O que é checklist para clínica?
Checklist para clínica é a lista de verificação que a equipe percorre em cada sala e em cada turno para confirmar que a unidade está pronta para atender: consultório, carrinho de emergência, higiene das mãos, esterilização, resíduos e segurança do paciente. No formato digital, cada item fica registrado com foto, data e responsável.
O que conferir no checklist de uma clínica odontológica?
A abertura da sala, a limpeza da cadeira com barreira trocada a cada paciente, o EPI, a higiene das mãos, a esterilização com monitoramento físico a cada ciclo e indicadores químico e biológico, os resíduos e a manutenção do raio X. O manual da Anvisa para serviços odontológicos organiza esses temas em capítulos.
O que é um checklist na área da saúde e para que serve?
É a lista de verificação que padroniza as conferências de um serviço de saúde, como sala pronta, carrinho de emergência, esterilização, resíduos e segurança do paciente. Serve para ninguém pular um item crítico, para comprovar quem conferiu e quando, e para a gestão comparar as unidades de uma rede de clínicas.
Como fazer o checklist do carrinho de emergência?
Siga a lista padronizada do serviço, gaveta por gaveta. Confira o lacre e o número dele, teste o desfibrilador como o fabricante orienta, conte os medicamentos, registre a validade do item mais próximo de vencer, revise via aérea e oxigênio e fotografe o carrinho de emergência, também chamado de carrinho de parada, lacrado ao fim.
O que é o checklist de cirurgia segura da OMS?
É a lista de verificação de segurança cirúrgica criada pela Organização Mundial da Saúde e adotada no Brasil pelo Protocolo para Cirurgia Segura do Ministério da Saúde, da Anvisa e da Fiocruz. Ela confirma paciente, procedimento e sítio, segurança anestésica, profilaxia, contagens e recuperação, em três momentos da cirurgia.
Quais são as 3 fases da cirurgia segura?
São os três momentos da lista de verificação: antes da indução anestésica, antes da incisão cirúrgica e antes de o paciente sair da sala de cirurgia. Em cada fase, a equipe confirma itens diferentes, e um profissional que participa da cirurgia, médico ou enfermeiro, conduz a lista conforme a orientação da instituição.
O que é o time out na cirurgia segura?
Time out é o nome em inglês da pausa cirúrgica, a segunda etapa da lista, feita antes da incisão. A equipe se apresenta, confirma em voz alta paciente, procedimento e sítio, revisa os eventos críticos previstos e verifica se o antibiótico profilático foi dado nos últimos 60 minutos e se as imagens estão disponíveis.
Dá para usar o SULTS no protocolo de cirurgia segura?
Dá para aplicar e auditar a lista como roteiro da rede, com questão crítica para identidade e sítio, contagem em número, texto livre para eventos críticos e responsável registrado com horário. A lista faz parte do registro assistencial, então o prontuário do paciente continua no sistema clínico da instituição.
O que a RDC 63 exige dos serviços de saúde?
A RDC 63/2011 da Anvisa traz os requisitos de boas práticas de funcionamento para os serviços de saúde. Entre eles, estratégias de segurança do paciente (art. 8), rotinas escritas e atualizadas (art. 51), ambientes limpos (art. 52) e a guarda de registros de manutenção, resíduos e eventos adversos (art. 23).
O que é biossegurança na odontologia?
É o conjunto de medidas que protege paciente e equipe dos riscos do atendimento odontológico: precauções-padrão, EPI, higiene das mãos, limpeza das superfícies, esterilização de artigos, resíduos e proteção radiológica. Na clínica, essas medidas viram itens diários do checklist, com foto e responsável em cada conferência.
Dá para registrar a validade de cada item?
Dá. A validade entra como resposta em data no item do carrinho de emergência, do alvará ou do indicador biológico, e cada aplicação fica guardada com a data informada e o responsável. Para treinamento e inspeção, dá para configurar aviso antes de vencer, com os profissionais cadastrados por unidade.
Como comprovar a conferência em auditoria e acreditação?
Cada aplicação gera relatório em PDF com nome, data, hora, localização, fotos e o plano de ação de cada item reprovado. Os POPs ficam no Disco Virtual. Para quem prepara a rede para a acreditação hospitalar, o histórico mostra a rotina de cada unidade.
Como funciona a questão crítica e a foto obrigatória?
A questão crítica marca o item que não pode faltar, como lacre íntegro, desfibrilador testado ou indicador químico conferido. Se reprovada, zera a conferência inteira, para a falha aparecer mesmo com o resto em ordem. A foto obrigatória impede que o roteiro avance sem a imagem do item.
Como acompanhar a rotina de limpeza das salas?
O grupo de abertura da sala confere limpeza, lavatório e álcool para as mãos todos os dias, com foto. A rotina completa de cada ambiente, com frequências e produtos, fica no checklist de limpeza, que pode ser agendado junto na mesma unidade.
O que acontece quando falta um item na conferência?
O item reprovado abre plano de ação 5W2H com responsável e prazo. Quem recebeu resolve e anexa a foto, e quem conferiu aprova ou devolve com o motivo. Quando depende de compra ou manutenção, o item crítico pode abrir chamado com SLA para a área responsável.
Serve para uma rede com várias clínicas?
Serve. A rede monta os roteiros uma vez e distribui por unidade e sala. Dá para cadastrar os profissionais de cada clínica, e as conferências rodam no aplicativo de checklist para Android e iOS, no celular ou no tablet. O painel compara as notas lado a lado.
A NR 32 também entra no checklist da clínica?
A NR 32 cuida da segurança de quem trabalha em serviços de saúde, e clínicas estão no campo dela. Este modelo usa três itens da norma, lavatório, coletor e sacos de resíduos. A verificação completa, com o item da norma em cada linha, fica no checklist NR 32.
O checklist garante conformidade sanitária?
Não. O checklist organiza e comprova as conferências, mas a conformidade depende das instalações, dos protocolos, das licenças e das correções feitas, sob responsabilidade do responsável técnico. A SULTS não é sistema clínico nem guarda prontuário: ela registra quando, onde e por quem cada item foi conferido.
Dá para integrar com o sistema de gestão clínica?
A API pública da SULTS, documentada no portal de desenvolvedores, cobre as avaliações de checklist, as respostas por questão e os planos de ação. Com ela, a rede leva os resultados para o BI ou para o sistema clínico. O sistema de checklist fica ao lado do sistema clínico, sem substituí-lo. Veja na página de demonstração.
Quanto custa o checklist para clínica na SULTS e como é o contrato?
A cobrança é por usuário ou por unidade, conforme a operação, e o preço é sob medida, conforme unidades, plano e módulos. Dá para começar pelo Starter, com até 3 módulos. A implantação é contratada uma vez, com time dedicado que adapta os roteiros atuais, e o contrato tem tempo mínimo de 1 ano. Detalhes em planos e preços.