Modelo de POP pronto para copiar: 38 campos da estrutura e 6 exemplos de rotina de unidade

Identificação e versão, objetivo, responsáveis e treinamento exigido, materiais, passo a passo com ponto crítico e evidência, o que fazer quando sai do padrão, registros e aprovação. Copie a estrutura inteira ou só o que a sua operação usa e escreva o POP de uma unidade ou de duzentas.

Modelo de POP pronto para copiar: 38 campos da estrutura e 6 exemplos de rotina de unidade

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Como este modelo de POP está organizado

O conceito e o passo a passo de escrita estão no post sobre procedimento operacional padrão; aqui está o documento. Este modelo de POP cabe em duas a quatro páginas, é escrito por cargo, na ordem em que o trabalho acontece, e diz o que é certo em cada passo. Os 38 campos deste modelo de procedimento operacional padrão seguem essa ordem, do cabeçalho de versão à data da próxima revisão, e os seis exemplos mostram como cada grupo fica preenchido em rotinas que toda unidade tem.

Como este modelo de POP está organizado
Um processo por POP

Um processo por POP

Cada POP cobre uma rotina com começo e fim: abrir a loja, receber uma entrega, fechar o caixa. Quando o texto tenta juntar abertura e fechamento na mesma folha, são dois POPs, com donos, gatilhos e frequências diferentes.

Versão e vigência no cabeçalho

Versão e vigência no cabeçalho

Código do documento, número da versão, data de vigência e a versão substituída abrem o texto. São essas quatro linhas que dizem à unidade, em cinco segundos, se a folha que está na mão dela ainda vale.

Cargo, não nome

Cargo, não nome

Quem executa e quem confere aparecem por cargo, e o treinamento exigido fica na mesma linha. Quando a pessoa sai ou troca de turno, o POP continua certo e ninguém precisa reescrever o documento.

O critério de certo em cada passo

O critério de certo em cada passo

O passo diz o que fazer e qual é o estado observável do resultado: sem resíduo visível, igual ao relatório do sistema. Esse mesmo texto vira o padrão do item no checklist que confere a execução.

Ponto crítico e evidência marcados

Ponto crítico e evidência marcados

Poucos passos por POP levam a marca de crítico, e a evidência é pedida só onde a rede vai conferir. Foto em todo passo vira burocracia, e burocracia a unidade responde sem olhar.

Desvio, registro e revisão escritos

Desvio, registro e revisão escritos

O que fazer quando sai do padrão, a quem avisar, os registros que a rotina gera e quem aprovou e quando revisa fecham o documento. Sem esses campos, o POP descreve o dia bom e cala no dia ruim.

O modelo de POP completo: 38 campos e 6 exemplos

Numeração contínua de 1 a 68. Os grupos 1 a 6 são a estrutura do POP, com o que escrever em cada campo ao lado; os grupos 7 a 12 são exemplos de POP resumidos para rotinas de unidade, cinco campos cada, sem valores da sua operação. Copie tudo pelo botão, troque o que é da sua rede e guarde a versão aprovada em um lugar só.

68 itens12 grupos

Um POP escrito com esta estrutura cabe em duas a quatro páginas. Os campos marcados como Obrigatório não saem de nenhum POP.

1Identificação e controle de versão6 itens

O cabeçalho que diz qual POP é este, qual versão vale e onde. Seis campos.

  1. 1
    Título do POPObrigatórioO nome do processo como a unidade o chama: 'Abertura da loja', 'Recebimento de mercadoria'. É o mesmo nome do capítulo do manual e do checklist que confere o POP.
  2. 2
    Código do documentoObrigatórioSigla da área e número sequencial, como OPS-004. O código não muda entre versões; o que muda é o número da versão.
  3. 3
    Número da versão e data de vigênciaObrigatórioA versão e a data a partir da qual ela vale. Versão sem data de vigência não diz desde quando a unidade deve seguir o texto novo.
  4. 4
    Onde vale: unidades, formatos e áreasTodas as unidades, um formato (loja de rua, quiosque, centro de distribuição), uma região ou uma área. Se o POP vale para toda a rede, o campo diz isso.
  5. 5
    Versão que este documento substituiObrigatórioCódigo e versão anterior, com a data em que ela deixa de valer. É o que avisa a unidade de que a folha impressa na parede está velha.
  6. 6
    Capítulo do manual e documentos relacionadosO capítulo do manual de operações a que o POP pertence, as instruções de trabalho que detalham um passo e o checklist que confere a execução.
Ver como o GED do SULTS guarda o histórico de versões

2Objetivo, aplicação e responsáveis7 itens

Para que serve, quando se aplica e quem responde por ele, sempre por cargo. Sete campos.

  1. 7
    Objetivo em uma fraseObrigatórioO que o procedimento garante quando é seguido, como 'a unidade abre no horário, com segurança, caixa e equipamentos conferidos'. Uma frase, sem 'visa' nem 'tem por finalidade'.
  2. 8
    Quando se aplicaObrigatórioO momento ou o gatilho: todo dia na abertura, a cada entrega, a cada troca de operador, sempre que o equipamento for desmontado.
  3. 9
    Quando não se aplicaAs exceções escritas: unidade sem câmara fria, fornecedor com procedimento próprio, dia de inventário. A exceção escrita evita a pergunta feita por mensagem.
  4. 10
    Quem executa, por cargoObrigatórioOperador de caixa, líder de turno, gerente. Cargo, não nome de pessoa: quando a pessoa muda, o POP continua certo.
  5. 11
    Quem confere e em que momentoO cargo que verifica a execução e quando: o gerente no fim do turno, o supervisor na visita. É a linha que define o responsável pelo item no checklist.
  6. 12
    Treinamento exigido antes de executarObrigatórioO curso ou a trilha que o cargo conclui antes de fazer sozinho, e se há prova. Quem ainda não concluiu executa acompanhado.
  7. 13
    Definições e siglasTermos que a equipe pode ler de jeitos diferentes, como sangria, fundo de caixa ou lote, definidos em uma linha cada.
Ver como a trilha do cargo é atribuída na Universidade Corporativa

3Materiais, equipamentos e sistemas4 itens

O que precisa estar à mão e o que precisa ser verdade antes do primeiro passo. Quatro campos.

  1. 14
    Materiais e insumosA lista do que precisa estar à mão antes de começar, com a especificação que importa: o produto de limpeza aprovado pela rede, o formulário, o lacre.
  2. 15
    Equipamentos e EPI de cada passoSegurançaOs equipamentos usados e o EPI exigido, conforme a norma aplicável e o manual do fabricante. O POP repete o que o responsável técnico definiu; não define o EPI da função.
  3. 16
    Sistemas, formulários e aplicativosO sistema de vendas, o aplicativo de checklist, o formulário de registro, com o nome da tela ou do campo, para quem está começando.
  4. 17
    Condições para começarCríticoO que tem de ser verdade antes do passo 1: equipamento desligado, área isolada, entregador presente, segundo colaborador junto. Sem a condição, a atividade não começa.

4Passo a passo com ponto crítico e evidência8 itens

O coração do POP: a sequência, o critério de certo e o que precisa ser provado. Oito campos.

  1. 18
    Passos numerados na ordem de execuçãoObrigatórioUm passo por linha, na ordem em que acontece, do primeiro ao último gesto. Se a ordem não importa, o processo talvez precise só do capítulo do manual, e não de POP.
  2. 19
    Um verbo de ação no começo de cada passoConferir, contar, registrar, desligar, fotografar. Frase curta, com o objeto e o critério: 'Contar o fundo de caixa e registrar o valor no aplicativo'.
  3. 20
    Critério de certo ao lado do passoObrigatórioO estado observável que define que o passo foi bem feito: 'sem resíduo visível', 'igual ao relatório do sistema', 'dentro da faixa definida para o produto'. O mesmo texto vira o padrão do item no checklist.
  4. 21
    Ponto crítico marcadoCríticoO passo que, se falhar, põe em risco pessoa, produto, dinheiro ou cliente. Poucos por POP, marcados no texto e marcados como questão crítica no checklist.
  5. 22
    Evidência do passo que precisa ser provadoFotoFoto, registro no sistema, número anotado ou assinatura, só nos passos que a rede vai conferir. Evidência em todos os passos vira burocracia e ninguém lê.
  6. 23
    Momento ou prazo de cada etapaAté quando cada etapa tem de estar pronta: antes de abrir as portas, ao fim do turno, a cada troca de operador. Quando o tempo afeta a segurança do produto, o valor vem da norma aplicável ou do fabricante.
  7. 24
    Foto ou vídeo do jeito certoA imagem do resultado esperado ao lado do passo visual: vitrine montada, equipamento remontado, malote lacrado. Vídeo curto quando o passo é um movimento.
  8. 25
    Cuidado de segurança dentro do passoCríticoO aviso no próprio passo, não em anexo: 'Desligar da tomada antes de desmontar'. Quando houver exigência legal, conforme a norma aplicável.
Ver como o passo crítico vira questão crítica no Checklist

5Quando sai do padrão, e os registros gerados6 itens

O que fazer na hora, quando parar, a quem avisar e o que fica registrado. Seis campos.

  1. 26
    Desvios previstos e a ação imediataObrigatórioOs desvios que já aconteceram e o que fazer na hora, um par por linha: diferença de caixa, produto fora da temperatura, entrega sem pedido.
  2. 27
    Quando parar a atividadeCríticoA condição em que a atividade para até alguém autorizar a retomada: cheiro de gás, alarme disparado, lacre violado, equipamento com defeito.
  3. 28
    A quem avisar e por qual canalO cargo e o canal oficial: o gerente, um chamado na categoria certa, o plantão da área. O grupo de mensagens não é canal de desvio.
  4. 29
    Registro do desvio e da correçãoOnde o desvio é anotado e quem define a correção, com responsável e prazo. Desvio que se repete em várias unidades volta para o dono do POP.
  5. 30
    Registros que o POP geraObrigatórioCada registro com nome, onde fica e quem guarda: checklist respondido, planilha de temperatura, comprovante de sangria. O prazo de guarda segue a norma aplicável e a orientação do responsável técnico ou do jurídico.
  6. 31
    Como a execução é verificadaO checklist que confere este POP, com o critério de certo copiado do passo, e a frequência da verificação. POP sem verificação vira sugestão.
Ver o ciclo completo da padronização de processos

6Revisão, aprovação e distribuição7 itens

Quem escreveu, quem aprovou, quando revisa e onde está a versão que vale. Sete campos.

  1. 32
    Elaborado porO cargo de quem escreveu, de preferência quem executa ou coordena o processo, com a data.
  2. 33
    Revisado porO cargo de quem conferiu o conteúdo técnico: qualidade, segurança do trabalho, o responsável técnico quando a atividade exige um.
  3. 34
    Aprovado porObrigatórioO cargo do dono do processo e a data da aprovação. A aprovação é da rede e fica registrada no próprio documento.
  4. 35
    Data da próxima revisãoEscrita no cabeçalho, na periodicidade que a rede definir. Revisar é confirmar ou mudar; o POP revisado sem mudança ganha a data nova.
  5. 36
    Gatilhos de revisão antes da dataEquipamento, produto, sistema ou norma que mudou; desvio que se repete; reclamação de cliente; acidente. O gatilho abre a revisão sem esperar o calendário.
  6. 37
    Histórico de alteraçõesObrigatórioUma linha por versão: número, data, o que mudou em uma frase e quem aprovou. É o que a unidade lê primeiro quando recebe a versão nova.
  7. 38
    Onde fica a versão oficial e quem recebeObrigatórioO lugar único em que a versão vigente mora e os cargos e unidades que recebem, com confirmação de leitura quando a mudança altera a execução. A cópia impressa leva a data e o aviso de que a oficial é a digital.
Ver o controle de documentos por unidade e perfil

7Exemplo de POP: abertura de loja5 itens

Resumo preenchido de uma rede de referência. Troque cargos, sistemas e horários pelos da sua operação.

  1. 39
    Objetivo e momento da aberturaUnidade pronta para o primeiro cliente no horário, com segurança, caixa, equipamentos e equipe conferidos. Todo dia, antes de abrir as portas.
  2. 40
    Quem executa e quem confere a aberturaExecuta: quem abre, conforme a escala. Confere: o gerente, ao fim da janela de abertura, e o supervisor, na visita.
  3. 41
    Passos da aberturaRegistrar a chegada; fazer a volta externa; desativar o alarme; ligar luzes e equipamentos; conferir a temperatura dos refrigerados; contar o fundo de caixa; testar sistema e meios de pagamento; conferir limpeza, reposição e escala.
  4. 42
    Pontos críticos da aberturaCríticoAlarme sem ocorrência, fundo de caixa igual ao previsto, refrigerados dentro da faixa definida para o produto. Qualquer um fora do padrão segue a ação de desvio antes de abrir.
  5. 43
    Evidência e registro da aberturaFotoChecklist de abertura respondido no aplicativo, com foto da fachada e do salão e o valor do fundo digitado.
Ver o modelo de checklist de abertura que confere este POP

8Exemplo de POP: recebimento de mercadoria5 itens

Só entra o que foi pedido, na quantidade e na condição certas.

  1. 44
    Objetivo e momento do recebimentoSó entra na unidade o que foi pedido, na quantidade da nota, dentro da validade e na condição de conservação exigida. A cada entrega.
  2. 45
    Quem executa e quem confere o recebimentoExecuta: o responsável pelo recebimento no turno. Confere: o gerente, na divergência e na recusa.
  3. 46
    Passos do recebimentoConferir a nota contra o pedido; contar volumes e unidades na presença do entregador; conferir a validade por lote; medir a temperatura dos refrigerados e congelados; conferir as embalagens; anotar a divergência antes de assinar; guardar na ordem de validade.
  4. 47
    Pontos críticos do recebimentoCríticoEntrega sem pedido, validade abaixo do prazo mínimo de aceitação definido pela rede, temperatura fora da faixa exigida conforme a norma aplicável. Nos três casos, recusa ou exceção registrada com autorização.
  5. 48
    Evidência e registro do recebimentoMedidaNota com a divergência anotada, registro no aplicativo com foto do produto recusado e temperatura anotada em número.
Ver o modelo de checklist de recebimento e estoque

9Exemplo de POP: higienização de equipamento5 itens

O POP geral de limpeza de equipamento; o detalhe de cada máquina vai para uma instrução de trabalho.

  1. 49
    Objetivo e frequência da higienizaçãoEquipamento limpo e sanitizado, sem resíduo e sem risco para o produto ou para quem usa, na frequência que a rede define para cada equipamento.
  2. 50
    Quem executa e quem confere a higienizaçãoExecuta: a equipe do turno treinada no equipamento. Confere: o líder do turno, antes de o equipamento voltar a operar.
  3. 51
    Passos da higienizaçãoDesligar e desconectar; esperar esfriar; desmontar as partes removíveis; retirar os resíduos; lavar com o produto e a diluição indicados pelo fabricante; enxaguar; sanitizar; secar; remontar e testar.
  4. 52
    Pontos críticos da higienizaçãoCríticoEquipamento desligado da energia antes de desmontar; produto químico na diluição e no tempo de contato indicados pelo fabricante; EPI conforme a norma aplicável.
  5. 53
    Evidência e registro da higienizaçãoFotoRegistro no checklist de limpeza do turno, com a foto do equipamento remontado, data, hora e quem executou. Onde a atividade é regulada, o registro segue a norma aplicável.
Ver quando um passo vira instrução de trabalho

10Exemplo de POP: atendimento de chamado da unidade5 itens

Como a unidade leva à área certa o que ela não resolve sozinha.

  1. 54
    Objetivo e quando abrir um chamadoTodo problema que a unidade não resolve sozinha chega à área responsável com a informação completa e um prazo. Abre-se quando a verificação básica prevista não resolve ou quando o problema é de outra área.
  2. 55
    Quem abre, quem atende e quem confirmaAbre: o gerente ou o líder do turno. Atende: a área da categoria, como manutenção, TI, compras ou RH. Confirma: quem abriu, ao receber a solução.
  3. 56
    Passos do chamadoIdentificar o problema e o equipamento; fazer a verificação básica prevista; abrir o chamado na categoria certa, com descrição, foto e impacto na operação; acompanhar o prazo; confirmar a solução ou reabrir.
  4. 57
    Pontos críticos do chamadoCríticoRisco à pessoa ou ao produto vai com prioridade e com a atividade parada, conforme o grupo de desvios do POP. Chamado sem foto e sem o impacto descrito volta para a unidade.
  5. 58
    Evidência e registro do chamadoNúmero do chamado, categoria, prazo e confirmação de quem abriu. O problema que se repete é gatilho de revisão do POP do processo.
Ver como o chamado chega à área certa com prazo

11Exemplo de POP: fechamento de caixa5 itens

Valor apurado igual ao registrado, diferença explicada e dinheiro guardado.

  1. 59
    Objetivo e momento do fechamento de caixaValor apurado igual ao registrado no sistema, diferença justificada e dinheiro guardado. A cada troca de operador e no fechamento do dia.
  2. 60
    Quem executa e quem confere o fechamentoExecuta: o operador do caixa. Confere: o gerente, que assina junto. Ninguém fecha o caixa de outro operador.
  3. 61
    Passos do fechamento de caixaEncerrar as vendas; emitir o relatório de fechamento; contar dinheiro e comprovantes por meio de pagamento; comparar com o sistema; registrar a diferença com justificativa; fazer a sangria final ao cofre; preparar malote ou depósito conforme o procedimento da rede.
  4. 62
    Pontos críticos do fechamentoCríticoDiferença sem registro, valor além do fundo deixado na gaveta, malote sem o número do lacre anotado.
  5. 63
    Evidência e registro do fechamentoAssinaturaRelatório assinado pelo operador e pelo gerente, comprovante de sangria, número do lacre registrado e item do checklist de fechamento respondido.
Ver o modelo de checklist de caixa e fechamento

12Exemplo de POP: admissão e integração na unidade5 itens

Do aceite da vaga aos primeiros turnos, com o cargo treinado antes de operar sozinho.

  1. 64
    Objetivo e momento da admissãoO colaborador novo começa com cadastro, acesso, uniforme, EPI e o treinamento do cargo concluído antes de operar sozinho. Do aceite da vaga ao fim dos primeiros turnos.
  2. 65
    Quem executa e quem confere a admissãoExecuta: o RH, na parte documental, e o gerente, na integração na unidade. Confere: o RH, pelo registro de cada etapa.
  3. 66
    Passos da admissãoReceber os documentos exigidos pelo RH conforme a legislação aplicável; cadastrar o usuário com o perfil do cargo; entregar uniforme e EPI com registro; atribuir a trilha de integração; apresentar os POPs do cargo; acompanhar os primeiros turnos com um colaborador de referência.
  4. 67
    Pontos críticos da admissãoCríticoNenhuma atividade de risco antes do treinamento e do EPI do cargo, conforme a norma aplicável. Acesso aos sistemas só com o próprio usuário e o perfil do cargo.
  5. 68
    Evidência e registro da admissãoObrigatórioChecklist de admissão concluído, trilha de integração concluída com a prova, leitura dos POPs do cargo confirmada e registro de entrega do EPI.
Ver o checklist de admissão no SULTS

Como aplicar este modelo de POP no SULTS

Escrever o POP é o começo. O que a plataforma acrescenta é o lugar oficial com histórico de versões, o acesso por perfil, o aviso de mudança com confirmação de leitura, o treinamento do cargo e a verificação na unidade, sempre com o mesmo documento no centro.

O POP guardado no Disco Virtual

No Disco Virtual o POP fica em pasta com permissão por unidade e cargo, versionado, e é o mesmo arquivo que o roteiro de verificação referencia. O que vale para toda a rede fica no disco público, junto do manual de marca e da política interna.

Acesso por perfil e departamento

Quem vê cada pasta é definido por perfil e por departamento, e não por link compartilhado que circula sozinho. Para cada arquivo ou pasta você define quem visualiza, quem edita, quem baixa e quem compartilha: é o acesso por perfil que sustenta a configuração quando a rede cresce.

Histórico de versões

O histórico de versões guarda as versões anteriores de cada documento, então dá para voltar ao estado anterior quando alguém sobrescreve o arquivo certo pelo errado. O SULTS não retira a versão antiga de circulação sozinho: quando a atualização precisa ser conhecida, ela sai como comunicado com confirmação de leitura.

Mudança comunicada com confirmação de leitura

A versão nova sai como Comunicado com confirmação nominal de leitura, e o registro de quem leu fica com data e hora. A atualização que exige ação das equipes, como implementar o processo novo, vira tarefa com prazo e responsável.

Treinado na Universidade Corporativa

O conteúdo do acervo alimenta a trilha na Universidade Corporativa, atribuída por cargo, com prova e certificado. Quem é reprovado na prova de um módulo refaz o módulo inteiro antes de tentar novamente. É o campo 12 do modelo saindo do papel.

Cobrado no checklist

O Checklist transforma o procedimento em itens conferíveis, com pesos, questão crítica e foto de referência, e o POP fica acessível dentro dele no momento em que o consultor confere aquele item. Item reprovado gera plano de ação vinculado. São os campos 20, 21 e 31.

Como aplicar este modelo de POP no SULTS
Antes de escrever o primeiro POP com este modelo

Antes de escrever o primeiro POP com este modelo

Quais processos pedem POP, e quais ficam só no capítulo do manual de operações, é decisão do guia. Seis escolhas tornam este modelo útil já na primeira versão, antes de a rede inteira receber o documento.

Escolha os processos críticos primeiro

Poucos POPs bem escritos valem mais que uma pasta cheia de modelos de POP que ninguém revisou. Comece pelos processos com sequência obrigatória, risco para pessoa ou produto e impacto direto no cliente, e deixe o resto no capítulo do manual.

Escreva com quem executa

O rascunho sai de quem faz o trabalho na unidade e é revisado por quem coordena. POP escrito só na matriz descreve a rotina que ninguém faz, e a unidade percebe isso na primeira leitura.

Use as mesmas palavras do checklist e do treinamento

O critério de certo do passo é o padrão do item no checklist e o conteúdo da aula. Quando as três redações divergem, cada unidade escolhe qual seguir, e o padrão deixa de ser um.

Teste em uma unidade antes da rede

Aplique a versão 1 em uma unidade piloto, acompanhe o tempo real de execução, anote o que ninguém entendeu e corrija. Só depois disso a versão vai para aprovação e vira o POP modelo que as outras unidades recebem.

Defina dono e data de revisão

Sem dono, o POP envelhece na pasta. Os campos 34 e 35 deste modelo resolvem isso antes da publicação: o cargo que aprova e a data em que o texto volta para a mesa.

Norma é do responsável técnico

Onde a atividade é regulada, os valores, os prazos de guarda e os registros vêm da norma aplicável e do responsável técnico da empresa. Este modelo dá a estrutura do documento, não o conteúdo técnico.

O mesmo POP no papel, na pasta compartilhada e no SULTS

O texto do POP é igual nos três. O que muda é onde a versão que vale mora, quem sabe da mudança e como a rede confere se ele é seguido.

FuncionalidadeSULTSPapel ou PDF impressoPasta compartilhada
Onde a versão vigente moraUm lugar oficial, com permissão por unidade e cargoNa parede e no fichário de cada unidadeNa pasta, ao lado das versões antigas
Quem pode ver e baixarPor perfil e departamento, com disco por unidadeQuem passa pelo fichárioQuem recebeu o link
Versão anteriorHistórico de versões, com recuperaçãoJogada fora ou esquecidaSobrescrita ou duplicada
Aviso de mudançaComunicado com confirmação nominal de leituraReunião ou recadoE-mail ou mensagem
Versão antiga em circulaçãoContinua até o comunicado avisar: a plataforma não a retira sozinhaAté alguém recolherAté alguém apagar
Treinamento no POPTrilha por cargo, com prova e certificadoLeitura acompanhadaLink enviado
Verificação da execuçãoChecklist no aplicativo, com o POP aberto na inspeçãoVisita com pranchetaPlanilha preenchida depois
Desvio encontradoPlano de ação com responsável e prazoAnotação na margemColuna de observação
Quem acessouLog de acesso e download com data e horaNão se sabeLimitado
Consulta no meio do turnoPelo celular, no aplicativoIr até o fichárioDepende de computador

No papel, o POP é uma folha que envelhece na parede. Na pasta compartilhada, é um arquivo ao lado das versões antigas. No SULTS, é o documento no Disco Virtual que a trilha ensina, o checklist confere e o comunicado atualiza. O ciclo inteiro está na padronização de processos em rede.

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Perguntas Frequentes

O que um modelo de POP precisa ter?

Seis blocos: identificação e controle de versão, objetivo e responsáveis por cargo, materiais e condições para começar, passo a passo com critério de certo, desvios e registros, revisão e aprovação. São os 38 campos deste modelo. O conceito e a escrita estão no post sobre procedimento operacional padrão. No SULTS, a versão aprovada fica no Disco Virtual e o resto do ciclo acontece nos módulos de treinamento, checklist e plano de ação.

Qual a diferença entre POP e instrução de trabalho?

O POP descreve a rotina inteira, com sequência obrigatória, do primeiro ao último passo. A instrução de trabalho detalha uma tarefa presa a um equipamento, a um sistema ou a uma exceção dentro dessa rotina. O exemplo de higienização deste modelo mostra a divisão. Como modelo de instrução de trabalho, o mesmo formato serve, com os grupos 3 e 4 mais detalhados. O guia de manual de operações ajuda a decidir, e no SULTS as duas ficam no mesmo lugar oficial.

Como escrever o passo a passo de um POP?

Um passo por linha, verbo de ação no começo, o objeto e o critério de certo ao lado, e a marca de crítico nos poucos passos que colocam pessoa, produto ou dinheiro em risco. Quem lê no meio do turno precisa achar o passo em segundos, então frase curta vale mais que parágrafo. No SULTS o documento leva imagem e vídeo na mesma pasta, para o passo que se entende melhor vendo.

Quantos passos um POP deve ter?

Não existe número certo. O limite é a rotina: um POP cobre um processo com começo e fim, e escrito nesta estrutura cabe em duas a quatro páginas. Se o texto começa a descrever duas rotinas, com gatilhos e responsáveis diferentes, são dois POPs. No SULTS os dois ficam na mesma pasta do Disco Virtual, cada um com o próprio código e a própria versão.

O que é ponto crítico em um POP?

É o passo que, se falhar, põe em risco uma pessoa, o produto, o dinheiro ou o cliente: alarme sem conferência, temperatura fora da faixa definida, caixa sem contagem. São poucos por POP, marcados no texto, com a ação imediata escrita ao lado. No SULTS esse passo vira questão crítica no checklist que confere o procedimento, junto do peso e da foto de referência.

Que evidência pedir em cada passo do POP?

Só nos passos que a rede vai conferir de fato: foto do resultado, número anotado, registro no sistema ou assinatura de quem executou. Evidência em todo passo vira burocracia e a unidade responde sem olhar. No SULTS a resposta do checklist guarda a foto, a data, a hora e quem respondeu, e a correção também entra com foto.

Quem deve escrever e quem deve aprovar um POP?

Escreve quem executa ou coordena o processo. Revisa quem responde pelo conteúdo técnico, como qualidade, segurança do trabalho ou o responsável técnico da atividade. Aprova o dono do processo, e a aprovação fica registrada no próprio documento, com cargo e data. No SULTS a versão aprovada é a que fica no Disco Virtual, e o log mostra quem acessou, abriu e baixou, com data e hora.

Com que frequência revisar um POP?

Na periodicidade que a rede definir, escrita no cabeçalho, e sempre que um gatilho aparecer antes dela: equipamento, produto, sistema ou norma que mudou, desvio que se repete, reclamação de cliente, acidente. Revisar é confirmar ou mudar, e o POP confirmado sem mudança ganha data nova. No SULTS a versão nova entra no histórico do documento e a mudança sai como comunicado.

Como codificar e numerar os POPs da rede?

Sigla da área e número sequencial, como OPS-004. O código acompanha o processo e não muda entre versões; o que muda é o número da versão e a data de vigência. Uma lista só, com código, título, versão e dono, evita dois documentos para a mesma rotina. No SULTS a pasta do Disco Virtual segue o nome do processo, e a permissão segue o cargo que executa.

O que escrever na parte de desvios do POP?

Pares de desvio e ação imediata, um por linha, começando pelos que já aconteceram na rede: diferença de caixa, produto fora da temperatura, entrega sem pedido. Depois a condição em que a atividade para, o cargo a avisar e o canal oficial. No SULTS o desvio encontrado no checklist gera automaticamente um plano de ação vinculado, com responsável e prazo.

Quais registros um POP gera e por quanto tempo guardar?

O POP lista cada registro com nome, onde fica e quem guarda: checklist respondido, planilha de temperatura, comprovante de sangria, registro de entrega de EPI. O prazo de guarda segue a norma aplicável e a orientação do responsável técnico ou do jurídico da empresa, nunca um prazo escolhido no improviso. No SULTS o registro digital fica com data, hora e autor.

O modelo serve para POP de alimentos, farmácia ou clínica?

A estrutura serve: identificação, responsáveis, passo a passo, desvios, registros e revisão são os mesmos em qualquer operação. O que muda é o conteúdo técnico, e ele vem da norma sanitária aplicável e do responsável técnico da sua empresa, que define valores, prazos e registros. Esta página informa e não substitui o RT: a SULTS não fornece responsável técnico nem consultoria de norma.

Este modelo de POP atende a ISO 9001?

A norma pede informação documentada controlada, com identificação, versão vigente, aprovação e distribuição, conforme o texto aplicável à sua empresa. Os grupos 1 e 6 deste modelo escrevem exatamente esses campos. Certificação, porém, depende de auditoria por organismo acreditado, e a SULTS não certifica: o que ela guarda é o documento, o histórico de versões e o registro de quem leu.

Posso usar este modelo de POP no Word ou em PDF?

Sim. O botão no começo do modelo copia os 68 itens como texto simples, com o padrão de cada campo, e cola em qualquer editor ou planilha; o outro botão manda a página para a impressora. Esta página não entrega arquivo para baixar, porque o documento final é o da sua marca. No SULTS esse documento pronto fica no Disco Virtual.

Como adaptar um exemplo de POP para a minha unidade?

Troque cargos, nomes de sistema, horários e o que é da marca, e apague o passo que não existe na sua operação. Mantenha os campos obrigatórios: título, código, versão, quem executa, passos com critério, desvios, registros e aprovação. Teste em uma unidade antes de publicar. No SULTS a versão testada é publicada para as unidades por perfil e por departamento.

Como treinar a equipe em um POP novo?

Com uma trilha curta, por cargo, concluída antes de a pessoa executar sozinha, e com prova quando o passo é crítico. Ler o documento e assinar a lista não é treinamento. Na Universidade Corporativa do SULTS a trilha é atribuída por cargo, com avaliação e certificado, e quem é reprovado na prova de um módulo refaz o módulo inteiro antes de tentar novamente.

Como saber se o POP está sendo seguido na unidade?

Transformando cada passo em item de checklist, com o critério de certo copiado do próprio POP, aplicado na frequência que a rede definiu, pelo gerente na rotina e pelo regional na visita. No SULTS o procedimento fica acessível dentro do checklist, no momento em que o consultor confere aquele item, e o item reprovado gera plano de ação com responsável e prazo.

Onde os POPs da rede devem ficar guardados?

Em um lugar oficial só, com acesso por cargo, histórico de versões e registro de quem abriu. Nunca em e-mail, grupo de mensagens ou pasta pessoal, porque cada cópia vira uma versão e a unidade não sabe qual vale. No SULTS esse lugar é o Disco Virtual, com disco público, disco da rede e disco de unidade, e permissão por perfil e departamento.

O que acontece com a versão antiga quando o POP muda?

A versão anterior continua no histórico do documento, e dá para voltar a ela quando alguém sobrescreve o arquivo certo pelo errado. O SULTS não retira a versão antiga de circulação sozinho: quando a atualização precisa ser conhecida, ela sai como comunicado com confirmação de leitura, e a trilha e o roteiro de verificação passam a apontar para o documento novo.

O POP pode ter foto e vídeo?

Sim, e no passo visual a imagem resolve mais que o texto: vitrine montada, equipamento remontado, malote lacrado. Vídeo curto quando o passo é um movimento, como desmontar uma peça. No SULTS a pasta do Disco Virtual recebe PDF, imagem e vídeo, e incorpora vídeos do YouTube e do Vimeo dentro dela, junto do procedimento.

Como a equipe consulta o POP no meio do turno?

Pelo celular, no ponto em que precisa dele, sem procurar anexo de e-mail nem voltar ao computador da sala. É por isso que o POP curto, com passo numerado e critério ao lado, funciona melhor que o documento longo. No SULTS quem está na loja abre o procedimento pelo aplicativo, e ele também aparece dentro da inspeção do checklist.

Posso copiar este modelo de POP e usar com a marca da minha empresa?

Sim. O modelo é livre para copiar, adaptar e usar nos documentos da sua empresa, com o seu logo e as suas palavras. Troque o que é da operação, apague o que não se aplica e acrescente o que a sua rede exige. Não é preciso ter o SULTS contratado para usar o texto desta página.

Como ver o ciclo do POP funcionando no SULTS?

Peça uma demonstração pelo formulário do site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. Um especialista mostra o ciclo no SULTS com um processo da sua operação: o documento no Disco Virtual, o comunicado com confirmação de leitura, a trilha na Universidade Corporativa e o roteiro de verificação no aplicativo, com o painel por unidade. São +1.750 marcas e +92 mil unidades na plataforma.

Conheça os +25 módulos integrados

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