Segurança em altura

Checklist NR 35 para trabalho em altura

Análise de risco, permissão de trabalho do item 35.5.7 e treinamento do 35.4.2 em um roteiro aplicado pelo celular, com foto e responsável.

Ver o modelo NR 35

Dashboard do Checklist da SULTS com total de avaliações, planos de ação em aberto, checklists e planos por status, nota das avaliações mês a mês e aproveitamento geral de 78%

Foto, data e responsávelantes de cada subida

Questão de checklist no aplicativo da SULTS com respostas Sim e Não, escala de avaliação e botões de imagem, plano de ação e comentário
  • +1.750Marcas usam o SULTS
  • +92 milUnidades na plataforma
  • +600 milUsuários
  • +25Módulos integrados

Usada por +1.750 marcas

Casa do ConstrutorSherwin-WilliamsBrasalFiniDecor ColorsGrupo Mateus

O que é

O que é um checklist NR 35

Checklist NR 35 é a lista de verificação que confere, antes de cada trabalho em altura, o que a Norma Regulamentadora 35 pede: análise de risco, permissão de trabalho na atividade não rotineira, trabalhador autorizado e capacitado, sistema de proteção contra quedas inspecionado e resgate planejado. No formato digital, cada resposta fica registrada com data, foto e responsável.

A NR 35 trata do trabalho em altura e vale para toda atividade acima de 2,0 m do nível inferior onde haja risco de queda (item 35.2.1). O roteiro também aparece como check list NR 35, checklist NR35 ou check list de trabalho em altura. No SULTS, ele chega ao celular de quem executa e supervisiona o serviço em plantas, centros de distribuição, obras e lojas, e a segurança do trabalho compara as unidades no painel. Ele aprofunda o checklist de segurança do trabalho e é uma aplicação do sistema de checklist da SULTS, um dos +25 módulos da plataforma.

Quer ver com o trabalho em altura das suas unidades?

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+92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

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Modelo gratuito

Modelo de checklist NR 35 para trabalho em altura

São 49 itens em 8 grupos, na ordem em que o trabalho em altura acontece: autorização, treinamento, análise de risco, permissão de trabalho, procedimento das rotineiras, cinto e proteção contra quedas, ancoragem e escadas, e resgate. Cada linha traz o padrão do que é certo e o item da NR 35 de onde ele vem. Serve de check list de trabalho em altura para planta, centro de distribuição, obra ou loja. Copie para o Excel ou baixe em PDF, tire o que não se aplica à sua atividade e acrescente o que a análise de risco de cada serviço pedir.

  • Críticoreprovado, zera a inspeção
  • Fotoimagem no momento da resposta
  • Medidaresposta em número
Usar este modelo no SULTS
Seção Trabalho em altura (NR 35) no editor do Checklist da SULTS, com 9 questões conforme ou não conforme, como permissão de trabalho emitida e assinada, análise de risco feita antes da atividade e cinturão tipo paraquedista inspecionado, e a pontuação de cada uma
Avaliação concluída na versão web do Checklist da SULTS, com fotos anexadas nas questões, respostas Não, Ótimo, cinco estrelas e Conforme, planos de ação e comentários por questão e desempenho de 93,75

Autorização, aptidão e documentação

Mensal6 itens

Mensal e a cada trabalhador novo, feito pela segurança do trabalho com o RH. 6 itens. Ninguém sobe sem estar autorizado, e a autorização depende da capacitação e da aptidão.

  1. Trabalhador formalmente autorizado

    Todo trabalho em altura feito por trabalhador autorizado pela organização (item 35.4.1).

    Crítico
  2. Autorização com os três critérios

    Considera as atividades que ele vai fazer, a capacitação que recebeu e a aptidão clínica (item 35.4.1.2).

  3. Autorização nos documentos funcionais

    Registrada nos documentos funcionais do empregado (item 35.4.1.3).

  4. Abrangência da autorização consultável

    Sistema de identificação que mostre, a qualquer tempo, o que cada trabalhador está autorizado a fazer (item 35.4.1.3.1).

  5. Aptidão registrada no ASO

    A aptidão para trabalho em altura consta no atestado de saúde ocupacional, conforme a NR 07 (itens 35.4.4 e 35.4.4.1).

    Crítico
  6. Documentação arquivada por 5 anos

    A documentação prevista na norma organizada e arquivada por no mínimo 5 anos, salvo prazo específico de outra NR (item 35.3.1, alínea j).

Capacitação e treinamento

Na admissão e a cada 2 anos6 itens

Na admissão e a cada vencimento, conferido pela segurança do trabalho. 6 itens. Carga horária e periodicidade entram como resposta em número.

  1. Treinamento inicial antes de começar

    Carga horária mínima de 8 horas, concluído antes de o trabalhador iniciar a atividade (item 35.4.2.1).

    Crítico
  2. Conteúdo do treinamento inicial

    Normas, AR e condições impeditivas, riscos e medidas de controle, proteção coletiva, EPI, acidentes típicos e condutas de emergência e resgate (item 35.4.2.1, alíneas a a g).

  3. Treinamento periódico em dia

    A cada dois anos, com carga horária mínima de oito horas (item 35.4.2.2).

    Medida
  4. Capacitação teórica e prática

    Treinamento inicial, periódico e eventual, teórico e prático, com aprovação do trabalhador (item 35.4.2).

  5. Instrutor com proficiência comprovada

    Sob responsabilidade de profissional qualificado ou legalmente habilitado em segurança no trabalho (item 35.4.3).

  6. Treinamento na modalidade presencial

    Regra incluída pela Portaria MTE nº 1.259, de 15 de julho de 2026 (item 35.4.5).

    Crítico

Planejamento e análise de risco

Por atividade7 itens

Antes de cada atividade, feito por quem planeja o serviço e conferido pelo supervisor. 7 itens. Toda atividade em altura começa pela AR, rotineira ou não.

  1. Alternativa ao trabalho em altura avaliada

    Hierarquia: evitar o trabalho em altura, eliminar o risco de queda ou, se não der, minimizar as consequências da queda (item 35.5.2).

  2. Análise de risco feita antes

    Nenhum trabalho em altura começa sem AR (item 35.5.5).

    Crítico
  3. Área isolada e sinalizada

    Local, entorno, isolamento e sinalização considerados na AR (item 35.5.5.1, alíneas a e b).

    Foto
  4. Pontos de ancoragem definidos

    Sistemas e pontos de ancoragem estabelecidos na AR (item 35.5.5.1, alínea c).

    Foto
  5. Condições do tempo avaliadas

    Condições meteorológicas adversas consideradas antes de subir (item 35.5.5.1, alínea d).

  6. Queda de materiais e trabalhos simultâneos

    Risco de queda de ferramentas e materiais e trabalhos simultâneos com risco específico previstos (item 35.5.5.1, alíneas f e g).

  7. Condições impeditivas e supervisão definidas

    O que impede o serviço e a forma da supervisão ficam na AR (item 35.5.5.1, alíneas j e m, e item 35.5.3).

Permissão de trabalho em altura

Por atividade não rotineira6 itens

A cada atividade não rotineira, emitida por quem planeja e aprovada pelo responsável. 6 itens. A atividade rotineira segue o procedimento operacional do grupo 5, e a PT das outras normas está no guia de permissão de trabalho.

  1. PT emitida antes da atividade não rotineira

    Atividade não rotineira só começa previamente autorizada mediante PT (item 35.5.7).

    Crítico
  2. Medidas evidenciadas na AR e na PT

    As medidas de prevenção da atividade não rotineira aparecem nos dois documentos (item 35.5.7.1).

  3. Conteúdo mínimo da PT

    Requisitos mínimos para executar o trabalho, disposições e medidas da AR e relação de todos os envolvidos (item 35.5.8.1).

  4. PT aprovada e acessível no local

    Em meio físico ou digital, aprovada pelo responsável pela autorização e disponível onde o serviço acontece (item 35.5.8).

    Foto
  5. PT dentro da validade

    Limitada à duração da atividade, restrita ao turno ou à jornada, com revalidação só sem mudança de condições ou de equipe (item 35.5.8.2).

  6. PT encerrada e arquivada

    Encerrada ao final e arquivada de forma rastreável (item 35.5.8).

Procedimento das atividades rotineiras

Semestral4 itens

Revisão semestral e a cada mudança de processo, feita pela segurança do trabalho. 4 itens. Rotineira é a atividade habitual do processo de trabalho, independente da frequência.

  1. Procedimento operacional elaborado

    Para as atividades rotineiras de trabalho em altura (item 35.3.1, alínea c).

    Crítico
  2. AR contemplada no procedimento

    Na atividade rotineira, a análise de risco pode estar dentro do procedimento (item 35.5.6).

  3. Conteúdo mínimo do procedimento

    Detalhamento da tarefa, medidas de prevenção, condições impeditivas, sistemas de proteção necessários e competências e responsabilidades (item 35.5.6.1).

  4. Instruções acessíveis à equipe

    Instruções de segurança da AR, da PT e dos procedimentos disponíveis a todos os integrantes da equipe (item 35.3.1, alínea d).

Sistema de proteção contra quedas e cinto de segurança

Antes do uso e a cada 12 meses8 itens

Rotineira antes de cada uso, por quem vai usar, e periódica pelo técnico de segurança. 8 itens. É aqui que entra o check list do cinto de segurança tipo paraquedista. O uso e a conservação dos demais EPIs ficam no checklist de EPI.

  1. SPQ selecionado pela AR

    Adequado à tarefa e escolhido por profissional qualificado ou legalmente habilitado em segurança do trabalho (item 35.6.2, alíneas a a c).

  2. Proteção coletiva antes da individual

    SPIQ quando a proteção coletiva não for possível, não oferecer proteção completa ou houver emergência (item 35.6.3).

  3. Cinturão tipo paraquedista

    Obrigatório no SPIQ de retenção de queda e no acesso por cordas (item 35.6.9).

    Crítico
  4. Talabarte com absorvedor de energia

    Quando usado como elemento de ligação, talabarte integrado com absorvedor de energia (item 35.6.9.1.1).

    Foto
  5. Inspeção rotineira antes do trabalho

    Cinturão, talabarte e conectores conferidos antes do início dos trabalhos (item 35.6.6.2).

    Foto
  6. Inspeção periódica no prazo

    No mínimo uma vez a cada doze meses, com intervalo menor conforme uso ou agentes agressivos (item 35.6.6.3).

    Medida
  7. Inspeções registradas

    Inicial e periódica sempre, e a rotineira quando algum elemento do SPIQ for recusado (item 35.6.6.4).

  8. Elemento com defeito descartado

    Defeito, degradação, deformação ou impacto de queda: inutilizado e descartado, salvo restauração prevista em norma técnica (item 35.6.6.5).

    Crítico

Ancoragem, queda livre e escadas

Por atividade7 itens

Antes de cada atividade, conferido pelo supervisor no local. 7 itens. A linha de vida e os pontos de ancoragem seguem o projeto e o fabricante. Em canteiro, andaimes e plataformas ficam no checklist NR 18.

  1. Trabalhador conectado o tempo todo

    Conectado ao sistema durante todo o período de exposição ao risco de queda (item 35.6.11).

    Crítico
  2. Queda livre, fator de queda e zona livre avaliados

    Distância de queda livre, fator de queda e zona livre de queda considerados na AR do SPIQ (item 35.6.11).

    Medida
  3. Força de impacto até 6 kN

    O elemento de ligação limita a força transmitida ao trabalhador a 6 kN numa eventual queda (itens 35.6.7 e 35.6.11).

    Medida
  4. Talabarte sem emenda nem nó

    Não conectado a outro talabarte ou extensor, nem usado com nós ou laços, salvo especificação do fabricante (item 35.6.11.1.1).

  5. Sistema de ancoragem conforme o anexo

    Ancoragem e linha de vida conforme o anexo da norma sobre sistema de ancoragem (Anexo II).

    Foto
  6. Escada de uso individual com AR

    Uso de escada como acesso ou posto de trabalho precedido de análise de risco (Anexo III, item 4.1.1).

  7. Escada certificada ou projetada

    Certificada, fabricada conforme norma técnica sob responsável habilitado ou projetada por profissional legalmente habilitado (Anexo III, item 5.1.1).

Emergência e salvamento

Mensal5 itens

Mensal e antes de atividade com cenário novo, feito pela segurança do trabalho. 5 itens. O objetivo é reduzir o tempo em que o trabalhador fica suspenso até o socorro.

  1. Procedimento de resposta à emergência

    Estabelecido, implementado e mantido para os cenários de trabalho em altura (item 35.7.1).

    Crítico
  2. Tempo de resgate e suspensão inerte

    Equipe dimensionada, tempo estimado para o resgate e técnicas para reduzir a suspensão inerte (item 35.7.1).

  3. Cenários de emergência analisados

    Análise de risco dos cenários de emergência identificados (item 35.7.1.1).

  4. Recursos de resgate disponíveis

    Equipamentos e recursos para a resposta às emergências no local (item 35.7.2).

    Foto
  5. Equipe de salvamento capacitada

    Capacitada para resgate e primeiros socorros, com aptidão física e mental compatível (item 35.7.3).

Este modelo é um ponto de partida. Os itens citados foram conferidos no texto vigente da NR 35 publicado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com alterações até a Portaria MTE nº 1.259/2026, e indicam de onde vem cada tema. Eles não substituem a leitura da norma, a análise de risco de cada atividade, o SESMT nem o profissional qualificado ou legalmente habilitado em segurança do trabalho. Marcar todos os itens não garante conformidade legal: frequência e critérios seguem o que o responsável técnico definir para cada unidade.

Usar este modelo no SULTS

Como funciona

Como funciona o checklist NR 35 na SULTS

A segurança do trabalho monta o roteiro uma vez e ele chega a todas as unidades. A atividade em altura muda de uma planta para uma loja; a régua de avaliação continua a mesma.

  1. 01Monte e programe
  2. 02Aplique antes de subir
  3. 03Corrija e compare

Monte o roteiro NR 35 e programe as inspeções

Cada grupo do modelo vira uma seção do questionário, com as questões de permissão de trabalho, análise de risco, treinamento e proteção contra quedas. As inspeções periódicas do sistema de proteção entram na agenda de cada unidade, com responsável.

  • Roteiro por tipo de atividade

    Troca de luminária em loja, manutenção de telhado em CD e montagem em obra usam seções diferentes do mesmo modelo, com a mesma régua de nota.

  • +40 tipos de resposta

    Data, texto, número para carga horária e periodicidade, foto, documento e assinatura, com obrigatoriedade definida item a item.

Agenda do Checklist da SULTS em setembro de 2026, com as avaliações programadas por dia e os filtros Em dia, Atrasados e Realizados
Aplicação de um roteiro na versão web do Checklist da SULTS, com a lista de questões da seção à esquerda e respostas Sim e Não, escala de Péssimo a Ótimo e cinco estrelas, com imagem, plano de ação e comentário em cada questão
  • Peso e questão crítica

    Permissão de trabalho ausente ou cinturão reprovado pesam mais, e a questão crítica reprovada zera a inspeção.

  • Agenda com trava

    Inspeções diárias, semanais ou mensais por unidade, com o agendado contra o realizado no painel e reagendamento só com justificativa.

Aplique no local do serviço pelo app

Quem executa ou supervisiona escolhe a unidade e o roteiro, faz check-in e responde item por item antes de subir. A foto do ponto de ancoragem, do isolamento da área e do cinturão fica ligada à questão, com data e responsável.

  • Análise de risco e PT como questões obrigatórias

    O conteúdo do item 35.5.5.1 e o do item 35.5.8.1 viram perguntas que precisam de resposta antes de o roteiro avançar.

  • Foto com GPS, data e hora

    A foto do ponto de ancoragem, da área isolada ou do cinturão fica ligada ao item. Quando o item exige foto, o roteiro não avança sem ela.

  • Check-in e check-out

    Geolocalizados, com o horário real de início e fim da atividade e assinatura ao concluir.

  • Roteiros com versão e vigência

    Quando a norma muda, como na Portaria MTE nº 1.259/2026, a nova versão vale a partir da próxima aplicação, com o histórico da anterior guardado.

Aplicação de checklist na SULTS com check-in, check-out, respostas conformes e não conformes, planos de ação por questão e pontuação de 92,5%
Checklist concluído com sucesso no aplicativo da SULTS, com a pontuação final de 270 de 300, 90%
Tela de nova assinatura no aplicativo de checklist da SULTS, com o nome e o cargo de quem assina e a assinatura feita no celular

Corrija a pendência e compare as unidades

O item reprovado abre plano de ação 5W2H com responsável, prazo e evidência, e o item crítico pode abrir chamado com SLA. A segurança do trabalho vê a nota de cada unidade e de cada roteiro no painel.

  • Plano de ação no celular

    O responsável corrige e anexa a foto, e quem criou aprova ou rejeita com justificativa. A estrutura segue o modelo de plano de ação.

  • Item crítico vira chamado

    Linha de vida danificada ou ponto de ancoragem sem condição abre chamado com SLA para a manutenção, e a pendência segue na gestão de não conformidades.

Planos de ação da SULTS para item não conforme, com o que será feito, quem fará e data de entrega, um aprovado e outro em atraso
Plano de ação resolvido na SULTS com unidade, avaliador, data de entrega, quem fará e quanto custará, o que será feito, por que e como, a avaliação de origem e a caixa de nova interação com os botões rejeitar, resolvido e aprovar
  • Ranking entre unidades

    Por unidade, por roteiro e por inspetor, com as 5 melhores e as 5 piores notas e a evolução mês a mês.

  • Aviso antes de vencer o treinamento

    Dá para cadastrar os trabalhadores e os equipamentos de cada unidade e configurar aviso antes de vencer o treinamento e a inspeção. A reciclagem pode ser acompanhada na matriz de treinamento.

Veja a permissão de trabalho em altura rodando no app

+1.750 marcas e +92 mil unidades operam no SULTS. Rede PitStop, FarMelhor e Bibi contam nos cases como aplicam o checklist em todas as unidades.

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30 minutos, ao vivo, com um especialista.

Cases

Empresas que aplicam o checklist em escala na SULTS

O mesmo módulo que leva o roteiro NR 35 ao celular de quem sobe e de quem supervisiona roda em milhares de unidades. Nos cases, quem lidera a operação conta como leva o padrão a cada ponto.

Pontos de venda na Rede PitStop
+3.000
Consultores de negócio em campo
+65
Lojas na projeção de crescimento
5.000

No caseRede associativista de autopeças. Os consultores de negócio acessam e aplicam os checklists pelo celular, e o checklist confere o padrão na hora da consultoria em cada loja.

“São mais de 2.900 pontos de venda, um time parrudo com mais de 65 consultores de negócio aplicando ferramentas de gestão lá na ponta.”

Foto de Paulo Braz, Diretor de Negócios e BU, Rede PitStopPaulo BrazDiretor de Negócios e BU, Rede PitStop
Ler o case da Rede PitStop
  • +450Unidades da FarMelhor

    “Houve uma mudança de metodologia de trabalho e por consequência a utilização efetiva do checklist operacional ajudou do ponto de vista de trazer uniformidade da informação.”

    Luciano Polastri SampaioHead de Operações e Treinamento & Desenvolvimento, FarMelhor
    Ler o case
  • +150Operações da Calçados Bibi

    “A SULTS conversa com um dos nossos valores, que é a simplicidade. A SULTS consegue reunir várias demandas que temos em um só local. Quando nós conhecemos a ferramenta, nós ficamos encantados.”

    Foto de Andrea Kohlrausch, Presidente, Calçados BibiAndrea KohlrauschPresidente, Calçados Bibi
    Ler o case

Ver todos os cases

Demonstração ao vivo

Veja o checklist NR 35 das suas unidades na tela

Um especialista monta com você um roteiro parecido com o que a sua segurança do trabalho já usa e percorre o ciclo inteiro, do app de quem executa o serviço em altura ao painel das unidades.

O que você vê em 30 minutos

  • Um roteiro NR 35 montado na tela, com permissão de trabalho, análise de risco, questão crítica e resposta numérica
  • A inspeção do cinturão no app, com foto do elemento recusado, e o plano de ação chegando ao responsável
  • O ranking das unidades e as respostas sobre preço, implantação e integração
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São 4 campos: nome, e-mail corporativo, WhatsApp e empresa. A agenda abre em seguida.

Registros da norma

O que a NR 35 exige de registro, item por item

Estes são os registros e documentos que a norma pede. No checklist, cada um vira roteiro ou questão obrigatória, com a evidência anexada no momento da resposta.

Registros exigidos pela NR 35, o item da norma, o que ela pede e como cada um fica no checklist da SULTS
RegistroItem da NR 35O que a norma pedeNo checklist da SULTS
Autorização do trabalhadorItens 35.4.1.3 e 35.4.1.3.1Consignada nos documentos funcionais, com sistema de identificação que mostre a abrangência de cada autorização a qualquer tempo.Questão obrigatória com o documento anexado e a consulta por unidade no histórico das aplicações
Aptidão para trabalho em alturaItem 35.4.4.1Consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.Conferência do ASO como questão crítica, com o documento anexado
CapacitaçãoItens 35.4.2.1, 35.4.2.2 e 35.4.5Treinamento inicial de 8 horas antes da atividade, periódico de 8 horas a cada dois anos, na modalidade presencial.Carga horária e data em resposta numérica, com a lista de presença ou o certificado anexados
Análise de riscoItens 35.5.5 e 35.5.5.1Antes de todo trabalho em altura, considerando local, isolamento, ancoragem, clima, proteções, condições impeditivas, resgate e supervisão.Os temas do item 35.5.5.1 como questões obrigatórias, com foto do local e do ponto de ancoragem
Permissão de trabalhoItens 35.5.7 e 35.5.8Na atividade não rotineira, aprovada pelo responsável, acessível no local e, ao final, encerrada e arquivada de forma rastreável.Seção de PT com envolvidos, check-in, check-out e assinatura de quem aprova
Inspeções do SPIQItem 35.6.6.4Inicial e periódica sempre, e a rotineira quando algum elemento do sistema for recusado.Roteiro de inspeção do cinturão e do talabarte na agenda, com foto do elemento recusado
Arquivo da documentaçãoItem 35.3.1, alínea jOrganização e arquivamento da documentação da norma por no mínimo 5 anos.PDF de cada aplicação com respostas, fotos, assinaturas e planos de ação

Quer ver a permissão de trabalho do item 35.5.7 montada?

Roteiros vizinhos

Outros checklists do programa de segurança

A NR 35 cuida do trabalho em altura. Obra, eletricidade, máquinas, EPI e CIPA têm roteiros próprios, que ficam lado a lado na mesma lista de checklists da segurança do trabalho.

Lista de checklists de segurança do trabalho na SULTS, com inspeção de quadros elétricos (NR 10), canteiro de obras (NR 18), serviços de saúde (NR 32), permissão de trabalho em altura (NR 35), auditoria ISO 45001, CIPA, EPI, extintores e empilhadeira

Biblioteca de checklists

Modelos, normas e guias gratuitos por segmento e rotina.

Explorar a biblioteca de checklists

Conheça os +25 módulos integrados

Tela do módulo de Expansão SULTS com funil de vendas
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Comercial

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Converta leads em vendas do negócio com um CRM totalmente online e integrado. Saiba mais
Tela do módulo de Implantação de Unidades SULTS
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Gerencie a implantação de unidades e otimize o processo de inauguração. Saiba mais
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Eleve o nível de suporte às unidades com uma ferramenta simples e completa de atendimento. Saiba mais
Tela do módulo de Checklist SULTS com auditoria e scores
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Qualidade

Checklist

Controle a qualidade da operação com inspeções padronizadas, scoring por unidade e planos de ação automáticos. Saiba mais
Tela do módulo de Universidade Corporativa SULTS com cursos e trilhas
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Faça a capacitação de seus colaboradores, aplique provas e gere certificados. Saiba mais
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Comunicação

Comunicados

Comunique-se com suas equipes, acompanhando em tempo real quem visualizou a informação. Saiba mais
Tela do módulo de Projetos SULTS com quadro kanban
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Projetos

Gerencie seus projetos com inteligência e rapidez, tornando a rotina mais produtiva e eficiente. Saiba mais
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Marketing

Marketing

Gerencie ativos da marca, simplificando a criação, aprovação e distribuição de materiais publicitários. Saiba mais
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Arquivos

Disco Virtual

Compartilhe arquivos com suas unidades e equipes de forma prática e ágil. Saiba mais
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Compras

Compras

Gerencie compras B2B com um controle eficiente de estoque, fornecedores e pedidos. Saiba mais
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Gestão

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Gerencie tarefas online. Acompanhe, controle e execute tarefas de forma eficiente. Saiba mais
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Antes de decidir

Implantação, uso em campo e preço do checklist NR 35

As perguntas que aparecem na primeira conversa, respondidas com o que o SULTS entrega hoje.

  • A equipe de campo vai usar?

    O app segue o mesmo fluxo em todas as inspeções: unidade, roteiro, check-in, seções e conclusão, com a orientação de cada item na tela. Na Rede PitStop, aplicar os checklists pelo celular virou uma das principais ferramentas de trabalho dos consultores.

    Ler o case da Rede PitStop
  • Como sair do papel e da planilha?

    Na implantação, o time da SULTS transforma a permissão de trabalho e o checklist NR 35 que a sua equipe já usa nos primeiros roteiros, importa unidades e usuários e treina os administradores. O peso de cada item é ajustado com os primeiros resultados.

    Ver a implantação na demonstração
  • Dá para ter roteiros diferentes por unidade?

    Dá. Uma planta com acesso por cordas, um centro de distribuição com mezanino e uma loja com troca de luminária aplicam as seções que valem para a própria atividade. Com a mesma estrutura de pontuação, as notas continuam comparáveis.

    Ver o modelo NR 35
  • Os dados ficam seguros?

    Cada empresa acessa pelo próprio subdomínio, com dados logicamente separados e de propriedade dela, criptografia TLS, backups completos semanais e incrementais diários.

    Ver o módulo de Segurança
  • Quanto custa?

    O preço é sob medida, com cobrança por usuário ou por unidade, conforme a operação. Dá para começar pelo plano Starter, com até 3 módulos, e o aplicativo está incluído desde ele.

    Ver os planos

Dúvidas antes da demonstração

Tire suas dúvidas com um especialista da SULTS pelo WhatsApp

  • Preço e planosO plano certo para o número de unidades da empresa.
  • ImplantaçãoComo a permissão de trabalho e os checklists atuais entram na plataforma.
  • IntegraçãoComo o checklist conversa com os seus sistemas.

Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Time comercial da SULTSAtende pelo WhatsApp e pelo 0800

  • Resposta em horário comercial
  • Especialista em empresas com muitas unidades
  • Sem compromisso

Perguntas frequentes

O que é checklist NR 35?

Checklist NR 35 é a lista de verificação que confere, antes de cada trabalho em altura, o que a Norma Regulamentadora 35 pede: análise de risco, permissão de trabalho na atividade não rotineira, trabalhador autorizado e capacitado, sistema de proteção contra quedas inspecionado e resgate planejado. No formato digital, cada resposta fica registrada com data, foto e responsável.

Como fazer um check list de trabalho em altura?

Siga a ordem do serviço: autorização e treinamento de quem sobe, análise de risco, permissão de trabalho quando a atividade não é rotineira, inspeção do cinturão e do talabarte, ancoragem e plano de resgate. Escreva uma verificação por linha, com o padrão do que é certo e o item da NR 35, e marque o que exige foto ou medida.

O que é a NR 35 e para que serve?

A NR 35 é a Norma Regulamentadora do trabalho em altura. Ela estabelece requisitos e medidas de prevenção para o planejamento, a organização e a execução desse trabalho, protegendo quem atua direta ou indiretamente na atividade (item 35.1.1). Tem sete capítulos, do 35.1 ao 35.7, glossário e três anexos: acesso por cordas, sistema de ancoragem e escadas de uso individual.

Qual é a NR 35 atualizada em 2026?

O texto vigente vem da Portaria SIT nº 313, de 2012, com alterações posteriores. A Portaria MTE nº 1.680, de 2025, aprovou o Anexo III, de escadas de uso individual, e a mais recente, a Portaria MTE nº 1.259, de 15 de julho de 2026, incluiu o item 35.4.5 e alterou itens desse anexo. Confira o texto publicado pelo ministério.

A partir de quantos metros é trabalho em altura?

Pelo item 35.2.1, a NR 35 vale para toda atividade com diferença de nível acima de 2,0 m do nível inferior, onde haja risco de queda. Os dois critérios andam juntos: altura acima de dois metros e risco de queda. Uma troca de luminária em loja ou a manutenção de telhado em centro de distribuição podem entrar na regra.

O que diz o item 35.4.2 da NR 35?

O item 35.4.2 define o trabalhador capacitado para trabalho em altura: aquele submetido e aprovado no processo de capacitação, com treinamento teórico e prático, inicial, periódico e eventual, observado o disposto na NR 01. Os subitens tratam da carga: o 35.4.2.1, do treinamento inicial de no mínimo 8 horas, e o 35.4.2.2, do periódico a cada dois anos.

Qual a carga horária do treinamento NR 35?

O treinamento inicial tem carga horária mínima de 8 horas e acontece antes de o trabalhador começar a atividade (item 35.4.2.1). O periódico também tem no mínimo 8 horas, a cada dois anos, com conteúdo definido pelo empregador (item 35.4.2.2). Os instrutores precisam de proficiência comprovada, sob responsabilidade de profissional qualificado ou legalmente habilitado (item 35.4.3).

Qual a validade da NR 35?

A norma fala em periodicidade, não em validade de certificado: o treinamento periódico é refeito a cada dois anos, com no mínimo 8 horas (item 35.4.2.2). A permissão de trabalho vale pela duração da atividade, restrita ao turno ou à jornada (item 35.5.8.2). No SULTS, dá para cadastrar os trabalhadores por unidade e configurar aviso antes de vencer o treinamento.

O treinamento NR 35 pode ser online?

Não. A Portaria MTE nº 1.259, de 15 de julho de 2026, incluiu o item 35.4.5, que determina que os treinamentos previstos na NR 35 sejam realizados na modalidade presencial. Quem usava capacitação a distância precisa rever o formato e guardar a evidência do treinamento presencial. A portaria traz regra de prazo no artigo 8º, que vale conferir.

Quem pode ser autorizado e o que o ASO de trabalho em altura precisa registrar?

Autorizado é o trabalhador capacitado cujo estado de saúde foi avaliado e que foi considerado apto (item 35.4.1.1). A autorização considera as atividades, a capacitação e a aptidão clínica, e fica nos documentos funcionais (itens 35.4.1.2 e 35.4.1.3). A aptidão para trabalho em altura precisa constar no atestado de saúde ocupacional, o ASO (item 35.4.4.1).

O que diz o item 35.5.7 da NR 35?

O item 35.5.7 manda que as atividades de trabalho em altura não rotineiras sejam previamente autorizadas mediante permissão de trabalho, a PT. O subitem 35.5.7.1 completa: nessas atividades, as medidas de prevenção precisam estar evidenciadas na análise de risco e na PT. A atividade rotineira segue o procedimento operacional do item 35.5.6.

O que a permissão de trabalho em altura precisa conter?

Pelo item 35.5.8.1, a PT traz os requisitos mínimos para executar o trabalho, as disposições e medidas da análise de risco e a relação de todos os envolvidos. É emitida em meio físico ou digital, aprovada pelo responsável e fica acessível no local (item 35.5.8). O modelo usado nas outras normas está no guia de permissão de trabalho.

A NR 35 exige APR para trabalho em altura?

A norma usa o termo análise de risco, a AR, e exige que todo trabalho em altura seja precedido dela (item 35.5.5). A APR que muitas empresas já usam pode cumprir esse papel se considerar os temas do item 35.5.5.1, como ancoragem, clima, condições impeditivas e resgate. O método por etapas está no guia de análise preliminar de risco.

Qual a diferença entre atividade rotineira e não rotineira na NR 35?

Pelo glossário, atividade rotineira é a habitual, independente da frequência, que faz parte do processo de trabalho da empresa. Nela, a análise de risco pode estar no procedimento operacional (item 35.5.6), com tarefa, medidas, condições impeditivas, proteções e responsabilidades (item 35.5.6.1). A não rotineira exige permissão de trabalho antes de começar (item 35.5.7).

Com que frequência inspecionar o cinto de segurança e o SPIQ?

A NR 35 pede três inspeções do sistema de proteção individual contra quedas, o SPIQ: inicial, entre o recebimento e o primeiro uso; rotineira, antes do início dos trabalhos; e periódica, no mínimo a cada doze meses (itens 35.6.6.1 a 35.6.6.3). A inicial e a periódica são sempre registradas, e a rotineira quando algum elemento é recusado.

O que a NR 35 diz sobre fator de queda, zona livre de queda e resgate?

A análise de risco do SPIQ considera distância de queda livre, fator de queda, zona livre de queda e compatibilidade entre elementos, e o elemento de ligação limita o impacto a 6 kN (itens 35.6.7 e 35.6.11). No resgate, o procedimento de emergência estima o tempo e usa técnicas para reduzir a suspensão inerte do trabalhador (item 35.7.1).

Por quanto tempo guardar os documentos da NR 35?

Pelo item 35.3.1, alínea j, a organização arquiva a documentação prevista na norma por no mínimo 5 anos, salvo disposição específica em outra norma regulamentadora. Entram aí análises de risco, permissões de trabalho encerradas, procedimentos e registros de inspeção do SPIQ e da capacitação. No digital, cada registro fica com data, foto e responsável.

O checklist garante conformidade com a NR 35?

Não. O checklist organiza e comprova as verificações, mas a conformidade depende da análise de risco, das medidas de proteção, da capacitação, das correções e do acompanhamento do SESMT e do profissional responsável pela segurança do trabalho. O que ele entrega é o registro de quando, onde e por quem cada item foi verificado, com foto e plano de ação.

Como uma empresa com muitas unidades aplica a NR 35 no SULTS?

A segurança do trabalho monta o roteiro por tipo de atividade e programa as inspeções na agenda de cada unidade. Quem executa e supervisiona responde pelo aplicativo de checklist, com foto e assinatura. A pendência abre plano de ação, o item crítico abre chamado, e o painel do sistema de checklist compara plantas, centros de distribuição, obras e lojas.

Quanto custa o checklist NR 35 na SULTS e como conhecer antes de contratar?

A cobrança é por usuário ou por unidade, conforme a operação, e o preço é sob medida. Dá para começar pelo Starter, com até 3 módulos, e o contrato tem tempo mínimo de 1 ano. Para ver antes, use a página de demonstração: são 30 minutos ao vivo com um especialista, que monta um roteiro NR 35 parecido com o seu.

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