Modelo de plano de ação pronto: 10 campos e 8 exemplos preenchidos da operação

Um modelo de plano de ação com dez campos, do que fazer à verificação de eficácia, e oito planos preenchidos de uma rede: loja, temperatura, fornecedor, atendimento, segurança, treinamento, manutenção e padrão visual. Copie a estrutura ou o exemplo mais próximo e aplique em qualquer unidade.

Modelo de plano de ação pronto: 10 campos e 8 exemplos preenchidos da operação

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Como este modelo de plano de ação está organizado

Um modelo de plano de ação bom cabe em uma linha por ação e responde dez perguntas: o que, por que, onde, quando, quem, como, quanto, em que status está, o que prova que foi feito e como se sabe que o problema não voltou. Os oito exemplos usam os mesmos dez campos, preenchidos com situações da operação de uma rede.

Como este modelo de plano de ação está organizado
Uma ação por plano, com verbo

Uma ação por plano, com verbo

Resolver a câmara não é ação; trocar a borracha de vedação da câmara 2 é. O verbo com objeto concreto torna o plano verificável. Duas ações com donos diferentes são dois planos, cada um com o seu prazo.

O porquê com origem e causa

O porquê com origem e causa

O campo diz de onde o plano veio, o item reprovado, o indicador que caiu ou a reclamação, com data e fonte, e a causa apurada depois. Origem e causa separadas evitam que o plano trate só o sintoma.

Prazo com data e dono com nome

Prazo com data e dono com nome

Data limite em vez de o quanto antes, e uma pessoa com nome e cargo em vez de um setor. O prazo segue a gravidade que a rede definiu antes do primeiro plano, e não a urgência do dia.

Quanto sem valor nesta página

Quanto sem valor nesta página

O campo registra o que a ação consome: horas de equipe, material e serviço de terceiro. Os oito exemplos não trazem valor em dinheiro, porque cada rede lança o seu custo estimado com os preços que pratica.

Evidência e eficácia separadas

Evidência e eficácia separadas

A evidência prova que a ação foi feita, com foto, documento ou leitura de instrumento. A verificação de eficácia prova, depois de uma janela combinada, que o desvio não voltou. São dois campos porque são dois momentos.

Oito exemplos, a mesma estrutura

Oito exemplos, a mesma estrutura

Os sete primeiros campos seguem o 5W2H, explicado no post sobre 5W2H; status, evidência e eficácia fecham o ciclo. No SULTS o plano nasce do item reprovado no checklist, já com o item, a unidade e o prazo.

O modelo de plano de ação e os oito exemplos, campo por campo

Numeração contínua de 1 a 90. O grupo 1 é a estrutura, com o padrão de preenchimento de cada campo. Os grupos 2 a 9 são oito planos preenchidos de uma rede de referência com 200 unidades, sem nome e sem valores em dinheiro. Copie tudo pelo botão ou vá direto ao exemplo mais próximo do seu caso. A etiqueta marca o que é obrigatório, o que registra a causa, o prazo, a estimativa, o status, a evidência e a verificação.

90 itens9 grupos

1 estrutura com 10 campos e 8 exemplos com os mesmos 10 campos: 90 itens em 9 grupos. Tempo de preenchimento de referência: 10 minutos por plano.

1A estrutura do plano de ação10 itens

Os dez campos, com o que torna cada um bem preenchido. Serve para qualquer desvio, em qualquer unidade.

  1. 1
    O que será feitoObrigatórioUma ação por plano, com verbo e objeto concreto: trocar, liberar, reciclar, remontar. Se há duas ações com donos diferentes, são dois planos.
  2. 2
    Por que: a origem e a causaCausaDuas partes. A origem: o item reprovado, o indicador que caiu ou a reclamação, com data e fonte. A causa apurada: o que no processo, no equipamento, no fornecedor ou no treinamento deixou o desvio acontecer.
  3. 3
    OndeA unidade, com o código quando há nomes parecidos, e o local dentro dela: setor, equipamento, área. Em ação da matriz, a lista das unidades afetadas.
  4. 4
    Quando: início e prazoPrazoData de início e data limite, nunca o quanto antes. O prazo segue a gravidade que a rede definiu: item crítico com contenção no mesmo turno, os demais na janela escrita pela rede.
  5. 5
    Quem: o responsávelObrigatórioUma pessoa com nome e cargo, não um setor. Quando outra área executa, o plano diz quem executa e quem responde pelo resultado na unidade.
  6. 6
    ComoOs passos na ordem, com o que precisa estar disponível: peça, pessoa, acesso, treinamento. O último passo ataca a causa, não só o efeito.
  7. 7
    QuantoEstimativaO que a ação consome: horas de equipe, material, serviço de terceiro. Na sua operação, o custo estimado entra aqui; nos exemplos desta página, fica sem valor.
  8. 8
    StatusStatusAberto, em execução, aguardando validação ou concluído. Devolvido volta para em execução com a justificativa; prazo vencido aparece como atrasado em qualquer status.
  9. 9
    Evidência da correçãoFotoO que prova que a ação foi feita: foto do depois no mesmo ângulo da foto do antes, documento, leitura de instrumento, registro de conclusão. Sem evidência, o plano não passa para aguardando validação.
  10. 10
    Verificação de eficáciaVerificaçãoQuem confirma, quando e como que o desvio não voltou: as aplicações seguintes do checklist, a próxima visita ou a próxima auditoria. Quem valida é quem abriu o plano, nunca quem executou.
Ver o método 5W2H no blog da SULTS

2Exemplo 1. Item reprovado no checklist de loja: estoque com passagem obstruída10 itens

Origem: auditoria de loja, item corredores do estoque livres, reprovado com foto em uma unidade de rua.

  1. 11
    O que: liberar os corredores do estoque e demarcar no piso a área de cada categoriaObrigatórioDuas ações no mesmo plano porque têm o mesmo dono e o mesmo prazo.
  2. 12
    Por que: item corredores livres reprovado na auditoria; causa: recebimento concentrado na sexta, sem área definida para o excedenteCausaA causa aponta o processo de recebimento, não a pessoa do turno.
  3. 13
    Onde: unidade 045, estoque, corredores B e CUnidade com código e local exato, o mesmo da foto da auditoria.
  4. 14
    Quando: início no dia da auditoria, prazo de 3 diasPrazoItem não crítico, dentro da janela de referência da rede.
  5. 15
    Quem: gerente da unidade 045ObrigatórioA equipe do turno executa; o gerente responde pelo resultado.
  6. 16
    Como: retirar o excedente para a área de devolução, demarcar o piso, afixar a planta do estoque na porta e ajustar a escala de recebimento de sextaO último passo ataca a causa.
  7. 17
    Quanto: 4 horas da equipe do turno e fita de demarcaçãoEstimativaRecursos, sem valor em dinheiro.
  8. 18
    Status: aguardando validaçãoStatusAção feita e evidência enviada; falta o regional aprovar.
  9. 19
    Evidência: foto dos corredores B e C no mesmo ângulo da foto da auditoria e foto da planta afixadaFotoAntes e depois comparáveis lado a lado.
  10. 20
    Verificação: item conforme nos checklists de fechamento das duas sextas seguintesVerificaçãoA janela cobre o dia em que a causa acontece.
Ver a auditoria de lojas no SULTS

3Exemplo 2. Não conformidade de temperatura: balcão refrigerado acima da faixa10 itens

Origem: checklist de abertura de uma unidade de alimentação, leitura do balcão fora da faixa definida pelo fabricante e pela norma aplicável. Item crítico.

  1. 21
    O que: transferir os produtos para a câmara reserva e restabelecer a temperatura do balcão 1CríticoContenção e correção no mesmo plano; a causa entra no como.
  2. 22
    Por que: leitura acima da faixa na abertura, item crítico reprovado; causa: borracha de vedação da porta rasgadaCausaA leitura é a origem; a borracha é a causa apontada pelo técnico.
  3. 23
    Onde: unidade 112, salão, balcão refrigerado 1Equipamento identificado como na etiqueta da unidade.
  4. 24
    Quando: contenção no mesmo turno; troca da vedação em até 24 horasPrazoItem crítico: a rede de referência exige contenção imediata.
  5. 25
    Quem: gerente da unidade 112 pela contenção; equipe de manutenção pela troca, por chamadoObrigatórioDuas áreas, cada uma com o seu papel escrito.
  6. 26
    Como: transferir os produtos e registrar a temperatura deles, descartar o que a regra da rede manda descartar, abrir chamado para a manutenção com a foto da leitura e trocar a vedação conforme o fabricanteO descarte segue a regra da rede e a norma aplicável, sem número no plano.
  7. 27
    Quanto: uma borracha de vedação, uma visita técnica e a perda de produto registrada pela unidadeEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 28
    Status: concluídoStatusEvidência aprovada pela qualidade.
  9. 29
    Evidência: foto do termômetro dentro da faixa depois da troca e chamado encerradoFotoA foto mostra o equipamento e o visor na mesma imagem.
  10. 30
    Verificação: leitura dentro da faixa em todas as aberturas e fechamentos da semana seguinteVerificaçãoA janela cobre os dois momentos do dia em que a porta mais abre.
Ver a gestão de não conformidades no SULTS

4Exemplo 3. Atraso de fornecedor: entregas fora da janela combinada10 itens

Origem: checklist de recebimento de mercadoria, item entrega dentro da janela, reprovado em três recebimentos seguidos em cinco unidades da mesma região.

  1. 31
    O que: rever com o fornecedor a janela de entrega da região e definir a reposição de contingênciaObrigatórioAção da matriz: o mesmo item reprova em várias unidades.
  2. 32
    Por que: item de janela reprovado em três recebimentos seguidos em cinco unidades; causa informada pelo fornecedor: rota refeita sem avisoCausaQuando o desvio se repete em várias unidades, a causa costuma estar fora delas.
  3. 33
    Onde: as cinco unidades da região sul da redeA lista das unidades afetadas, não a região.
  4. 34
    Quando: reunião em 5 dias úteis; nova janela valendo no ciclo de entregas seguintePrazoDuas datas: a da conversa e a da mudança.
  5. 35
    Quem: coordenador de compras da matrizObrigatórioO dono é quem fala com o fornecedor, não o gerente de cada unidade.
  6. 36
    Como: levar ao fornecedor o histórico dos recebimentos com data e hora, acordar a nova janela por escrito, comunicar as cinco unidades e definir quem aciona a reposição quando a entrega falharO histórico do checklist é o argumento da conversa.
  7. 37
    Quanto: horas da coordenação de compras e das cinco gerências; sem serviço de terceiroEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 38
    Status: em execuçãoStatusReunião feita, acordo por escrito pendente.
  9. 39
    Evidência: acordo da nova janela registrado e comunicado lido pelas cinco unidadesEvidênciaDocumento e confirmação de leitura, não foto.
  10. 40
    Verificação: item de janela conforme em todos os recebimentos das quatro semanas seguintes nas cinco unidadesVerificaçãoEficácia medida na rede, não em uma unidade.
Ver o modelo de checklist de recebimento de mercadoria

5Exemplo 4. Queda de nota de atendimento em uma unidade10 itens

Origem: checklist de atendimento aplicado pelo supervisor, nota em queda por três aplicações seguidas, com o item de abordagem ao cliente reprovado nas três.

  1. 41
    O que: reciclar a equipe de salão no padrão de abordagem e reforçar a escala do horário de picoObrigatórioUma causa de treinamento e uma de escala, no mesmo plano do mesmo gerente.
  2. 42
    Por que: nota em queda por três aplicações, item de abordagem reprovado nas três; causa: duas contratações recentes sem a trilha de atendimento concluída e uma pessoa a menos no picoCausaTendência de três aplicações, não uma nota isolada.
  3. 43
    Onde: unidade 078, salão, das 11h às 14hO horário faz parte do onde quando o desvio tem hora.
  4. 44
    Quando: trilha concluída em 10 dias; escala nova na semana seguintePrazoCada ação com a sua data.
  5. 45
    Quem: gerente da unidade 078ObrigatórioResponde pelas duas ações.
  6. 46
    Como: matricular os dois colaboradores na trilha de atendimento, acompanhar um turno de pico com o supervisor e remanejar a escalaO acompanhamento no turno confirma o padrão na prática.
  7. 47
    Quanto: horas de treinamento dos dois colaboradores e do supervisor; sem contrataçãoEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 48
    Status: em execuçãoStatusTrilha em andamento.
  9. 49
    Evidência: conclusão da trilha registrada por colaborador e escala nova publicadaEvidênciaRegistro de conclusão, não lista de presença assinada depois.
  10. 50
    Verificação: nota de volta à meta da rede nas três aplicações seguintes do checklist de atendimentoVerificaçãoA mesma janela que mostrou a queda confirma a volta.
Ver o checklist de atendimento no SULTS

6Exemplo 5. Falha de segurança do trabalho: acesso ao extintor obstruído10 itens

Origem: checklist de segurança do trabalho do centro de distribuição, item crítico acesso ao extintor livre e sinalizado, reprovado com foto.

  1. 51
    O que: desobstruir o acesso ao extintor da doca 2 e recolocar a sinalizaçãoCríticoItem crítico: a contenção vem antes de qualquer análise.
  2. 52
    Por que: item crítico reprovado; causa: área de paletes sem demarcação avançando sobre o acessoCausaA causa é de layout, não de descuido.
  3. 53
    Onde: centro de distribuição da rede, doca 2Local exato, o mesmo da foto.
  4. 54
    Quando: desobstrução no mesmo turno; sinalização e demarcação em 2 diasPrazoContenção imediata e correção com prazo.
  5. 55
    Quem: encarregado do turno da doca pela desobstrução; técnico de segurança pela sinalizaçãoObrigatórioDois executores, cada um com a sua parte.
  6. 56
    Como: retirar os paletes, demarcar no piso a área de paletes, recolocar a sinalização conforme a norma aplicável e orientar a equipe no início do turno seguinteA demarcação ataca a causa; a orientação evita a volta.
  7. 57
    Quanto: 1 hora da equipe, placa de sinalização e fita de demarcaçãoEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 58
    Status: concluídoStatusValidado pelo técnico de segurança.
  9. 59
    Evidência: foto do acesso livre e da sinalização no mesmo ângulo da foto da inspeçãoFotoO antes e o depois do mesmo ponto.
  10. 60
    Verificação: item conforme em todas as inspeções diárias das duas semanas seguintesVerificaçãoJanela curta e frequente, como o risco pede.
Ver o checklist de segurança do trabalho no SULTS

7Exemplo 6. Treinamento obrigatório não concluído10 itens

Origem: checklist de visita do supervisor, item equipe com a trilha obrigatória concluída, reprovado: 6 de 14 colaboradores com a trilha pendente.

  1. 61
    O que: concluir a trilha obrigatória de boas práticas dos seis colaboradores pendentesObrigatórioQuantidade e nome da trilha no próprio campo.
  2. 62
    Por que: item reprovado na visita; causa: trilha sem horário reservado na escala, feita só quando sobra tempoCausaA causa é de agenda, não de interesse da equipe.
  3. 63
    Onde: unidade 031, equipes de cozinha e salãoAs equipes afetadas, não a unidade inteira.
  4. 64
    Quando: 15 diasPrazoUma data limite para os seis.
  5. 65
    Quem: gerente da unidade 031ObrigatórioResponde pela conclusão de todos.
  6. 66
    Como: reservar um horário por semana na escala de cada colaborador pendente, acompanhar a conclusão no painel da trilha e conversar com quem não avançar na primeira semanaO horário na escala ataca a causa.
  7. 67
    Quanto: horas de treinamento dos seis colaboradores dentro da jornadaEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 68
    Status: em execuçãoStatusQuatro concluíram, dois em andamento.
  9. 69
    Evidência: registro de conclusão por colaborador na plataforma de treinamentoEvidênciaConclusão registrada, não declaração do gerente.
  10. 70
    Verificação: item conforme na visita seguinte e horário de trilha mantido na escala do mês seguinteVerificaçãoEficácia é a causa eliminada: o horário continua na escala.
Ver a Universidade Corporativa do SULTS

8Exemplo 7. Manutenção pendente: ar-condicionado do salão parado10 itens

Origem: checklist de manutenção preventiva, item ar-condicionado do salão em funcionamento, reprovado e marcado como crítico pela rede.

  1. 71
    O que: restabelecer o funcionamento do ar-condicionado 2 do salãoCríticoA ação descreve o resultado esperado; o reparo fica no como.
  2. 72
    Por que: item crítico reprovado na preventiva; causa apontada pelo técnico: filtro saturado, limpeza fora da frequência do fabricanteCausaA causa vira item novo da preventiva.
  3. 73
    Onde: unidade 207, salão, aparelho 2Equipamento identificado.
  4. 74
    Quando: atendimento no prazo acordado do chamado; limpeza de filtros na preventiva do mêsPrazoO prazo do reparo é o do chamado, não o do plano.
  5. 75
    Quem: equipe de manutenção, por chamado; gerente da unidade 207 pela validaçãoObrigatórioQuem executa é outra área; quem responde na unidade está escrito.
  6. 76
    Como: abrir chamado para a manutenção com a foto do item reprovado, executar o reparo e a limpeza dos filtros conforme o fabricante e incluir a limpeza como item da preventiva mensalO último passo muda o checklist para o desvio não voltar.
  7. 77
    Quanto: uma visita técnica e um jogo de filtrosEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 78
    Status: aguardando validaçãoStatusChamado encerrado, falta o gerente validar.
  9. 79
    Evidência: foto do aparelho em funcionamento e chamado encerradoFotoEvidência do plano e do chamado ligadas.
  10. 80
    Verificação: item conforme nas duas preventivas seguintesVerificaçãoA janela é a frequência da própria rotina.
Ver o checklist de manutenção no SULTS

9Exemplo 8. Padrão visual fora do book da campanha10 itens

Origem: checklist de visual merchandising, itens vitrine conforme o book e material de ponto de venda instalado, reprovados com foto.

  1. 81
    O que: remontar a vitrine conforme o book da campanha e instalar o material de ponto de venda que faltavaObrigatórioDuas ações do mesmo dono, no mesmo prazo.
  2. 82
    Por que: dois itens reprovados; causa: material entregue depois da data de virada e book recebido só por mensagem, sem confirmação de leituraCausaDuas causas: logística e comunicação.
  3. 83
    Onde: unidade 164, vitrine principal e entradaOs dois pontos das fotos.
  4. 84
    Quando: 2 diasPrazoCampanha tem data; o prazo é curto.
  5. 85
    Quem: gerente da unidade 164, com a orientação do visual merchandiser regionalObrigatórioO dono é um; o apoio fica escrito.
  6. 86
    Como: conferir o material recebido contra a lista do book, remontar a vitrine pelas fotos de referência e pedir a reposição do que faltarO book é o padrão; a foto de referência é a régua.
  7. 87
    Quanto: 3 horas da equipe e o material de reposição da campanhaEstimativaSem valor em dinheiro.
  8. 88
    Status: concluídoStatusAprovado pelo regional pela foto.
  9. 89
    Evidência: foto da vitrine e da entrada no mesmo ângulo das fotos do bookFotoComparação direta com a referência.
  10. 90
    Verificação: itens conformes na checagem de visual da semana seguinte e book da campanha seguinte com confirmação de leituraVerificaçãoA segunda parte ataca a causa de comunicação.
Ver o checklist de visual merchandising no SULTS

Como aplicar este modelo de plano de ação no SULTS

No SULTS o plano não é preenchido do zero. Ele nasce do item reprovado no checklist, já com o item, a unidade e o prazo, e o responsável completa o que falta. Os dez campos deste modelo servem de guia para o que falta escrever, e para o que a rede precisa combinar antes.

O plano nasce do item reprovado

No módulo Checklist, cada item reprovado gera um plano de ação 5W2H com responsável, prazo e custo estimado. Os sete primeiros campos deste modelo são os campos que o plano já traz.

Os campos já vêm preenchidos

O plano nasce preenchido com o item, a unidade e o prazo, e o responsável completa o que falta. O que falta é o porquê com a causa, o como e o quanto, os três campos que este modelo ensina a escrever.

Modelos de plano de ação salvos

Salve modelos para as não conformidades que se repetem, com a ação, o prazo padrão e a orientação de correção já preenchidos, e aplique em qualquer unidade. Os oito exemplos desta página viram modelos de plano de ação salvos.

Evidência pelo aplicativo e validação

Na gestão de não conformidades, o responsável recebe a notificação, corrige e registra a evidência pelo aplicativo, com foto ou comentário, no dia em que a correção acontece. Quem abriu aprova ou devolve com justificativa, e o plano só fecha com aprovação.

Chamado quando o problema é de outra área

Quando o problema exige atendimento de outra área, ele vira chamado com prazo acordado. O item crítico de manutenção ou de TI pode abrir um chamado com SLA no módulo de Chamados, com as evidências da inspeção anexadas.

Tarefa, painel e inspeção seguinte

Planos de ação do Checklist viram tarefas com prazo e responsável. O painel de planos de ação mostra abertos, atrasados e concluídos, a taxa de resolução e a resolução no prazo, por unidade, regional, responsável e período, e o comparativo de progressão mostra se a correção aprovada se manteve na inspeção seguinte.

Como aplicar este modelo de plano de ação no SULTS
Antes de aplicar: seis decisões que ficam com a rede

Antes de aplicar: seis decisões que ficam com a rede

O modelo é o começo. A rede define o critério, o prazo e quem valida; a plataforma registra, cobra e mostra. Escrever as seis decisões abaixo antes do primeiro plano é o que faz duas unidades tratarem o mesmo desvio do mesmo jeito.

O que vira plano e o que é só correção

O método está no guia de não conformidade em rede. Item menor e pontual se corrige na hora e se registra; o que se repete ou é crítico pede análise de causa e um plano com dono, prazo e verificação.

Prazo por gravidade, escrito antes

Item crítico com contenção no mesmo turno, os demais na janela que a rede escreveu. A regra existe antes do primeiro plano, senão cada supervisor define o seu prazo e a comparação entre unidades deixa de valer.

Quem valida

Quem abriu o plano ou a qualidade, nunca quem executou. Essa separação é o que dá valor à evidência: quem corrigiu envia a prova, e outra pessoa aprova ou devolve com justificativa.

A janela de eficácia

Quantas aplicações da rotina, quantas visitas ou qual auditoria confirmam que o desvio não voltou. A janela muda por classe: risco alto pede a janela mais curta e mais frequente, desvio de padrão pede a checagem seguinte.

Quando o plano é da matriz

O mesmo desvio em muitas unidades no mesmo ciclo tem um dono na matriz, como no exemplo 3 desta página. O guia de auditoria operacional trata a leitura do item que reprova na rede inteira.

Onde o custo fica registrado

O campo quanto guarda o custo estimado de cada plano, e o custo estimado permite somar o que a rede gasta para corrigir cada tipo de desvio. Nos exemplos desta página o campo fica sem valor em dinheiro.

O mesmo plano de ação no papel, na planilha e na plataforma

Os dez campos são iguais nos três. O que muda é de onde o plano nasce, quem é cobrado e como se comprova que o problema acabou.

FuncionalidadeSULTSPapel ou PDF impressoPlanilha
De onde o plano nasceDo item reprovado no checklistDe uma anotaçãoDe uma linha digitada depois
Campos preenchidosItem, unidade e prazo já vêm no planoEm brancoEm branco
Responsável avisadoNotificação ao receber o planoRecado ou mensagemE-mail manual
Prazo vencidoAparece como atrasado no painelNinguém vêFormatação condicional
EvidênciaFoto ou comentário pelo aplicativoFoto no celular de alguémLink colado na célula
ValidaçãoQuem abriu aprova ou devolve com justificativaAssinaturaColuna de status
Problema de outra áreaChamado com SLA vinculado à inspeçãoLigaçãoOutra planilha
Desvio que se repeteModelo de plano salvo, aplicado em qualquer unidadeCopiar à mãoCopiar a linha
Acompanhamento da redeAbertos, atrasados e concluídos por unidade e regionalPasta físicaTabela dinâmica
EficáciaComparativo de progressão na inspeção seguinteDepende de memóriaDepende de memória

No papel o plano é uma folha. Na planilha, uma linha que alguém atualiza quando lembra. Na plataforma, um registro que nasce do item reprovado, chega ao responsável com prazo e só fecha com evidência aprovada.

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Perguntas Frequentes

O que é um modelo de plano de ação?

É uma estrutura fixa de campos para registrar o que será feito, por que, onde, quando, quem responde, como, quanto a ação consome, em que status está, o que prova a correção e como se verifica a eficácia. Um plano de ação modelo vale justamente porque duas pessoas diferentes preenchem do mesmo jeito. O conceito está no post sobre plano de ação, e no SULTS esse formato já vem no plano gerado pelo checklist.

Quais campos um plano de ação precisa ter?

Dez: o que será feito, por que, com a origem e a causa, onde, quando, com início e prazo, quem responde, como, quanto a ação consome, o status, a evidência da correção e a verificação de eficácia. Os sete primeiros vêm do 5W2H e os três últimos fecham o ciclo. No SULTS o plano gerado pelo checklist registra o que, por quê, onde, quando, quem, como e quanto custa.

Como preencher um plano de ação passo a passo?

Na ordem dos campos e começando pela origem, não pela ação: escreva de onde o desvio veio, apure a causa e só então defina a ação com verbo. Depois vêm o onde, o início e o prazo, o responsável com nome e cargo, os passos do como e o que a ação consome. Status, evidência e verificação se preenchem durante a execução. No SULTS a ordem é a mesma, com os primeiros campos já vindos da inspeção.

Qual a diferença entre este modelo e o 5W2H?

Os sete primeiros campos são o 5W2H: o que, por que, onde, quando, quem, como e quanto. O método está no post sobre 5W2H. Este modelo acrescenta três campos que o 5W2H não tem: status, evidência da correção e verificação de eficácia. São eles que transformam a intenção em prova. No SULTS o plano nasce no formato 5W2H e só fecha com a evidência aprovada.

O que escrever no campo por que?

Duas coisas, na ordem. A origem, que é o item reprovado, o indicador que caiu ou a reclamação, com data e fonte. E a causa apurada, que é o que no processo, no equipamento, no fornecedor ou no treinamento deixou o desvio acontecer. O método de análise é o que a empresa adota, e o guia de não conformidade em rede trata a causa raiz. No SULTS a causa é escrita pela equipe, no campo do plano.

Um plano de ação pode ter mais de um responsável?

Um dono por plano, sempre: a pessoa que responde pelo resultado. Quando outra área executa parte da ação, como manutenção ou segurança do trabalho, o plano escreve quem executa e quem responde, como nos exemplos 2, 5 e 7 desta página. Duas ações com donos e prazos diferentes são dois planos. No SULTS cada plano tem um responsável, e o painel mostra a resolução por responsável.

Como preencher o campo quanto sem ter o valor exato?

Registrando o que a ação consome, não o preço: horas de equipe, material, serviço de terceiro, visita técnica. A estimativa serve para decidir prioridade e para comparar o custo de corrigir com o custo de prevenir. Os oito exemplos desta página ficam sem valor em dinheiro de propósito. No SULTS o custo estimado permite somar o que a rede gasta para corrigir cada tipo de desvio.

Quais status um plano de ação deve ter?

Quatro bastam: aberto, em execução, aguardando validação e concluído. Devolvido não é um status novo, volta para em execução com a justificativa, e prazo vencido é uma marca que aparece em qualquer status. Esses quatro nomes são a recomendação deste modelo. No SULTS, o painel de planos de ação mostra abertos, atrasados e concluídos, e a evidência é aprovada ou devolvida por quem abriu.

O que serve como evidência de que a ação foi feita?

A foto do depois no mesmo ângulo da foto do antes, um documento, a leitura de um instrumento ou o registro de conclusão de um treinamento. Declaração de que foi feito não é evidência. Sem evidência, o plano não deveria passar para aguardando validação. No SULTS o responsável registra a evidência pelo aplicativo de checklist, com foto ou comentário, no dia em que a correção acontece.

Quando um plano de ação pode ser dado como concluído?

Quando a evidência foi aprovada por quem abriu o plano, nunca por quem executou. Concluído não é o mesmo que eficaz: a eficácia só se confirma depois da janela combinada, nas aplicações seguintes da rotina, na próxima visita ou na próxima auditoria. No SULTS quem abriu aprova ou devolve com justificativa, o plano só fecha com aprovação, e o comparativo de progressão mostra se a correção aprovada se manteve na inspeção seguinte.

Plano de ação serve só para não conformidade?

Não. Serve para qualquer desvio que precise de dono, prazo e prova: indicador em queda, atraso de fornecedor, treinamento pendente, manutenção vencida, padrão visual fora do book. Os exemplos 3, 4 e 6 desta página nascem de fornecedor, de indicador e de treinamento, não de um item reprovado em inspeção. No SULTS o desvio percebido fora da inspeção pode ser registrado como tarefa com responsável, prazo, prioridade e evidência.

Qual exemplo de plano de ação usar como ponto de partida?

O mais próximo da sua origem, não do seu segmento. Item reprovado em loja é o exemplo 1; temperatura fora da faixa, o 2; atraso de fornecedor, o 3; nota de atendimento, o 4; segurança do trabalho, o 5; treinamento, o 6; manutenção, o 7; padrão visual, o 8. As âncoras desta página vão de #plano-2 a #plano-9. No SULTS o exemplo escolhido pode ser salvo como modelo e aplicado em qualquer unidade.

Existe um modelo de plano de ação simples, para uma ação só?

Sim: os mesmos dez campos em uma linha. Para uma ação pontual, os campos 8, 9 e 10, o status, a evidência e a verificação, podem ser preenchidos durante a execução. Os campos 1, 4 e 5, a ação, o prazo e o responsável, nunca ficam para depois, porque sem eles não há o que cobrar. No SULTS o plano nasce do item reprovado já com prazo e responsável, e a ação é o que a pessoa escreve.

Existe planilha de plano de ação para baixar?

Não há arquivo nesta página, e isso é proposital: uma planilha de plano de ação vira cópias divergentes em cada unidade na primeira semana. O modelo fica no corpo da página, com botão de copiar e de imprimir. O modelo é de autoria própria da SULTS e de uso livre pela sua rede, com ou sem a plataforma.

Qual a diferença entre plano de ação e tarefa?

O plano tem origem, causa e verificação de eficácia; a tarefa tem dono e prazo. A tarefa que sai de um plano é um pedaço dele, e fechar a tarefa não fecha o plano, porque faltam a validação e a janela de eficácia. No SULTS, planos de ação do Checklist viram tarefas com prazo e responsável, e o plano segue acompanhado até a evidência ser aprovada.

Como acompanhar dezenas de planos de ação abertos na rede?

Por painel, não por planilha. Com 200 unidades, uma rodada de inspeções abre centenas de planos, e o que importa é a lista do que está atrasado e a taxa de resolução por unidade e por responsável. No SULTS o painel de planos de ação mostra abertos, atrasados e concluídos, a taxa de resolução e a resolução no prazo, por unidade, regional, responsável e período. A plataforma opera com +1.750 marcas e +92 mil unidades.

Como salvar um plano de ação padrão para desvios que se repetem?

Escrevendo uma vez a ação, o prazo padrão e a orientação de correção daquele desvio, e reaproveitando em cada ocorrência. O que muda de uma unidade para outra é o onde, o quem e as datas. No SULTS você salva modelos de plano de ação para as não conformidades que se repetem, com a ação, o prazo padrão e a orientação de correção já preenchidos, e aplica em qualquer unidade.

Quando o plano de ação precisa virar chamado para outra área?

Quando a unidade não consegue executar sozinha, porque depende de manutenção, de TI ou de compra. O plano continua com o dono na unidade e o chamado carrega a execução, como no exemplo 7 desta página. No SULTS, quando o problema exige atendimento de outra área, ele vira chamado com prazo acordado, e o item crítico de manutenção ou de TI pode abrir um chamado com SLA no módulo de Chamados, com as evidências da inspeção anexadas.

O SULTS define a causa e o prazo do plano sozinho?

Não. A rede define o critério, o prazo e quem valida; a plataforma registra, cobra e mostra. No SULTS o plano nasce com o item, a unidade e o prazo que a rede configurou, e a causa é apurada pela equipe que conhece a operação. A plataforma não substitui consultor nem auditor: ela guarda a decisão, notifica o responsável e mostra o que ficou para trás.

Como vejo o plano de ação funcionando no SULTS?

Peça uma demonstração pelo formulário do site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. Um especialista do SULTS aplica um checklist com um item reprovado, mostra o plano de ação nascendo com responsável e prazo, a evidência enviada pelo aplicativo e a validação de quem abriu, além do painel com abertos, atrasados e concluídos por unidade.

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