O que é checklist NR 35?
Checklist NR 35 é a lista de verificação que confere, antes de cada trabalho em altura, o que a Norma Regulamentadora 35 pede: análise de risco, permissão de trabalho na atividade não rotineira, trabalhador autorizado e capacitado, sistema de proteção contra quedas inspecionado e resgate planejado. No formato digital, cada resposta fica registrada com data, foto e responsável.
Como fazer um check list de trabalho em altura?
Siga a ordem do serviço: autorização e treinamento de quem sobe, análise de risco, permissão de trabalho quando a atividade não é rotineira, inspeção do cinturão e do talabarte, ancoragem e plano de resgate. Escreva uma verificação por linha, com o padrão do que é certo e o item da NR 35, e marque o que exige foto ou medida.
O que é a NR 35 e para que serve?
A NR 35 é a Norma Regulamentadora do trabalho em altura. Ela estabelece requisitos e medidas de prevenção para o planejamento, a organização e a execução desse trabalho, protegendo quem atua direta ou indiretamente na atividade (item 35.1.1). Tem sete capítulos, do 35.1 ao 35.7, glossário e três anexos: acesso por cordas, sistema de ancoragem e escadas de uso individual.
Qual é a NR 35 atualizada em 2026?
O texto vigente vem da Portaria SIT nº 313, de 2012, com alterações posteriores. A Portaria MTE nº 1.680, de 2025, aprovou o Anexo III, de escadas de uso individual, e a mais recente, a Portaria MTE nº 1.259, de 15 de julho de 2026, incluiu o item 35.4.5 e alterou itens desse anexo. Confira o texto publicado pelo ministério.
A partir de quantos metros é trabalho em altura?
Pelo item 35.2.1, a NR 35 vale para toda atividade com diferença de nível acima de 2,0 m do nível inferior, onde haja risco de queda. Os dois critérios andam juntos: altura acima de dois metros e risco de queda. Uma troca de luminária em loja ou a manutenção de telhado em centro de distribuição podem entrar na regra.
O que diz o item 35.4.2 da NR 35?
O item 35.4.2 define o trabalhador capacitado para trabalho em altura: aquele submetido e aprovado no processo de capacitação, com treinamento teórico e prático, inicial, periódico e eventual, observado o disposto na NR 01. Os subitens tratam da carga: o 35.4.2.1, do treinamento inicial de no mínimo 8 horas, e o 35.4.2.2, do periódico a cada dois anos.
Qual a carga horária do treinamento NR 35?
O treinamento inicial tem carga horária mínima de 8 horas e acontece antes de o trabalhador começar a atividade (item 35.4.2.1). O periódico também tem no mínimo 8 horas, a cada dois anos, com conteúdo definido pelo empregador (item 35.4.2.2). Os instrutores precisam de proficiência comprovada, sob responsabilidade de profissional qualificado ou legalmente habilitado (item 35.4.3).
Qual a validade da NR 35?
A norma fala em periodicidade, não em validade de certificado: o treinamento periódico é refeito a cada dois anos, com no mínimo 8 horas (item 35.4.2.2). A permissão de trabalho vale pela duração da atividade, restrita ao turno ou à jornada (item 35.5.8.2). No SULTS, dá para cadastrar os trabalhadores por unidade e configurar aviso antes de vencer o treinamento.
O treinamento NR 35 pode ser online?
Não. A Portaria MTE nº 1.259, de 15 de julho de 2026, incluiu o item 35.4.5, que determina que os treinamentos previstos na NR 35 sejam realizados na modalidade presencial. Quem usava capacitação a distância precisa rever o formato e guardar a evidência do treinamento presencial. A portaria traz regra de prazo no artigo 8º, que vale conferir.
Quem pode ser autorizado e o que o ASO de trabalho em altura precisa registrar?
Autorizado é o trabalhador capacitado cujo estado de saúde foi avaliado e que foi considerado apto (item 35.4.1.1). A autorização considera as atividades, a capacitação e a aptidão clínica, e fica nos documentos funcionais (itens 35.4.1.2 e 35.4.1.3). A aptidão para trabalho em altura precisa constar no atestado de saúde ocupacional, o ASO (item 35.4.4.1).
O que diz o item 35.5.7 da NR 35?
O item 35.5.7 manda que as atividades de trabalho em altura não rotineiras sejam previamente autorizadas mediante permissão de trabalho, a PT. O subitem 35.5.7.1 completa: nessas atividades, as medidas de prevenção precisam estar evidenciadas na análise de risco e na PT. A atividade rotineira segue o procedimento operacional do item 35.5.6.
O que a permissão de trabalho em altura precisa conter?
Pelo item 35.5.8.1, a PT traz os requisitos mínimos para executar o trabalho, as disposições e medidas da análise de risco e a relação de todos os envolvidos. É emitida em meio físico ou digital, aprovada pelo responsável e fica acessível no local (item 35.5.8). O modelo usado nas outras normas está no guia de permissão de trabalho.
A NR 35 exige APR para trabalho em altura?
A norma usa o termo análise de risco, a AR, e exige que todo trabalho em altura seja precedido dela (item 35.5.5). A APR que muitas empresas já usam pode cumprir esse papel se considerar os temas do item 35.5.5.1, como ancoragem, clima, condições impeditivas e resgate. O método por etapas está no guia de análise preliminar de risco.
Qual a diferença entre atividade rotineira e não rotineira na NR 35?
Pelo glossário, atividade rotineira é a habitual, independente da frequência, que faz parte do processo de trabalho da empresa. Nela, a análise de risco pode estar no procedimento operacional (item 35.5.6), com tarefa, medidas, condições impeditivas, proteções e responsabilidades (item 35.5.6.1). A não rotineira exige permissão de trabalho antes de começar (item 35.5.7).
Com que frequência inspecionar o cinto de segurança e o SPIQ?
A NR 35 pede três inspeções do sistema de proteção individual contra quedas, o SPIQ: inicial, entre o recebimento e o primeiro uso; rotineira, antes do início dos trabalhos; e periódica, no mínimo a cada doze meses (itens 35.6.6.1 a 35.6.6.3). A inicial e a periódica são sempre registradas, e a rotineira quando algum elemento é recusado.
O que a NR 35 diz sobre fator de queda, zona livre de queda e resgate?
A análise de risco do SPIQ considera distância de queda livre, fator de queda, zona livre de queda e compatibilidade entre elementos, e o elemento de ligação limita o impacto a 6 kN (itens 35.6.7 e 35.6.11). No resgate, o procedimento de emergência estima o tempo e usa técnicas para reduzir a suspensão inerte do trabalhador (item 35.7.1).
Por quanto tempo guardar os documentos da NR 35?
Pelo item 35.3.1, alínea j, a organização arquiva a documentação prevista na norma por no mínimo 5 anos, salvo disposição específica em outra norma regulamentadora. Entram aí análises de risco, permissões de trabalho encerradas, procedimentos e registros de inspeção do SPIQ e da capacitação. No digital, cada registro fica com data, foto e responsável.
O checklist garante conformidade com a NR 35?
Não. O checklist organiza e comprova as verificações, mas a conformidade depende da análise de risco, das medidas de proteção, da capacitação, das correções e do acompanhamento do SESMT e do profissional responsável pela segurança do trabalho. O que ele entrega é o registro de quando, onde e por quem cada item foi verificado, com foto e plano de ação.
Como uma empresa com muitas unidades aplica a NR 35 no SULTS?
A segurança do trabalho monta o roteiro por tipo de atividade e programa as inspeções na agenda de cada unidade. Quem executa e supervisiona responde pelo aplicativo de checklist, com foto e assinatura. A pendência abre plano de ação, o item crítico abre chamado, e o painel do sistema de checklist compara plantas, centros de distribuição, obras e lojas.
Quanto custa o checklist NR 35 na SULTS e como conhecer antes de contratar?
A cobrança é por usuário ou por unidade, conforme a operação, e o preço é sob medida. Dá para começar pelo Starter, com até 3 módulos, e o contrato tem tempo mínimo de 1 ano. Para ver antes, use a página de demonstração: são 30 minutos ao vivo com um especialista, que monta um roteiro NR 35 parecido com o seu.