Cronograma de obra: da fundação à inauguração de cada unidade

Gantt com dependências, fases, subtarefas e marcos, com o mesmo modelo replicado em cada obra da rede. A matriz vê a data projetada de conclusão de todas as unidades no mesmo painel, e o time em campo atualiza pelo aplicativo.

Cronograma de obra: da fundação à inauguração de cada unidade

Utilizado por mais de 1.750 marcas

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O cronograma padrão da rede, replicado em cada obra

Uma rede que abre unidades o ano inteiro não precisa de um cronograma novo por obra. Precisa do mesmo cronograma, com as mesmas fases e os mesmos responsáveis por cargo, aplicado em cada endereço e comparável entre todos eles.

O cronograma padrão da rede, replicado em cada obra
Gantt com dependência entre tarefas

Gantt com dependência entre tarefas

O cronograma mostra a obra inteira em gráfico de Gantt, e cada tarefa pode ter predecessora e sucessora, então atrasar a fundação empurra o que vem depois.

Modelo reutilizável por tipo de obra

Modelo reutilizável por tipo de obra

A rede monta o cronograma de abertura uma vez, com papéis genéricos por cargo, e aplica em cada unidade nova em vez de recomeçar a planilha.

Fases, tarefas e subtarefas

Fases, tarefas e subtarefas

Da terraplenagem à entrega das chaves, cada fase se abre em tarefas e subtarefas com prazo e responsável definidos.

Data projetada de conclusão

Data projetada de conclusão

O painel de portfólio mostra quando cada obra deve terminar com base no andamento real, e não na data que alguém prometeu na reunião.

Atualização pelo aplicativo, em campo

Atualização pelo aplicativo, em campo

Quem está na obra atualiza a tarefa no celular, com acesso para Android e iOS, e a notificação chega na hora para quem acompanha.

Chamado aberto direto do projeto

Chamado aberto direto do projeto

Quando a obra trava por um fornecedor ou por uma pendência da matriz, o chamado é aberto de dentro do próprio projeto.

Dependência entre tarefas, que é o que faz o cronograma valer

Cronograma sem dependência é lista de datas. Quando a obra atrasa e nada se move sozinho, a planilha vira ficção em duas semanas. No SULTS, a tarefa tem predecessora e sucessora, e o encadeamento é o que sustenta a data projetada.

Predecessoras e sucessoras

Cada tarefa aponta o que precisa terminar antes dela e o que ela destrava, formando o workflow sequencial da obra.

Fases que agrupam a obra

Fundação, alvenaria, instalações, acabamento e inauguração ficam como fases, cada uma com as próprias tarefas e subtarefas.

Marcos personalizáveis

A entrega da laje, a chegada do mobiliário e a vistoria final entram como marcos, que são os pontos que a diretoria olha primeiro.

Prazo e responsável por tarefa

Cada item tem data e dono, sem a ambiguidade de uma planilha compartilhada em que todo mundo edita tudo.

Etiquetas e categorias

Tarefas de fornecedor, de licença e de equipe própria ficam separadas por etiqueta, e o filtro isola cada grupo.

Notificação em tempo real

Movimentação e prazo disparam aviso para quem precisa saber, em vez de depender da reunião de segunda para descobrir o atraso.

Dependência entre tarefas, que é o que faz o cronograma valer
O mesmo modelo em todas as obras da rede

O mesmo modelo em todas as obras da rede

É aqui que uma rede se diferencia de uma construtora. A obra de uma unidade não é um projeto único: é a repetição do mesmo projeto em endereços diferentes. Quem trata cada abertura como caso isolado perde a comparação entre elas.

Modelo de projeto reutilizável

O cronograma padrão de abertura é salvo como modelo e aplicado em cada obra nova, com as mesmas fases e a mesma sequência.

Papéis genéricos por cargo

O modelo atribui a tarefa ao cargo, e não à pessoa, então a mesma estrutura funciona em qualquer unidade e em qualquer região.

Comparação entre obras

Como todas seguem o mesmo modelo, dá para ver qual unidade está adiantada e qual travou na mesma fase.

Ligação com a implantação

A obra é uma etapa da implantação de unidades, e o cronograma conversa com o restante do processo de abertura.

Visualização que cada perfil precisa

Fases, Lista, Quadro Kanban, Calendário, Cards e Marcos mostram o mesmo cronograma do jeito que engenharia, expansão e diretoria preferem ler.

Feed centralizado por projeto

Foto, decisão e alinhamento ficam no próprio projeto, e não espalhados em conversas de aplicativo de mensagem.

O que a matriz vê de todas as obras ao mesmo tempo

A pergunta da diretoria raramente é sobre uma obra. É sobre quantas abrem no trimestre e quais não vão abrir. Isso não sai de uma planilha por obra: sai de um painel que lê todas com a mesma régua.

Portfólio com data projetada

O dashboard de portfólio reúne todas as obras e mostra a data projetada de conclusão de cada uma, calculada pelo andamento.

Todas as Tarefas com filtro

A visão Todas as Tarefas filtra por pessoa, projeto e unidade, o que permite achar o gargalo sem abrir obra por obra.

Minhas Tarefas para quem executa

Cada responsável abre a própria lista e sabe o que vence hoje, sem precisar interpretar o cronograma inteiro.

Marcos como leitura da diretoria

A diretoria acompanha pelos marcos, que respondem a pergunta de abertura sem entrar no detalhe de cada tarefa.

Integração com os outros módulos

O cronograma se conecta com Tarefas, Checklist, Implantação, Comunicados, Chamados e Universidade Corporativa dentro do mesmo cadastro de unidades.

Histórico que fica

Terminada a obra, o registro permanece, e a rede usa a obra anterior para calibrar o prazo da próxima.

O que a matriz vê de todas as obras ao mesmo tempo

Modelo de cronograma de obra: as 58 tarefas de uma reforma ou abertura de unidade, em 10 fases

Cada tarefa tem um entregável, que é o que define que ela acabou, e uma dependência, que é o que precisa estar pronto antes. As durações são da sua obra; a sequência, os entregáveis e as dependências são os mesmos em uma loja de rua, em um quiosque de shopping ou em uma clínica. As tarefas marcadas como críticas costumam formar o caminho crítico: atraso nelas é atraso na inauguração.

58 itens10 grupos

Monte o cronograma de trás para a frente: fixe a data de inauguração, some as durações das tarefas críticas e descubra em que data a decisão do ponto precisava ter sido tomada.

1Decisão e ponto5 itens

O que precisa estar fechado antes de qualquer projeto. Cinco tarefas, e a data-alvo nasce aqui.

  1. 1
    Aprovação do ponto e do formatoCríticoEntregável: ponto aprovado pelo comitê, com formato definido (rua, shopping, quiosque, loja âncora) e metragem. Dependência: nenhuma; é o marco zero do cronograma.
  2. 2
    Estudo de viabilidade e orçamento-alvoDocumentoEntregável: estudo com investimento total, custo por metro quadrado, prazo de retorno e orçamento-alvo da obra aprovado. Dependência: ponto aprovado. O orçamento-alvo é o número contra o qual toda revisão será medida.
  3. 3
    Contrato de locação ou compra assinadoCríticoEntregável: contrato assinado, com carência de obra, data de entrega do imóvel e regras do locador ou do shopping para obra. Dependência: viabilidade aprovada. Sem a carência escrita, cada dia de obra é aluguel pago sem venda.
  4. 4
    Levantamento cadastral do imóvelFotoEntregável: medição completa, fotos, planta do existente, pontos de entrada de água, energia, esgoto e dados, e laudos de estrutura quando houver dúvida. Dependência: acesso ao imóvel. É o que impede o projeto de ser refeito depois da demolição.
  5. 5
    Cronograma-mestre e data-alvo de inauguraçãoCríticoEntregável: cronograma com as dez fases, durações, dependências e a data-alvo, aprovado pela diretoria e comunicado às áreas. Dependência: contrato e levantamento. Toda mudança de data a partir daqui é registrada com motivo.

2Aprovações e licenças6 itens

Tudo que depende de terceiros com prazo próprio. Seis tarefas, e as três primeiras andam em paralelo.

  1. 6
    Projeto de arquitetura aprovado pela marcaCríticoEntregável: anteprojeto validado pela área de padrão da marca, com layout, fluxo, fachada e identidade visual. Dependência: levantamento cadastral. Nada é protocolado fora antes de a marca aprovar.
  2. 7
    Aprovação do locador ou do shoppingCríticoEntregável: memorial de obra e projetos aprovados pela administração do empreendimento, com as regras de horário, acesso, ruído e descarte. Dependência: projeto aprovado pela marca. Em shopping, este prazo costuma ser o mais longo da fase.
  3. 8
    Alvará de obra ou comunicação de reformaDocumentoEntregável: alvará de construção ou reforma emitido pela prefeitura, ou comprovante de que a reforma não exige alvará, conforme o município. Dependência: projeto legal e responsável técnico. Guardado na pasta da unidade.
  4. 9
    Projeto de prevenção e combate a incêndioDocumentoEntregável: projeto protocolado no Corpo de Bombeiros, com número do protocolo, e a lista de exigências para a vistoria final. Dependência: projeto de arquitetura. O que for exigido aqui muda as instalações, então precisa ser conhecido antes de comprar.
  5. 10
    Licenças de ocupação e sanitáriasDocumentoEntregável: processos iniciados para alvará de funcionamento, licença sanitária e, quando a atividade exige, licença ambiental, com a lista de documentos e prazos de cada um. Dependência: contrato e projeto. A licença sanitária costuma exigir vistoria com a obra pronta, então o pedido entra cedo.
  6. 11
    Responsável técnico e registro da obraDocumentoEntregável: responsável técnico definido e a anotação ou registro de responsabilidade técnica emitido para projeto e execução. Dependência: contratação do projetista e da construtora. Obra sem responsável registrado não passa em vistoria.

3Projeto executivo6 itens

O detalhamento que a obra vai seguir. Seis tarefas, e a compatibilização é a que evita o retrabalho.

  1. 12
    Arquitetura executiva e detalhamentoCríticoEntregável: plantas, cortes, elevações, paginação de piso, detalhamento de marcenaria e quadro de acabamentos. Dependência: aprovação da marca e do locador. É o documento que a construtora orça.
  2. 13
    Projeto elétrico e de dadosEntregável: projeto com quadro de cargas, pontos, circuitos, iluminação e rede lógica, incluindo CFTV, alarme, som e Wi-Fi. Dependência: arquitetura executiva e lista de equipamentos. Carga subdimensionada é a causa mais comum de pedido de aumento de energia depois da inauguração.
  3. 14
    Projeto hidrossanitário e de gásEntregável: projeto de água fria e quente, esgoto, drenagem e gás quando houver cozinha, com pontos e diâmetros. Dependência: arquitetura executiva e equipamentos de cozinha definidos.
  4. 15
    Projeto de climatização e exaustãoEntregável: cálculo de carga térmica, equipamentos, dutos, drenos e exaustão de cozinha ou de área técnica, com a aprovação do shopping quando o sistema for central. Dependência: arquitetura e elétrica.
  5. 16
    Projeto luminotécnico e de comunicação visualEntregável: projeto de iluminação por ambiente, fachada, letreiro e sinalização interna, com as peças aprovadas pelo padrão da marca. Dependência: arquitetura executiva. Letreiro e fachada têm prazo de fabricação longo.
  6. 17
    Compatibilização e caderno de encargosCríticoEntregável: projetos sobrepostos sem conflito (duto que cruza viga, ponto elétrico atrás de espelho), caderno de encargos com especificação de cada serviço e planilha de quantitativos. Dependência: todos os projetos anteriores. É o que faz as cotações serem comparáveis.

4Contratação e compras de prazo longo6 itens

O que precisa ser comprado antes de a obra começar, porque demora mais que ela. Seis tarefas.

  1. 18
    Cotação e contratação da construtoraCríticoEntregável: contrato assinado com escopo, cronograma físico-financeiro, medições, multas por atraso e garantias, escolhido entre cotações comparáveis pelo caderno de encargos. Dependência: projeto executivo compatibilizado.
  2. 19
    Contratação dos instaladores especializadosEntregável: contratos de climatização, elétrica de média complexidade, incêndio e automação, quando não estiverem na construtora, com responsáveis técnicos próprios. Dependência: projetos específicos.
  3. 20
    Compra dos equipamentos de prazo longoCríticoEntregável: pedidos emitidos e confirmados para refrigeração, cozinha industrial, geradores, elevadores e o que mais tiver prazo de fabricação superior ao da obra, com data de entrega compatível com a fase de instalação. Dependência: projetos e orçamento aprovado.
  4. 21
    Compra de mobiliário, fachada e letreiroEntregável: pedidos emitidos ao fornecedor homologado da marca, com medidas conferidas no local e data de entrega. Dependência: arquitetura executiva e levantamento cadastral. Mobiliário medido em projeto e não no local é a devolução mais cara da obra.
  5. 22
    Compra de acabamentos e revestimentosEntregável: pisos, revestimentos, louças, metais, luminárias e tintas comprados no lote inteiro, com reserva de perda, e entrega programada para a fase de acabamento. Dependência: paginação e quantitativos.
  6. 23
    Contratação de TI, telecom e sistemasCríticoEntregável: links de internet e telefonia pedidos à operadora, PDV, servidores, impressoras e licenças contratados, com data de ativação. Dependência: projeto de dados. Link de operadora tem prazo próprio e não acelera.

5Canteiro e demolição5 itens

A obra começa. Cinco tarefas, e a revisão de orçamento depois da demolição é obrigatória.

  1. 24
    Mobilização do canteiroFotoEntregável: tapume com a comunicação da marca, ligações provisórias de água e energia, banheiro de obra, sinalização, EPI e cadastro dos trabalhadores. Dependência: contrato com a construtora e liberação do locador.
  2. 25
    Cadastro e acesso ao empreendimentoEntregável: lista de fornecedores e trabalhadores cadastrada na administração, horários de obra e de carga e descarga acordados, e regras de descarte de entulho. Dependência: aprovação do shopping. Só em imóvel de shopping ou condomínio.
  3. 26
    Demolição e remoção de entulhoFotoEntregável: ponto no osso, com entulho removido e caçambas comprovadas, sem dano a áreas vizinhas. Dependência: mobilização e desligamento das instalações existentes.
  4. 27
    Laudo fotográfico do que apareceuFotoEntregável: registro fotográfico e relatório do que estava atrás das paredes e sob o piso: infiltração, tubulação fora do projeto, estrutura diferente do levantamento. Dependência: demolição concluída. É o que muda o orçamento, e precisa ser conhecido em dias, não em semanas.
  5. 28
    Revisão de orçamento e cronogramaCríticoEntregável: aditivo aprovado, ou confirmação de que não há aditivo, com o cronograma ajustado e a data-alvo mantida ou mudada com registro. Dependência: laudo. Obra que não revisa aqui revisa na entrega, sem margem.

6Estrutura e alvenaria5 itens

O que fica escondido e não pode ser corrigido depois. Cinco tarefas, e a impermeabilização é a que mais volta.

  1. 29
    Reforços estruturais e mezaninoEntregável: reforços, mezanino ou aberturas executados conforme o projeto estrutural, com liberação do responsável técnico. Dependência: demolição e laudo. Só quando o projeto exigir.
  2. 30
    Alvenaria e vedaçõesFotoEntregável: paredes, divisórias e vedações levantadas conforme a planta, com vãos de portas e passagens de instalação conferidos. Dependência: estrutura liberada.
  3. 31
    ImpermeabilizaçãoCríticoEntregável: áreas molhadas, lajes e jardineiras impermeabilizadas, com teste de estanqueidade por 72 horas registrado em foto antes do contrapiso. Dependência: alvenaria. Sem o teste, a infiltração aparece no vizinho de baixo depois da inauguração.
  4. 32
    Contrapiso e regularizaçãoEntregável: contrapiso nivelado e regularizado, com caimento nas áreas molhadas e níveis conferidos contra o projeto de piso. Dependência: impermeabilização aprovada e infraestrutura embutida no piso.
  5. 33
    Infraestrutura embutidaFotoEntregável: eletrodutos, caixas, tubulações de água, esgoto, gás e dreno embutidos e testados antes de fechar, com foto de cada trecho. Dependência: alvenaria. A foto é a única forma de saber onde passa o cano depois do reboco.

7Instalações7 itens

O que faz a unidade funcionar. Sete tarefas, e o comissionamento é a prova de que tudo liga junto.

  1. 34
    Elétrica e quadro de distribuiçãoCríticoEntregável: quadro montado e identificado, circuitos passados, pontos instalados e aterramento medido, com o laudo do instalador. Dependência: infraestrutura embutida. Pedido de aumento de carga à concessionária, quando necessário, entra aqui com prazo próprio.
  2. 35
    Dados, CFTV, alarme e Wi-FiEntregável: cabeamento certificado, rack montado, câmeras, sensores e pontos de acesso instalados e testados, com a planta de pontos atualizada. Dependência: infraestrutura e projeto de dados.
  3. 36
    Hidráulica e esgotoEntregável: rede de água, esgoto e drenagem executada e testada sob pressão, com registro do teste. Dependência: infraestrutura embutida. Louças e metais entram na fase de acabamento.
  4. 37
    Gás e exaustãoDocumentoEntregável: rede de gás executada por empresa habilitada, com teste de estanqueidade e laudo, e sistema de exaustão instalado com os filtros exigidos. Dependência: projeto e liberação do shopping. Só quando houver cozinha.
  5. 38
    ClimatizaçãoEntregável: equipamentos instalados, dutos, drenos e difusores executados, sistema em funcionamento e balanceado. Dependência: elétrica e forro parcial. Equipamento de prazo longo precisa ter chegado antes desta tarefa.
  6. 39
    Sistema de incêndioCríticoEntregável: extintores, hidrantes, iluminação de emergência, sinalização e detecção instalados conforme o projeto aprovado, com o memorial para a vistoria. Dependência: projeto aprovado no Corpo de Bombeiros.
  7. 40
    Testes e comissionamentoCríticoEntregável: todos os sistemas ligados ao mesmo tempo, com carga real, por pelo menos um turno, e a lista de correções registrada e fechada. Dependência: todas as instalações. É onde se descobre que o disjuntor não segura a cozinha e o ar juntos.

8Acabamento e identidade visual6 itens

O que o cliente vê. Seis tarefas, na ordem que evita sujar o que já ficou pronto.

  1. 41
    Forro e gessoEntregável: forro executado com os recortes de luminárias, difusores, sprinklers e alçapões de manutenção conforme o projeto. Dependência: instalações no entreforro concluídas e testadas.
  2. 42
    Piso e revestimentosFotoEntregável: piso e revestimentos assentados conforme a paginação, com rejunte, proteção e conferência de nível e de caimento. Dependência: contrapiso e forro. Piso protegido até a limpeza fina.
  3. 43
    PinturaEntregável: paredes e forro pintados nas cores do padrão da marca, com as demãos especificadas e retoques depois da montagem do mobiliário. Dependência: forro e revestimentos.
  4. 44
    Marcenaria e mobiliário fixoFotoEntregável: balcões, prateleiras, painéis e mobiliário fixo montados e nivelados, com conferência contra o projeto e o padrão da marca. Dependência: piso e pintura.
  5. 45
    Fachada, letreiro e comunicação visualCríticoEntregável: fachada revestida, letreiro instalado e ligado, sinalização interna e adesivos aplicados, com foto conferida pela área de padrão da marca. Dependência: elétrica da fachada e aprovação do locador. Letreiro em shopping costuma exigir vistoria própria.
  6. 46
    Vitrine e iluminação de destaqueEntregável: vitrine montada, iluminação de destaque regulada e cenas de luz programadas para abertura, operação e fechamento. Dependência: mobiliário e luminotécnico.

9Equipamentos, sistemas e vistorias6 itens

A unidade pronta para operar e aprovada por quem fiscaliza. Seis tarefas, e as vistorias têm agenda própria.

  1. 47
    Instalação dos equipamentos de operaçãoEntregável: equipamentos de cozinha, refrigeração, produção ou atendimento instalados, ligados e testados pelo fornecedor, com termo de instalação e garantia. Dependência: instalações comissionadas e acabamento.
  2. 48
    Instalação de PDV, rede e sistemasCríticoEntregável: PDV, impressoras, balanças, rede e sistemas de gestão instalados, integrados e testados com venda simulada. Dependência: link de internet ativo e cabeamento certificado.
  3. 49
    Vistoria do Corpo de BombeirosCríticoEntregável: auto de vistoria ou certificado de licenciamento emitido, ou a lista de exigências atendida e nova vistoria agendada. Dependência: sistema de incêndio concluído. Sem o auto, a unidade não abre.
  4. 50
    Vistoria sanitária e alvará de funcionamentoDocumentoEntregável: licença sanitária e alvará de funcionamento emitidos, com os documentos arquivados na pasta da unidade. Dependência: obra concluída e vistoria de incêndio. Prazo definido pelo órgão, não pela obra.
  5. 51
    Vistoria da marcaFotoEntregável: checklist de padrão respondido na unidade com foto de cada item, sem item crítico pendente, e o plano de ação dos itens reprovados com prazo antes da inauguração. Dependência: acabamento e equipamentos.
  6. 52
    Limpeza fina e correção de pendênciasEntregável: unidade limpa, proteções removidas, pendências da vistoria corrigidas e aceitas, e a lista de pendências residuais com prazo pós-inauguração. Dependência: vistoria da marca.
Ver o checklist de obra que registra cada vistoria com foto

10Pré-inauguração6 itens

O que transforma a obra pronta em unidade operando. Seis tarefas, e a equipe começa a ser contratada bem antes.

  1. 53
    Contratação e treinamento da equipeCríticoEntregável: equipe contratada, admissão concluída, trilha de treinamento da função finalizada e equipe treinada na unidade antes da abertura. Dependência: data-alvo confirmada. Começa semanas antes da obra acabar.
  2. 54
    Estoque inicial e abastecimentoEntregável: pedido de estoque inicial recebido e conferido, com produto exposto conforme o planograma e reposição programada. Dependência: equipamentos instalados e equipe contratada.
  3. 55
    Cadastros, licenças de software e integraçõesEntregável: unidade cadastrada em todos os sistemas da rede, usuários criados, integrações fiscais e de pagamento homologadas, primeira nota fiscal emitida em teste. Dependência: PDV instalado.
  4. 56
    Comunicação de inauguração e marketing localEntregável: campanha de inauguração aprovada, materiais produzidos, comunicado interno enviado à rede e ações locais agendadas. Dependência: data-alvo confirmada e fachada concluída.
  5. 57
    Operação simuladaCríticoEntregável: um ou dois dias de operação com público restrito, com os problemas registrados e corrigidos antes da abertura ao público. Dependência: todas as anteriores. É o teste que separa unidade pronta de obra pronta.
  6. 58
    Inauguração e entrega da obraDocumentoEntregável: unidade aberta ao público, obra entregue com projeto como construído, manuais, garantias, chaves e senhas arquivados, e o cronograma encerrado com a comparação entre data planejada e data real. Dependência: operação simulada aprovada.
Ver como a abertura de lojas acompanha estas tarefas por unidade

Cronograma no SULTS, em software de projeto e em planilha

A comparação que importa para uma rede que abre muitas unidades não é de recursos de cronograma, é de repetição: o que acontece na décima obra do ano.

FuncionalidadeSULTSSoftware de projeto isoladoPlanilha por obra
Gantt com dependência entre tarefasSim, com predecessora e sucessoraSimManual e sem recálculo
Modelo reutilizável entre obrasSalvo uma vez e aplicado em cada unidadeDepende da versão contratadaCopiar e colar o arquivo
Papel genérico por cargo no modeloSimEm geral por pessoaNão
Data projetada de conclusãoNo painel de portfólioPor projetoNão
Todas as obras no mesmo painelSim, por unidade e regiãoSó com consolidação à parteConsolidação manual
Atualização em campo pelo aplicativoAndroid e iOSVariaNão
Chamado aberto de dentro do projetoSimNãoNão
Ligação com a implantação da unidadeMesmo cadastro de unidadesIntegração a construirNão
Notificação de prazo em tempo realSimSimNão
Custo por obra adicionalNenhum, a assinatura é por unidade ativaPor licença de usuárioNenhum, e nenhum controle

Software de gestão de projetos resolve a obra isolada e planilha resolve a primeira. O que muda numa rede é o modelo replicado e a leitura de todas as obras juntas, ligada ao mesmo cadastro de unidades dos outros módulos.

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Perguntas Frequentes

O que é um cronograma de obra?

É o planejamento da obra distribuído no tempo, com as fases, as tarefas de cada fase, os prazos e os responsáveis, e com a ordem em que uma coisa precisa acontecer antes da outra. No SULTS ele é montado em gráfico de Gantt, com predecessoras e sucessoras, e fica ligado à unidade que está sendo aberta ou reformada.

Como fazer um cronograma de obra para uma rede de lojas?

O caminho que funciona em rede é montar o cronograma padrão de abertura uma vez, com as fases e os papéis por cargo, salvar como modelo e aplicar em cada obra nova. No SULTS é assim que funciona: o modelo de projeto é reutilizável, e a décima obra do ano começa com a mesma estrutura da primeira, já com responsáveis atribuídos por cargo.

O SULTS tem gráfico de Gantt?

Sim. O cronograma do SULTS é apresentado em gráfico de Gantt, com dependências entre tarefas. Além dele, o mesmo projeto pode ser visto em Fases, Lista, Quadro Kanban, Calendário, Cards e Marcos, porque engenharia, expansão e diretoria costumam preferir leituras diferentes do mesmo plano.

Como funcionam as dependências entre tarefas no SULTS?

No SULTS, cada tarefa pode ter predecessoras e sucessoras, que é o que forma o workflow sequencial da obra. Na prática, a tarefa seguinte só faz sentido depois que a anterior termina, e o encadeamento fica explícito no Gantt em vez de existir só na cabeça de quem acompanha o andamento.

Dá para reaproveitar o mesmo cronograma em várias obras?

Sim, e é o ponto central para uma rede. O SULTS tem modelos de projetos reutilizáveis com papéis genéricos por cargo. A rede monta o cronograma padrão de abertura e aplica em cada unidade nova, sem recomeçar a planilha e sem perder a comparação entre as obras.

Como a matriz acompanha todas as obras ao mesmo tempo?

Pelo dashboard de portfólio do SULTS, que reúne os projetos e mostra a data projetada de conclusão de cada obra a partir do andamento real. A visão Todas as Tarefas complementa, com filtro por pessoa, projeto e unidade, o que permite achar o gargalo sem abrir obra por obra.

O que são marcos no cronograma de obra?

São os pontos de controle que interessam a quem não acompanha o detalhe: entrega da laje, chegada do mobiliário, vistoria final, inauguração. No SULTS os marcos são personalizáveis e têm visualização própria, que costuma ser por onde a diretoria lê o andamento da rede.

O time em campo consegue atualizar a obra pelo celular?

Sim. O SULTS tem acesso móvel para Android e iOS, e quem está na obra atualiza a tarefa no próprio celular. A notificação em tempo real avisa quem acompanha, o que evita o ciclo de mandar foto por aplicativo de mensagem e alguém transcrever depois para a planilha.

O que acontece quando uma etapa da obra atrasa?

A tarefa atrasada aparece no cronograma e, por causa das predecessoras e sucessoras, fica visível o que ela trava adiante. O SULTS dispara notificação em tempo real sobre movimentações e prazos, e o painel de portfólio passa a mostrar a nova data projetada de conclusão daquela unidade.

Como registrar a pendência de um fornecedor na obra?

No SULTS, o chamado de suporte pode ser aberto direto do projeto, o que mantém a pendência ligada à obra em vez de virar uma conversa separada. A tarefa correspondente fica com etiqueta de fornecedor, e o filtro isola tudo que depende de terceiros.

O SULTS calcula o orçamento da obra?

Não. O SULTS cuida do cronograma, das fases, das tarefas, dos responsáveis e do acompanhamento, e não do cálculo orçamentário nem da medição de serviços executados. Redes costumam manter a parte financeira no ERP e usar o SULTS para saber onde cada obra está e quando ela abre.

Qual a diferença entre cronograma de obra e cronograma de implantação?

No SULTS, a obra é uma etapa dentro da implantação de unidades: ela é a parte física, da fundação à entrega das chaves. A implantação é o processo inteiro de abrir a unidade, que inclui a obra e também contratação, treinamento, estoque inicial e liberação para operar.

Como dividir a obra em fases no SULTS?

No SULTS a estruturação é em fases, tarefas e subtarefas, cada nível com prazo e responsável. Uma rede costuma repetir as mesmas fases em toda obra, e como o modelo é reutilizável a divisão é definida uma vez e replicada, o que torna as obras comparáveis entre si.

Quem vê o quê no cronograma?

Cada responsável abre a visão Minhas Tarefas e enxerga o que vence para ele, sem precisar ler o cronograma inteiro. Quem coordena usa Todas as Tarefas com filtro por pessoa, projeto e unidade. A diretoria acompanha por marcos e pelo portfólio, no mesmo projeto do SULTS.

O cronograma do SULTS serve para reforma, e não só para obra nova?

Serve. A estrutura é a mesma: fases, tarefas, subtarefas, dependências e marcos. Uma rede que faz reforma de padrão visual em dezenas de lojas usa o mesmo modelo reutilizável e acompanha todas as reformas no painel de portfólio do SULTS, com a data projetada de cada uma.

Como o cronograma se conecta com o resto da operação?

O SULTS integra o módulo de projetos com Tarefas, Checklist, Implantação, Comunicados, Chamados e Universidade Corporativa, todos sobre o mesmo cadastro de unidades e pessoas. Na prática, a unidade que sai da obra já está cadastrada para receber os roteiros e os treinamentos que vêm depois.

Dá para ver o cronograma em calendário?

Sim. Além do Gantt, o mesmo projeto no SULTS tem visualização em Calendário, e também em Fases, Lista, Quadro Kanban, Cards e Marcos. É o mesmo plano lido de formas diferentes, o que evita exportar para outra ferramenta só para apresentar em reunião.

Como funciona a alocação da equipe entre obras?

O SULTS acompanha a alocação de pessoas e recursos do projeto, o que ajuda a enxergar sobrecarga e ociosidade quando a mesma equipe atende mais de uma obra. Com a visão Todas as Tarefas filtrada por pessoa, dá para ver quem está com carga acima do razoável antes de o prazo estourar.

Existe limite de obras simultâneas?

Não há limite de projetos por unidade na prática comercial da SULTS, porque a assinatura é por unidade ativa, com usuários ilimitados. Uma rede que abre dezenas de unidades no ano acompanha todas no mesmo painel de portfólio, sem custo por obra adicional.

Como o cronograma ajuda a abrir mais rápido?

Menos pelo software e mais pela repetição. Com modelo reutilizável, a obra já começa com a sequência que funcionou antes; com dependências, o atraso aparece no dia em que acontece; e com o portfólio, a matriz age na obra que travou em vez de descobrir no fim do mês. É esse ciclo que o SULTS organiza.

Planilha resolve o cronograma de obra de uma rede?

Resolve a primeira obra. A partir da quinta ou sexta simultânea, o problema deixa de ser montar o cronograma e passa a ser consolidar todos e manter cada um atualizado. É onde a planilha para: não há data projetada, não há notificação de prazo e a consolidação é manual. O SULTS resolve essa camada.

O que é o dashboard de portfólio?

É a visão que reúne os projetos em andamento e mostra o estado de cada um, com a data projetada de conclusão. No SULTS é por onde a matriz enxerga todas as obras da rede juntas, em vez de abrir um cronograma por unidade para montar o retrato do trimestre.

Dá para acompanhar obra de fornecedor terceirizado?

Dá, tratando as tarefas do terceiro como parte do cronograma, com etiqueta própria e responsável definido. O acompanhamento fica no mesmo Gantt da obra, e a pendência que depende do fornecedor pode virar chamado aberto direto do projeto no SULTS.

Como ficam registradas as decisões tomadas durante a obra?

O SULTS tem feed centralizado por projeto, onde ficam os relatórios e os alinhamentos daquela obra. A vantagem prática é que a decisão não se perde em conversa de aplicativo de mensagem: ela fica no projeto, ao lado do cronograma a que se refere.

O cronograma avisa quando uma tarefa está para vencer?

Sim. O SULTS envia notificações em tempo real sobre movimentações e prazos, para quem é responsável e para quem acompanha. Em obra, esse aviso vale mais do que o relatório semanal, porque a correção ainda cabe dentro da semana.

Como comparar o prazo planejado com o realizado?

O cronograma guarda o plano e o andamento, e o portfólio mostra a data projetada em relação ao que se pretendia. Quando a obra termina, o histórico fica no SULTS e serve de base para calibrar o prazo da próxima, que é o ganho que só aparece em quem abre unidade com frequência.

Quais cargos costumam usar o cronograma de obra na rede?

Expansão, engenharia ou obras, e a diretoria. No SULTS cada um usa a mesma base: quem executa vive na visão Minhas Tarefas, quem coordena usa Todas as Tarefas com filtros, e a diretoria acompanha por marcos e pelo dashboard de portfólio, sem pedir relatório a ninguém.

Como começa a implantação do módulo de projetos?

A implantação do SULTS é um serviço contratado uma única vez, conduzido por um time dedicado, que configura a plataforma com a estrutura real da rede, importa unidades e usuários, adapta os módulos aos processos da empresa e treina os administradores. No caso do cronograma, isso inclui montar o modelo de obra padrão junto com o time.

Como funciona a cobrança?

O SULTS é cobrado por unidade ativa, com usuários ilimitados em cada uma e os +25 módulos na mesma assinatura. Para o cronograma de obra isso significa que engenharia, expansão, diretoria e o pessoal em campo usam a plataforma sem custo adicional por pessoa.

Como conhecer o cronograma de obra do SULTS antes de contratar?

Peça uma demonstração pelo formulário do site, pelo WhatsApp ou pelo 0800 960 2540. Um especialista do SULTS mostra o cronograma na tela, com o Gantt, as dependências e o painel de portfólio, usando o cenário de abertura da sua rede, e responde às perguntas na hora.

Conheça os +25 módulos integrados

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