Gestão de facilities: manutenção, limpeza, segurança e fornecedores de cada unidade em um só lugar

A manutenção vira chamado com SLA por categoria, a preventiva, a limpeza e a segurança do prédio viram checklist aplicado pelo celular com foto, o fornecedor entra no mesmo fluxo, a renovação de alvarás vira tarefa recorrente e a matriz acompanha cada unidade no mesmo painel.

Gestão de facilities: manutenção, limpeza, segurança e fornecedores de cada unidade em um só lugar

Utilizado por mais de 1.750 marcas

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O que é gestão de facilities quando a empresa tem centenas de unidades

Gestão de facilities, ou facilities management, é a área que mantém os prédios e os serviços de apoio funcionando para que a operação aconteça: manutenção, limpeza, segurança do prédio, fornecedores, contratos e documentos das instalações. Em uma empresa com 200 unidades, quem responde por facilities cuida de 200 prédios ao mesmo tempo, e o trabalho só se sustenta quando vira fluxo: pedido com dono e prazo, rotina verificada com evidência e documento em dia, em cada endereço. A SULTS é a plataforma de gestão de operações em que esse fluxo acontece. O cadastro de ativos, o histórico por equipamento e os sensores continuam no sistema de manutenção da empresa; a SULTS cuida do pedido, da rotina verificada e do registro de cada unidade.

O que é gestão de facilities quando a empresa tem centenas de unidades
Pedido com dono e prazo

Pedido com dono e prazo

A unidade escolhe o serviço dentro do catálogo do departamento responsável, e a solicitação já nasce endereçada. Cada categoria tem o próprio prazo, porque trocar uma lâmpada e consertar uma câmara fria não são a mesma urgência.

Rotina verificada no prédio

Rotina verificada no prédio

Preventiva, inspeção predial e limpeza têm roteiro por tipo de equipamento e por ambiente, aplicado pelo celular com foto, localização e assinatura. Cada apontamento gera um plano de ação 5W2H com responsável e prazo.

Cada unidade no mesmo painel

Cada unidade no mesmo painel

O painel mostra o cumprimento de SLA por tipo de serviço, qual unidade abre mais solicitações e qual região demora mais, quais unidades aplicaram a inspeção do período e como a nota de cada uma evoluiu.

Manutenção e serviços pelo chamado, da abertura na unidade ao aceite

Tudo o que a unidade não resolve sozinha, da lâmpada queimada ao ar-condicionado parado, da câmara fria à dedetização, entra por um canal só, com prazo por tipo de serviço. O módulo de Chamados recebe o pedido, e o fluxo do prédio está em manutenção predial.

Catálogo de serviços de facilities

Manutenção, TI, facilities e administrativo publicam os serviços que atendem, e a unidade escolhe dentro dessa lista. O chamado já nasce endereçado, sem triagem manual. A árvore completa está no catálogo de serviços do service desk.

Formulário que chega completo

Cada tipo de serviço pede os campos que precisa, e os obrigatórios impedem a abertura incompleta. O chamado de refrigeração pede o equipamento e a foto, enquanto o de TI pede outros dados.

SLA por categoria, contado no expediente

Cada categoria carrega dois relógios independentes, um para a primeira resposta e outro para a solução. Eles pausam fora do horário de trabalho e nos feriados cadastrados, e a notificação por e-mail e push chega antes do estouro.

O fornecedor dentro da mesma fila

O serviço executado por terceiro é aberto e acompanhado normalmente, com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução. Os filtros isolam as ordens de refrigeração de um fornecedor em uma região, e o histórico imutável guarda o que foi combinado.

Um serviço para a rede inteira

Na abertura em massa, a matriz abre uma vez e cada unidade recebe a própria ordem, com responsável e prazo individuais, como em uma revisão preventiva da rede inteira. O fluxo completo está em ordem de serviço com SLA por unidade.

Fechamento com avaliação e registro

Ao fechar, a unidade avalia o atendimento com CSAT. A transferência de responsável fica gravada no histórico, com data e hora, e a discussão técnica acontece dentro do chamado, separada do que a unidade lê.

Manutenção e serviços pelo chamado, da abertura na unidade ao aceite
Preventiva, limpeza e segurança do prédio como rotinas verificadas

Preventiva, limpeza e segurança do prédio como rotinas verificadas

O que precisa acontecer toda semana em cada prédio vira roteiro agendado, aplicado por quem está na unidade, com foto e localização no registro. A rede define critério, frequência e responsável, e o SULTS Checklist leva o roteiro a cada endereço e cobra o que ficou sem registro.

Preventiva por tipo de equipamento

Compressor, gerador, elevador, ar-condicionado e câmara fria têm roteiro e periodicidade próprios. Pressão, temperatura, horímetro e nível entram como número, e o item crítico zera a pontuação inteira. O roteiro está em checklist de manutenção, a partir do modelo de checklist de manutenção preventiva.

Inspeção predial e de instalações

Elétrica, hidráulica, combate a incêndio, cobertura e áreas comuns, cada bloco com o roteiro e a frequência que a operação escolher, no mesmo modelo aplicado em todas as unidades. A rotina do ar-condicionado tem página própria, a do PMOC.

Limpeza por ambiente e por turno

Banheiro, refeitório, área de produção e sala de atendimento pedem verificações e frequências diferentes, e o mesmo ambiente é conferido na abertura, no meio do expediente e no fechamento, com check-in geolocalizado e foto com data, hora e GPS. O roteiro está em checklist de limpeza e conservação.

Conservação do prédio

Estado de piso, parede, forro, luminária, louça e metal, conferidos na frequência que a operação definir. A rede escolhe em quais itens a evidência é exigida, e onde o padrão é sensível, sem foto não fecha. O roteiro pronto é o modelo de checklist de limpeza e conservação.

Segurança do prédio

Extintores no prazo, sinalizados e desobstruídos, saídas de emergência desobstruídas, iluminação de emergência e alarme testados, câmeras gravando e chaves sob controle, como itens do modelo de checklist de segurança. A inspeção mensal item por item está no checklist de extintores.

O apontamento vira ação

A não conformidade gera um plano 5W2H com responsável e prazo. Quem recebeu executa e anexa a evidência, quem inspecionou valida ou devolve, e quando o problema exige atendimento de outra área ele vira chamado com prazo acordado.

Fornecedores, alvarás e indicadores: o que a área de facilities acompanha de cada unidade

Quem presta o serviço, o que se compra e que documento vence quando fica ao lado do chamado e do roteiro, no mesmo cadastro de unidades. Os números conversam com os indicadores de excelência operacional, e a diferença entre as categorias de sistema está no comparativo de softwares de manutenção.

Fornecedores cadastrados

O cadastro inclui dados completos do fornecedor, meios de entrega, meios de pagamento e categorias de produto, dentro do SULTS Compras. A cada pedido realizado, o fornecedor recebe notificação automática com todos os detalhes.

Pedido de material com alçada

As regras de aprovação por alçada de valor definem quem libera o quê: gerentes aprovam pedidos até determinado valor, diretores acima desse limite. Também dá para definir valores mínimos por pedido e preços por perfil de comprador.

Alvará, AVCB e contrato como tarefa recorrente

A renovação entra em tarefas recorrentes, programada em múltiplas datas personalizadas, com responsável, prazo e categoria, e alerta por e-mail e push quando o prazo se aproxima e quando vence. A data é a que a rede cadastra na tarefa; a plataforma não lê a validade do documento.

O documento no disco da unidade

Contrato, laudo e licença de cada filial ficam no disco da própria unidade, com isolamento garantido. O rastreamento registra acessos e downloads, o que responde quem abriu e quem baixou cada arquivo, como descreve o controle de documentos por unidade.

Indicadores por unidade e por categoria

Cumprimento de SLA por tipo de serviço, e não só o total de ordens abertas. Qual unidade abre mais chamados e qual região demora mais. O problema que volta na mesma unidade. A nota do atendimento. Quais unidades aplicaram a inspeção do período.

Integração com o sistema de manutenção

As avaliações, as respostas por questão e os planos de ação saem pela API REST para o CMMS ou o ERP que a empresa já usa, que é o que o sistema de manutenção precisa receber. A documentação está na API pública.

Fornecedores, alvarás e indicadores: o que a área de facilities acompanha de cada unidade
Gestão de facilities em uma plataforma: chamado, rotina, fornecedor e documento no mesmo cadastro de unidades

Gestão de facilities em uma plataforma: chamado, rotina, fornecedor e documento no mesmo cadastro de unidades

Facilities trava quando cada frente vive em uma ferramenta diferente: o pedido no grupo de mensagem, a preventiva na planilha, a renovação do alvará no lembrete pessoal e o laudo em uma pasta que ninguém sabe quem abriu. Na SULTS, os Chamados recebem o pedido com prazo por categoria, o Checklist verifica a rotina do prédio com foto e transforma o apontamento em plano de ação, as Tarefas lembram a renovação na data que a rede cadastrou, o Compras organiza fornecedor e pedido com aprovação por alçada e o Disco Virtual guarda o documento de cada unidade. O ativo, o sensor e a peça continuam no sistema de manutenção da empresa. São +25 módulos integrados, usados por +1.750 marcas em +92 mil unidades, com cobrança por unidade ativa e usuários ilimitados. A rede define critério, frequência e responsável; a plataforma cobra, guarda a evidência e mostra o resultado, unidade a unidade, no mesmo caminho da padronização de processos.

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Perguntas Frequentes

O que é gestão de facilities?

É a área que mantém os prédios e os serviços de apoio funcionando: manutenção, limpeza, segurança do prédio, fornecedores, contratos e documentos das instalações. Em uma rede com centenas de endereços, é repetir a mesma rotina em cada um e provar que ela aconteceu. Na SULTS isso vira pedido com prazo, roteiro verificado com foto e registro por unidade.

O que significa facilities management ou facility management?

São o mesmo conceito em inglês, abreviado como FM, e correspondem ao que em português se chama gestão de facilities. Um aparece no plural e o outro no singular, sem diferença de escopo. Desse escopo, a SULTS cobre a parte operacional: o pedido com prazo, a rotina verificada e o registro de cada unidade.

Quais serviços a área de facilities cuida em uma empresa com muitas unidades?

Manutenção corretiva e preventiva do prédio e dos equipamentos, limpeza e conservação, segurança do prédio, fornecedores e contratos de serviço, compras de material e os documentos das instalações, como contrato, laudo e licença de cada filial. Na SULTS, cada frente tem um módulo que registra o que foi pedido, o que foi feito e quando.

O que o gerente ou o coordenador de facilities acompanha na plataforma?

Na SULTS, a fila de pedidos de cada unidade com o prazo correndo, quais roteiros de preventiva, inspeção e limpeza foram aplicados no período e quais ficaram em falta, os planos de ação abertos e as tarefas de renovação perto do prazo. O corte é por unidade, região e categoria.

Qual a diferença entre gestão de facilities e manutenção predial?

Manutenção predial é uma das frentes de facilities, a que cuida da estrutura e das instalações: elétrica, hidráulica, cobertura, climatização e combate a incêndio. Gestão de facilities é o conjunto maior, que inclui ainda limpeza, segurança do prédio, fornecedores, compras e documentos. O fluxo do prédio em rede, dentro do chamado, está em manutenção predial na SULTS.

O que é CAFM e a SULTS é um sistema CAFM?

CAFM é a sigla de computer-aided facility management, categoria de sistema que costuma incluir gestão de espaço, planta baixa e cadastro de ativos. A plataforma não é CAFM: a inspeção é vinculada à unidade, e não a um ativo com número de série. O cadastro de ativos e os sensores ficam no sistema de manutenção da empresa; a SULTS cuida do pedido, da rotina e do registro.

O que fica fora da SULTS em uma operação de facilities?

Cadastro de ativo com número de série, histórico por equipamento, peça, custo, garantia, indicadores como MTBF e MTTR, manutenção preditiva por sensor e automação predial ficam no sistema de manutenção da empresa. A SULTS entrega a inspeção que o alimenta, e a ponte é a API pública: avaliações, respostas por questão e planos de ação saem por REST.

Como controlar os prestadores de serviço de várias unidades?

O serviço de terceiro é aberto e acompanhado como qualquer outro chamado, com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução. Na SULTS, os filtros isolam as ordens de um fornecedor em uma região, o histórico imutável guarda o que foi combinado e a unidade avalia ao fechar. Em serviço de risco, a permissão de trabalho autoriza.

Por que o SLA de facilities é por categoria e não um prazo igual para tudo?

Porque trocar uma lâmpada e consertar uma câmara fria não são a mesma urgência: um prazo igual para tudo atrasa o crítico ou fica impossível no resto. Na SULTS, cada categoria tem o próprio prazo, com dois relógios, um para a primeira resposta e outro para a solução, contados dentro do expediente cadastrado.

Como controlar o vencimento de alvarás, AVCB e licenças das unidades?

Na SULTS, a renovação entra como tarefa recorrente, com responsável na unidade e aviso por e-mail e push quando o prazo se aproxima e quando vence, e o documento fica no disco da própria unidade. A data é a que a rede cadastra na tarefa; a plataforma não lê a validade do documento. A exigência e o prazo são do órgão competente, a conferir com a prefeitura e o Corpo de Bombeiros.

Como organizar a manutenção preventiva de dezenas de prédios?

Com um roteiro por tipo de equipamento, cada um na periodicidade que faz sentido, e o agendamento recorrente disparando a aplicação. Na SULTS, o painel mostra quais unidades aplicaram a inspeção do período, quais estão em falta e como a nota evoluiu, e o modelo de checklist de manutenção preventiva serve de ponto de partida.

Limpeza e conservação fazem parte da gestão de facilities na plataforma?

Sim, como rotina verificada no SULTS Checklist. Cada ambiente tem o próprio roteiro e a própria frequência, e o mesmo ambiente é conferido na abertura, no meio do expediente e no fechamento, com check-in geolocalizado e foto com data, hora e GPS. Piso, parede, forro, luminária, louça e metal entram no checklist de limpeza e conservação.

Como a segurança do prédio entra na rotina da unidade?

Como itens de um roteiro aplicado na frequência que a rede definir: extintores no prazo e desobstruídos, saídas de emergência sinalizadas, iluminação de emergência e alarme testados, câmeras gravando e chaves sob controle. Na SULTS, a inspeção mensal item por item está no checklist de extintores. O critério técnico é do responsável técnico e do Corpo de Bombeiros.

E o PMOC do ar-condicionado?

A rotina de verificação do ar-condicionado entra como roteiro agendado por unidade, com registro de quem aplicou, quando e o que encontrou, e o apontamento virando plano de ação. O plano e a responsabilidade técnica são da empresa e do profissional habilitado que ela contrata; a SULTS guarda a evidência. O detalhe está na página do PMOC.

Quais indicadores de facilities a matriz acompanha por unidade?

Cumprimento de SLA por tipo de serviço, e não só o total de ordens abertas; qual unidade abre mais chamados e qual região demora mais; o problema que volta na mesma unidade; a nota do atendimento; quais unidades aplicaram a inspeção do período e o ranking entre as que têm o mesmo equipamento. Na SULTS, todos saem do mesmo painel.

Como as compras de material de manutenção e limpeza entram no fluxo?

Pelo SULTS Compras, com o fornecedor cadastrado com dados completos, meios de entrega, meios de pagamento e categorias de produto. O pedido passa por aprovação por alçada de valor, com gerentes aprovando até determinado valor e diretores acima desse limite, e o fornecedor recebe notificação automática a cada pedido realizado.

Facilities própria ou empresas de facilities terceirizadas: a plataforma serve para as duas?

Serve. Com equipe própria, o chamado é atribuído ao time interno e o roteiro é aplicado por quem está na unidade. Com serviço terceirizado, a ordem sai com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução, e o histórico sustenta a cobrança do prazo. Como a etiqueta é por ordem, na SULTS as duas formas convivem na mesma rede.

A gestão de facilities muda entre loja, planta industrial, clínica e escola?

O que muda é o catálogo de serviços e o conteúdo do roteiro: uma clínica confere o que uma loja não confere, e uma planta industrial tem equipamento que uma escola não tem. A estrutura é a mesma: pedido com prazo, rotina agendada com evidência, apontamento com plano de ação e painel por unidade. Na SULTS, loja própria e franquia têm o mesmo desenho.

Como avaliar um software de gestão de facilities?

Por seis pontos: canal de entrada com prazo por categoria contado no expediente; rotina agendada aplicada no celular com foto e localização; desvio tratado com responsável, prazo e validação; fornecedor com etiqueta e histórico; documento por unidade com registro de acesso; e indicador comparável entre unidades, com API para o que ficar fora. A comparação entre categorias está no comparativo de softwares de manutenção, e o escopo da SULTS está nesta página.

Por onde começar a gestão de facilities em uma rede que hoje usa planilha e mensagem?

Pelo catálogo de serviços e pelo prazo de cada categoria, que tira o pedido do grupo de mensagem e dá dono a ele. Depois, um roteiro de preventiva no equipamento que mais para. Por último, as tarefas de renovação de documento e o disco de cada unidade. Na SULTS, o roteiro montado uma vez serve para toda a rede.

Avaliados com 4,8/5 no Capterra, G2, GetApp e Software Advice