Segurança do paciente em centros cirúrgicos

Checklist de cirurgia segura em toda a rede

As 3 etapas da lista de verificação aplicadas em cada centro cirúrgico da rede, com condutor, horário e adesão ao protocolo por unidade.

Ver o modelo de checklist de cirurgia segura

Dashboard do Checklist da SULTS com total de avaliações, planos de ação em aberto, checklists e planos por status, nota das avaliações mês a mês e aproveitamento geral de 78%

Condutor, hora e etapaem cada cirurgia

Questão de checklist no aplicativo da SULTS com respostas Sim e Não, escala de avaliação e botões de imagem, plano de ação e comentário
  • +1.750Marcas usam a SULTS
  • +92 milUnidades na plataforma
  • +600 milUsuários
  • +25Módulos integrados

Usada por +1.750 marcas

OdontoCompanySorridentsFarmácia Super PopularLaser FastDrogarias FarMelhorGrupo Tapajós

O que é

O que é o checklist de cirurgia segura

Checklist de cirurgia segura é a lista de verificação que a equipe cirúrgica percorre em três momentos de cada procedimento: antes da indução anestésica, antes da incisão e antes de o paciente sair da sala. Ela confirma paciente, procedimento e sítio, riscos anestésicos, profilaxia, contagens e amostras.

O modelo vem da lista de verificação de segurança cirúrgica da OMS, adotada no Brasil pelo protocolo de cirurgia segura do Ministério da Saúde, e aparece também como check list de cirurgia segura. Na SULTS, a lista chega ao celular ou ao tablet de quem conduz a cirurgia em cada unidade, e a gestão acompanha a adesão de todos os centros cirúrgicos. A rotina geral das salas fica no checklist para clínica, e esta lista é uma aplicação do sistema de checklist da SULTS, um dos +25 módulos da plataforma.

Quer ver a lista da sua instituição rodando nas salas?

+1.750 marcas já centralizaram a gestão com a SULTS

+92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

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Modelo gratuito

Modelo de checklist de cirurgia segura para copiar e imprimir

São 27 itens em 5 grupos: a sala pronta antes do primeiro procedimento, as três etapas da lista de verificação e a auditoria mensal de adesão e indicadores. As etapas seguem o texto do protocolo do Ministério da Saúde. Copie para o Excel ou o Word, imprima ou salve o checklist de cirurgia segura em PDF, e ajuste à lista que a sua instituição já aprovou.

  • Críticoreprovado, zera a conferência
  • Fotoimagem da sala ou do material
  • Númeroresposta em número
  • Dataresposta em data
  • Textoresposta em texto livre
Usar este modelo na SULTS
Evolução das unidades no Checklist da SULTS, com a média de pontuação mensal, o aproveitamento geral e o aproveitamento de cada unidade mês a mês
Dashboard do Checklist da SULTS com estatísticas de avaliações e planos de ação, nota das avaliações por período, aproveitamento geral e gráficos de avaliações e planos de ação por mês

Sala pronta antes do primeiro procedimento

Diário5 itens

Diário, antes da primeira cirurgia, pela enfermagem do centro cirúrgico. 5 itens. É uma rotina sugerida para a rede: não faz parte da lista da OMS e segue o protocolo da instituição.

  1. Sala limpa e liberada

    Sala higienizada e liberada para o procedimento, conforme a rotina do checklist de limpeza.

    Foto
  2. Monitor multiparamétrico e aparelhos testados

    Monitor, aparelho de anestesia, foco e bisturi elétrico ligados e funcionando antes de o paciente entrar.

    Crítico
  3. Carrinho de emergência conferido

    Lacre e conferência em dia, como descreve o checklist de carrinho de emergência.

  4. Material esterilizado com indicador conferido

    Pacotes dentro da validade, com o indicador químico externo virado e a etiqueta legível.

    Foto
  5. Impressos e caneta dermográfica à mão

    Lista de verificação da instituição na versão vigente e caneta para a demarcação disponível.

Antes da indução anestésica (entrada)

A cada procedimento6 itens

Na sala, antes da anestesia. 6 itens. Primeira etapa da lista do Protocolo para Cirurgia Segura, a Sign In da OMS.

  1. Identificação do paciente revisada

    Identidade confirmada antes de qualquer passo, como o protocolo de identificação da instituição define.

    Crítico
  2. Procedimento e local da cirurgia confirmados

    Procedimento e local iguais aos que constam no consentimento e na programação cirúrgica.

    Crítico
  3. Consentimento para cirurgia e anestesia

    Termos assinados antes da indução e anexados ao prontuário da instituição.

    Crítico
  4. Sítio demarcado e visível

    Demarcação conferida visualmente. Ela é feita antes, pelo médico da equipe cirúrgica, com caneta dermográfica e sinal de alvo.

    Crítico
  5. Monitor multiparamétrico conectado

    Monitor posicionado no paciente e funcionando corretamente.

  6. Riscos revisados

    Alergias, via aérea difícil, risco de perda sanguínea e segurança anestésica revisados, com o que foi encontrado em texto livre.

    Texto

Antes da incisão cirúrgica (pausa cirúrgica)

A cada procedimento5 itens

Com toda a equipe na sala, antes do corte. 5 itens. É o time out da OMS, feito em voz alta.

  1. Equipe apresentada

    Cada membro diz o próprio nome e a função na cirurgia.

  2. Paciente, cirurgia e sítio corretos

    Confirmação em voz alta da cirurgia correta, do paciente correto e do sítio correto.

    Crítico
  3. Eventos críticos revisados

    Cirurgião, anestesia e enfermagem revisam verbalmente os pontos críticos do plano, registrados em texto livre.

    Texto
  4. Antimicrobiano profilático nos últimos 60 minutos

    Confirmado quando indicado. Quando não se aplica, a resposta registra isso.

    Crítico
  5. Exames de imagem acessíveis

    Imagens necessárias disponíveis e visíveis na sala.

Antes de o paciente sair da sala (saída)

A cada procedimento5 itens

Ao fim do procedimento, antes de o paciente deixar a sala. 5 itens. É a Sign Out da OMS.

  1. Procedimento registrado

    Nome do procedimento realizado confirmado pela equipe.

  2. Contagem de compressas e instrumentais concluída

    Quantidades conferidas e registradas em número, iguais às do início da cirurgia.

    Número
  3. Amostras identificadas

    Cada amostra cirúrgica identificada com os dados do paciente.

    Crítico
  4. Problemas com equipamentos revisados

    Funcionamento inadequado descrito em texto livre, para a manutenção corrigir.

    Texto
  5. Plano de cuidado pós-operatório revisado

    Cuidados da recuperação combinados pela equipe antes da transferência.

Adesão e indicadores da unidade

Mensal6 itens

Mensal, pelo Núcleo de Segurança do Paciente ou pela qualidade. 6 itens. Os indicadores são os do Protocolo para Cirurgia Segura, e as competências do núcleo estão no art. 7 da RDC 36/2013.

  1. Taxa de adesão à lista de verificação

    Percentual das cirurgias do mês com a lista aplicada nas três etapas.

    Número
  2. Antibioticoprofilaxia no momento adequado

    Percentual de pacientes que receberam o antibiótico profilático no tempo certo.

    Número
  3. Cirurgia em local, paciente ou procedimento errado

    Número de ocorrências no período, com a análise de cada uma.

    Crítico
  4. Eventos adversos notificados

    O que aconteceu, em texto livre, e a notificação ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária feita pelo núcleo.

    Texto
  5. Equipe capacitada no protocolo

    Data da última capacitação de cada profissional do centro cirúrgico.

    Data
  6. Lista na versão vigente

    Lista revisada e adaptada às práticas da unidade, com a data da versão em uso.

    Data

Este modelo é um ponto de partida. As três etapas foram conferidas no Protocolo para Cirurgia Segura do Ministério da Saúde, da Anvisa e da Fiocruz, aprovado pela Portaria MS nº 1.377/2013, e no manual da OMS, que incentiva cada serviço a adaptar a lista às práticas locais. O grupo da sala é uma rotina sugerida. Fotos registram sala, material e equipamento, nunca o paciente. O modelo não substitui o protocolo da instituição, o Núcleo de Segurança do Paciente nem o responsável técnico, e marcar todos os itens não garante conformidade sanitária nem resultado clínico.

Usar este modelo na SULTS

Como funciona

Como funciona o checklist de cirurgia segura na SULTS

A rede monta a lista uma vez e ela chega a todos os centros cirúrgicos. Cada hospital ou clínica aplica na própria sala, e a régua de adesão continua a mesma para todas as unidades.

  1. 01Monte a lista
  2. 02Aplique na sala
  3. 03Corrija e compare

Monte a lista da instituição e agende por sala

Cada etapa do modelo vira uma seção do questionário, com questão crítica, peso e o tipo de resposta de cada item. A agenda distribui a conferência da sala e a auditoria de adesão por unidade.

Seção Rotina da clínica no editor de questões do Checklist da SULTS, com recepção, agenda do dia, salas higienizadas, materiais esterilizados, resíduos, validade de medicamentos, equipamentos e prontuários, cada questão com pontuação e resposta Conforme ou Não conforme
Agenda do Checklist da SULTS em setembro de 2026, com as avaliações programadas por dia e os filtros Em dia, Atrasados e Realizados
  • Uma seção por etapa

    Entrada, pausa cirúrgica e saída viram seções do questionário, na ordem da lista que a instituição aprovou. A unidade sem centro cirúrgico não recebe o roteiro.

  • +40 tipos de resposta

    Sim ou Não, número para as contagens, data para a capacitação e a versão da lista, texto livre, documento e assinatura, com obrigatoriedade item a item.

  • Peso e questão crítica

    Paciente, procedimento, sítio e amostras pesam mais, e a questão crítica reprovada zera a aplicação.

  • Agenda com trava

    A conferência diária da sala e a auditoria mensal de adesão entram na agenda de cada unidade, com o agendado contra o realizado.

Aplique a lista na sala pelo celular ou tablet

O condutor da lista escolhe a unidade e a sala, faz check-in e responde etapa por etapa, com número para as contagens e texto livre para riscos, eventos críticos e equipamentos.

  • Condutor e horário registrados

    Check-in e check-out geolocalizados, com o horário real de início e fim e assinatura ao concluir.

  • Texto livre para o que a equipe falou

    Riscos anestésicos, eventos críticos previstos e problemas com equipamentos descritos com as palavras da equipe.

  • Foto só de sala e material

    A foto da sala liberada ou da etiqueta do pacote fica ligada ao item, com data e hora. O paciente não é fotografado.

  • Lista com versão e vigência

    Quando o protocolo da instituição muda, a nova versão vale a partir da próxima aplicação, com o histórico da anterior guardado.

Aplicação de checklist na SULTS com check-in, check-out, respostas conformes e não conformes, planos de ação por questão e pontuação de 92,5%
Tela de localização no aplicativo da SULTS, com o mapa e o endereço confirmados no check-in da avaliação
Tela de assinatura no aplicativo da SULTS, com nome, cargo e assinatura de quem responde pela unidade

Corrija o que falhou e compare as unidades

O item reprovado abre plano de ação 5W2H com responsável e prazo, e o equipamento com falha pode abrir chamado com SLA. A gestão vê a adesão e a nota de cada centro cirúrgico no painel.

  • Plano de ação no celular

    O responsável corrige e anexa a evidência, e quem criou aprova ou rejeita com justificativa. A estrutura segue o modelo de plano de ação.

  • Equipamento com falha vira chamado

    Monitor, foco ou bisturi com problema abre chamado com SLA para a engenharia clínica ou a manutenção.

  • Adesão por centro cirúrgico

    Ranking por unidade, por sala e por responsável, com as 5 melhores e as 5 piores notas e a evolução mês a mês.

  • Equipe cadastrada por unidade

    Dá para cadastrar os profissionais de cada unidade e configurar aviso antes de vencer o treinamento. As trilhas de capacitação ficam na Universidade Corporativa.

Planos de ação da SULTS para item não conforme, com o que será feito, quem fará e data de entrega, um aprovado e outro em atraso
Plano de ação no Checklist da SULTS com unidade, avaliador, data de entrega, quem fará, quanto custará, o que, por que e como será feito, e os botões Andamento, Rejeitar, Resolvido e Aprovar

Veja a lista de verificação da sua instituição rodando no app

+1.750 marcas e +92 mil unidades operam na SULTS. FarMelhor, Rede PitStop e Rede Vistorias contam nos cases como usam a plataforma em toda a rede.

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30 minutos, ao vivo, com um especialista.

Cases

Empresas que aplicam o checklist em escala na SULTS

O mesmo módulo que leva a lista de verificação ao tablet da sala roda em milhares de unidades de outros segmentos. Nos cases, quem lidera a operação conta como leva o padrão a cada ponto da rede.

Unidades da FarMelhor
+450
Presente em todo o território
Nacional
Início da trajetória da rede
2012

No caseRede de farmácias presente em todo o território nacional. O checklist operacional trouxe uniformidade da informação para toda a rede.

“Houve uma mudança de metodologia de trabalho e por consequência a utilização efetiva do checklist operacional ajudou do ponto de vista de trazer uniformidade da informação.”

Luciano Polastri SampaioHead de Operações e Treinamento & Desenvolvimento, FarMelhor
Ler o case da FarMelhor
  • +3.000Pontos de venda na Rede PitStop

    “São mais de 2.900 pontos de venda, um time parrudo com mais de 65 consultores de negócio aplicando ferramentas de gestão lá na ponta.”

    Foto de Paulo Braz, Diretor de Negócios e BU, Rede PitStopPaulo BrazDiretor de Negócios e BU, Rede PitStop
    Ler o case
  • +75Unidades da Rede Vistorias

    “Hoje, como temos vários tipos de serviço [...] precisamos garantir que o profissional que vai executar o serviço ele esteja capacitado.”

    Foto de Jonatan Matschulat, Cofundador e Diretor de Marketing, Rede VistoriasJonatan MatschulatCofundador e Diretor de Marketing, Rede Vistorias
    Ler o case

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Demonstração ao vivo

Veja o checklist de cirurgia segura das suas unidades na tela

Um especialista monta com você um roteiro parecido com o que a sua rede já usa e percorre o ciclo inteiro, do app de quem conduz a lista ao painel de todas as unidades.

O que você vê em 30 minutos

  • A lista de cirurgia segura montada na tela, com as três etapas e as questões críticas
  • A aplicação no app, com contagens em número, texto livre e o plano de ação chegando ao responsável
  • A adesão por centro cirúrgico e as respostas sobre preço, implantação e integração
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São 4 campos: nome, e-mail corporativo, WhatsApp e empresa. A agenda abre em seguida.

As 3 etapas

As 3 fases da cirurgia segura: entrada, pausa cirúrgica e saída

A lista de verificação de cirurgia segura divide o procedimento em três momentos, que o manual da OMS chama de Sign In, Time Out e Sign Out. A tabela resume o que a equipe confirma em cada fase e como a fase fica no roteiro da SULTS.

As 3 fases do checklist de cirurgia segura: momento, o que a equipe confirma e como cada fase fica no checklist da SULTS
FaseMomentoO que a equipe confirmaNo checklist da SULTS
Entrada (Sign In)Antes da indução anestésicaIdentificação do paciente, procedimento e local, consentimento, sítio demarcado, monitor multiparamétrico funcionando, alergias, via aérea difícil, risco de perda sanguínea e segurança anestésica.Questão crítica para identidade, procedimento e sítio, e texto livre para os riscos
Pausa cirúrgica (Time Out)Antes da incisão cirúrgicaEquipe apresentada por nome e função, confirmação em voz alta de paciente, cirurgia e sítio, eventos críticos revisados, antimicrobiano nos últimos 60 minutos e exames de imagem acessíveis.Questão crítica para a confirmação em voz alta e texto livre para os eventos críticos
Saída (Sign Out)Antes de o paciente sair da salaProcedimento registrado, contagem de compressas e instrumentais, amostras identificadas, problemas com equipamentos e plano de cuidado pós-operatório.Contagem em número e equipamento com falha aberto como chamado
Condutor da listaDurante todo o procedimentoUm profissional de saúde que participa da cirurgia, médico ou profissional da enfermagem, conduz a lista. O manual da OMS cita o enfermeiro circulante como o mais comum.Responsável registrado com check-in, horário e assinatura

A lista de verificação faz parte do registro assistencial do paciente, que continua no prontuário e no sistema da instituição. Na SULTS, a aplicação da lista é acompanhada como rotina da rede, com adesão e nota por unidade.

Quer ver as 3 fases montadas como roteiro dos seus centros cirúrgicos?

Protocolo

Protocolo de cirurgia segura do Ministério da Saúde e da Anvisa

O Protocolo para Cirurgia Segura foi publicado em 2013 pelo Ministério da Saúde, pela Anvisa e pela Fiocruz e aprovado pela Portaria MS nº 1.377/2013. Ele traz a lista de verificação e diz onde ela vale, quem a conduz e como medir a adesão.

  • Finalidade

    Reduzir a ocorrência de incidentes, eventos adversos e a mortalidade cirúrgica, com medidas que o serviço implanta em cada procedimento.

  • Onde se aplica

    Em todo local do estabelecimento de saúde onde se fazem procedimentos terapêuticos ou diagnósticos com incisão no corpo ou introdução de equipamento endoscópico.

  • Demarcação do sítio

    Feita pelo médico da equipe cirúrgica antes de o paciente seguir para a sala, com caneta dermográfica e sinal de alvo, visível depois do preparo da pele.

  • Quem conduz a lista

    Um médico ou profissional da enfermagem que participa da cirurgia e responde pela aplicação da lista de verificação.

  • Núcleo de Segurança do Paciente

    A RDC 36/2013 pede que a direção constitua o núcleo, que implanta os protocolos de segurança do paciente e monitora os indicadores (art. 7).

  • Indicadores do protocolo

    Adesão à lista, antibioticoprofilaxia no momento adequado, cirurgia em local, paciente ou procedimento errado e mortalidade cirúrgica ajustada ao risco.

A RDC 36/2013 inclui a segurança cirúrgica entre as estratégias do Plano de Segurança do Paciente (art. 8). A forma de aplicar a lista em cada sala é definida pelo protocolo da instituição e pelo seu Núcleo de Segurança do Paciente.

Precisa acompanhar a adesão ao protocolo em vários hospitais ou clínicas? Veja o painel por unidade.

Roteiros vizinhos

Outros checklists para hospitais e clínicas

A cirurgia segura depende da sala limpa, do carrinho conferido, dos equipamentos em dia e da correção do que falhou. Cada rotina tem roteiro próprio, que aprofunda o que este modelo só cita.

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Antes de decidir

Implantação, uso nas unidades e preço do checklist de cirurgia segura

As perguntas que aparecem na primeira conversa, respondidas com o que a SULTS entrega hoje.

  • A equipe do centro cirúrgico vai usar?

    O app segue o mesmo fluxo em todas as aplicações: unidade, roteiro, check-in, seções e conclusão, com a orientação de cada item na tela. Na Rede PitStop, aplicar os checklists pelo celular virou uma das principais ferramentas de trabalho dos consultores.

    Ler o case da Rede PitStop
  • Como sair do papel e da planilha?

    Na implantação, o time da SULTS transforma a lista impressa que a instituição já usa no primeiro roteiro, importa unidades e usuários e treina os administradores. O peso de cada item é ajustado com os primeiros resultados.

    Ver a implantação na demonstração
  • Dá para ter listas diferentes por unidade?

    Dá. O hospital com centro cirúrgico completo aplica as três etapas; a clínica que faz endoscopia usa a versão adaptada que o seu núcleo aprovou. Com a mesma estrutura de pontuação, a adesão continua comparável entre as unidades.

    Ver o modelo de checklist
  • Os dados ficam seguros?

    Cada empresa acessa pelo próprio subdomínio, com dados logicamente separados e de propriedade dela, criptografia TLS, backups completos semanais e incrementais diários.

    Ver o módulo de Segurança
  • Quanto custa?

    O preço é sob medida, com cobrança por usuário ou por unidade, conforme a operação. Dá para começar pelo plano Starter, com até 3 módulos, e o aplicativo está incluído desde ele.

    Ver os planos

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  • Preço e planosO plano certo para o número de unidades da empresa.
  • ImplantaçãoComo os checklists e as planilhas atuais entram na plataforma.
  • IntegraçãoComo o checklist conversa com os seus sistemas pela API.

Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Time comercial da SULTSAtende pelo WhatsApp e pelo 0800

  • Resposta em horário comercial
  • Especialista em empresas com muitas unidades
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Perguntas frequentes

O que é checklist de cirurgia segura?

Checklist de cirurgia segura é a lista de verificação que a equipe cirúrgica percorre em três momentos de cada procedimento: antes da indução anestésica, antes da incisão e antes de o paciente sair da sala. Ela confirma paciente, procedimento e sítio, riscos anestésicos, profilaxia, contagens e amostras.

O que é o checklist de cirurgia segura da OMS?

É a lista de verificação de segurança cirúrgica publicada pela Organização Mundial da Saúde, com três fases chamadas Sign In, Time Out e Sign Out. No Brasil, ela é a base do Protocolo para Cirurgia Segura do Ministério da Saúde, da Anvisa e da Fiocruz, e cada serviço pode adaptá-la às próprias práticas.

Quais são as 3 fases da cirurgia segura?

São os três momentos da lista de verificação: antes da indução anestésica, chamado de entrada; antes da incisão cirúrgica, a pausa cirúrgica; e antes de o paciente sair da sala, a saída. Em cada fase a equipe confirma itens diferentes, e um profissional que participa da cirurgia conduz a lista.

O que é o time out na cirurgia segura?

Time out é o nome em inglês da pausa cirúrgica, a segunda fase da lista, feita antes da incisão. A equipe se apresenta pelo nome e pela função, confirma em voz alta paciente, cirurgia e sítio, revisa os eventos críticos e verifica o antimicrobiano dos últimos 60 minutos e os exames de imagem.

O que é o protocolo de cirurgia segura?

É o documento publicado em 2013 pelo Ministério da Saúde, pela Anvisa e pela Fiocruz e aprovado pela Portaria MS nº 1.377/2013. Ele traz a lista de verificação em três etapas, a demarcação do sítio, quem conduz a lista e os indicadores. A finalidade é reduzir incidentes, eventos adversos e mortalidade cirúrgica.

Quem deve conduzir a lista de verificação?

Pelo protocolo brasileiro, um profissional de saúde que participa da cirurgia, médico ou profissional da enfermagem, responsável por conduzir a aplicação da lista. O manual da OMS diz que esse papel costuma ficar com o enfermeiro circulante, mas pode ser de qualquer membro da equipe. A instituição define quem assume.

Qual é o papel da enfermagem no checklist de cirurgia segura?

O manual da OMS diz que a lista costuma ser conduzida pelo enfermeiro circulante, e o protocolo brasileiro admite médico ou profissional da enfermagem que participe da cirurgia. Quem conduz chama cada fase, confirma os itens em voz alta com a equipe e registra as respostas. No modelo, a enfermagem também confere a sala antes do primeiro procedimento.

Como fazer a demarcação do sítio cirúrgico?

Pelo protocolo, o médico da equipe cirúrgica demarca o sítio antes de o paciente seguir para o local do procedimento, com caneta dermográfica e um sinal de alvo, evitando marcas ambíguas como x. O símbolo é padronizado pela instituição e precisa continuar visível depois do preparo da pele.

Onde o protocolo de cirurgia segura se aplica?

Em todos os locais do estabelecimento de saúde onde se fazem procedimentos terapêuticos ou diagnósticos que impliquem incisão no corpo ou introdução de equipamento endoscópico. Então vale para o centro cirúrgico do hospital e também para a clínica que faz procedimento ou endoscopia, cada um com a lista adaptada.

O que a RDC 36/2013 pede sobre cirurgia segura?

A RDC 36/2013 da Anvisa institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde. Ela pede que a direção constitua o Núcleo de Segurança do Paciente, que implanta os protocolos e monitora os indicadores (art. 7), e coloca a segurança cirúrgica no Plano de Segurança do Paciente (art. 8).

Quais indicadores acompanhar na cirurgia segura?

O protocolo lista seis: percentual de pacientes com antibioticoprofilaxia no momento adequado, número de cirurgias em local errado, em paciente errado e de procedimentos errados, taxa de mortalidade cirúrgica intra-hospitalar ajustada ao risco e taxa de adesão à lista de verificação. O modelo traz os cinco primeiros como auditoria mensal.

Dá para adaptar a lista de verificação da OMS?

Dá. O manual da OMS incentiva cada serviço a reordenar, reformatar ou rever a lista para integrá-la às práticas locais, e avisa que ela não se destina a ser abrangente. A adaptação é feita pela instituição, com o seu Núcleo de Segurança do Paciente, e a versão aprovada é a que vale nas salas.

Onde baixar o checklist de cirurgia segura em PDF?

O modelo desta página tem botão para imprimir ou salvar em PDF e outro para copiar para o Excel ou o Word. O texto oficial do protocolo está no portal do Ministério da Saúde. Na SULTS, cada aplicação também gera um relatório em PDF com responsável, horário e respostas.

Dá para usar a SULTS no protocolo de cirurgia segura?

Dá para aplicar e auditar a lista como roteiro da rede, com questão crítica para identidade, procedimento e sítio, contagem em número, texto livre para eventos críticos e condutor registrado com horário. A lista faz parte do registro assistencial, então o prontuário do paciente continua no sistema da instituição.

Como medir a taxa de adesão por unidade?

Cada aplicação da lista fica registrada por unidade, sala, data e condutor, e a auditoria mensal do modelo registra a taxa em número. No painel, a gestão compara a adesão e a nota dos centros cirúrgicos, com as 5 melhores e as 5 piores unidades e a evolução mês a mês.

Serve para uma rede com vários hospitais e clínicas?

Serve. A rede monta a lista uma vez e distribui por unidade e sala, com versões diferentes quando o núcleo aprovar. Dá para cadastrar os profissionais de cada unidade, e as aplicações rodam no aplicativo de checklist para Android e iOS, no celular ou no tablet da sala.

Posso fotografar o paciente no checklist?

Não precisa. Dado referente à saúde é dado pessoal sensível na LGPD, e a lista de verificação não precisa de imagem do paciente. No modelo, a foto fica para a sala liberada, a etiqueta do material esterilizado e o equipamento com problema. As confirmações sobre o paciente são respostas de Sim ou Não.

O checklist garante conformidade ou resultado clínico?

Não. O checklist organiza e comprova a aplicação da lista, mas a segurança depende da equipe, dos protocolos, das instalações e das correções feitas, sob responsabilidade do responsável técnico e do Núcleo de Segurança do Paciente. A SULTS não é sistema hospitalar nem guarda prontuário: ela registra quando, onde e por quem cada item foi conferido.

Dá para integrar com o sistema hospitalar?

A API pública da SULTS, documentada no portal de desenvolvedores, cobre as avaliações de checklist, as respostas por questão e os planos de ação. Com ela, a rede leva a adesão para o BI ou para o sistema hospitalar. O sistema de checklist fica ao lado do sistema clínico, sem substituí-lo. Veja na página de demonstração.

Quanto custa o checklist de cirurgia segura na SULTS e como é o contrato?

A cobrança é por usuário ou por unidade, conforme a operação, e o preço é sob medida, conforme unidades, plano e módulos. Dá para começar pelo Starter, com até 3 módulos. A implantação é contratada uma vez, com time dedicado que adapta a lista atual, e o contrato tem tempo mínimo de 1 ano. Detalhes em planos e preços.

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