispositivos de proteção diferencialSemestralBotão de teste do dispositivo diferencial desarmando, disjuntores identificados e compatíveis com o circuito. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: registro do teste por circuito.
- 17Reapertar conexões e medir aquecimento nos quadrosAnual · TerceiroConexões reapertadas com o quadro desligado, aquecimento medido por equipamento adequado, pontos quentes corrigidos. Responsável: empresa contratada. Evidência: relatório com as medições.
- 18Verificar aterramento e proteção contra descargas, quando existiremAnual · TerceiroMedições e laudo conforme a norma aplicável, emitidos por profissional habilitado. Responsável: responsável técnico. Evidência: laudo com a validade anotada.
4Hidráulica, esgoto e água5 itens
Pontos de consumo, esgoto, caixas, bombas e reservatórios. Cinco atividades.
- 19Procurar vazamentos em torneiras, descargas, sifões e registrosMensalNenhum ponto pingando ou escorrendo, registro abrindo e fechando, sem mancha de umidade embaixo das pias. Responsável: equipe da unidade. Evidência: foto de cada vazamento encontrado e do reparo.
- 20Limpar ralos, caixas de gordura e caixas de inspeçãoMensalRalo escoando, caixa de gordura sem transbordo nem odor, tampa íntegra e vedada. Responsável: empresa contratada ou equipe treinada. Evidência: foto da caixa depois da limpeza.
- 21Testar bombas de recalque, boias e automáticosTrimestralBomba ligando e desligando no nível certo, sem ruído, com a bomba reserva testada. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: registro do teste.
- 22Trocar os elementos filtrantes de filtros e purificadores de águaTrimestralElemento trocado conforme o fabricante, com a data escrita no próprio filtro. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto da etiqueta com a data.
- 23Limpar e desinfetar os reservatórios de águaSemestral · TerceiroReservatório limpo, tampado e vedado, na frequência da norma aplicável e da vigilância sanitária local. Responsável: empresa contratada. Evidência: certificado do serviço com a data.
5Combate a incêndio e rotas de fuga6 itens
Extintores, hidrantes, alarme e saídas. Seis atividades; os prazos de recarga, teste e vistoria seguem a norma aplicável e a regra local.
- 24Inspecionar extintores: lacre, manômetro, sinalização e acessoMensal · CríticoLacre inteiro, ponteiro na faixa de operação, etiqueta de recarga no prazo, sinalização visível e acesso livre. Responsável: equipe da unidade. Evidência: foto de cada extintor.
- 25Manter rotas de fuga, portas de emergência e barras antipânico livresMensal · CríticoCorredores e portas desobstruídos, barra antipânico abrindo, porta de emergência fechando sozinha quando houver. Responsável: gerente da unidade. Evidência: foto da rota.
- 26Testar alarme de incêndio e detectores de fumaçaTrimestral · TerceiroCentral sem falha, acionadores e detectores testados por amostragem, sirene audível no salão. Responsável: empresa contratada. Evidência: relatório do teste.
- 27Conferir hidrantes, mangueiras e esguichos nos abrigosTrimestralAbrigo desobstruído e sinalizado, mangueira acondicionada, esguicho e chave presentes. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto do abrigo aberto.
- 28Recarregar e revisar extintores e mangueiras com empresa habilitadaAnual · TerceiroServiço no prazo da norma aplicável e da etiqueta de cada equipamento; o anual deste plano é referência de controle. Responsável: empresa contratada. Evidência: etiqueta nova e nota do serviço.
- 29Manter a vistoria do corpo de bombeiros e os laudos dentro da validadeAnual · CríticoValidade da licença e dos laudos anotada, renovação iniciada com antecedência definida pela empresa. Responsável: responsável técnico. Evidência: cópia do documento vigente.
6Portas, fachada e cobertura5 itens
Acessos, comunicação externa, fachada e telhado. Cinco atividades.
- 30Regular porta automática, sensores e fechadurasMensalPorta abrindo e fechando sem tranco, sensor detectando de ponta a ponta, fechadura sem folga. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: registro do teste.
- 31Lubrificar portas de enrolar, molas, trilhos e cadeadosTrimestralPorta subindo e descendo sem esforço nem ruído, mola sem corrosão, trava firme. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto da porta aberta e fechada.
- 32Revisar letreiro e iluminação de fachadaTrimestral · TerceiroTodas as letras acesas, fixação firme, fiação protegida, reator ou fonte sem aquecimento. Responsável: empresa contratada. Evidência: foto noturna da fachada.
- 33Inspecionar fachada, marquise, toldo e revestimentosSemestral · CríticoNenhuma peça solta, trincada ou com infiltração acima da circulação de pessoas. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: fotos da fachada inteira.
- 34Limpar calhas, rufos e ralos da coberturaSemestral · TerceiroCalha sem folha ou lixo, telha sem quebra, antes do período de chuva da região. Responsável: empresa contratada. Evidência: foto da calha limpa.
7Equipamentos de cozinha ou de produção6 itens
Fornos, fritadeiras, chapas, gás, exaustão, máquinas de preparo e de produção, balanças. Seis atividades. Troque pelos equipamentos da sua operação: é o grupo que mais muda entre segmentos.
- 35Limpar os filtros da coifa e conferir a exaustãoMensalFiltros sem gordura acumulada, exaustor puxando, dutos limpos na frequência da norma aplicável pela empresa contratada. Responsável: equipe da unidade. Evidência: foto do filtro limpo.
- 36Testar mangueiras, registros e reguladores de gás contra vazamentoMensal · CríticoMangueira dentro da validade gravada, sem ressecamento, teste de vazamento sem bolha, registro fechando. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: foto da validade e registro do teste.
- 37Conferir proteções, botões de emergência e travas das máquinasMensal · CríticoProteção no lugar, botão de emergência parando a máquina, trava impedindo o funcionamento com a tampa aberta. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: registro do teste por máquina.
- 38Revisar termostatos, resistências e queimadoresTrimestralTemperatura real conferida com termômetro contra a do painel, chama azul e estável, resistência sem dano. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: leituras em número.
- 39Lubrificar e revisar as máquinas conforme o manual do fabricanteSemestral · TerceiroPontos de lubrificação, correias, rolamentos e peças de desgaste no roteiro do fabricante. Responsável: empresa contratada ou técnico interno. Evidência: relatório com as peças trocadas.
- 40Calibrar balanças e instrumentos de mediçãoAnual · TerceiroCalibração conforme o fabricante e a norma aplicável quando o instrumento é de uso comercial ou de controle de qualidade. Responsável: empresa contratada. Evidência: certificado com a validade.
8TI, PDV e segurança eletrônica5 itens
Caixas, impressoras, rede, nobreak, câmeras e alarme de intrusão. Cinco atividades, parte delas feita à distância pela TI.
- 41Testar PDVs, impressoras de cupom, leitores e maquininhasMensalVenda de teste completa em cada caixa, impressão legível, leitor lendo, maquininha comunicando. Responsável: gerente da unidade. Evidência: registro por caixa.
- 42Conferir backup e atualizações dos sistemas da unidadeMensalÚltimo backup concluído e restaurável, atualizações pendentes aplicadas na janela definida. Responsável: equipe de TI. Evidência: registro do backup com a data.
- 43Verificar câmeras, gravação e alarme de intrusãoMensalTodas as câmeras com imagem, gravação cobrindo o período definido, sensores e sirene do alarme testados. Responsável: gerente da unidade. Evidência: captura de tela do gravador.
- 44Limpar rack, conferir cabos e ventilação do equipamento de redeTrimestralRack sem poeira, cabos identificados e presos, ventilação livre, sem luz de falha. Responsável: equipe de TI ou técnico local. Evidência: foto do rack.
- 45Testar a autonomia dos nobreaks dos caixas e do rackTrimestralCom a energia cortada, o nobreak segura os equipamentos pelo tempo definido pela empresa; bateria trocada conforme o fabricante. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: tempo medido em minutos.
9Gerador e energia de contingência5 itens
Só para unidades que têm gerador. Cinco atividades, na frequência do fabricante quando ela for menor.
- 46Dar partida de teste no gerador e deixar funcionarMensalPartida sem falha, funcionamento pelo tempo definido, sem alarme no painel; com carga quando o fabricante indicar. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: horímetro antes e depois.
- 47Conferir combustível, óleo, líquido de arrefecimento e vazamentosMensalNíveis dentro da faixa, tanque com a autonomia definida pela empresa, piso sem mancha de óleo. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: leituras em número.
- 48Verificar bateria de partida, carregador e terminaisTrimestralTensão da bateria registrada, terminais sem oxidação, carregador ligado. Responsável: técnico de manutenção. Evidência: leitura de tensão.
- 49Trocar óleo e filtros e fazer a revisão do fabricanteSemestral · TerceiroPor tempo ou por horas de funcionamento, o que vier primeiro, conforme o fabricante. Responsável: empresa contratada. Evidência: relatório com o horímetro.
- 50Simular queda de energia e testar a transferência automáticaSemestral · CríticoGerador assumindo as cargas previstas no tempo definido e devolvendo à rede sem desligar a operação. Responsável: empresa contratada. Evidência: relatório do teste com os tempos.
Como aplicar este plano no SULTS
O plano diz o que fazer em cada equipamento. Na plataforma, cada frequência vira um roteiro que aparece para a unidade certa na data certa, é aplicado no próprio equipamento com foto e leitura em número, e o que falha sai da aplicação com responsável e prazo.
Um roteiro por frequência
No módulo Checklist, as 21 atividades mensais formam um roteiro, as trimestrais formam outro, e assim por diante. O padrão de cada atividade vai no campo de orientação, visível para quem responde, e o roteiro é reaproveitável em todas as unidades que têm aquele equipamento.
O cronograma que dispara sozinho
O agendamento recorrente coloca o roteiro na frequência definida, diária, semanal ou mensal, ou em uma aplicação única. O trimestral, o semestral e o anual entram como aplicação única agendada em cada data do cronograma de manutenção preventiva, ou como tarefa em múltiplas datas personalizadas no módulo Tarefas.
Aplicado no equipamento, com foto e leitura
Pelo aplicativo de checklist, no celular ou tablet, com foto, comentário, leitura numérica e localização, e assinatura no fim. Pressão, temperatura, horímetro e nível entram como número, com histórico por aplicação para comparar com a medição anterior.
O crítico que zera a avaliação
As 11 atividades com etiqueta Crítico entram como questão crítica, o item cuja reprovação zera a pontuação da avaliação inteira. É o que impede que um extintor sem lacre ou um botão de emergência inoperante fique diluído em uma inspeção com nota alta no resto.
O que falha vira plano de ação ou chamado
O item reprovado gera um plano de ação 5W2H com responsável e prazo, e quando o problema exige atendimento de outra área, ele vira chamado com prazo acordado. Quem executou anexa a foto do que foi feito, e quem inspecionou valida ou devolve com o motivo registrado.
Painel de cumprimento por unidade
O painel mostra quais unidades aplicaram a inspeção do período e quais estão em falta. O serviço do prestador é conferido com o roteiro de verificação depois da manutenção, com nota comparável, e o manual do equipamento fica no Disco Virtual, ao alcance de quem está com o celular na mão.


Antes de aplicar: seis decisões que ficam com a empresa
O modelo é o começo. Frequência, executor, critério de criticidade e evidência aceita são decisões da empresa, tomadas com o fabricante e o responsável técnico. A plataforma registra o que foi decidido, cobra na data e mostra quem cumpriu.
Quais famílias existem em cada unidade
Uma unidade sem gerador ou sem câmara fria marca a família como não se aplica e o formato do plano não muda. Em uma rede com mais de 200 unidades, é essa marcação que permite publicar um plano só e ainda assim cobrar o que existe em cada endereço.
A frequência de cada atividade
As frequências são de referência: quem define é a empresa, com o manual do fabricante, a norma aplicável ao caso, a intensidade de uso e o histórico de falhas. O modelo entrega o ponto de partida e a ordem de grandeza, não o prazo legal de nenhuma atividade.
O que é interno e o que é de terceiro
O contrato do prestador precisa listar as atividades marcadas como Terceiro e a evidência que ele entrega em cada visita. O checklist de manutenção confere o serviço executado com o mesmo roteiro, com nota comparável entre prestadores.
O que é crítico na sua operação
As 11 atividades críticas do modelo são ponto de partida. Risco a pessoas, risco ao produto e risco à continuidade da unidade são os três critérios que decidem as demais, e a lista muda entre uma cozinha, uma sala de servidores e uma área de produção.
Qual evidência vale
Foto, leitura em número, relatório do prestador, laudo ou certificado com validade.
Quando revisar o plano
Uma vez por ano e sempre que um equipamento reincide. A reincidência sai da ordem de serviço: quantas OS o mesmo equipamento gerou em 30 e em 90 dias é o número que decide entre manutenção preventiva, troca de fornecedor e troca do equipamento.
O mesmo plano de manutenção preventiva no papel, na planilha e na plataforma
As 50 atividades são iguais nos três. O que muda é quem lembra a data, como se prova a execução e o que acontece com a falha.
| Funcionalidade | SULTS | Papel ou PDF impresso | Planilha |
|---|---|---|---|
| Quem lembra a data | O agendamento coloca o roteiro na agenda de quem aplica | O quadro na parede | Alguém filtra a planilha |
| Execução | Pelo aplicativo, no equipamento | À mão, na folha | Digitada depois |
| Evidência | Foto, data, hora e localização por atividade | Visto ou assinatura | Célula marcada |
| Leitura de temperatura, pressão, tensão | Número registrado, com histórico por aplicação | Anotação | Coluna de valor |
| Atividade crítica atrasada ou reprovada | Zera a avaliação e aparece no painel | Depende de quem lê | Formatação condicional |
| Falha encontrada | Plano de ação 5W2H com responsável e prazo | Anotação na margem | Coluna de observação |
| Serviço do prestador | Conferido com roteiro e nota comparável | Nota fiscal na pasta | Linha marcada como feito |
| Cumprimento por unidade | Painel de quem aplicou e de quem está em falta | Não há | Tabela dinâmica |
| Mudança no plano | Versão nova aplicada em todas as unidades na próxima ocorrência | Reimprimir | Reenviar o arquivo |
| Rede com 200 unidades | O mesmo plano publicado para todas | 200 quadros | 200 arquivos |
No papel, o plano é uma tabela na parede da sala de manutenção. Na planilha de controle de manutenção, é uma aba que alguém atualiza depois, quando lembra. Na plataforma, são roteiros agendados que aparecem para a unidade na data, com foto, leitura em número e plano de ação, lidos por unidade no mesmo dia.
Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS
Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.
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Cases de sucesso
Resultados reais de quem usa SULTS
Veja como empresas de diferentes segmentos transformaram sua operação

Jales Marinho
Diretor Geral do Grupo Lago Franquias"O SULTS para a gente é o sistema operacional da franqueadora."

Francielle Faria
Sócia-fundadora da American Cookies"Eu resumo a parceria com a SULTS em simplicidade, eficiência e organização dos meus processos."

Anibal Martins
Diretor Geral de Franquias da Lugano"O SULTS se tornou uma aliada importante na forma como organizamos nossa gestão e a comunicação da rede."
Perguntas Frequentes
O que é um plano de manutenção preventiva?
É a lista do que fazer em cada equipamento antes que ele falhe, com a frequência de cada atividade, o responsável por ela e a evidência que prova a execução. Ele existe para evitar a parada, não para consertá-la depois. O conceito está no artigo sobre manutenção preventiva, e no SULTS cada frequência do plano vira um roteiro agendado.
Qual a diferença entre plano de manutenção preventiva e checklist de manutenção?
O plano diz o que fazer e de quanto em quanto tempo: limpar o condensador, trocar o filtro, medir a corrente. O checklist confere, no dia da visita, se foi feito e em que estado o equipamento está. São documentos diferentes e complementares: o checklist de manutenção é como o plano é executado dentro do SULTS.
Qual a diferença entre plano, cronograma e planilha de manutenção preventiva?
Plano é o conteúdo: equipamento, atividade, frequência, responsável e evidência. Cronograma de manutenção preventiva é esse plano distribuído no calendário, mês a mês. Planilha de controle de manutenção é um dos formatos em que o plano e o cronograma podem morar. No SULTS, o plano vira roteiro, o cronograma vira agendamento e o controle vira painel por unidade.
Como definir a frequência de cada atividade do plano?
Pelo manual do fabricante, pela norma aplicável ao seu caso, pela intensidade de uso do equipamento e pelo histórico de falhas da unidade. As etiquetas Mensal, Trimestral, Semestral e Anual deste modelo são referência, e não prazo legal. No SULTS, a frequência definida vira agendamento recorrente, diária, semanal ou mensal, ou uma aplicação única na data escolhida.
Quem deve executar cada atividade do plano?
O plano atribui papéis, não nomes: equipe da unidade no que é simples e frequente, técnico de manutenção no que é técnico e rotineiro, empresa contratada no que exige ferramenta ou habilitação, responsável técnico no que exige laudo. A SULTS não fornece técnico nem empresa de manutenção; ela registra quem ficou com cada atividade e cobra na data.
Como montar um cronograma de manutenção preventiva a partir do plano?
Espalhe as trimestrais, semestrais e anuais pelos meses do ano para não concentrar visitas de prestador no mesmo período, e deixe as mensais fixas. É o que faz do plano um modelo de cronograma de manutenção preventiva em 12 colunas. No SULTS, cada data vira aplicação única agendada ou tarefa em múltiplas datas personalizadas.
Existe o plano de manutenção preventiva em Excel para baixar?
Não há arquivo nesta página, e por escolha: o botão no topo do modelo copia as 50 atividades com o padrão de cada uma, prontas para colar na planilha, no documento ou no sistema que a empresa já usa. O modelo é de autoria própria da SULTS e o uso é livre, inclusive dentro de outra ferramenta.
Quais atividades do plano devem ser marcadas como críticas?
As que, atrasadas ou reprovadas, põem pessoas, produto ou a continuidade da unidade em risco. As 11 críticas deste modelo servem de exemplo: quadro elétrico aquecendo, rota de fuga obstruída, gás vazando, botão de emergência inoperante. No SULTS elas entram como questão crítica, o item cuja reprovação zera a pontuação da avaliação inteira.
Quais atividades costumam ficar com empresa contratada?
As 14 marcadas como Terceiro: serpentina de climatização, carga de gás da refrigeração, medição de aquecimento nos quadros, alarme de incêndio, limpeza de reservatório, calibração de instrumento e revisão do gerador. O prestador entrega a evidência combinada e a unidade confere o serviço com o roteiro de verificação depois da manutenção, dentro do SULTS.
Como o plano se relaciona com o PMOC do ar-condicionado?
Onde a unidade tem PMOC, a família de climatização segue as atividades, as frequências e o responsável técnico definidos nele, e o plano apenas reserva o espaço dessa família. A rotina do PMOC de ar-condicionado aplicada unidade a unidade, com foto por equipamento, é um roteiro próprio no SULTS.
Como adaptar o plano para restaurante, loja, clínica ou indústria?
As outras oito famílias mudam pouco entre segmentos. O que muda de verdade é o grupo 7: forno e coifa em alimentação, ar comprimido e prensa em produção, autoclave e gases medicinais em saúde. Troque esse grupo pelos equipamentos da sua operação e aproveite o checklist para indústria e os modelos de checklist prontos do SULTS.
Qual a diferença entre este plano e um plano de manutenção predial?
O predial cobre a edificação inteira e os sistemas do prédio, inclusive áreas comuns, estrutura e instalações que não são de uma operação específica. Este cobre os equipamentos de uma unidade de operação, e os grupos de elétrica, hidráulica, incêndio e fachada encostam no predial. O fluxo em rede está em manutenção predial no SULTS.
Como aplicar o mesmo plano em unidades com equipamentos diferentes?
Publique um plano só para a rede e marque como não se aplica a família que a unidade não tem. Assim a comparação entre unidades continua valendo e ninguém mantém 200 versões do mesmo documento. No SULTS, o mesmo roteiro é publicado para todas, e quando o procedimento muda, todas passam a aplicar a versão nova na próxima ocorrência.
O plano precisa listar cada equipamento pelo número de série?
Não para funcionar. O plano é da unidade e do tipo de equipamento: a SULTS não tem cadastro de ativos, e a inspeção é vinculada à unidade, e não a um ativo cadastrado. Quem precisa de ficha por ativo, histórico por número de série e custo por equipamento mantém o CMMS ou o ERP e usa o SULTS na camada de campo.
Quando uma atividade preventiva vira manutenção corretiva?
Quando a atividade encontra um defeito em vez de confirmar a condição esperada. No SULTS, o item reprovado gera um plano de ação 5W2H com responsável e prazo, e quando o problema exige atendimento de outra área, ele vira chamado com prazo acordado. O serviço em si é registrado como ordem de serviço, e o passo a passo da correção cabe no modelo de plano de ação.
Como saber se o plano está sendo cumprido?
Pelo percentual de atividades feitas no prazo, lido por unidade e por família de equipamento, e pela lista de quem está em falta no período. É o que separa a unidade que aplica de quem só arquiva o plano. No SULTS, o painel de cumprimento mostra quais unidades aplicaram a inspeção do período, quais estão em falta e como a nota de cada uma evoluiu. A visão da área inteira está no guia de gestão de facilities em rede.
Que parte da gestão de manutenção fica fora do SULTS?
Cadastro de ativo, histórico por equipamento, peça de reposição, custo, garantia, indicadores como MTBF e MTTR e manutenção preditiva por sensor. Tudo isso fica no sistema de manutenção da empresa, e o SULTS entrega a inspeção que o alimenta pela API REST pública, sem conector pronto. O panorama de fornecedores está no comparativo de softwares de manutenção.
Qual a diferença entre manutenção preventiva, corretiva e preditiva?
A preventiva age na frequência combinada, antes da falha. A corretiva age depois que o equipamento falhou ou perdeu desempenho. A preditiva acompanha medições e sensores para antecipar o momento da intervenção. As três aparecem explicadas em manutenção preventiva. O SULTS atende a preventiva e o registro da corretiva, e não faz a preditiva por sensor.
As frequências deste modelo são obrigatórias por lei?
Não. As frequências são de referência: quem define é a empresa, com o fabricante, a norma aplicável e o responsável técnico; a plataforma registra, cobra e mostra. Nenhuma atividade desta página cita número de norma nem fixa prazo legal, e o modelo não substitui o responsável técnico, que a SULTS também não fornece.
Como vejo este plano funcionando no SULTS?
Peça uma demonstração pelo formulário do site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. Na conversa dá para ver um roteiro mensal deste plano já montado no SULTS, uma aplicação feita no equipamento com foto e leitura em número, e o plano de ação que nasce de uma atividade reprovada, com responsável e prazo.
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