Cronograma de projeto em Gantt, com marcos e um modelo reutilizável para a rede inteira

Monte o cronograma de projeto uma vez, com fases, tarefas, predecessoras, marcos e responsáveis por cargo, e repita o mesmo modelo em cada projeto da rede: campanha, troca de sistema, lançamento de produto. O Gantt mostra o que trava o quê, e a diretoria lê a data projetada de conclusão.

Cronograma de projeto em Gantt, com marcos e um modelo reutilizável para a rede inteira

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O cronograma de projeto que a rede monta uma vez e repete

Quem toca o mesmo tipo de projeto várias vezes por ano em uma rede de 200 unidades e 800 colaboradores, uma campanha em todas as lojas, a troca de um sistema, o lançamento de um produto ou de um novo padrão de atendimento, não precisa de um cronograma de projeto novo a cada vez. Precisa do mesmo cronograma: as mesmas fases, a mesma sequência de predecessoras e as tarefas atribuídas a cargos, salvo como modelo no módulo de projetos da SULTS e aplicado em cada projeto seguinte, do piloto à última unidade.

O cronograma de projeto que a rede monta uma vez e repete
Gantt com dependência entre tarefas

Gantt com dependência entre tarefas

O cronograma aparece inteiro em um gráfico de Gantt interativo, com as fases, os prazos, os marcos e as dependências entre tarefas, e é ali que se identificam as sobreposições e os períodos em risco.

Modelo salvo uma vez, aplicado em cada projeto

Modelo salvo uma vez, aplicado em cada projeto

A rede salva a estrutura como modelo, com fases, tarefas, dependências e cargos genéricos, e o próximo projeto do mesmo tipo começa pronto, em vez de recomeçar por uma planilha em branco.

Fases, tarefas e subtarefas com dono

Fases, tarefas e subtarefas com dono

Cada fase se abre em tarefas e subtarefas, e cada tarefa carrega responsável, prazo, prioridade e descrição detalhada, então ninguém precisa perguntar na reunião de quem é o item.

Marcos para quem não lê o detalhe

Marcos para quem não lê o detalhe

As macro-entregas do projeto entram como marcos, e o relatório de marcos dá à diretoria a leitura do andamento sem que ela precise abrir tarefa por tarefa no cronograma.

Data projetada de conclusão

Data projetada de conclusão

A plataforma cruza a data de término inicialmente planejada com o ritmo real de execução das tarefas e mostra quando o projeto será finalizado de fato, com antecedência para reagir.

Atualização pelo aplicativo

Atualização pelo aplicativo

Quem executa marca a tarefa como concluída pelos aplicativos para iOS e Android, no dia em que ela acontece, e o cronograma deixa de depender de alguém consolidar a planilha na sexta.

Predecessoras, caminho crítico e marcos: o que faz o cronograma andar

No SULTS, cada tarefa do cronograma aponta a sua predecessora, e é esse encadeamento que separa um plano de uma lista de datas. No Gantt dá para ver o que precisa terminar para o projeto terminar, quem fica parado esperando e o que entra em risco quando uma tarefa escorrega uma semana.

Predecessoras e sucessoras

A configuração de dependências entre tarefas cria um workflow lógico e sequencial, onde etapas só iniciem quando a anterior for concluída, e cada tarefa mostra também o que ela destrava adiante.

Caminho crítico à vista no Gantt

No cronograma em Gantt interativo dá para identificar sobreposições, caminho crítico e períodos em risco, que é onde um dia perdido vira um dia perdido no projeto inteiro.

Marcos nas macro-entregas

Os marcos personalizáveis registram as entregas que a diretoria acompanha, como o padrão validado ou a decisão de seguir para a rede, e o relatório de marcos reúne todos eles.

Prazo, prioridade e responsável por tarefa

Cada tarefa tem responsável, prazo, prioridade e descrição detalhada, e quando o projeto nasce de um modelo esses campos já chegam preenchidos por cargo.

Seis visões do mesmo plano

Fases, Tarefas, Quadro Kanban, Calendário, Gráfico de Gantt e Cards mostram o mesmo cronograma, e cada pessoa do projeto lê pela visão com que trabalha melhor.

Aviso de prazo em tempo real

As notificações em tempo real sobre movimentações e prazos chegam a quem precisa agir, sem depender da reunião de segunda para descobrir um atraso de quinta.

Predecessoras, caminho crítico e marcos: o que faz o cronograma andar
O modelo de cronograma que vira padrão da rede

O modelo de cronograma que vira padrão da rede

A repetição é o que separa uma rede de uma equipe de projeto isolada: o projeto que deu certo uma vez vira modelo, e o próximo começa com a sequência, as durações de referência e os papéis que já funcionaram. No SULTS, o modelo guarda fases, tarefas, dependências e cargos, e a décima campanha do ano nasce com a estrutura da primeira.

Fases, tarefas e dependências salvas como modelo

Depois que o cronograma funcionou, salve a estrutura como modelo com fases, tarefas, dependências e cargos genéricos, e aplique o mesmo modelo em cada projeto novo do mesmo tipo.

Cargo no modelo, pessoa no projeto

O modelo atribui cada tarefa a um cargo. Ao iniciar o projeto, substitua cargos por pessoas reais em segundos, o que faz o mesmo cronograma servir a qualquer região da rede.

Um modelo por tipo de projeto

Plano trimestral financeiro e campanha de marketing são exemplos de modelos que a rede mantém lado a lado. A obra da unidade tem o dela, na página de cronograma de obra.

Etiquetas e categorias para achar o projeto

Etiquetas e categorias separam os projetos por tipo, por área e por onda, e o filtro isola o grupo que interessa quando a rede tem dezenas deles abertos ao mesmo tempo.

Quem cria, quem acompanha, quem vê

A permissão define quem pode criar projetos, quem pode acompanhar e quem pode visualizar todos os projetos ou apenas projetos de modelos específicos.

Pausar, concluir ou cancelar sem perder o registro

Dá para pausar, concluir, cancelar ou excluir projetos em andamento.

Todos os cronogramas da rede na mesma leitura

Um painel lê todo o cronograma de projetos da rede com a mesma régua quando cada projeto veio do mesmo modelo. É assim que a diretoria responde quais projetos terminam no trimestre, quais estão atrasando e em qual fase cada um parou, sem esperar que alguém consolide dez arquivos na véspera da reunião.

Data projetada em cada projeto

A plataforma cruza a data de término inicialmente planejada com o ritmo real de execução das tarefas, e o número aparece em cada projeto, antes que a data-alvo chegue.

Portfólio em Grid, Lista, Kanban, Cards e Marcos

O portfólio da diretoria reúne os projetos simultâneos em Grid, Lista, Quadro Kanban, Cards e Marcos, que é a leitura de portfólio de projetos da rede inteira.

Minhas Tarefas e Todas as Tarefas

A visão Minhas Tarefas mostra a cada responsável o que vence hoje, e Todas as Tarefas filtra por pessoa, projeto e unidade para achar o gargalo sem abrir cronograma por cronograma.

Feed do projeto em vez de grupo de mensagem

O feed centralizado por projeto guarda relatório semanal, atualização de status e alinhamento da equipe, tudo registrado e rastreável dentro do próprio projeto.

Chamado para outra área sem sair do projeto

Quando o projeto trava em outro departamento, abre-se um chamado solicitando apoio sem sair da tela do projeto, com responsável e prazo próprios.

O projeto ligado ao resto da operação

A integração é nativa com Tarefas, Checklist, Implantação, Comunicados, Chamados e Universidade Corporativa, dentro do mesmo cadastro de unidades que a rede já usa.

Todos os cronogramas da rede na mesma leitura

Modelo de cronograma de projeto: 36 tarefas em 6 fases para lançar um novo padrão em 200 unidades

O projeto do exemplo é o lançamento de um novo padrão operacional em uma rede de 200 unidades, em piloto e três ondas. Cada tarefa traz o entregável, a predecessora, uma duração de referência e o responsável por cargo, e não por pessoa. As durações são de referência: ajuste pelas do seu último projeto. As tarefas marcadas como críticas formam o caminho crítico: atraso nelas é atraso no projeto inteiro.

36 itens6 grupos

Monte o cronograma de trás para a frente: fixe a data em que o padrão precisa estar nas 200 unidades, some as durações do caminho crítico (144 dias úteis de referência) e descubra em que dia o termo de abertura precisava ter sido assinado.

1Abertura e planejamento6 itens

O que precisa estar escrito antes de qualquer unidade ser envolvida. Seis tarefas, e a data-alvo nasce aqui.

  1. 1
    Termo de abertura do projetoCríticoEntregável: objetivo do novo padrão, o que muda e o que não muda em cada unidade, data-alvo de conclusão na rede e patrocinador nomeado. Predecessora: nenhuma, é o início do cronograma. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: patrocinador do projeto.
  2. 2
    Mapa das unidades e divisão em ondasCríticoEntregável: lista das 200 unidades com formato, região e responsável regional, dividida em piloto e três ondas. Predecessora: termo de abertura. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: coordenador de operações.
  3. 3
    Matriz de responsabilidades por cargoParalelaEntregável: quem aprova, quem executa, quem é consultado e quem é informado em cada fase, escrito por cargo. Predecessora: termo de abertura. Duração de referência: 3 dias úteis. Responsável: gerente do projeto.
  4. 4
    Riscos e premissasCríticoEntregável: lista de riscos com dono e resposta combinada (unidade sem equipe completa, material atrasado, sistema que não fica pronto) e as premissas do prazo. Predecessora: mapa das unidades. Duração de referência: 3 dias úteis. Responsável: gerente do projeto.
  5. 5
    Plano de comunicação do projetoParalelaEntregável: quem recebe o quê, em que canal e em que momento: diretoria, regionais, gerentes de unidade e equipes. Predecessora: matriz de responsabilidades. Duração de referência: 3 dias úteis. Responsável: comunicação interna.
  6. 6
    Plano aprovadoMarcoEntregável: cronograma com fases, predecessoras, durações de referência e marcos aprovado pela diretoria. A partir daqui, toda mudança de data é registrada com o motivo. Predecessora: riscos e plano de comunicação. Duração de referência: 1 dia. Responsável: patrocinador do projeto.

2Desenho do padrão6 itens

O padrão escrito, medido e ensinável antes de chegar a qualquer unidade. Seis tarefas, e o material de treinamento é a mais longa.

  1. 7
    Definição do padrãoCríticoEntregável: descrição do novo padrão, com o que a unidade passa a fazer, com que frequência e qual é o critério de aceite. Predecessora: plano aprovado. Duração de referência: 10 dias úteis. Responsável: dono do processo.
  2. 8
    Procedimento passo a passoCríticoEntregável: procedimento operacional com os passos, as fotos de referência e o que fazer quando algo foge do padrão. Predecessora: definição do padrão. Duração de referência: 7 dias úteis. Responsável: dono do processo.
  3. 9
    Checklist de verificação do padrãoParalelaEntregável: checklist com um item por exigência do padrão, critério de conformidade e foto obrigatória onde couber, para medir a adoção unidade por unidade. Predecessora: procedimento. Duração de referência: 3 dias úteis. Responsável: qualidade ou auditoria.
  4. 10
    Trilha de treinamento por funçãoCríticoEntregável: trilha curta com vídeo, material de apoio e avaliação para cada função afetada pelo padrão. Predecessora: procedimento. Duração de referência: 10 dias úteis. Responsável: treinamento e desenvolvimento.
  5. 11
    Lista de materiais por formato de unidadeParalelaEntregável: o que cada unidade precisa receber (material de comunicação, uniforme, equipamento, insumo), com a quantidade por formato de unidade. Predecessora: definição do padrão. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: suprimentos.
  6. 12
    Padrão validadoMarcoEntregável: procedimento, checklist, trilha e lista de materiais aprovados pelo dono do processo e pela operação. Predecessora: checklist, trilha e lista de materiais. Duração de referência: 1 dia. Responsável: patrocinador do projeto.
Ver como o checklist mede a adoção do padrão em cada unidade

3Preparação da rede6 itens

Material na unidade, sistema pronto e quem vai ensinar treinado. Seis tarefas, e quatro delas andam em paralelo.

  1. 13
    Compra e distribuição dos materiaisParalelaEntregável: pedidos emitidos e entrega programada por onda, começando pelas unidades do piloto. Predecessora: lista de materiais por formato de unidade. Duração de referência: 20 dias úteis. Responsável: suprimentos.
  2. 14
    Ajustes de sistema e cadastrosCríticoEntregável: sistemas, cadastros e parâmetros alterados para o padrão, testados antes da virada da primeira unidade. Predecessora: padrão validado. Duração de referência: 10 dias úteis. Responsável: TI.
  3. 15
    Treinamento dos multiplicadores regionaisParalelaEntregável: supervisores e regionais treinados e avaliados na trilha, prontos para ensinar as equipes. Predecessora: padrão validado. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: treinamento e desenvolvimento.
  4. 16
    Comunicado de lançamento à redeParalelaEntregável: comunicado com o que muda, quando muda e onde está o material, com o relatório de leitura por unidade. Predecessora: padrão validado. Duração de referência: 2 dias úteis. Responsável: comunicação interna.
  5. 17
    Agenda de virada por ondaParalelaEntregável: dia da virada de cada unidade em cada onda, confirmado com o gerente da unidade. Predecessora: mapa das unidades e treinamento dos multiplicadores. Duração de referência: 3 dias úteis. Responsável: coordenador regional.
  6. 18
    Rede pronta para o pilotoMarcoEntregável: materiais entregues nas unidades do piloto, sistema ajustado, multiplicadores treinados e agenda confirmada. Predecessora: todas as tarefas desta fase. Duração de referência: 1 dia. Responsável: gerente do projeto.
Ver como o comunicado chega às unidades com relatório de leitura

4Piloto6 itens

O padrão testado em poucas unidades antes de ir para a rede. Seis tarefas, e o ajuste depois do piloto é obrigatório.

  1. 19
    Treinamento das equipes do pilotoCríticoEntregável: equipes das unidades do piloto treinadas pelos multiplicadores, com a avaliação da trilha concluída. Predecessora: rede pronta para o piloto. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: multiplicador regional.
  2. 20
    Virada do padrão nas unidades do pilotoCríticoEntregável: padrão em operação nas unidades do piloto, com a foto do antes e a do depois. Predecessora: treinamento das equipes do piloto. Duração de referência: 1 dia. Responsável: gerente da unidade.
  3. 21
    Acompanhamento do pilotoCríticoEntregável: checklist do padrão aplicado nas unidades do piloto ao longo de duas semanas, com as não conformidades anotadas. Predecessora: virada do padrão no piloto. Duração de referência: 10 dias úteis. Responsável: supervisor regional.
  4. 22
    Registro de ocorrências do pilotoParalelaEntregável: cada problema registrado como tarefa ou chamado, com responsável e prazo, e a lista dos que se repetem. Predecessora: virada do padrão no piloto. Duração de referência: 10 dias úteis. Responsável: gerente do projeto.
  5. 23
    Ajustes no padrão e nos materiaisCríticoEntregável: procedimento, checklist e trilha revisados com o que o piloto mostrou, com a versão registrada. Predecessora: acompanhamento do piloto. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: dono do processo.
  6. 24
    Decisão de expansãoMarcoEntregável: decisão da diretoria de seguir, ajustar ou parar, com base no checklist e nas ocorrências do piloto. Predecessora: ajustes no padrão. Duração de referência: 1 dia. Responsável: patrocinador do projeto.

5Implantação em ondas6 itens

O padrão chegando às 200 unidades em três ondas. Seis tarefas, e cada onda só começa quando a anterior termina.

  1. 25
    Onda 1: treinamento e viradaCríticoEntregável: equipes das unidades da onda 1 treinadas e padrão em operação, com o checklist respondido na primeira semana. Predecessora: decisão de expansão. Duração de referência: 15 dias úteis. Responsável: supervisor regional.
  2. 26
    Onda 2: treinamento e viradaCríticoEntregável: o mesmo da onda 1 nas unidades da onda 2, já com as correções que a onda 1 trouxe. Predecessora: onda 1. Duração de referência: 15 dias úteis. Responsável: supervisor regional.
  3. 27
    Onda 3: treinamento e viradaCríticoEntregável: o mesmo nas unidades da onda 3, a última. Predecessora: onda 2. Duração de referência: 15 dias úteis. Responsável: supervisor regional.
  4. 28
    Suporte às unidades durante as ondasParalelaEntregável: dúvidas e pendências das unidades tratadas como chamado com prazo, e a lista das dúvidas que se repetem devolvida ao dono do processo. Predecessora: decisão de expansão. Duração de referência: o tempo das três ondas. Responsável: gerente do projeto.
  5. 29
    Reagendamento das unidades que não viraramCríticoEntregável: lista das unidades que não viraram no dia da onda, com o motivo, a nova data e a virada concluída. Predecessora: onda 3. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: coordenador regional.
  6. 30
    Padrão nas 200 unidadesMarcoEntregável: virada registrada em todas as unidades, sem nenhuma reagendada em aberto. Predecessora: reagendamento. Duração de referência: 1 dia. Responsável: patrocinador do projeto.

6Verificação e encerramento6 itens

O padrão conferido, transformado em rotina e o modelo revisado para o próximo projeto. Seis tarefas.

  1. 31
    Auditoria de adoçãoCríticoEntregável: checklist do padrão aplicado em todas as unidades depois da virada, com o percentual de conformidade de cada uma. Predecessora: padrão nas 200 unidades. Duração de referência: 10 dias úteis. Responsável: qualidade ou auditoria.
  2. 32
    Plano de ação para as unidades não conformesParalelaEntregável: ação, responsável e prazo para cada unidade abaixo do critério de aceite. Predecessora: auditoria de adoção. Duração de referência: 5 dias úteis. Responsável: supervisor regional.
  3. 33
    Passagem para a rotinaCríticoEntregável: o padrão sai do projeto e vira rotina: tarefa recorrente, checklist periódico e procedimento guardado onde a unidade consulta. Predecessora: auditoria de adoção. Duração de referência: 3 dias úteis. Responsável: dono do processo.
  4. 34
    Planejado contra realizadoCríticoEntregável: data planejada, data projetada e data real de cada fase e de cada onda, com o motivo de cada desvio. Predecessora: passagem para a rotina. Duração de referência: 2 dias úteis. Responsável: gerente do projeto.
  5. 35
    Revisão do modelo de cronogramaCríticoEntregável: o que muda no modelo para o próximo lançamento: durações de referência, predecessoras que faltaram, tarefas novas e papéis. Predecessora: planejado contra realizado. Duração de referência: 2 dias úteis. Responsável: gerente do projeto.
  6. 36
    Encerramento do projetoMarcoEntregável: projeto concluído na plataforma, com o registro das decisões e o modelo revisado salvo. Predecessora: plano de ação e revisão do modelo. Duração de referência: 1 dia. Responsável: patrocinador do projeto.
Ver como o padrão vira tarefa recorrente no módulo Tarefas

Cronograma de projeto no SULTS, em software de Gantt isolado e em planilha

A comparação que conta para uma rede é o que acontece no décimo projeto igual, e não no primeiro.

FuncionalidadeSULTSSoftware de Gantt isoladoPlanilha por projeto
Gantt com predecessorasSim, com predecessora e sucessoraSimManual e sem recálculo
Modelo reutilizável entre projetosSalvo uma vez e aplicado em cada projetoDepende da versão contratadaCopiar e colar o arquivo
Responsável por cargo no modeloSim, trocado pela pessoa ao iniciarEm geral por pessoaNão
Marcos com relatório próprioSimSimManual
Data projetada de conclusãoSim, planejado cruzado com o ritmo realPor projetoNão
Todos os projetos no mesmo painelPortfólio em Grid, Lista, Kanban, Cards e MarcosSó com consolidação à parteConsolidação manual
Atualização pelo celularAndroid e iOSVariaNão
Chamado para outra área de dentro do projetoSimNãoNão
Checklist, comunicado e treinamento na mesma baseNativoIntegração a construirNão
Custo por projeto adicionalNenhum, a assinatura é por unidade ativaPor licença de usuárioNenhum, e nenhum controle

Um software de Gantt isolado resolve o projeto único e a planilha resolve o primeiro. Numa rede, o que muda é o modelo replicado com responsável por cargo e a leitura de todos os projetos juntos, ligada ao mesmo cadastro de unidades que o checklist, o comunicado e o treinamento já usam. Para comparar fornecedores, o comparativo de ferramentas de gestão de projetos faz esse trabalho. Os módulos e os valores estão em planos.

Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS

Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

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Resultados reais de quem usa SULTS

Veja como empresas de diferentes segmentos transformaram sua operação

Perguntas Frequentes

O que é um cronograma de projeto?

É o plano do projeto distribuído no tempo: as fases, as tarefas de cada fase, a ordem em que uma precisa acontecer antes da outra, a duração de cada uma, os responsáveis e os marcos que valem como ponto de controle. No SULTS ele é montado em gráfico de Gantt interativo, com predecessoras entre tarefas, e o mesmo cronograma pode ser salvo como modelo para o próximo projeto do mesmo tipo.

O que um cronograma de projeto precisa ter para funcionar?

Seis campos resolvem quase tudo: a fase a que a tarefa pertence, o nome da tarefa com o entregável que a encerra, a predecessora, a duração de referência, o responsável por cargo e a marcação de marco quando aquilo é um ponto de controle. Junte a isso uma data-alvo de conclusão, que é de onde a conta começa. O modelo desta página traz os seis campos preenchidos, e no SULTS eles são os campos do próprio projeto.

Como montar um cronograma de projeto passo a passo?

Monte de trás para a frente. Fixe a data em que o resultado precisa estar de pé, liste as tarefas que levam até lá, ligue cada uma à sua predecessora, some as durações das tarefas críticas e descubra em que dia o projeto precisava ter começado. Depois atribua cada tarefa a um cargo e marque os pontos de controle. O modelo de 36 tarefas desta página serve de ponto de partida, e no SULTS ele vira cronograma em Gantt.

Qual a diferença entre cronograma de projeto e cronograma de obra?

A obra é a parte física da unidade, com fundação, instalações, acabamento e vistoria, e tem um modelo próprio, na página de cronograma de obra. Aqui ficam os projetos da rede que não passam por canteiro: campanha, troca de sistema, lançamento de produto, novo padrão de atendimento. A estrutura no SULTS é a mesma, com fases, predecessoras e marcos, e o que muda é o conteúdo do modelo.

Como usar este modelo de cronograma de projeto no SULTS?

Crie o projeto, monte as seis fases, lance as 36 tarefas com o entregável de cada uma, ligue as predecessoras, troque as durações de referência pelas que a sua rede mediu no último projeto e atribua cada tarefa a um cargo. Depois salve tudo como modelo no módulo de projetos do SULTS: o próximo lançamento já começa dessa estrutura, e você só substitui os cargos pelas pessoas.

O que é caminho crítico e como enxergá-lo no Gantt do SULTS?

Caminho crítico é a sequência encadeada mais longa do projeto: a soma das durações dessas tarefas é o prazo mínimo, e um dia perdido em qualquer uma delas é um dia perdido no fim. No SULTS, o cronograma em gráfico de Gantt interativo mostra as dependências e permite identificar sobreposições, caminho crítico e períodos em risco. No modelo desta página, o caminho crítico soma 144 dias úteis de referência.

Qual a diferença entre marco e tarefa em um cronograma?

A tarefa tem trabalho e duração. O marco não tem trabalho: é um ponto de controle que registra que uma entrega aconteceu, como o plano aprovado ou a decisão de expansão, e por isso costuma aparecer com duração de um dia. No SULTS, os marcos são personalizáveis e existe um relatório de marcos, que é por onde a diretoria acompanha o projeto sem abrir tarefa por tarefa.

Como estimar a duração das tarefas de um projeto que a rede nunca fez?

Comece por uma duração de referência, que é uma estimativa declarada como tal, e reduza a incerteza com um piloto em poucas unidades antes de ir para a rede inteira. No fim do projeto, compare a data planejada com a data real de cada fase e corrija o modelo com o que aprendeu. No SULTS, essa comparação entre planejado e realizado entra no encerramento do projeto.

Como repetir o mesmo projeto em 200 unidades sem montar 200 cronogramas?

Não monte um cronograma por unidade. Monte um cronograma do projeto, com as unidades divididas em piloto e ondas, e trate cada onda como uma tarefa com treinamento, virada e verificação. As 200 unidades entram na agenda de virada e no checklist de adoção, e não no Gantt. No SULTS esse cronograma é salvo como modelo e volta igual no lançamento seguinte.

O que acontece com o cronograma quando uma tarefa atrasa?

A tarefa atrasada continua ligada às suas sucessoras, então o Gantt mostra o que ela trava adiante e quem fica esperando. As notificações em tempo real sobre movimentações e prazos avisam quem precisa agir, e a data projetada de conclusão do SULTS muda, porque ela cruza a data de término inicialmente planejada com o ritmo real de execução das tarefas. Quem decide a nova data é o gerente do projeto.

O gráfico de Gantt online do SULTS funciona no navegador e no celular?

Sim. A plataforma do SULTS é baseada na nuvem e acessada pelo navegador, e há aplicativos para iOS e Android. Na prática, o gerente do projeto trabalha o gráfico de Gantt online na tela grande, onde as fases cabem lado a lado, e quem executa marca a conclusão pelo aplicativo no dia em que ela acontece. O cronograma é o mesmo nos dois lugares.

Quais projetos repetidos de uma rede ganham um modelo de cronograma?

Os que voltam com a mesma sequência: campanha em todas as unidades, troca de sistema, lançamento de produto, novo padrão de atendimento e certificação. A sequência é a mesma em uma rede de varejo, em uma rede de saúde, em uma rede de alimentação, em uma rede de serviços ou em uma indústria com filiais. A abertura da unidade tem módulo próprio, em implantação de unidades, e no SULTS cada tipo vira um modelo.

Como a diretoria lê o andamento de todos os projetos sem abrir cada cronograma?

Pelo portfólio. O SULTS reúne os projetos simultâneos em visualizações consolidadas de Grid, Lista, Quadro Kanban, Cards e Marcos, e cada projeto carrega a sua data projetada de conclusão. A leitura de portfólio de projetos responde quantos terminam no trimestre e quais escorregaram, e só se abre o cronograma do que aparece em risco.

No modelo, a tarefa fica com a pessoa ou com o cargo?

Com o cargo. O modelo guarda fases, tarefas, dependências e cargos genéricos, como gerente do projeto ou supervisor regional, e ao iniciar o projeto você substitui cargos por pessoas reais. É isso que permite ao mesmo modelo rodar em regiões diferentes e sobreviver a mudanças de equipe, porque o cronograma não depende de quem estava na cadeira quando ele foi escrito. No SULTS a troca leva segundos.

Como registrar uma mudança de data sem perder o plano original?

A data planejada continua no projeto e convive com a data projetada de conclusão, que vem do ritmo real de execução. Assim dá para dizer quanto o projeto escorregou sem apagar o compromisso original. No SULTS, o motivo da mudança fica escrito no feed do projeto, junto do resto do histórico, e entra na comparação de planejado contra realizado no encerramento.

O cronograma de projeto do SULTS controla custo e horas trabalhadas?

Não. O SULTS cuida do cronograma, das fases, das tarefas, das dependências, dos responsáveis e do acompanhamento, e não do cálculo de custo, do orçamento nem do apontamento de horas trabalhadas. Redes costumam manter a parte financeira no ERP e usar a plataforma para saber onde cada projeto está e quando ele termina.

Quando uma tarefa do projeto deve virar tarefa recorrente?

Quando o projeto acaba e a ação continua. Conferir o novo padrão na unidade é tarefa de projeto enquanto a rede está virando, e vira rotina depois disso: é a última fase do modelo desta página, a passagem para a rotina. No módulo Tarefas do SULTS isso é uma tarefa recorrente com frequência personalizável, com responsável e prazo, já fora do cronograma.

Como o cronograma de projeto se conecta ao checklist, ao comunicado e ao treinamento da rede?

A integração é nativa com Tarefas, Checklist, Implantação, Comunicados, Chamados e Universidade Corporativa, dentro do mesmo cadastro de unidades. No projeto do modelo desta página isso aparece três vezes: o comunicado de lançamento sai com relatório de leitura por unidade, a trilha de treinamento por função é avaliada antes da virada, e o checklist do padrão mede a adoção unidade por unidade. Tudo dentro do SULTS.

Que software gantt faz sentido para projetos que se repetem em várias unidades?

Os critérios que pesam são cinco: modelo reutilizável entre projetos, responsável atribuído por cargo e não por pessoa, portfólio que lê todos os projetos juntos, atualização pelo celular de quem executa e integração com o cadastro de unidades da rede. Um software gantt que resolve só o desenho do cronograma atende o projeto único. O SULTS atende os cinco critérios, e a comparação entre fornecedores está no comparativo de ferramentas de gestão de projetos.

Existe versão gratuita do cronograma de projeto da SULTS?

Não há plano gratuito. A assinatura do SULTS é por unidade ativa, com usuários ilimitados, então acrescentar um projeto ou mais uma pessoa ao projeto não muda o valor. O caminho para conhecer antes de contratar é pedir uma demonstração: o especialista monta na tela o modelo de 36 tarefas desta página, com as predecessoras e os marcos, no cenário da sua rede.

Conheça os +25 módulos integrados

Tela do módulo de Expansão SULTS com funil de vendas
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Comercial

Expansão

Converta leads em vendas do negócio com um CRM totalmente online e integrado. Saiba mais
Tela do módulo de Implantação de Unidades SULTS
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Operações

Implantação de unidades

Gerencie a implantação de unidades e otimize o processo de inauguração. Saiba mais
Tela do módulo de Chamados SULTS com lista de tickets
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Suporte

Chamados

Eleve o nível de suporte às unidades com uma ferramenta simples e completa de atendimento. Saiba mais
Tela do módulo de Checklist SULTS com auditoria e scores
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Qualidade

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Controle a qualidade da operação com inspeções padronizadas, scoring por unidade e planos de ação automáticos. Saiba mais
Tela do módulo de Universidade Corporativa SULTS com cursos e trilhas
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Universidade Corporativa

Faça a capacitação de seus colaboradores, aplique provas e gere certificados. Saiba mais
Tela do módulo de Comunicados SULTS com taxa de visualização
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Comunicação

Comunicados

Comunique-se com suas equipes, acompanhando em tempo real quem visualizou a informação. Saiba mais
Tela do módulo de Projetos SULTS com quadro kanban
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Projetos

Gerencie seus projetos com inteligência e rapidez, tornando a rotina mais produtiva e eficiente. Saiba mais
Tela do módulo de Marketing SULTS com gestão de materiais
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Marketing

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Gerencie ativos da marca, simplificando a criação, aprovação e distribuição de materiais publicitários. Saiba mais
Tela do módulo de Disco Virtual SULTS com pastas e arquivos
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Arquivos

Disco Virtual

Compartilhe arquivos com suas unidades e equipes de forma prática e ágil. Saiba mais
Tela do módulo de Compras SULTS com pedidos e fornecedores
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Compras

Compras

Gerencie compras B2B com um controle eficiente de estoque, fornecedores e pedidos. Saiba mais
Tela do módulo de Tarefas SULTS com lista de atividades
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Gerencie tarefas online. Acompanhe, controle e execute tarefas de forma eficiente. Saiba mais
Tela do módulo de Agenda SULTS com calendário de eventos
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Crie e compartilhe eventos entre você e a sua equipe de forma eficaz. Saiba mais
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