Expansão de franquias: como planejar, captar franqueados e abrir unidades
Planeje a expansão de franquias com as 7 etapas, o plano de expansão em uma página, os números da ABF 2025 e as métricas. O SULTS liga captação e implantação.
Planeje a expansão de franquias com as 7 etapas, o plano de expansão em uma página, os números da ABF 2025 e as métricas. O SULTS liga captação e implantação.
Expansão de franquias é o ciclo que leva uma rede do planejamento de onde abrir até a unidade nova operando no padrão da marca. Inclui escolher as praças, captar e selecionar franqueados, cumprir a Lei 13.966/2019 na venda, implantar a unidade e acompanhar os primeiros meses de operação.
O momento é de crescimento com seletividade. Segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), o franchising brasileiro faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, alta de 10,5%, com 202.444 operações e 3.297 redes. A taxa de abertura foi de 18,0%, a de encerramento de 6,4% e a de repasse de franquia, de 4,0%. Em 2026, com crédito caro, rentabilidade por unidade importa tanto quanto o número de unidades abertas.
Guia para franqueadoras: as 7 etapas do ciclo de expansão, um plano de expansão em uma página, os números da ABF 2025, o time que executa, os erros que travam o crescimento e as métricas que separam abrir unidades de crescer com rentabilidade. Este guia faz parte do guia de gestão de franquias, que reúne os sete pilares da operação de uma rede.
| Em resumo |
|---|
| Expansão de franquias vai do planejamento territorial ao acompanhamento da unidade aberta, não termina na assinatura do contrato. |
| Antes de vender, a rede precisa de unidade piloto rentável, manual de operações, COF revisada e um time nomeado. |
| Para fazer a expansão de franquias, siga as 7 etapas do ciclo: território, captação, seleção, COF e contrato, implantação, treinamento e inauguração, acompanhamento. |
| O plano de expansão de franquias cabe em uma página: meta de unidades e receita, praças por trimestre, canais e orçamento de captação, metas do funil e indicadores. |
| As métricas que importam são custo por franqueado, tempo até a inauguração, taxa de aprovação no comitê e desempenho da unidade no primeiro ano. |
| O SULTS conecta captação, seleção, COF, implantação e treinamento na mesma plataforma. |
Veja o CRM de Expansão da SULTS funcionando
O funil de candidatos com as etapas da sua rede, o prazo da COF controlado e a passagem direta para a implantação da unidade, mostrados por um especialista.
Expansão de franquias é o processo pelo qual a franqueadora aumenta o número de unidades da rede cedendo a marca, o método e o suporte a franqueados, em troca da taxa de franquia e dos royalties. O setor de expansão é a área que conduz esse processo: define onde abrir, atrai e seleciona candidatos, conduz a venda dentro da lei e entrega a unidade para a implantação.
Expandir não é só vender franquias. A venda é a metade visível. A outra metade é garantir que cada unidade vendida abra no prazo, siga o padrão e dê resultado, porque é o franqueado satisfeito que vende a próxima unidade, na praça dele ou como multifranqueado.
Uma rede pode crescer de duas formas: por unidades franqueadas, com capital do franqueado e gestão local dele, ou por unidades próprias, com capital e gestão da empresa. A expansão com lojas próprias tem plano, praça, ponto e ritmo próprios, tratados no guia de expansão de lojas próprias. Muitas redes combinam as duas, com lojas próprias nas praças estratégicas e franquias no restante do território. Em troca das taxas, a franqueadora entrega marca, know-how documentado, treinamento, suporte de campo, fornecedores homologados e o sistema que mantém o padrão em todas as unidades.
O franchising cresceu 10,5% em 2025 e a ABF projeta mais 8% a 10% de faturamento em 2026, com o número de operações crescendo bem menos, de 1% a 3%. A leitura é que o setor cresce mais em receita por unidade do que em número de unidades, e a expansão que funciona agora é a seletiva.

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| Ano | Faturamento | Crescimento |
|---|---|---|
| 2020 | R$ 167,2 bi | -10,5% |
| 2021 | R$ 185,1 bi | +10,7% |
| 2022 | R$ 211,5 bi | +14,3% |
| 2023 | R$ 240,7 bi | +13,8% |
| 2024 | R$ 273,1 bi | +13,5% |
| 2025 | R$ 301,7 bi | +10,5% |
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| Indicador da rede | 2024 | 2025 |
|---|---|---|
| Novas operações | 17,8% | 18,0% |
| Operações encerradas | 6,4% | 6,4% |
| Saldo | +11,4% | +11,6% |
| Operações repassadas | 3,4% | 4,0% |
Fonte: ABF, Pesquisa de Desempenho do Franchising Brasileiro 2025, publicada em março de 2026. Valores nominais.
Os segmentos que mais cresceram em faturamento em 2025 foram Limpeza e Conservação (16,8%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (14,6%) e Alimentação, Comercialização e Distribuição (12,9%). São segmentos de ticket recorrente e operação enxuta, o que ajuda a explicar a preferência do investidor.
O dado que mais interessa a quem expande é o repasse: 4,0% das operações mudaram de dono em 2025, contra 3,4% em 2024. Repasse é franqueado saindo e outro entrando na mesma unidade. Com o encerramento estável em 6,4%, o sinal não é de rede fechando lojas, é de franqueado desistindo do negócio. A resposta está em selecionar melhor e implantar melhor, não em vender mais.
Uma rede está pronta para expandir quando consegue repetir o resultado da unidade piloto sem depender da presença do fundador. Os oito pré-requisitos abaixo são verificáveis; se algum estiver em não pronto, vender antes de resolvê-lo transfere o problema para o franqueado.
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| Pré-requisito | Pronto | Não pronto |
|---|---|---|
| Unidade piloto | Pelo menos 12 meses de resultado, com números auditáveis | Resultado de poucos meses ou só da loja do fundador |
| Margem | Sobra lucro depois de royalties e fundo de propaganda | A conta só fecha sem as taxas |
| Manual e treinamento | Manual de operações escrito e trilha de treinamento por cargo | O padrão está na cabeça de quem opera |
| COF e contrato | Revisados por advogado especializado, com território definido | Modelo copiado de outra rede |
| Capital de suporte | Caixa para sustentar o suporte antes das primeiras taxas | A expansão depende da taxa de franquia para pagar o time |
| Time | Responsáveis nomeados por expansão e implantação | O fundador vende, implanta e dá suporte |
| Sistema de gestão | Processos rodando em uma plataforma que replica o padrão | Planilhas e grupos de mensagem |
| Marca e jurídico | Marca registrada no INPI e estrutura societária definida | Pedido de registro pendente |
O manual é o item que mais atrasa redes jovens. O guia de manual de franquia mostra o que ele precisa conter. A Circular de Oferta de Franquia é o outro documento que precisa estar pronto antes do primeiro contato com candidato, porque a lei define o que ela deve informar. Se a rede ainda não foi formatada, o ponto de partida é o guia de como franquear um negócio.
Como fazer expansão de franquias: planeje o território, capte candidatos, selecione com critério, cumpra o prazo da COF, implante a unidade, treine a equipe antes de inaugurar e acompanhe os primeiros 12 meses. Cada etapa tem um entregável que libera a próxima.
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| Etapa | Objetivo | Entregável | Quem responde | No SULTS |
|---|---|---|---|---|
| 1. Planejamento territorial | Decidir onde abrir | Mapa de praças prioritárias por trimestre | Diretoria e inteligência de mercado | Praça registrada em cada negociação |
| 2. Captação | Gerar candidatos nas praças certas | Leads com origem registrada | Marketing e consultores | Funil de Expansão |
| 3. Seleção | Aprovar o perfil certo | Candidato aprovado em comitê | Consultor e comitê | Avaliações e checkpoints por etapa |
| 4. COF e contrato | Vender dentro da lei | COF entregue no prazo e contrato assinado | Expansão e jurídico | Etapa de COF com checkpoint obrigatório |
| 5. Implantação | Abrir a unidade no prazo | Ponto, obra e equipe prontos | Implantação | Cronograma de Implantação de Unidades |
| 6. Treinamento e inauguração | Abrir no padrão | Equipe treinada e checklist de inauguração aprovado | Implantação e treinamento | Universidade Corporativa e Checklist |
| 7. Acompanhamento | Garantir resultado no primeiro ano | Indicadores da unidade nova | Consultoria de campo | Checklist, NPS e Chamados |
Planejamento territorial define as praças e o raio de proteção de cada unidade. Captação gera candidatos nessas praças, por inbound, outbound, feiras e indicação. Seleção filtra perfil financeiro, comportamental e cultural, e termina em comitê. COF e contrato seguem a Lei 13.966/2019, com a circular entregue ao menos 10 dias antes da assinatura ou de qualquer pagamento. Implantação organiza ponto, obra, enxoval, contratação e documentação em um cronograma com responsáveis. Treinamento e inauguração garantem que a equipe saiba operar antes do primeiro cliente. Acompanhamento mede a unidade nova com mais frequência que as maduras, porque é no primeiro ano que o problema aparece e ainda dá para corrigir.
No SULTS, as etapas 2 a 4 rodam no CRM de Expansão e, quando o contrato é assinado, a negociação segue para a Implantação de Unidades sem recadastro. O passo a passo da abertura está no guia de implantação de franquias.
Planejamento territorial é decidir onde abrir antes de decidir para quem vender. Expandir por oportunismo, abrindo onde o candidato aparece, gera praças saturadas, praças esquecidas e canibalização entre franqueados.

Densidade populacional e perfil socioeconômico: o público da região tem o perfil de consumo do produto? Uma franquia premium em cidade de renda baixa não sustenta o ticket médio. Os dados do IBGE por município e por setor censitário são o ponto de partida, e ferramentas de geomarketing permitem cruzar renda, idade e hábitos de consumo por bairro.
Potencial de consumo e demanda reprimida: existem cidades com potencial onde a marca ainda não está? Cidades médias do interior e capitais fora do eixo Sul e Sudeste costumam ter demanda com menos concorrência de marca.
Concorrência local: quantas unidades de concorrentes diretos já operam na praça? A análise mapeia concorrentes de marca e substitutos funcionais.
Canibalização interna: a unidade nova vai tirar clientes de um franqueado existente?
Fluxo e logística: para rua e shopping, o fluxo de pedestres decide. Para delivery e dark kitchen, contam o raio de entrega e a presença nos aplicativos.
Infraestrutura e custos: aluguel por metro quadrado, mão de obra disponível e custo de abastecimento. Praça barata de ocupar e cara de operar é armadilha.
O plano de praças é a lista única de cidades priorizadas da rede, revisada a cada trimestre pelo comitê de expansão. Cada praça recebe uma nota em cinco critérios, e é a nota que define a ordem de abertura, não a ordem em que os candidatos aparecem.
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| Critério | O que olhar | Onde buscar |
|---|---|---|
| População e renda compatíveis | Se o tamanho do público e a renda média sustentam o ticket do formato | IBGE, por município e por setor censitário |
| Concorrentes e substitutos | Quantas marcas diretas e quantos substitutos funcionais já atendem a praça | Contagem em campo e ferramentas de geomarketing |
| Distância das unidades atuais | Se a abertura respeita o raio de proteção e não divide o público de um franqueado | Mapa da própria rede e regra do contrato |
| Logística de suporte | Distância do consultor de campo, do centro de distribuição e dos fornecedores homologados | Malha de suporte e de abastecimento da rede |
| Custo de ocupação | Aluguel por metro quadrado, ponto e custo de obra no formato previsto | Pesquisa de pontos na praça |
Da nota à agenda do trimestre. Com as notas na mão, a rede separa as praças em três faixas: abrir neste trimestre, preparar para o próximo e manter em observação. A faixa de abertura decide onde o time de captação prospecta, quais praças aparecem no material de venda e quais candidatos avançam primeiro. Candidato bom em praça fora do plano entra na fila da praça dele, sem antecipar a abertura.
A Lei 13.966/2019 exige que a COF informe se há exclusividade ou preferência territorial e em que condições. Definir isso antes de vender evita o conflito mais comum entre franqueados.
A regra do raio de proteção precisa estar escrita na COF e repetida no contrato, com o mesmo texto: a distância mínima entre unidades do mesmo formato, o que muda quando um formato diferente entra na praça e em que condições a rede pode abrir a unidade seguinte ali. Escrita depois da venda, a regra vira negociação caso a caso.
Expansão direta: a franqueadora vende cada unidade e mantém controle do funil. Master franqueado: um parceiro desenvolve a marca em um estado ou região e gerencia subfranqueados. Desenvolvimento de área: um franqueado recebe o direito de abrir várias unidades em uma área, com cronograma e metas de abertura.
Captar franqueados é gerar candidatos com perfil, nas praças que a rede quer ocupar, a um custo por franquia vendida que a taxa de franquia paga. Nenhum canal resolve sozinho; o que funciona é combinar quatro e medir cada um.

O candidato pesquisa antes de falar com a rede. Página de franquia com informações claras de investimento, perfil desejado e praças disponíveis, conteúdo que responde às dúvidas do investidor e formulário curto ligado ao funil transformam busca em lead qualificado. A Subway, com mais de 36 mil restaurantes em mais de 100 países, mantém páginas de franquia por país e formato, porque o candidato de uma praça não procura a mesma coisa que o de outra.
Prospecção ativa em associações comerciais, LinkedIn e redes de empresários encontra o investidor que não está procurando franquia. O livro Receita Previsível, de Aaron Ross, descreve a separação de papéis que a Salesforce usou para escalar vendas: quem prospecta não é quem fecha. Na expansão, o mesmo vale para quem qualifica e quem conduz a negociação.
Feira gera volume, mas só converte com método: convites segmentados antes do evento, franqueados reais no estande contando a experiência deles e cadência de retorno em até uma semana. O McDonald's, com mais de 43 mil restaurantes no mundo, ainda usa eventos para recrutar operadores em mercados novos.
Franqueado satisfeito indica amigos, sócios e parentes, e muitas vezes quer a segunda unidade. A base de franqueados atuais é o canal de menor custo e maior conversão, e só funciona se a satisfação da rede for medida e cuidada.
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| Canal | O que medir | Cuidado |
|---|---|---|
| Inbound | Custo por lead e taxa de lead qualificado | Volume alto com perfil fraco |
| Outbound | Reuniões por consultor e custo por franquia vendida | Ciclo mais longo |
| Feiras | Leads por evento e conversão em 90 dias | Lead que esfria sem retorno rápido |
| Indicação | Participação nas vendas e conversão | Depende da satisfação da base |
O custo certo por lead e por franquia vendida é o da própria rede: compare os canais entre si, trimestre a trimestre. Para isso, todo lead precisa entrar no mesmo funil com a origem registrada. No CRM de Expansão da SULTS, formulários do site podem ser integrados ao funil e outros sistemas entram pela API. O processo completo, do primeiro contato ao candidato aprovado, está no guia de como vender franquias.
Centralize a captação de franqueados em um único funil
Leads de todos os canais no CRM de Expansão da SULTS, com a origem registrada, etapas da sua rede e passagem direta para a implantação.
Selecionar franqueados é aprovar quem tem capital, perfil e aderência à cultura da rede, com critérios escritos e decisão de comitê, nunca de uma pessoa só. O franqueado errado custa mais que uma praça vazia: opera fora do padrão, prejudica a marca e desgasta a relação com a rede.

Capital: investimento inicial mais capital de giro para os primeiros meses. Franqueado sem folga de caixa é o primeiro a sair. Perfil: operador, que estará na unidade, ou investidor, que contrata gerente; cada modelo de negócio pede um. Experiência: desejável, não obrigatória; a Universidade Corporativa ensina o técnico, não ensina disciplina. Cultura: franquia é seguir um sistema. Quem quer reinventar tudo é mau encaixe.
Um scorecard com pesos transforma a opinião do consultor em critério comparável. O exemplo abaixo é um ponto de partida; os pesos e a nota de corte são decisão da rede.
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| Critério | Peso (exemplo) | Como avaliar |
|---|---|---|
| Capital disponível | 30% | Comprovação de investimento e capital de giro |
| Perfil operador ou investidor | 20% | Entrevista e disponibilidade declarada |
| Experiência em gestão | 15% | Histórico profissional e referências |
| Aderência à cultura | 20% | Entrevista de perfil e visita a uma unidade |
| Praça | 15% | Praça de interesse dentro do plano territorial |
Com nota de corte em 70 de 100, por exemplo, candidatos abaixo não seguem para o comitê. Cortar cedo poupa tempo do consultor e do candidato.
Pré-qualificação com formulário sobre capital, experiência e praça. Entrevista de perfil para alinhar expectativa de retorno e dedicação. Visita à operação, conversando com franqueados da rede. Comitê de aprovação com expansão, operações e jurídico: o consultor tem meta de vendas, o comitê tem meta de qualidade. COF e contrato, no prazo da lei. No CRM de Expansão da SULTS, cada passo vira uma etapa com avaliações e checkpoints, e o candidato só avança quando cumpre o que a etapa pede.
A Lei 13.966/2019 exige que a Circular de Oferta de Franquia seja entregue ao candidato pelo menos 10 dias antes da assinatura do contrato ou do pagamento de qualquer taxa. Se o prazo não for respeitado, o franqueado pode pedir a anulação do contrato e a devolução das quantias pagas, com correção.
A COF precisa trazer, entre outros itens, o histórico e o balanço da franqueadora, o perfil do franqueado ideal, o investimento estimado, as taxas e sua periodicidade, a relação de franqueados atuais e dos que se desligaram nos últimos 24 meses, com contato, a política de território, o que a rede oferece em suporte e treinamento e a situação da marca no INPI. O detalhamento está no artigo sobre a Circular de Oferta de Franquia.
O risco prático não é a lei, é o controle. Em uma rede que negocia dezenas de candidatos ao mesmo tempo, a data de entrega da COF não pode depender da memória do consultor. No CRM de Expansão da SULTS, a entrega da COF é uma etapa do funil com checkpoint obrigatório: o candidato só avança para a assinatura depois que a entrega foi registrada, e a data fica no histórico da negociação. A contagem do prazo continua com a equipe e o jurídico, agora com o registro na mão. O que a lei exige em cada item da COF, artigo por artigo, está no guia da Lei de Franquias.
Um CRM genérico organiza oportunidades de venda. O funil de expansão precisa de etapas próprias da franquia (perfil, visita, comitê, COF, assinatura) e continua depois do contrato. A página de CRM para franquias detalha essa diferença.
Implantação é o projeto que leva a unidade do contrato assinado à inauguração: ponto, obra, enxoval, contratação, treinamento e documentação, com prazo e responsável para cada tarefa. Cada dia de atraso é aluguel pago sem faturamento, para o franqueado e para a rede.

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| Fase | O que fecha a fase |
|---|---|
| Ponto | Imóvel aprovado pela rede e contrato de locação assinado |
| Obra e enxoval | Projeto aprovado, obra concluída e equipamentos entregues |
| Contratação | Equipe contratada conforme o quadro do formato |
| Treinamento | Trilhas concluídas e avaliações aprovadas |
| Pré-inauguração | Checklist de inauguração aprovado pelo consultor |
| Inauguração | Primeiro dia de operação acompanhado pela rede |
A regra que mais protege a marca é simples: a unidade só abre com a equipe treinada e certificada. Quando o treinamento é uma tarefa do cronograma, e não uma recomendação, a inauguração deixa de acontecer com a equipe aprendendo na frente do cliente.
No SULTS, quando a negociação é ganha no CRM de Expansão, os dados seguem para a Implantação de Unidades sem recadastro, e o cronograma nasce do modelo do formato, com fases, dependências e responsáveis. A capacitação acontece na Universidade Corporativa. O processo completo está no guia de implantação de franquias.
O time de expansão é quem transforma o plano em unidades abertas: gerente de expansão, consultores, analista de território e implantador. Em rede pequena, uma pessoa acumula papéis; o erro é o fundador acumular todos por tempo demais.
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| Papel | O que entrega | Como é medido |
|---|---|---|
| Gerente de expansão | Plano anual, orçamento de captação, condução do comitê e metas do time | Unidades inauguradas e desempenho delas no primeiro ano |
| Consultor de expansão | Qualificação, reuniões, visitas e condução da negociação até o contrato | Reuniões, candidatos aprovados em comitê e tempo de fechamento |
| Analista de território | Estudo de praças, pontos e concorrência | Praças priorizadas e pontos aprovados |
| Implantador | Cronograma da unidade até a inauguração | Prazo de implantação e checklist de inauguração |
O que faz um gerente de expansão de franquias: decide onde a rede cresce, quanto investe em captação, quem entra na rede e em que ritmo, e responde pelo resultado das unidades que vendeu, não só pelo número de contratos.
A remuneração variável é onde o time acerta ou erra. Pagar o consultor pelo contrato assinado incentiva vender para qualquer perfil. Pagar parte na inauguração, e parte depois de alguns meses de operação dentro do padrão, alinha o time com a rede. A capacidade de cada consultor se mede pelo número de negociações que ele consegue conduzir com qualidade ao mesmo tempo, e esse número sai do histórico do próprio funil.
Terceirizar a captação com consultorias faz sentido para entrar em regiões distantes ou para acelerar um período curto. Seleção, comitê e implantação ficam dentro da rede, porque é ali que o padrão se define.
Multifranqueado é o franqueado que opera mais de uma unidade da mesma marca, e é o caminho de menor risco para expandir: ele já conhece a operação, já passou pela seleção e já provou resultado.
Para estimular a segunda unidade, as redes usam taxa de franquia reduzida, prioridade na escolha de novas praças, processo de implantação simplificado e consultoria dedicada. A 7-Eleven, com mais de 13 mil lojas nos Estados Unidos, oferece condições diferentes para quem já opera na rede. O pré-requisito é medir a satisfação: franqueado satisfeito expande, insatisfeito desliga. Os critérios para liberar a segunda unidade, o que muda no contrato e no território e o limite de concentração de um grupo estão no guia de multifranqueados.
Loja de rua, shopping, quiosque, express, dark kitchen e unidade em hospital ou universidade alcançam praças que o formato original não atende. O McDonald's criou o McCafé dentro dos restaurantes e formatos compactos para aeroportos e estações. A Subway opera de quiosques a restaurantes completos, em praças de alimentação, postos e hospitais. Com crédito caro, formatos de investimento menor aceleram a expansão sem exigir um franqueado com o capital do formato completo. Quando a dúvida é entre abrir a unidade própria ou franquear, o guia de franquia ou filial organiza a decisão.
Redes que crescem rápido e com padrão centralizam a informação da operação. A Milky Moo, com 900 unidades no Brasil e no exterior, usa o SULTS em toda a companhia, da expansão à consultoria de campo. Cada formato pode ter o próprio modelo de implantação e o próprio checklist de inauguração. A Bibi, no mercado de calçados infantis desde 1949, gerencia mais de 150 operações no Brasil e na América Latina com o SULTS, com mais de 90% de engajamento da rede.
Um plano de expansão de franquias responde, em uma página, quantas unidades a rede quer abrir, onde, com que orçamento, com quem e como vai medir. O modelo abaixo traz cada campo com uma linha de instrução e um exemplo preenchido para uma rede fictícia de 40 unidades que quer chegar a 60 em um ano.
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| Campo | O que escrever | Exemplo (rede fictícia) |
|---|---|---|
| Objetivo do ano | Unidades a inaugurar e receita esperada da rede | 20 inaugurações, de 40 para 60 unidades |
| Praças por trimestre | Cidades ou regiões prioritárias e o motivo | T1 e T2 no interior de SP; T3 e T4 em duas capitais do Nordeste |
| Formatos | Quais formatos entram em cada praça | Loja de rua nas capitais; quiosque em shoppings do interior |
| Canais e orçamento | Quanto investir em cada canal de captação | Inbound e indicação o ano todo; duas feiras no primeiro semestre |
| Funil e taxas-alvo | Quantos leads, reuniões, aprovações e contratos por etapa | Metas por etapa definidas a partir do histórico do ano anterior |
| Perfil e critérios | Perfil do franqueado, scorecard e nota de corte | Operador presente, nota mínima 70 no scorecard |
| Implantação | Prazo padrão do contrato à inauguração, por formato | Cronograma padrão por formato, com a capacidade do time de implantação |
| Indicadores e responsáveis | Métricas do plano e quem responde por cada uma | Gerente de expansão pelo funil; implantação pelo prazo |
| Riscos e gatilhos de pausa | O que faz a rede desacelerar | Pausa em praça nova se as unidades abertas no ano ficarem abaixo do padrão da rede |
O plano é revisado por trimestre. O campo mais esquecido é o último: definir antes quando pausar evita a pressão de bater a meta de unidades às custas da qualidade.
As métricas da expansão medem três coisas: se o funil gera franqueados certos, se a rede os coloca para operar rápido e se as unidades novas dão resultado. Onde não há referência pública confiável, a rede define a própria linha de base e acompanha a tendência.
1. Leads por origem. Quantidade de leads por canal no período. Alerta: dependência de um único canal.
2. Conversão por etapa. Candidatos que avançam de uma etapa para a seguinte, dividido pelos que entraram nela. Alerta: queda concentrada em uma etapa, que aponta onde revisar material ou processo.
3. Tempo de fechamento. Dias entre o primeiro contato e o contrato. Alerta: alta sem mudança de canal ou de perfil.
4. Custo por lead e por franquia vendida. Investimento do canal dividido pelos leads e pelas franquias vendidas por ele. Alerta: canal com custo por venda maior que a taxa de franquia.
5. Taxa de aprovação no comitê. Candidatos aprovados dividido pelos avaliados. Alerta: aprovação quase total, sinal de comitê que não filtra, ou muito baixa, sinal de captação no perfil errado.
6. Tempo de implantação. Dias entre o contrato e a inauguração, por formato. Alerta: atraso recorrente na mesma fase.
7. Satisfação do franqueado novo. NPS dos franqueados nos primeiros meses de operação. Alerta: nota abaixo da média da rede.
8. Taxa de multifranqueados. Franqueados com mais de uma unidade dividido pelo total. Alerta: taxa parada enquanto a rede cresce.
9. Encerramento e repasse. Unidades fechadas e repassadas no período dividido pelo total. Referência: 6,4% de encerramento e 4,0% de repasse no franchising em 2025, segundo a ABF.
10. Receita por unidade madura. Faturamento médio das unidades com mais de 12 meses. É a métrica que liga expansão a rentabilidade: abrir 20 unidades acima do ponto de equilíbrio vale mais que abrir 50 abaixo dele.
Os erros que mais travam a expansão são de processo, não de mercado: vender sem critério, desconectar venda de implantação e crescer sem medir as unidades novas.
1. Abrir onde o candidato aparece. Sem plano territorial, a rede satura praças e esquece outras.
2. Aprovar qualquer candidato para bater meta. O franqueado errado custa mais que a praça vazia.
3. Operar sem funil. Leads em planilhas, e-mails e listas de feira. Ninguém sabe quantos candidatos estão em cada etapa.
4. Desconectar expansão de implantação. O contrato é assinado e os dados chegam por e-mail ao time de implantação. Na SULTS, a negociação ganha segue para a Implantação sem recadastro.
5. Perder o prazo da COF. Descumprir os 10 dias da Lei 13.966/2019 abre a porta para a anulação do contrato.
6. Inaugurar sem treinar. A equipe aprende na frente do cliente, e o primeiro mês define a reputação da unidade.
7. Não medir a satisfação dos franqueados. Franqueado insatisfeito desestimula candidato e não abre a segunda unidade.
8. Marca diferente em cada unidade. Sem padrão verificado em campo, a experiência muda de uma loja para outra.
9. Território sem regra. Raio de proteção indefinido vira conflito entre franqueados.
10. Crescer sem sistema. Cada unidade nova é um centro de operação que precisa seguir o padrão; sem plataforma, o padrão depende da boa vontade de cada um.
O SULTS reúne o ciclo de expansão em uma plataforma: o funil de candidatos, a implantação da unidade, o treinamento da equipe e o acompanhamento dos primeiros meses. É usada por +1.750 marcas em +92 mil unidades.
Funil de expansão. O CRM de Expansão organiza os candidatos em funis com as etapas da rede, com avaliações por etapa, checkpoints obrigatórios, a entrega da COF registrada e relatórios por consultor, por origem e por motivo de perda.
Implantação. A negociação ganha segue para a Implantação de Unidades sem recadastro, com cronograma por formato, dependências e responsáveis. Os recursos para redes de franquias estão no sistema de implantação de franquias.
Treinamento. A Universidade Corporativa entrega as trilhas da equipe da unidade antes da inauguração, com avaliação e certificado. O programa completo, por fase e por cargo, está no guia de treinamento de franqueados.
Primeiros meses. O Checklist verifica o padrão em campo e o NPS mede a satisfação dos franqueados e dos clientes.
A visão completa dos módulos para redes de franquia está em software para franquias. Redes que já crescem assim estão nos cases da Lugano e da Bibi.
Do lead à inauguração em uma única plataforma
CRM de Expansão com a COF registrada, Implantação de Unidades, Universidade Corporativa e +25 módulos para a operação da rede. Veja funcionando.
É o ciclo que leva uma rede do planejamento de onde abrir até a unidade nova operando no padrão: território, captação, seleção, COF e contrato, implantação, treinamento e acompanhamento. Não termina na venda. Em 2025, o franchising brasileiro faturou R$ 301,7 bilhões com 202.444 operações, segundo a ABF. O SULTS organiza esse ciclo em uma plataforma, do CRM de Expansão à operação da unidade.
Em sete etapas: planeje as praças, capte candidatos nelas, selecione com scorecard e comitê, entregue a COF no prazo da Lei 13.966/2019, implante a unidade com cronograma, treine a equipe antes de inaugurar e acompanhe o primeiro ano. Cada etapa tem um entregável que libera a próxima. No SULTS, as etapas de captação a contrato rodam no CRM de Expansão e seguem para a Implantação sem recadastro.
A rede está pronta quando repete o resultado da unidade piloto sem depender do fundador. Confira oito itens: piloto com 12 meses de resultado, margem que suporta royalties, manual e treinamento prontos, COF revisada, caixa para o suporte, time nomeado, sistema de gestão e marca registrada. A SULTS entra no item do sistema, para que o padrão da piloto se repita em cada unidade nova.
Objetivo do ano em unidades e receita, praças por trimestre, formatos, canais e orçamento de captação, metas por etapa do funil, perfil do franqueado com critérios de aprovação, prazo padrão de implantação, indicadores com responsáveis e os gatilhos que fazem a rede pausar. Cabe em uma página. No SULTS, as metas do funil são acompanhadas nos relatórios do CRM de Expansão.
Cruze seis variáveis: perfil socioeconômico, demanda reprimida, concorrência, risco de canibalização, fluxo e logística, e custos da praça. Depois escreva o raio de proteção e as regras de convivência na COF e no contrato, como pede a Lei 13.966/2019. No CRM de Expansão da SULTS, cada negociação registra a praça de interesse, o que ajuda a manter a captação dentro do plano.
Combinando inbound, outbound, feiras e indicação de franqueados atuais, e medindo cada canal por custo por franquia vendida, não só por volume de leads. Página de franquia clara sobre investimento e perfil atrai quem já pesquisa. No CRM de Expansão da SULTS, todo lead entra no mesmo funil com a origem registrada, e os relatórios comparam os canais por origem e campanha.
Não existe um número de mercado confiável: o custo depende do segmento, do investimento da franquia e dos canais usados. O certo é calcular o custo por franquia vendida de cada canal, somando mídia, feiras e tempo do time, e comparar com a taxa de franquia. No SULTS, a origem registrada em cada negociação permite fazer essa conta por canal e por campanha.
Depende do formato e da praça: o tempo de fechamento varia com o perfil do candidato, e a implantação com o ponto, a obra e a contratação. Por isso a rede deve medir os dois prazos separadamente e por formato. No SULTS, o CRM de Expansão mostra o tempo de cada negociação na etapa, e a Implantação de Unidades acompanha o cronograma até a inauguração.
Com critérios escritos: capital, perfil operador ou investidor, experiência em gestão, aderência à cultura e praça, organizados em um scorecard com pesos e nota de corte. Depois, entrevista, visita a uma unidade e comitê de aprovação. No CRM de Expansão da SULTS, cada passo pode ter avaliações e checkpoints, e o candidato só avança quando cumpre o que a etapa exige.
Exige a entrega da Circular de Oferta de Franquia ao menos 10 dias antes da assinatura do contrato ou do pagamento de qualquer taxa, com informações como balanço da franqueadora, investimento, taxas, franqueados atuais e que saíram, e política de território. Sem isso, o contrato pode ser anulado. Na SULTS, a entrega da COF pode ser etapa do funil com checkpoint obrigatório e data registrada.
O setor de expansão decide onde a rede cresce, capta e seleciona franqueados, conduz a venda dentro da lei e entrega a unidade para a implantação. É formado pelo gerente de expansão, consultores, analista de território e, na ponta, o implantador. No SULTS, cada consultor trabalha a própria carteira no CRM de Expansão e o gerente acompanha a equipe pelos relatórios.
O limite é a capacidade de implantação e de suporte, não a demanda de candidatos. Some quantas inaugurações o time de implantação conduz ao mesmo tempo, quantas unidades novas a consultoria de campo acompanha e o caixa para o suporte. Abrir acima disso aumenta encerramento e repasse. No SULTS, a Implantação de Unidades mostra todas as aberturas em andamento em um painel.
Em 2025, segundo a ABF, os segmentos que mais cresceram em faturamento foram Limpeza e Conservação (16,8%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (14,6%) e Alimentação, Comercialização e Distribuição (12,9%). Para 2026, a ABF projeta alta de 8% a 10% no faturamento do setor. A SULTS atende redes de todos esses segmentos, com +1.750 marcas na plataforma.
É o franqueado que opera mais de uma unidade da marca. Ele acelera a expansão porque já conhece a operação, já passou pela seleção e já provou resultado, o que reduz o risco da unidade nova. Redes estimulam a segunda unidade com taxa menor e prioridade em praças. No SULTS, o NPS dos franqueados ajuda a identificar quem está satisfeito o bastante para crescer.
Franquia cresce com capital e gestão do franqueado e exige padrão forte e suporte; loja própria dá controle total, mas consome capital e gestão da empresa. Muitas redes combinam os dois, com lojas próprias em praças estratégicas e franquias no restante. A SULTS atende os dois modelos na mesma plataforma, e o CRM de Expansão permite funis diferentes para cada um.
Dez: leads por origem, conversão por etapa, tempo de fechamento, custo por lead e por franquia vendida, aprovação no comitê, tempo de implantação, satisfação do franqueado novo, taxa de multifranqueados, encerramento e repasse, e receita por unidade madura. No SULTS, elas ficam nos relatórios do CRM de Expansão, da Implantação e do NPS, sem planilha paralela.
Abrir onde o candidato aparece, aprovar qualquer perfil para bater meta, operar sem funil, desconectar venda de implantação, perder o prazo da COF, inaugurar sem treinar, não medir a satisfação dos franqueados, marca diferente em cada unidade, território sem regra e crescer sem sistema. A SULTS ataca a raiz comum deles: informação espalhada em planilhas e mensagens.
É o funil construído para a venda de unidades: etapas de perfil, visita, comitê, COF e assinatura, com avaliações e checkpoints por etapa. No CRM de Expansão da SULTS, quando a negociação é ganha, os dados seguem para o módulo de Implantação de Unidades sem recadastro, e a abertura da unidade começa com o histórico da venda.
Entre os cases publicados, a Tintas MC, com mais de 230 lojas, começou pela área de expansão para acompanhar todos os leads. A PitStop, com mais de 3.000 pontos de venda, organizou um volume alto de leads com gestão por consultor. A SULTS atende +1.750 marcas e +92 mil unidades.
Pela demonstração com um especialista da SULTS, que mostra o funil com as etapas da sua rede, a etapa de COF, os relatórios da equipe e a passagem para a implantação da unidade. Depois, o time comercial monta a proposta conforme o número de unidades e os módulos. Dúvidas rápidas podem ser tiradas pelo 0800 960 2540 ou pelo WhatsApp.
Cases de sucesso
Veja como empresas de diferentes segmentos transformaram sua operação

Anibal Martins
Diretor Geral de Franquias da Lugano"O grande benefício da SULTS não é só comunicação com a rede, mas a comunicação interna entre os colaboradores e entre as áreas."

Renan Reis
Fundador e CEO da FarMelhor"Para as empresas que ainda não usam uma plataforma de gestão como a SULTS, é fundamental para o crescimento e desenvolvimento."

Lohran Soares
Fundador e CEO da Milky Moo"Hoje nós estamos batendo 900 unidades pelo Brasil e pelo mundo."












+92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.
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