Centro de serviços compartilhados: TI, RH, financeiro e compras atendendo a rede, cada torre com fila e prazo próprios
Cada torre do CSC (TI, RH, financeiro, compras, jurídico e operações) tem catálogo, formulário, fila e prazo próprios, e a unidade abre tudo pela mesma porta, no aplicativo. O relógio conta no expediente, a unidade avalia cada atendimento e a matriz vê prazo, volume e nota por torre e por unidade.

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Como o centro de serviços compartilhados opera na SULTS
O centro de serviços compartilhados reúne em uma estrutura só as áreas que atendem as unidades, e na SULTS ele roda no módulo de Chamados, que é o software para centro de serviços compartilhados da plataforma. Cada torre, o nome que o CSC dá a cada área de serviço, publica o próprio catálogo de assuntos, e a unidade abre o pedido no mesmo aplicativo em que executa o checklist e lê o comunicado. Quais torres existem e que prazo cada uma assume é decisão da rede.

Uma porta para todas as unidades
A unidade não precisa descobrir qual área resolve o que ela pede. Ela escolhe o assunto no catálogo e o sistema direciona: o solicitante não precisa saber para quem enviar o chamado, basta escolher o assunto. Vale para loja, filial, clínica, restaurante, planta e centro de distribuição.
Cada torre com o próprio catálogo
Cada departamento tem seu próprio catálogo de serviços com assuntos, formulários e SLAs específicos. A TI publica o que atende, o RH publica o dele, e as duas listas convivem na mesma porta de entrada sem misturar fila nem prazo.
Prazo por torre e por assunto
Cada assunto carrega dois relógios de SLA independentes: tempo de primeira resposta e tempo de solução. O relógio respeita horário de expediente e feriados cadastrados, e a notificação por e-mail e push chega antes do estouro, para o atendente e para quem acompanha.
Fila e permissão por torre
Cada torre escolhe como distribui o trabalho: o gerente distribui chamados da caixa do departamento ou o primeiro atendente livre clica em 'Assumir Chamado'. Os três níveis de permissão definem quem enxerga o quê, do atendente que só vê os próprios chamados ao gestor que vê todos os departamentos.
Nota em cada atendimento
Quando o chamado é resolvido, o solicitante recebe uma notificação para avaliar o atendimento com nota de 1 a 5 estrelas e comentário. A nota CSAT média sai por atendente, departamento e período, então a torre rápida e mal avaliada aparece no mesmo painel da torre lenta.
Indicadores por unidade e por torre
O painel traz ranking de departamentos mais acionados, ranking de unidades que mais abrem chamados, assuntos mais frequentes, tempo médio de primeira resposta e de solução e taxa de cumprimento de SLA. Todos os dados são exportáveis em Excel/CSV.
As torres do CSC: o que cada área publica para as unidades
Montar uma torre é transformar o que ela atende em assuntos do catálogo, e cada assunto leva formulário, responsável e prazo. Os exemplos abaixo são referência de uma rede com 200 ou mais unidades e 800 ou mais colaboradores, e a lista de assuntos é sempre a da empresa. Quando o pedido nasce na torre errada, o atendente transfere e o sistema registra quem transferiu, para quem e quando.
TI: acesso, sistema e equipamento
Acesso a sistema, falha de equipamento e troca de periférico entram como assuntos da torre de TI, o recorte que a página de chamados de TI detalha. O formulário cobra o que aquele tipo de pedido exige: se o assunto é equipamento com defeito, pede número de série, foto e descrição, e o chamado só abre completo.
RH: escala, admissão e dúvida de folha
Escala, admissão e dúvida sobre folha viram assuntos de RH, cada um com responsável e prazo. O que é sensível fica nas mensagens internas entre atendentes, invisíveis ao solicitante, registradas no histórico interno com data, hora e autor.
Financeiro: reembolso, boleto e repasse
Reembolso de despesa, segunda via de boleto e repasse chegam com a papelada junto. O solicitante inclui PDFs, imagens e planilhas na abertura, e cada anexo fica vinculado ao ticket e disponível para todos os envolvidos na resolução.
Compras: requisição de material e serviço
A unidade pede material, uniforme ou um serviço pontual, e o pedido entra como solicitação para a matriz, na torre de compras. O pedido de compra em si vive no módulo de Compras, que a torre usa depois de decidir o que comprar.
Jurídico: contrato, notificação e consulta
Contrato, notificação recebida e consulta sobre cláusula ficam em assuntos do jurídico, com fila fechada. O histórico é imutável e guarda quem abriu, quando, o que foi respondido, quem assumiu e quando fechou, que é o registro usado em auditoria e em disputa contratual.
Operações e manutenção
Dúvida de padrão, procedimento e pedido de melhoria vão para a torre de operações. Quando o pedido é conserto de equipamento ou serviço na instalação, ele segue como ordem de serviço, em que o aceite é de quem pediu, não de quem fez.


SLA por torre: o prazo que cada área assume com as unidades
O acordo entre o CSC e a rede é o prazo configurado em cada assunto de cada torre: é ele que a torre se compromete a cumprir e é ele que o painel cobra no fim do mês. O relógio é o mesmo para todas as unidades e o aviso chega antes de estourar. A mecânica de catálogo e de relógio está detalhada na service desk da SULTS.
Primeira resposta e solução, com prazo por assunto
São dois relógios de SLA independentes: tempo de primeira resposta e tempo de solução. Cada assunto carrega o prazo que faz sentido para ele, e é por isso que queda de sistema em unidade tem um relógio e pedido de material de escritório tem outro.
Relógio no expediente e nos feriados cadastrados
O relógio respeita horário de expediente e feriados cadastrados. Um pedido aberto às 17h de sexta pausa e chega na segunda com o prazo intacto, então a torre não é cobrada pelo fim de semana e a unidade não recebe promessa que ninguém cumpre.
Aviso antes do estouro, decisão do coordenador da torre
A notificação automática por e-mail e push chega antes do estouro, para o atendente e para quem acompanha. Se o caso pede outra pessoa, a troca é feita como transferência, que fica registrada no histórico, e quem decide é o gestor: o sistema não reatribui sozinho.
Pedido que atravessa duas torres
Se o chamado chegou no financeiro mas era de TI, o atendente transfere e o sistema registra quem transferiu, para quem e quando. A inclusão de apoio adiciona observadores que recebem notificações e podem interagir sem assumir a titularidade.
A matriz também cobra a unidade
O fluxo não é só de baixo para cima. A matriz cria chamado exigindo ação da unidade e, quando a cobrança é da rede inteira, dispara um chamado para 50, 100 ou todas as unidades, e cada uma recebe uma cópia com prazo e histórico próprios.
Cumprimento medido por torre, assunto e atendente
A taxa de cumprimento sai por departamento, assunto e atendente, e o registro dos estouros acompanha o número. É o que sustenta a conversa de capacidade: qual torre precisa de mais gente e qual assunto precisa de prazo revisado.
Como a matriz governa o CSC: permissão, nota, satisfação e indicador por unidade
Governar o CSC é responder a quatro perguntas: quem vê o quê, que nota a unidade dá a quem a atendeu, como a matriz lê a satisfação de cada unidade com cada área e quanto cada unidade consome de cada torre. O help desk da SULTS entrega esses números no painel; o critério de leitura continua sendo da rede.
Cada torre vê a própria fila
São três níveis de permissão: o nível 1 vê apenas os chamados em que é responsável, o nível 2 vê também os do mesmo departamento, o que resolve cobertura de férias, e o gestor vê todos os chamados de todos os departamentos. RH e jurídico ficam fechados na própria torre.
Permissão por tela, por dado e por região
O módulo de Segurança define permissões por módulo, menu e tela, e chega ao nível do registro. As visões estruturadas por Rede, Unidade e Regional dizem quem enxerga a rede toda e quem enxerga a própria região, com autenticação de dois fatores e histórico de login.
Nota da unidade em cada atendimento
No encerramento, o solicitante avalia com nota de 1 a 5 estrelas e comentário, consolidados por atendente, departamento e período. É a medida do atendimento um por um, e serve de contrapeso ao indicador de prazo.
Satisfação de cada unidade com cada torre
O NES dá o outro ângulo: o consultor registra o sentimento da unidade em relação a cada área em uma escala de 5 níveis, e a matriz define o peso de cada uma no score. Uma campanha de NPS pode ir para quem abriu chamado nos últimos 90 dias.
Indicadores por unidade
Ranking de unidades que mais abrem chamados, assuntos mais frequentes, tempo médio de primeira resposta e de solução, com filtros cruzados por localidade, etiquetas e prazo. É assim que aparece a unidade que abre muito mais chamados que as vizinhas.
Volume por unidade e por torre para a conversa de custo
A plataforma entrega o volume por unidade, por assunto e por departamento e os tempos de cada atendimento, exportáveis em Excel/CSV. O critério de custo e de rateio é da rede: a SULTS não calcula custo por chamado nem distribui custo entre as unidades.

O CSC na SULTS, em suíte ITSM enterprise e em caixa de e-mail por área
Três formas de operar os serviços compartilhados, e o que cada uma entrega para quem atende unidades.
| Funcionalidade | SULTS | Suíte ITSM enterprise (ServiceNow, Atlassian) | E-mail e planilha por área |
|---|---|---|---|
| Quem é atendido | As unidades e as áreas da própria empresa | Usuário interno, pelo portal de TI | Quem souber o endereço de cada área |
| Catálogo por torre | Nativo, árvore de departamentos e assuntos | Nativo | Não há |
| SLA por torre e por assunto, com expediente | Dois relógios, com pausa | Nativo | Não mede |
| Fluxo unidade para matriz e matriz para unidade | Nativo | Não é o desenho | Mensagem solta |
| Abertura em massa para a rede | Cópia individual por unidade | Não | Não |
| Nota de cada atendimento | CSAT de 1 a 5 por atendente e torre | Varia | Não |
| Indicadores por unidade | Ranking e filtro por localidade | Por usuário e por ativo | Montagem manual |
| CMDB e gestão de mudança | Não faz | Nativo | Não |
| Checklist, tarefas e treinamento na mesma base | Nativo | Integração | Não |
| Cobrança | Por unidade ativa, usuários ilimitados | Por agente | Sem licença própria |
A suíte ITSM enterprise faz sentido quando a TI do CSC precisa de CMDB e de gestão de mudança formal, que a SULTS não faz, e as duas convivem pela API. A caixa de e-mail por área funciona enquanto o volume é pequeno, mas não mede prazo, não guarda histórico por unidade e não compara torres. Na SULTS, as torres operam na mesma base em que a unidade executa o Checklist, recebe a ação em Tarefas e faz o treinamento na Universidade Corporativa. Para comparar fornecedores, veja o comparativo de sistemas de chamados; os módulos de cada plano estão em planos.
Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS
Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.
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Cases de sucesso
Resultados reais de quem usa SULTS
Veja como empresas de diferentes segmentos transformaram sua operação

Gustavo Freitas
CEO do Mercadão dos Óculos"Eu definiria a SULTS como uma grande plataforma de relacionamento do franqueado com a franqueadora."

Francielle Faria
Sócia-fundadora da American Cookies"Eu resumo a parceria com a SULTS em simplicidade, eficiência e organização dos meus processos."

Rodrigo Deotto
Fundador e CEO da Sandaliaria"A ferramenta da SULTS, por exemplo, ela me ajuda hoje a estruturar toda a minha parte interna."
Perguntas Frequentes
O que é um centro de serviços compartilhados (CSC)?
É o modelo em que as áreas de apoio deixam de existir repetidas em cada unidade e passam a atender todas a partir de uma estrutura só. TI, RH, financeiro, compras, jurídico e operações viram prestadores internos, com serviço definido, prazo acordado e volume medido. O nome aparece também como central de serviços compartilhados e pela sigla CSC. Na SULTS, cada uma dessas áreas tem seu próprio catálogo de serviços com assuntos, formulários e SLAs específicos.
Quais áreas costumam formar as torres de um CSC em uma empresa com várias unidades?
Na prática, seis: TI, RH, financeiro, compras, jurídico e operações. Redes grandes acrescentam marketing, engenharia ou logística, e a lista é decisão da empresa, não regra do modelo. Uma área entra quando já tem demanda repetida das unidades e alguém que responda por ela. Na SULTS, cada torre é um departamento do catálogo, com os assuntos, os formulários e os prazos dela.
O que é uma torre de serviço e como ela aparece para a unidade?
Torre é como o CSC chama cada área de serviço, com equipe, serviços publicados e prazo próprios. Para a unidade, a torre não aparece como organograma: ela vê um menu de assuntos e escolhe o que precisa. O catálogo da SULTS funciona como esse menu guiado, em que o solicitante não precisa saber para quem enviar o chamado, basta escolher o assunto e o sistema direciona.
Qual a diferença entre centro de serviços compartilhados e service desk?
O CSC é o modelo organizacional: quais áreas atendem a rede, com que serviço e com que prazo. A service desk é a ferramenta que opera esse modelo, com catálogo, fila e relógio. Quem procura software para centro de serviços compartilhados está procurando a ferramenta de um modelo que já decidiu adotar. Na SULTS, a mecânica está na service desk e o modelo é o que esta página descreve.
O que muda quando o back-office da matriz passa a funcionar como CSC?
Três coisas. O pedido deixa de ser favor e passa a ter prazo publicado. A fila deixa de ser a caixa de entrada de uma pessoa e passa a ser da torre, com cobertura quando alguém sai de férias. E o resultado deixa de ser percepção e passa a ser número por unidade. A divisão entre o que fica na matriz e o que fica na unidade está no guia de gestão de filiais, e na SULTS ela fica registrada.
Como separar os assuntos quando um pedido toca duas torres, como uma admissão que envolve RH e TI?
O assunto escolhido decide o dono do pedido. Em uma admissão, o assunto de RH abre o processo e o acesso a sistema entra como um segundo pedido na torre de TI, cada um com o prazo dele. Se o pedido nasceu na torre errada, o atendente transfere e a SULTS registra quem transferiu, para quem e quando; a inclusão de apoio adiciona observadores que interagem sem assumir a titularidade.
O SLA do CSC é um só ou cada torre tem o seu?
Cada assunto de cada torre tem o próprio prazo, porque um acordo único faria o pedido simples esperar o prazo do complexo. Uma rede pode acordar, como referência, acesso a sistema em 4 horas e reembolso em 2 dias úteis, e cada torre discute a lista dela. O caminho é medir no painel da SULTS o tempo real que cada assunto leva hoje e prometer a partir desse histórico.
Como a rede comunica às unidades o que cada torre atende e em quanto tempo?
O próprio catálogo é o acordo: ele lista o que cada torre atende e cada assunto carrega o prazo que aquela torre se compromete a cumprir. Mudança de catálogo ou de prazo vai por Comunicados, com relatório de leitura de quem leu e quem não leu. Não existe aceite formal do acordo assinado dentro da SULTS: o acordo é a configuração do prazo e a divulgação dela.
A unidade acompanha em que pé está o pedido que abriu na torre?
Sim, sem precisar ligar para a matriz. Solicitantes e equipes sabem exatamente em que pé está cada demanda, sem precisar cobrar atualizações, e cada interação fica no histórico com data e hora. O gerente da unidade abre e acompanha pelo app nativo para Android e iOS da SULTS, o mesmo em que executa o checklist do dia, então não há um segundo acesso para decorar.
Como a matriz mede a satisfação das unidades com cada torre?
Por dois caminhos que se completam. O primeiro é a nota do atendimento: ao ser resolvido o chamado, o solicitante dá nota de 1 a 5 estrelas e comentário, consolidados por atendente, departamento e período. O segundo é o NES da SULTS, em que o consultor registra o sentimento da unidade em relação a cada área a cada visita, com peso por área no score. Uma campanha de NPS pode ir para quem abriu chamado nos últimos 90 dias.
Como calcular o custo do atendimento de cada torre por unidade?
O custo é conta da rede, não da ferramenta. O que entra no custo de cada torre e como ele é distribuído entre as unidades é critério da empresa, calculado fora da plataforma. O que a SULTS entrega é a base: volume por unidade, por assunto e por departamento, tempo médio de primeira resposta e de solução e taxa de cumprimento de SLA, exportáveis em Excel/CSV. A plataforma não calcula custo por chamado nem faz rateio.
Quais indicadores o CSC acompanha por unidade da rede?
Quatro dão o retrato de uma unidade: quantos pedidos ela abre, em quais assuntos, quanto tempo cada torre levou para atendê-la e que nota ela deu. Na SULTS isso sai do ranking de unidades que mais abrem chamados, dos assuntos mais frequentes, dos tempos médios e da taxa de cumprimento de SLA, com filtro por localidade. Unidade muito acima da média costuma indicar treinamento ou equipamento, não má vontade.
Como uma torre do CSC cobra das unidades uma entrega que depende delas?
Pelo caminho inverso ao do pedido. A matriz cria o chamado exigindo ação da unidade, com responsável e prazo, e acompanha no mesmo painel. Quando a cobrança é da rede inteira, a SULTS dispara um chamado para 50, 100 ou todas as unidades, e cada uma recebe uma cópia com prazo e histórico próprios, o que dispensa a planilha de controle paralela.
Quem enxerga os pedidos de RH e do jurídico, que são sensíveis?
Só quem a empresa autorizar. Os três níveis de permissão limitam o atendente aos chamados em que é responsável ou aos do próprio departamento, e o módulo de Segurança da SULTS leva o controle a módulo, menu, tela e registro, com autenticação de dois fatores e histórico de login. A discussão do caso fica em mensagens internas invisíveis ao solicitante. Não há SSO nem login por diretório corporativo.
O CSC pode atender lojas próprias, filiais e franqueados na mesma estrutura?
Pode, e é o arranjo comum em rede grande: o mesmo catálogo serve loja própria, filial, clínica, restaurante e unidade franqueada, com os assuntos que cabem a cada tipo. O que muda é quem vê o quê, e as visões estruturadas por Rede, Unidade e Regional da SULTS resolvem isso. A unidade vê os pedidos dela; o regional vê a região dele; a diretoria vê a rede.
O que acontece quando o prazo de uma torre está para estourar?
O alerta chega antes: notificação automática por e-mail e push para o atendente e para quem acompanha, com tempo de agir. A decisão é de quem coordena a torre, que pode reforçar o atendimento ou passar o chamado para outra pessoa como transferência, que fica registrada no histórico. Na SULTS o sistema não reatribui sozinho, e o estouro, quando acontece, fica registrado e entra na taxa de cumprimento.
Um pedido que chega ao CSC pode virar tarefa, projeto ou treinamento?
Pode, e é assim que o combinado no atendimento não morre no encerramento. Na SULTS, tarefas de acompanhamento são criadas diretamente do chamado, demandas complexas viram projetos com cronograma Gantt e chamados recorrentes geram treinamentos na Universidade Corporativa. O ganho prático é que o que foi prometido passa a ter responsável e prazo, em vez de ficar na última mensagem da conversa.
A SULTS se integra ao ERP e aos sistemas que o financeiro e o RH do CSC já usam?
Pela API. A SULTS tem API pública documentada em developers.sults.com.br, e os tokens são geridos pelo módulo de Segurança, que mostra em tempo real se as integrações estão funcionando. Não há conector pronto de ERP, de folha de pagamento nem de sistema financeiro: a ligação é construída pelo time de tecnologia da empresa a partir da documentação.
A SULTS tem base de conhecimento ou atendimento automático para as dúvidas que chegam ao CSC?
Não. Não há base de conhecimento, portal de artigos nem atendimento automático respondendo no lugar da torre. A dúvida administrativa que se repete, como regra de reembolso ou de férias, é tratada de outro jeito na SULTS: o catálogo guia o solicitante até o assunto certo, o formulário dinâmico já pede as informações necessárias, o comunicado antecipa a mudança de regra e o treinamento fecha a lacuna.
Como ver um CSC com várias torres funcionando na SULTS?
Pedindo uma demonstração. Vale levar duas torres de verdade, com os assuntos e os prazos que a empresa quer acordar, e ver o catálogo das duas montado na tela. A cobrança da SULTS é por unidade ativa, com usuários ilimitados por unidade, então não existe custo por atendente; os módulos de cada plano estão em planos.
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