Modelo de ficha de EPI pronto para preencher: 42 campos, da entrega à devolução

Identificação do colaborador, uma linha por equipamento entregue com CA, quantidade e data, declaração de recebimento, treinamento, devolução e o campo de assinatura ou de registro eletrônico. Copie a ficha inteira ou só o que a sua operação usa e aplique em uma unidade ou em duzentas.

Modelo de ficha de EPI pronto para preencher: 42 campos, da entrega à devolução

Utilizado por mais de 1.750 marcas

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Como este modelo de ficha de EPI está organizado

Uma ficha de EPI boa responde quatro perguntas em qualquer auditoria: quem recebeu, o quê, quando e com qual CA. Os 42 campos estão em seis grupos, cada um com o padrão de preenchimento ao lado, e o mesmo formato serve para loja, planta, cozinha, canteiro ou frota.

Como este modelo de ficha de EPI está organizado
Uma ficha por pessoa, uma linha por equipamento

Uma ficha por pessoa, uma linha por equipamento

A ficha de entrega de EPI é do colaborador, não do equipamento. Cada item entregue vira uma linha dele, com descrição, CA, quantidade e data próprios, e é essa linha que se confere na auditoria.

O CA lido no próprio equipamento

O CA lido no próprio equipamento

O número do Certificado de Aprovação vem da marcação gravada no item entregue, não da nota fiscal nem do catálogo do fornecedor. A foto dessa marcação é a evidência que dispensa transcrição.

Data em tudo o que acontece

Data em tudo o que acontece

Entrega, orientação, treinamento, devolução e descarte são datados, cada um no dia em que aconteceu. Linha sem data não prova nada, e é o primeiro campo que a conferência procura.

Declaração e orientação junto com a entrega

Declaração e orientação junto com a entrega

Recebimento gratuito e em condições de uso, orientação sobre uso, guarda e conservação e o canal para avisar dano ou extravio ficam na mesma data da entrega a que se referem.

Devolução, troca e descarte fecham o ciclo

Devolução, troca e descarte fecham o ciclo

Estado do item que voltou, destino e a linha nova ligada à que foi encerrada. No desligamento ou na transferência, a baixa da ficha diz o que foi devolvido e o que não foi.

Assinatura ou registro eletrônico, como a norma admite

Assinatura ou registro eletrônico, como a norma admite

A NR 6 admite livro, ficha ou sistema eletrônico e não exige assinatura, como explica o checklist de EPI. O que ela pede é o registro do fornecimento, e o grupo 6 dá as duas formas de fechá-lo.

A ficha de EPI, campo por campo

Numeração contínua de 1 a 42, em seis grupos. Copie tudo pelo botão ou vá direto ao grupo que interessa. Ao lado de cada campo está o padrão de preenchimento: o que escrever, de onde tirar a informação e o que torna o registro válido para conferência. A etiqueta marca o que é obrigatório, o que pede foto e o que pede assinatura ou identificação.

42 itens6 grupos

Tempo de preenchimento de referência: 5 minutos por colaborador na primeira entrega e 2 minutos por troca, no papel ou no aplicativo.

1Identificação da empresa, da unidade e do colaborador7 itens

Preenchido uma vez por colaborador, na admissão ou na mudança de função. Sete campos.

  1. 1
    Empresa e unidade em que o colaborador trabalhaObrigatórioRazão social ou nome da rede e a unidade (loja, planta, obra, filial) de lotação, com o código da unidade quando há nomes parecidos. É o que permite consolidar por unidade.
  2. 2
    Nome completo do colaboradorObrigatórioComo consta no registro de admissão, sem apelido nem abreviação. Um nome por ficha: a ficha é da pessoa, e cada equipamento entra como uma linha dela.
  3. 3
    Matrícula ou registro internoObrigatórioO número da pessoa no cadastro da empresa. Liga a ficha ao registro de treinamento e ao histórico quando há dois colaboradores com o mesmo nome.
  4. 4
    Cargo ou funçãoObrigatórioA função efetivamente exercida, que define quais equipamentos são devidos. Mudança de função abre nova seção da ficha, com a data.
  5. 5
    Setor, área e turnoOnde e quando a pessoa trabalha: produção, estoque, cozinha, canteiro, expedição. Localiza a exposição ao risco e orienta a conferência na unidade.
  6. 6
    Data de admissão ou de início na funçãoObrigatórioA data a partir da qual o equipamento passou a ser devido. A primeira entrega tem a mesma data ou é anterior ao primeiro dia na atividade.
  7. 7
    Equipamentos previstos para a funçãoA relação dos EPIs que a função exige, definida pelo responsável técnico a partir do levantamento de riscos. É o gabarito das entregas: a ficha registra, não decide.
Ver como a entrega na admissão é registrada no SULTS

2Dados de cada equipamento entregue10 itens

Uma linha por equipamento, repetida a cada entrega ou troca. Dez campos por linha.

  1. 8
    Descrição do equipamentoObrigatórioTipo e modelo como aparecem no equipamento ou na embalagem: luva de vaqueta cano curto, protetor auricular de inserção, capacete com jugular, bota com biqueira. A palavra luva, sozinha, não identifica o que foi entregue.
  2. 9
    Número do Certificado de Aprovação (CA)ObrigatórioO número gravado no próprio equipamento, copiado da marcação na hora da entrega, não da nota fiscal. A marcação traz fabricante ou importador, lote e CA; se não está legível, o equipamento não é entregue.
  3. 10
    Fabricante ou importador e lote de fabricaçãoComo estão gravados no equipamento. Permitem rastrear um lote com defeito e conferir se o nome gravado é o do detentor do CA.
  4. 11
    Quantidade entregueObrigatórioUnidades ou pares. Para item de consumo (protetor descartável, luva descartável, máscara), a quantidade e o período a que se refere.
  5. 12
    Data da entregaObrigatórioO dia em que o equipamento passou às mãos do colaborador, não a data do pedido ao almoxarifado nem a da nota fiscal. Sem data, a linha não prova nada.
  6. 13
    Motivo da entregaPrimeira entrega, substituição por desgaste ou dano, extravio, vencimento, mudança de função ou de risco. Na substituição, a linha cita a linha anterior que está sendo encerrada.
  7. 14
    Vida útil prevista ou validadeO prazo de uso indicado pelo fabricante ou definido pela empresa, e a validade do CA quando informada. Sem número aqui: cada equipamento segue o fabricante e a norma aplicável.
  8. 15
    Data da devolução ou da trocaPreenchida quando o equipamento volta, é trocado ou é dado como extraviado. Fecha a linha: linha sem data de devolução é equipamento que ainda está com o colaborador.
  9. 16
    Responsável pela entregaObrigatórioNome e função de quem entregou: técnico de segurança, almoxarife, encarregado, gestor da unidade. Responde pela conferência do CA naquela linha.
  10. 17
    Foto do equipamento com a marcação do CA visívelFotoOpcional no papel, padrão no registro eletrônico: a foto da marcação anexada à linha comprova o CA sem transcrição e mostra o estado do equipamento na entrega.
Ver o que a NR 6 exige registrar sobre o fornecimento

3Declaração de recebimento e orientação de uso7 itens

Preenchido na primeira entrega e repetido quando o tipo de equipamento muda. Sete campos.

  1. 18
    Declaração de recebimento gratuito e em condições de usoObrigatórioTexto curto: o colaborador declara que recebeu os equipamentos listados, sem custo, em perfeito estado de conservação e funcionamento e no tamanho adequado. Vale para as linhas do grupo 2 da mesma entrega.
  2. 19
    Declaração de orientação sobre uso, guarda e conservaçãoQuem orientou, em que data e sobre o quê: como usar, ajustar, guardar, limpar e quando pedir a troca. A expressão foi orientado, sem conteúdo, não identifica o que foi dito.
  3. 20
    Ciência de que o equipamento é de uso pessoal e só para a finalidade previstaO colaborador declara saber que o equipamento é dele, não se empresta e é usado apenas na atividade para a qual foi entregue.
  4. 21
    Compromisso com a limpeza, a guarda e a conservaçãoO que cabe ao colaborador no dia a dia. A higienização e a manutenção periódica, quando o fabricante as prevê, ficam com a empresa e são registradas na rotina da unidade, não nesta ficha.
  5. 22
    Canal para comunicar dano, extravio ou alteraçãoA quem avisar (gestor imediato, técnico de segurança) e por onde (aplicativo, chamado, presencial). A comunicação dispara a substituição, então o canal precisa estar escrito.
  6. 23
    Observações do colaboradorTamanho, ajuste, desconforto e necessidade individual, como óculos de proteção de sobrepor para quem usa lentes corretivas. Orienta a próxima entrega.
  7. 24
    Data da declaraçãoObrigatórioA mesma data da entrega a que se refere. Declaração sem data, ou datada depois, não comprova que a orientação veio com o equipamento.

4Registro de treinamento e orientação6 itens

Uma linha por treinamento, quando o equipamento exige. Seis campos.

  1. 25
    Tema do treinamento e equipamento a que se referePor tipo de equipamento, quando as características dele pedem treinamento: uso, ajuste, limitações, inspeção antes do uso. O conteúdo segue o fabricante e a norma aplicável àquele EPI.
  2. 26
    Data e carga horáriaObrigatórioData real e duração. A periodicidade é a que a empresa define ou a norma aplicável exige; a ficha registra o que aconteceu, não fixa prazo.
  3. 27
    Instrutor ou responsável pelo treinamentoNome e função, interno ou externo. Quem assina o conteúdo responde por ele.
  4. 28
    Forma: presencial, prática no posto ou a distânciaRegistrar a forma. A distância entra com a plataforma e o certificado; prática no posto entra com quem acompanhou.
  5. 29
    Evidência do treinamentoEvidênciaLista de presença, certificado, foto da atividade prática ou conclusão registrada na plataforma, referenciada pelo número do certificado ou do curso.
  6. 30
    Próxima reciclagem previstaData definida pela empresa ou pela norma aplicável ao equipamento. Transforma a ficha em agenda: sem ela, a reciclagem depende de alguém lembrar.
Ver como o treinamento fica registrado por colaborador no SULTS

5Devolução, troca e descarte6 itens

Preenchido quando o equipamento volta, é trocado ou o colaborador sai. Seis campos.

  1. 31
    Estado do equipamento devolvidoFotoBom para reuso, desgastado, danificado ou extraviado (sem devolução física). Com foto quando há dano. Decide entre higienização e reuso, quando o fabricante admite, e descarte.
  2. 32
    Motivo da devolução ou da trocaDesgaste, dano, vencimento, extravio, desligamento, transferência ou mudança de função. Dano e extravio pedem substituição imediata, registrada no mesmo dia como nova linha do grupo 2.
  3. 33
    Equipamento substituto entregueReferência à nova linha do grupo 2: descrição, CA e data. Devolução e nova entrega ficam ligadas, e a ficha mostra que o colaborador não ficou sem proteção.
  4. 34
    Destino do equipamento devolvidoHigienização e reuso, quando o fabricante admite, ou descarte. Equipamento contaminado ou vencido não volta ao estoque; o destino segue o fabricante e a norma aplicável ao resíduo.
  5. 35
    Registro do descarteData, quantidade, forma de descarte e responsável. Item de consumo pode ser registrado por lote e período.
  6. 36
    Baixa da ficha por desligamento ou transferênciaObrigatórioNa saída da empresa ou na troca de unidade, a relação do que foi devolvido e do que não foi, com data e responsável. A ficha encerrada continua arquivada; a norma não fixa prazo de guarda, então a regra é a da empresa.
Ver o checklist de segurança do trabalho no SULTS

6Assinaturas ou registro eletrônico6 itens

O que fecha cada registro, no papel ou no eletrônico. Seis campos.

  1. 37
    Identificação de quem recebeuAssinaturaAssinatura do colaborador no papel, ou a identificação eletrônica: usuário autenticado ou assinatura na tela. A norma de EPI admite livro, ficha ou sistema eletrônico e não exige assinatura; o que ela pede é o registro do fornecimento.
  2. 38
    Identificação de quem entregouAssinaturaNome, função e assinatura de quem fez a entrega, ou o usuário logado que registrou. É a contraparte do registro: dois lados, mesma data.
  3. 39
    Data e hora do registroObrigatórioNo papel, escritas à mão junto da assinatura. No eletrônico, geradas pelo sistema no momento do registro, sem transcrição.
  4. 40
    Unidade e local do registroA unidade onde a entrega aconteceu, que pode ser diferente da de lotação (treinamento na matriz, almoxarifado central). No aplicativo, a localização acompanha o registro.
  5. 41
    Número da ficha ou identificador do registroSequencial por unidade no papel, identificador gerado pelo sistema no eletrônico. É o que se cita na auditoria e liga a ficha ao relatório extraído.
  6. 42
    Validação do responsável pela segurança do trabalhoAssinaturaAssinatura ou aprovação de quem confere a ficha depois da entrega: técnico de segurança ou gestor designado. No eletrônico, a assinatura digital do responsável ao concluir.
Ver a assinatura digital no aplicativo de checklist

Como aplicar esta ficha de EPI no SULTS

Na plataforma, os 42 campos entram como perguntas, na mesma ordem em que estão aqui. O que o registro eletrônico acrescenta é a foto da marcação do CA anexada à entrega, a assinatura na tela dos dois lados, o histórico por colaborador e o relatório por unidade.

Um formulário com os 42 campos

Cada grupo vira uma seção de um formulário do módulo Checklist, e o padrão de preenchimento entra no campo de orientação do item, visível para quem responde. Quem entrega lê o critério na hora.

Um tipo de resposta para cada campo

Texto para a descrição, número para a quantidade, data para a entrega, foto para a marcação do CA, documento para o certificado de treinamento e assinatura para o ciente, entre os +40 tipos de resposta do módulo.

Preenchida na entrega, pelo aplicativo

Quem entrega responde pelo aplicativo de checklist, com check-in geolocalizado, e cada foto sai com GPS e data automáticos. O registro comprova onde, quando e por quem foi feito.

Foto da marcação do CA obrigatória

Defina em quais itens a foto é obrigatória: o aplicativo só segue quando a evidência foi anexada. A marcação gravada no equipamento fica anexada à linha daquela entrega, sem transcrição.

Assinatura na tela, dos dois lados

Quem aplicou assina digitalmente na própria tela ao concluir, e o tipo de resposta assinatura permite colher o ciente de outra pessoa no mesmo roteiro, como o colaborador que recebeu o equipamento.

Histórico por unidade e relatório em PDF

Os relatórios saem por unidade, por colaborador e por tipo de equipamento, e o PDF traz respostas, fotos, assinaturas e os planos de ação criados. O treinamento do grupo 4 fica registrado na Universidade Corporativa.

Como aplicar esta ficha de EPI no SULTS
Antes de aplicar: seis decisões que ficam com a rede

Antes de aplicar: seis decisões que ficam com a rede

O modelo dá os campos, e seis definições continuam sendo da empresa e do responsável técnico. Vale fechar as seis antes de publicar a ficha para as unidades, porque a plataforma registra o que foi decidido e não decide no lugar de ninguém.

Quem preenche em cada unidade

Técnico de segurança, almoxarife, encarregado ou gestor: a rede escolhe o perfil, e o registro guarda quem entregou. Entrega sem responsável identificado não se confere depois.

Quais EPIs cada função recebe

Sai do levantamento de riscos feito pelo responsável técnico, não da ficha. A SULTS não é sistema de SST: não emite CA, não envia eventos ao eSocial e não define o EPI de cada função. O que existe é a ficha aplicada como checklist, com foto, assinatura digital do responsável e histórico por unidade.

Papel, planilha ou registro eletrônico

A norma admite livro, ficha ou sistema eletrônico, e do sistema eletrônico se espera a extração de relatórios, como detalha o checklist de EPI. A planilha é uma ficha digitada depois, e a decisão é de quem vai conferir duzentas unidades.

O que acontece com dano e extravio

A substituição é imediata e entra como linha nova, ligada à que foi encerrada no mesmo dia. No SULTS o desvio abre plano de ação com responsável e prazo, e o registro da troca fica no histórico.

Com que frequência verificar uso e estado

A ficha registra a entrega; a verificação do uso, das condições e da validade é o checklist de segurança do trabalho, na frequência que a rede define. Como montar o programa está no guia de inspeção de qualidade em rede.

Guarda, desligamento e ficha de controle

A ficha de controle de EPI é o histórico acumulado por pessoa, e é ele que responde à auditoria anos depois. A norma não fixa prazo de guarda, então a política é da empresa: defina onde a ficha encerrada fica e quem responde por ela.

A mesma ficha de EPI no papel, na planilha e na plataforma

Os 42 campos são iguais nos três. O que muda é quem preenche, como o CA é comprovado e o que acontece na troca.

FuncionalidadeSULTSPapel ou PDF impressoPlanilha
Quem preencheQuem entrega, pelo aplicativo, na horaQuem entrega, à mãoAlguém digita depois
Identificação de quem recebeuAssinatura na tela ou usuário autenticadoAssinatura à canetaNome digitado
Conferência do CAFoto da marcação anexada ao registroNúmero copiado à mãoNúmero digitado
Data e horaGeradas pelo sistema, com GPSEscritas à mãoDigitadas
Troca e devoluçãoNova linha no histórico do colaboradorRasura ou ficha novaLinha nova, se alguém lembrar
Dano ou extravioPlano de ação com responsável e prazoAnotação na margemCélula de observação
Relatório para auditoriaPDF com respostas, fotos e assinaturas, por unidadePasta físicaFiltro e impressão
Histórico por colaboradorPesquisável por unidade, colaborador e períodoArquivo mortoAbas por ano
Rede com 200 unidadesA mesma ficha publicada para todas200 pastas200 arquivos
Mudança no modeloVersão nova para todas as unidadesReimprimirReenviar o arquivo

No papel, a ficha é uma folha na pasta da unidade. Na planilha, é uma linha digitada depois. Na plataforma, é um registro feito na hora da entrega, com foto do CA e assinatura na tela, lido por unidade no mesmo dia.

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Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

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Perguntas Frequentes

O que é uma ficha de EPI?

É o registro de quais equipamentos de proteção individual foram entregues a cada colaborador, com descrição, número do CA, quantidade, data e responsável pela entrega. A ficha é uma das formas admitidas de registrar o fornecimento, ao lado do livro e do sistema eletrônico, como explica o checklist de EPI. No SULTS a mesma ficha vira um formulário aplicado por colaborador.

Quais campos uma ficha de EPI precisa ter?

Os 42 campos deste modelo estão em seis grupos: identificação da empresa, da unidade e do colaborador; dados de cada equipamento entregue, com CA, quantidade e data; declaração de recebimento e orientação de uso; registro de treinamento; devolução, troca e descarte; e assinatura ou registro eletrônico. No SULTS cada grupo é uma seção do formulário.

Como preencher a ficha de EPI na hora da entrega?

Abra uma linha por equipamento: descrição, número do CA copiado da marcação gravada, quantidade, data e responsável pela entrega. Depois colha a declaração de recebimento e a orientação sobre uso, guarda e conservação, com a mesma data. No SULTS a linha é preenchida no aplicativo durante a entrega, com a foto da marcação anexada.

Onde encontro o número do CA para preencher a ficha?

Na marcação gravada no próprio equipamento, que traz o fabricante ou importador, o lote de fabricação e o número do CA. Não copie da nota fiscal nem do catálogo: vale o que está no item entregue. Marcação ilegível é motivo para não entregar. No SULTS a foto dessa marcação fica anexada ao registro da entrega.

A ficha de EPI pode ser eletrônica?

Pode. O registro do fornecimento admite livro, ficha ou sistema eletrônico, e do sistema eletrônico se espera a extração de relatórios, como detalha o checklist de EPI. No SULTS o registro sai com data, hora, GPS, foto do CA e assinatura na tela, e o relatório em PDF reúne as evidências por unidade.

Uma ficha por colaborador ou uma por equipamento?

Uma por colaborador. A ficha é da pessoa, e cada equipamento entregue entra como uma linha dela, com CA, quantidade e data próprios. Controlar por equipamento obriga a cruzar listas para saber o que uma pessoa tem hoje. No SULTS o histórico é lido por colaborador e por unidade, sem esse cruzamento.

Como registrar a troca de um EPI na ficha?

Feche a linha antiga com a data e o motivo, que pode ser desgaste, dano, extravio ou vencimento, e abra uma linha nova citando a que foi encerrada, com o novo CA e a nova data. As duas ficam ligadas. No SULTS o desvio encontrado abre plano de ação com responsável e prazo, e a troca fica no histórico. O modelo de plano de ação mostra os dez campos desse plano, com oito exemplos preenchidos.

Como registrar a devolução no desligamento do colaborador?

No campo de baixa da ficha, com a relação do que foi devolvido e do que não foi, o estado de cada item, a data e o responsável. A ficha encerrada continua arquivada, e a norma de EPI não fixa prazo de guarda, então a regra é a da empresa. No SULTS o histórico do colaborador segue arquivado por unidade.

Como controlar a validade dos EPIs pela ficha?

Pelo campo de vida útil prevista ou validade de cada linha, preenchido conforme o fabricante e a norma aplicável ao equipamento. A conferência do que está em uso é outra rotina, o checklist de segurança do trabalho, na frequência que a rede define. No SULTS a inspeção de EPIs pede foto obrigatória e trata a validade como item.

Preciso registrar o treinamento na ficha de EPI?

O grupo 4 do modelo reserva seis campos para isso: tema, data e carga horária, instrutor, forma, evidência e próxima reciclagem. O treinamento entra quando as características do equipamento o exigem, e um diálogo diário de segurança não o substitui. No SULTS a conclusão fica registrada por colaborador na Universidade Corporativa.

Tem ficha de EPI em Excel, Word ou PDF?

Não há arquivo nesta página. A ficha fica aqui no corpo, e o botão copia os 42 campos com o padrão de cada um para colar em Excel, Word, Google Docs ou no sistema que a empresa já usa; o botão de impressão gera a versão em papel. O modelo é de autoria própria da SULTS, e o uso na sua empresa é livre.

Qual a diferença entre ficha de EPI e checklist de EPI?

A ficha registra o fornecimento: o que foi entregue, a quem, quando e com qual CA. O checklist de EPI verifica depois se o equipamento está em uso, em condições de uso e higienizado. Uma comprova a entrega, o outro comprova a rotina. No SULTS os dois são formulários do mesmo módulo.

Qual a diferença entre ficha de entrega e ficha de controle de EPI?

A ficha de entrega de EPI é o registro do evento: uma entrega, com data, CA, quantidade e responsável. A ficha de controle de EPI é o histórico acumulado da pessoa, com entregas, trocas, devoluções e treinamentos na mesma folha. Este modelo serve às duas. No SULTS o controle é a soma dos registros, pesquisável por colaborador.

Quem preenche e quem guarda a ficha de EPI?

Preenche quem entrega o equipamento: técnico de segurança, almoxarife, encarregado ou gestor da unidade. Guarda a empresa, na unidade ou na matriz. A norma não fixa prazo de guarda do registro, como explica o checklist de EPI, então a política é da empresa. No SULTS o registro fica arquivado por colaborador e unidade.

Como manter a mesma ficha de EPI em 200 unidades?

A matriz publica o formulário uma vez e todas as unidades passam a usar a mesma versão, com relatório por unidade, por colaborador e por tipo de equipamento. Mudou um campo, a versão nova vale para a rede inteira. A SULTS atende +1.750 marcas e +92 mil unidades, com usuários ilimitados em cada unidade ativa.

A ficha de EPI substitui o termo de responsabilidade?

A declaração do grupo 3 faz esse papel: recebimento gratuito e em condições de uso, orientação sobre uso, guarda e conservação, ciência do uso pessoal e o canal para avisar dano ou extravio. O termo de responsabilidade é prática de mercado, não exigência da norma, como mostra o checklist de EPI. No SULTS a declaração é uma seção do formulário.

A SULTS emite o CA, consulta o CA ou envia a ficha para o eSocial?

Não. A SULTS não é sistema de SST: não emite CA, não envia eventos ao eSocial e não define o EPI de cada função. O que existe é a ficha aplicada como checklist, com foto, assinatura digital do responsável e histórico por unidade, mais o relatório em PDF. Para levar o dado a outro sistema há a API REST pública, sem conector pronto.

Como comprovar a entrega do EPI em uma auditoria ou fiscalização?

Pelo registro da entrega: data, descrição, CA fotografado, quantidade, responsável e identificação de quem recebeu. No SULTS o registro com data, hora, GPS e assinatura digital do responsável fica guardado e pode ser apresentado quando a fiscalização do Ministério do Trabalho pedir, e o relatório sai em PDF com respostas, fotos, assinaturas e os planos de ação criados.

Como adaptar a ficha para obra, indústria, cozinha ou loja?

Os 42 campos não mudam. Muda o campo de equipamentos previstos para a função, definido pelo responsável técnico a partir do levantamento de riscos. Para os roteiros de verificação de cada ambiente, veja o checklist para indústria, o checklist de obra e os modelos de checklist prontos do SULTS.

Como vejo a ficha de EPI funcionando no SULTS?

Peça uma demonstração pelo formulário do site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. O time do SULTS monta esta ficha no módulo Checklist, registra uma entrega com foto da marcação do CA e assinatura na tela, e mostra o histórico por colaborador e o relatório por unidade antes de qualquer proposta.

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