Ordem de serviço: da abertura na unidade ao aceite do serviço
A unidade abre a OS pelo aplicativo com o formulário do tipo certo, o SLA começa a contar no horário de expediente e a fila distribui para quem atende. Ao fechar, a unidade avalia, e a matriz vê o tempo de resposta por categoria e por região.

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A ordem de serviço com regra desde a abertura
Numa rede grande, o problema da OS raramente é registrar. É garantir que ela nasça com a informação certa, chegue a quem atende sem passar por um grupo de mensagens e tenha um prazo que alguém consiga cobrar.

Formulário por tipo de serviço
Cada tipo de OS abre com os campos que ele exige, então a solicitação chega completa e o atendimento não começa perguntando o básico.
Catálogo de serviços por departamento
A unidade escolhe o serviço dentro do catálogo do departamento responsável, e a OS já nasce endereçada.
SLA com horário de expediente
O prazo conta dentro do expediente, o que torna o indicador comparável entre unidades de horários diferentes.
Fila de atendimento e atribuição
A OS entra na fila do time certo e pode ser atribuída diretamente, com transferência de responsabilidade registrada.
Avaliação do atendimento
Ao fechar, a unidade avalia com CSAT, e a nota fica ligada ao serviço, ao time e ao período.
Aberta e acompanhada pelo aplicativo
App nativo para Android e iOS, para quem abre na loja e para quem atende em campo.
A OS nasce completa, e não vira uma conversa
O maior desperdício em ordem de serviço é a ida e volta antes do trabalho começar: falta o número do equipamento, falta a foto, falta dizer qual loja. O formulário por tipo resolve isso na origem, e o catálogo garante que a OS chegue ao departamento certo.
Formulários dinâmicos por tipo
Cada tipo de serviço pede os campos que precisa, e os obrigatórios impedem a abertura incompleta.
Catálogo de serviços por departamento
Manutenção, TI, facilities e administrativo publicam os serviços que atendem, e a unidade escolhe dentro dessa lista.
Três fluxos direcionados
Unidade para matriz, matriz para unidade e interno, cada um com o encaminhamento que lhe corresponde.
Abertura em massa para várias unidades
Quando o serviço vale para muitas lojas, a matriz abre uma vez e cada unidade recebe a própria OS para acompanhar.
Etiquetas e filtros cruzados
Etiqueta por tipo de ativo, por urgência ou por fornecedor, com filtros que cruzam mais de um critério.
Permissões em três níveis
Quem abre, quem atende e quem administra enxergam recortes diferentes da mesma fila.


O prazo que dá para cobrar, e o registro que fica
SLA só serve quando o relógio corresponde à realidade da operação. Contar prazo em hora corrida penaliza quem abre no fim do expediente e premia quem abre na segunda de manhã, e o indicador deixa de significar qualquer coisa.
SLA por categoria de serviço
Cada categoria tem o próprio prazo, porque trocar uma lâmpada e consertar uma câmara fria não são a mesma urgência.
Contagem no horário de expediente
O relógio corre dentro do expediente cadastrado, o que torna o tempo de resposta comparável entre unidades e regiões.
Histórico imutável
Cada movimentação fica registrada e não é apagada, com comprovante de leitura de quem recebeu.
Transferência com registro
Quando a OS muda de responsável, a passagem fica documentada, e não se perde o rastro de quem assumiu o quê.
Mensagens internas
O time discute a execução dentro da própria OS, separado do que a unidade lê.
Avaliação ao fechar
A unidade avalia o atendimento com CSAT, e a nota entra no indicador do time que executou.
O que a matriz enxerga de todas as unidades
Uma rede com centenas de unidades não consegue acompanhar OS uma a uma. O que ela precisa saber é onde o prazo está estourando, que serviço se repete e qual região consome mais atendimento do que deveria.
Tempo de resposta por categoria
O dashboard mostra o cumprimento de SLA por tipo de serviço, e não só o número total de ordens abertas.
Comparação entre unidades e regiões
Dá para ver qual loja abre mais OS e qual região demora mais para atender.
Serviço que se repete
Quando o mesmo problema volta na mesma unidade, isso aparece no relatório, e a correção deixa de ser paliativa.
Kanban e lista com filtros
Quem coordena acompanha a fila em Kanban ou em lista, filtrando por unidade, tipo, responsável e prazo.
CSAT por time e por período
A avaliação da unidade vira indicador de qualidade do atendimento, comparável mês a mês.
Integração com os outros módulos
A OS conversa com os +25 módulos do SULTS, sobre o mesmo cadastro de unidades e pessoas.

Modelo de ordem de serviço completo: os 50 campos, da abertura ao indicador
Uma ordem de serviço que funciona em rede responde cinco perguntas: quem pediu, o que é, quem aprovou, o que foi feito e quanto custou. Os 50 campos abaixo estão na ordem em que a OS é preenchida, com o padrão de cada um. Servem para formulário em papel, planilha ou o módulo Chamados, e são os que permitem medir prazo, custo e reincidência por unidade.
1Identificação6 itens
Quem pediu e por onde. Seis campos, quatro deles preenchidos pelo sistema na abertura.
- 1Número da ordem de serviçoAutomáticoSequencial, único em toda a rede e gerado pelo sistema, nunca digitado. É o que permite encontrar a OS meses depois, citar em uma fatura de fornecedor e ligar a OS de retorno à original.
- 2Unidade e centro de custoObrigatórioNome da unidade como consta no cadastro e o centro de custo que vai absorver a despesa. A unidade é o campo pelo qual prazo, custo e reincidência serão medidos depois.
- 3Solicitante e contatoObrigatórioNome, cargo e um telefone ou ramal direto de quem abriu. Sem contato direto, o técnico liga para a unidade e fala com quem não sabe do problema.
- 4Data e hora de aberturaAutomáticoRegistradas pelo sistema no momento da abertura, sem edição. É o marco zero de todos os prazos.
- 5Canal de aberturaAutomáticoAplicativo, portal, telefone ou visita presencial. Serve para saber quantas OS ainda nascem fora do fluxo e precisam ser digitadas por alguém.
- 6Tipo de ordem de serviçoObrigatórioCorretiva, preventiva, instalação, melhoria ou inspeção. O tipo define o formulário, o fluxo de aprovação e o SLA. Uma OS corretiva de equipamento parado não pode seguir o mesmo caminho de uma melhoria de fachada.
2Classificação e prazo6 itens
O que define a fila e o relógio. Seis campos, e os dois SLAs são calculados a partir dos quatro primeiros.
- 7Categoria e subcategoriaObrigatórioElétrica, hidráulica, refrigeração, TI, civil, mobiliário, segurança, limpeza. A categoria define quem atende; a subcategoria define o formulário e o tempo médio esperado. Lista fechada, sem campo livre.
- 8PrioridadeCríticoBaixa, média, alta ou crítica, escolhida a partir de uma matriz combinando impacto e urgência, não pelo humor de quem abre. A matriz fica publicada ao lado do formulário.
- 9Impacto na operaçãoObrigatórioParada total da unidade, parada parcial (um setor, um equipamento) ou sem impacto na venda. É o que diferencia a câmara fria parada de uma lâmpada queimada na mesma categoria.
- 10SLA de respostaAutomáticoTempo até alguém assumir a OS e dar o primeiro retorno ao solicitante, em horas úteis, definido por prioridade. Contado no horário de expediente cadastrado e visível para quem abriu.
- 11SLA de soluçãoAutomáticoTempo até o serviço concluído e aceito, por categoria e prioridade. Quando a solução depende de peça ou de fornecedor externo, o prazo é pausado com motivo registrado, nunca apagado.
- 12Janela de atendimentoDias e horários em que a unidade pode receber o técnico sem parar a operação: antes da abertura, depois do fechamento, horário de menor movimento. Evita a visita perdida por porta fechada.
3O que está acontecendo7 itens
A descrição que evita a segunda visita. Sete campos, dois deles com foto.
- 13Descrição do problemaObrigatórioO que está acontecendo, onde e desde quando, em até três frases. Descrição sem foto costuma gerar uma visita só para diagnosticar, e a segunda visita é a que estoura o prazo.
- 14Local dentro da unidadeObrigatórioSetor, sala ou ponto exato: salão, cozinha, estoque, banheiro de cliente, fachada. Em unidade grande, o técnico não deve procurar.
- 15Ativo ou equipamentoNúmero de patrimônio ou etiqueta, marca, modelo e número de série. É o campo que permite ver o histórico do mesmo equipamento e decidir entre consertar de novo e trocar.
- 16Foto ou vídeo da situaçãoFotoRegistro feito na abertura, pelo celular, com data e hora anexadas. Serve para o diagnóstico à distância e para comparar com a foto do depois.
- 17Frequência e históricoPrimeira vez, intermitente ou recorrente, e há quanto tempo. Problema recorrente com OS anteriores fechadas é indício de conserto mal feito ou de equipamento no fim da vida.
- 18O que já foi tentadoReinício, troca de disjuntor, limpeza de filtro. Evita que o técnico repita o óbvio e mostra se a unidade seguiu o procedimento antes de abrir a OS.
- 19Risco imediatoCríticoSim ou não, com descrição: fio exposto, vazamento perto de painel elétrico, porta de emergência travada. Sim eleva a prioridade automaticamente e avisa o responsável de segurança.
4Atribuição e aprovação6 itens
Quem vai fazer e quem autoriza gastar. Seis campos, e o aprovador nunca é quem executa.
- 20Responsável pelo atendimentoObrigatórioNome da pessoa, não da área. Definido pela categoria e pela região, e visível para o solicitante desde a atribuição. OS sem nome não anda.
- 21Equipe interna ou fornecedor externoManutenção própria, técnico regional ou fornecedor homologado, com o contrato ou a tabela de preço vinculada. Define quem fatura e como o custo entra.
- 22Orçamento prévioValor estimado de peças, mão de obra e deslocamento, com o orçamento do fornecedor anexado quando houver. Obrigatório acima do valor que a política de compras definir.
- 23Alçada e aprovadorObrigatórioQuem pode aprovar cada faixa de valor: gerente da unidade, regional, matriz. O aprovador é registrado pelo sistema a partir da alçada, e não escolhido por quem abriu.
- 24Data e hora da aprovaçãoAutomáticoRegistrada quando o aprovador libera, com a justificativa em caso de recusa. O tempo entre orçamento e aprovação é um dos que mais atrasa a OS e costuma ficar invisível.
- 25Agendamento da visitaData e horário combinados com a unidade dentro da janela de atendimento, com confirmação de quem recebe. Reagendamento exige motivo e conta no indicador de visita perdida.
5Segurança e acesso5 itens
O que precisa estar definido antes de o técnico entrar. Cinco campos, três deles obrigatórios em serviço com risco.
- 26Riscos identificados e EPI exigidoCríticoAltura, eletricidade, espaço confinado, produto químico, carga suspensa, e o EPI correspondente a cada risco. Lista marcada pelo responsável, não pelo técnico na hora.
- 27Permissão de trabalho ou APRCríticoExigida para trabalho em altura, elétrico, a quente ou em espaço confinado, conforme a norma aplicável. Anexada à OS antes do início, com assinatura de quem autoriza.
- 28Bloqueio e etiquetagem de energiaFotoConfirmação de que o equipamento foi desenergizado e bloqueado antes da intervenção, com foto da etiqueta. Não se aplica é uma resposta válida, mas precisa ser marcada.
- 29Acompanhante na unidadeNome de quem recebe o técnico, libera o acesso e acompanha o serviço em área de cliente ou de estoque. Sem acompanhante, o técnico não entra em área restrita.
- 30Acesso, chaves e senhasComo o técnico entra fora do horário, quem guarda a chave, se há alarme ou senha de painel. Registrado uma vez por unidade e reaproveitado em toda OS.
6Execução8 itens
O registro do que foi feito, no momento em que foi feito. Oito campos, preenchidos pelo técnico no celular.
- 31Check-in do técnicoAutomáticoData, hora e localização registradas ao chegar, pelo aplicativo. É a prova de que a visita aconteceu e o início do tempo de atendimento em campo.
- 32Diagnóstico e causaObrigatórioO que foi encontrado e por que aconteceu: desgaste, mau uso, falta de manutenção preventiva, defeito de fabricação. A causa é o campo que alimenta o plano de manutenção; sem ela a OS só conserta.
- 33Serviço executadoObrigatórioO que foi feito, em linguagem que o gestor da unidade entende, com o procedimento seguido quando houver. É o texto que vai para o histórico do ativo.
- 34Peças e materiaisItem, quantidade, valor unitário e origem: estoque próprio, compra na hora ou fornecido pelo fornecedor. Peça sem registro é custo que some do indicador e estoque que não bate.
- 35Mão de obraHoras trabalhadas e número de técnicos, ou valor fechado quando o contrato for por serviço. Alimenta o custo total e o tempo médio por categoria.
- 36Deslocamento e despesasQuilometragem, pedágio, estacionamento, hospedagem quando houver, com comprovante anexado. Em rede espalhada, o deslocamento chega a pesar mais que a peça.
- 37Foto do depoisFotoRegistro do serviço concluído, no mesmo enquadramento da foto de abertura, com data e hora. É a evidência que sustenta o aceite à distância e a garantia.
- 38Pendências e serviço complementarO que não foi possível concluir e por quê: peça em falta, necessidade de outra especialidade, autorização pendente. Pendência gera uma nova OS vinculada, não reabre a antiga.
7Encerramento7 itens
O fechamento que vale como prova e como custo. Sete campos, e o aceite é de quem pediu, não de quem fez.
- 39Status finalObrigatórioConcluída, concluída com pendência, cancelada ou reprovada no aceite. Cada status tem motivo obrigatório, e cancelada exige quem cancelou e por quê.
- 40Data e hora de conclusãoAutomáticoRegistrada pelo técnico ao finalizar, no check-out, e não editada depois. É o fim do relógio do SLA de solução.
- 41Custo total e centro de custoSoma de peças, mão de obra e deslocamento, lançada no centro de custo da unidade e na categoria. Custo sem categoria não permite saber onde a rede gasta.
- 42Garantia do serviçoPrazo de garantia da peça e do serviço, o que cobre e quem responde: fornecedor ou equipe própria. Reincidência dentro da garantia não gera custo novo, e a OS precisa saber disso.
- 43Aceite do solicitanteAssinaturaNome, data e assinatura digital de quem abriu ou do gestor da unidade, confirmando que o problema foi resolvido. Aceite à distância é feito pela foto do depois.
- 44Avaliação do atendimentoNota de 1 a 5 e comentário opcional, dados pelo solicitante no aceite. Avaliação baixa com SLA cumprido aponta problema de comunicação, não de prazo.
- 45Check-out do técnicoAutomáticoData, hora e localização ao sair da unidade. Fecha o tempo em campo e libera o técnico para a próxima OS da rota.
8Indicadores que a OS alimenta5 itens
O que a matriz lê no fim do mês. Cinco indicadores, todos calculados a partir dos campos acima, sem planilha paralela.
- 46Tempo de primeira respostaDa abertura até o primeiro retorno ao solicitante, por categoria e por responsável. Mede a fila, não a execução.
- 47Tempo de solução contra o SLADa abertura até a conclusão aceita, comparado ao prazo prometido, com o percentual de OS dentro do prazo por unidade e por categoria.
- 48Reincidência por ativoQuantas OS o mesmo equipamento gerou em 30 e em 90 dias. É o número que decide entre manutenção preventiva, troca de fornecedor e troca do equipamento.
- 49Custo por unidade e por categoriaSoma dos custos totais no período, por unidade, por categoria e por metro quadrado quando a rede tiver formatos diferentes. Compara unidades semelhantes entre si.
- 50Backlog e OS vencidas por responsávelQuantas OS estão abertas, há quanto tempo e com quem. Backlog crescente em uma categoria indica falta de gente ou de fornecedor, não de processo.
Ordem de serviço no SULTS, por e-mail e por grupo de mensagem
A comparação que interessa a uma rede não é de recursos, é de rastreabilidade: o que sobra depois que o serviço foi feito.
| Funcionalidade | SULTS | E-mail para a manutenção | Grupo de mensagem |
|---|---|---|---|
| Formulário com campos obrigatórios | Por tipo de serviço | Não | Não |
| Serviço escolhido em catálogo | Por departamento | Não | Não |
| SLA com horário de expediente | Por categoria | Não | Não |
| Fila com atribuição e transferência | Registrada | Caixa de entrada | Quem viu primeiro |
| Histórico que não se perde | Imutável, com comprovante de leitura | Depende do arquivo | Rola para cima e some |
| Avaliação do atendimento | CSAT ao fechar | Não | Não |
| Abertura em massa para várias lojas | Sim | Cópia para todos | Mensagem para todos |
| Indicador por categoria e região | Dashboard em tempo real | Planilha manual | Não existe |
| Aplicativo para quem está em campo | Android e iOS | Webmail | Sim, sem estrutura |
| Permissão por perfil | Três níveis | Todo mundo vê tudo | Todo mundo vê tudo |
E-mail e grupo de mensagem resolvem a comunicação e perdem o histórico. Numa rede com muitas unidades, o que falta não é conversar sobre o serviço, é saber depois quanto tempo levou, quem atendeu e se a unidade ficou satisfeita.
Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS
Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.
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Cases de sucesso
Resultados reais de quem usa SULTS
Veja como empresas de diferentes segmentos transformaram sua operação

Adriano Bicalho
co-CEO da Casa do Construtor"O SULTS criou uma centralização que mostra, de forma clara, objetiva e detalhada, como funcionamos."

Andrea Kohlrausch
Presidente da Bibi Calçados"A SULTS unificou diversas ferramentas em uma única plataforma, centralizando toda a operação."

Paulo Braz
Diretor de negócios da PitStop"A SULTS vai acompanhar nossa evolução para as próximas 2.000 lojas. Capacidade única de organizar a entrega."

Enrico Ferrari
Fundador e CEO da Mormaii"Hoje, o SULTS atende 100% do gerenciamento da nossa rede de franquias."

Anibal Martins
Diretor Geral de Franquias da Lugano"O SULTS se tornou uma aliada importante na forma como organizamos nossa gestão e a comunicação da rede."

Renan Reis
Fundador e CEO da Farmelhor"Para as empresas que ainda não usam o SULTS, saibam que ela é fundamental para o crescimento e desenvolvimento."
Perguntas Frequentes
O que é uma ordem de serviço?
É o registro formal de um serviço solicitado e executado, com o que foi pedido, quem pediu, quem atendeu, o prazo e o resultado. No SULTS a OS nasce de um catálogo de serviços por departamento, com formulário próprio do tipo escolhido, e segue com SLA, fila de atendimento e avaliação no fechamento.
Como abrir uma ordem de serviço no SULTS?
A unidade escolhe o serviço no catálogo do departamento responsável e preenche o formulário daquele tipo, que já pede os campos necessários. A abertura pode ser feita pelo computador ou pelo aplicativo do SULTS para Android e iOS, e a OS entra na fila do time que atende aquele serviço.
Qual a diferença entre ordem de serviço e chamado?
No SULTS, a ordem de serviço usa o mesmo mecanismo do sistema de chamados, com um recorte diferente: ela é o chamado no formato de serviço executado, escolhido a partir de um catálogo por departamento e com SLA próprio por categoria de serviço.
Como funciona o SLA da ordem de serviço?
Cada categoria de serviço tem o próprio prazo, e o relógio do SULTS corre dentro do horário de expediente cadastrado. Isso importa numa rede: sem essa regra, a OS aberta às dezoito horas de sexta consome o prazo no fim de semana e o indicador deixa de comparar unidades com horários diferentes.
Dá para ter formulários diferentes por tipo de serviço?
Sim, e é o que evita a ida e volta antes do trabalho começar. No SULTS os formulários são dinâmicos por tipo, com campos obrigatórios próprios, então a OS de manutenção de refrigeração pede o equipamento e a foto, enquanto a de TI pede outros dados.
Como a ordem de serviço chega a quem vai atender?
Ela entra na fila do time responsável pelo serviço escolhido no catálogo, e pode ser atribuída diretamente a uma pessoa. No SULTS a transferência de responsabilidade fica registrada, então não se perde o rastro de quem assumiu a OS em cada momento.
A unidade consegue acompanhar o andamento?
Sim. Quem abriu acompanha a OS do começo ao fim, com o histórico das movimentações e o comprovante de leitura. No SULTS o histórico é imutável, então o registro do que aconteceu não depende de alguém lembrar de anotar nem pode ser apagado depois.
Como avaliar o atendimento de uma ordem de serviço?
No fechamento, a unidade avalia com CSAT. No SULTS essa nota fica ligada ao serviço, ao time que atendeu e ao período, o que transforma a percepção da loja em indicador comparável, em vez de reclamação isolada em reunião.
Dá para abrir a mesma ordem de serviço para várias unidades?
Sim. O SULTS tem abertura em massa: a matriz abre uma vez e cada unidade recebe a própria OS, com responsável e prazo individuais. É o caso de uma troca de padrão visual ou de uma revisão preventiva que precisa acontecer na rede inteira.
Quem pode ver as ordens de serviço da rede?
Depende do perfil. O SULTS tem controle de permissões em três níveis, e o recorte usual é a unidade vendo as próprias OS, o time de atendimento vendo a fila que lhe cabe e a matriz vendo tudo, com filtros por unidade, tipo e responsável.
O SULTS controla peças e estoque de manutenção?
Não. O módulo cuida da ordem de serviço em si: abertura, encaminhamento, prazo, execução, histórico e avaliação. Controle de peças, de estoque de manutenção e de custo de mão de obra fica no sistema que a rede já usa para isso, e o SULTS mantém o registro do serviço.
Como registrar um serviço executado por fornecedor externo?
A OS é aberta e acompanhada normalmente, com etiqueta identificando o fornecedor e o responsável interno que gerencia a execução. No SULTS o histórico imutável guarda o que foi combinado e quando, o que ajuda na hora de cobrar o terceiro pelo prazo que ele assumiu.
Existe visão Kanban das ordens de serviço?
Sim. No SULTS a fila pode ser vista em Kanban ou em lista, com filtros avançados por unidade, tipo de serviço, responsável e situação de prazo. Quem coordena costuma usar o Kanban para enxergar o acúmulo e a lista para trabalhar o que está vencendo.
Como o time conversa sobre a execução sem a unidade ver?
Pelas mensagens internas da própria OS. No SULTS elas ficam separadas do que a unidade lê, o que permite alinhar detalhe técnico, combinar visita e registrar suspeita sem poluir a comunicação com quem abriu o pedido.
Quais indicadores de ordem de serviço o SULTS entrega?
O SULTS entrega dashboards gerenciais em tempo real com volume por unidade e por categoria, cumprimento de SLA, tempo de resposta, situação da fila e CSAT do atendimento. A leitura que costuma mudar decisão é o serviço que se repete na mesma unidade, porque indica causa não resolvida.
A ordem de serviço funciona no celular?
Sim, no aplicativo nativo do SULTS para Android e iOS. Na prática, quem abre está na loja e quem atende está em deslocamento, então as duas pontas usam o celular: uma para registrar com foto, outra para atualizar a execução sem voltar ao escritório.
Como organizar ordens de serviço por departamento?
Pelo catálogo de serviços. Cada departamento publica os serviços que atende, e a unidade escolhe dentro dessa lista. No SULTS isso resolve o encaminhamento na origem: a OS já nasce endereçada, sem triagem manual de alguém lendo e repassando.
Dá para priorizar ordens de serviço urgentes?
Dá, pela categoria de serviço, que carrega o SLA correspondente, e pelas etiquetas de urgência com filtros cruzados. No SULTS a fila pode ser ordenada pelo prazo que está mais perto de estourar, o que é diferente de atender por ordem de chegada.
O que acontece se o prazo da ordem de serviço estourar?
A OS aparece como fora do prazo nos painéis e nos filtros, e o indicador de SLA daquela categoria e daquela região registra o descumprimento. No SULTS a leitura importante é o padrão: uma OS atrasada é ocorrência, várias na mesma categoria são um problema de capacidade.
Como uma rede com muitas unidades implanta isso?
Começa cadastrando o catálogo de serviços por departamento, definindo o SLA de cada categoria e o horário de expediente, e desenhando os formulários por tipo. A implantação do SULTS é um serviço contratado uma única vez, com um time dedicado que configura essa estrutura junto com a rede e treina os administradores.
Ordem de serviço e checklist se conectam?
Sim. No SULTS, o que o checklist aponta em campo pode seguir como ordem de serviço para o time responsável, sem redigitar informação, porque os módulos compartilham o mesmo cadastro de unidades e pessoas. É comum a não conformidade de uma verificação virar serviço a executar.
O histórico da ordem de serviço pode ser alterado depois?
Não. O histórico do SULTS é imutável: as movimentações ficam registradas com autoria e momento, e o comprovante de leitura mostra quem recebeu o quê. É o que permite reconstruir o que aconteceu semanas depois, sem depender da memória de quem participou.
Como medir a qualidade do atendimento, e não só o prazo?
Pelo CSAT, que a unidade responde ao fechar a OS. Prazo cumprido com serviço mal executado aparece como nota baixa, e é essa combinação que o SULTS entrega: o indicador de tempo ao lado do indicador de satisfação, por time e por período.
Dá para separar serviço interno de serviço para a unidade?
Dá. O SULTS tem três fluxos direcionados: unidade para matriz, matriz para unidade e interno. Cada um segue o encaminhamento que lhe corresponde, o que evita misturar a demanda que a loja abriu com a rotina interna de um departamento.
Quantas ordens de serviço a plataforma comporta?
O SULTS opera hoje com +1.750 marcas, 92 mil unidades e 600 mil usuários, e redes com centenas de lojas usam o módulo diariamente. O volume de OS não muda a estrutura: o que muda é a necessidade de filtro e de indicador, que já fazem parte do módulo.
Como as etiquetas ajudam no dia a dia?
Elas classificam a OS por aquilo que a rede precisa cruzar: tipo de ativo, fornecedor, origem do problema. No SULTS os filtros cruzam mais de um critério, então dá para isolar, por exemplo, todas as ordens de refrigeração de um fornecedor específico em uma região.
Serve para indústria, e não só para varejo?
Serve. O recorte da ordem de serviço é o mesmo em qualquer operação multiunidade: catálogo por departamento, formulário por tipo, SLA por categoria e histórico do que foi executado. No SULTS, uma indústria com várias plantas usa a mesma estrutura que uma rede de lojas.
Como funciona a cobrança do SULTS para esse módulo?
O SULTS é cobrado por unidade ativa, com usuários ilimitados em cada uma e os +25 módulos na mesma assinatura. Para ordem de serviço isso significa que a loja que abre, o técnico que atende e a matriz que acompanha usam a plataforma sem custo adicional por pessoa.
O que preciso definir antes de começar?
Três coisas: quais serviços entram no catálogo e de qual departamento, qual o SLA de cada categoria e qual o horário de expediente de cada unidade. Com isso definido, o restante da configuração no SULTS é rápido, e o time de implantação conduz essa definição junto com a rede.
Como conhecer a ordem de serviço do SULTS antes de contratar?
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