Skip to content
Gestão Operacional

Checklist: O que é, Como Fazer, Tipos e Modelos

Rodrigo Caetano

Rodrigo Caetano

22 min de leitura
Checklist: O que é, Como Fazer, Tipos e Modelos

Resumo executivo: Guia completo sobre checklist: o que é, a grafia correta (checklist ou check list?), como fazer em 6 passos, os 8 tipos por aplicação (operacional, auditoria, SST, manutenção, inspeção, qualidade, limpeza, abertura), checklist em papel vs. planilha vs. plataforma digital, modelos práticos por segmento, os 5 erros mais comuns e como escalar checklists em operações de qualquer porte.

SULTS
72%
das falhas operacionais em aviação foram eliminadas com checklists padronizados
Atul Gawande, The Checklist Manifesto, 2009
47%
de redução em complicações cirúrgicas após adoção do checklist de cirurgia segura
OMS / New England Journal of Medicine, 2009
+92 mil
unidades que executam checklists digitais na plataforma SULTS
SULTS, 2026

O checklist é uma das ferramentas de gestão mais simples e mais poderosas que existem. Uma lista estruturada de itens a serem verificados, executados ou conferidos, na ordem correta e sem depender da memória de quem executa. Da aviação à medicina, da indústria ao varejo, de fábricas a parques temáticos, checklists transformam processos complexos em rotinas confiáveis.

Independentemente do segmento ou do tamanho da operação, a lógica é a mesma: se uma etapa pode ser esquecida, ela precisa estar no checklist. Se o resultado precisa ser rastreável, o checklist precisa gerar evidência. Este guia cobre desde o conceito até a execução em escala, com modelos práticos e foco em resultado.

1. O que é checklist

Checklist (ou lista de verificação) é uma ferramenta de controle que lista itens, tarefas ou critérios que devem ser verificados, executados ou conferidos em uma sequência definida. Funciona como um guia prático que garante que nenhuma etapa seja esquecida, independentemente de quem executa.

O conceito nasceu na aviação. Em 1935, após a queda de um Boeing Model 299 por erro humano durante a decolagem, a Boeing criou o primeiro checklist de voo. A lista era tão simples que parecia desnecessária. Mas funcionou: o avião voou 1,8 milhão de milhas sem nenhum acidente. Desde então, checklists se tornaram obrigatórios na aviação e se espalharam para medicina, construção civil, indústria e gestão empresarial.

1. DefinirItens, ordem,critérios2. ExecutarItem por item,sem pular3. RegistrarEvidência, foto,timestamp4. AnalisarDashboard,conformidade5. MelhorarAjustar itens,atualizarCiclo contínuo de melhoria

Figura 1 — O ciclo do checklist: da definição dos itens à melhoria contínua. O registro com evidência é o ponto que transforma um checklist em ferramenta de gestão.

Checklist ou check list: qual a grafia correta?

A forma correta em inglês (e a mais aceita em português) é checklist, em uma palavra só. “Check list” (separado) e “check-list” (com hífen) são variações informais que aparecem com frequência no Brasil, mas não seguem a grafia do dicionário Oxford nem do Cambridge. Neste guia, usamos “checklist” como padrão.

Para que serve um checklist

Eliminar falhas por esquecimento

Processos com muitas etapas dependem da memória de quem executa. Checklists removem essa dependência e garantem que nenhum item seja pulado.

Padronizar a execução entre pessoas e unidades

Quando o processo está no checklist, qualquer pessoa executa da mesma forma. A qualidade deixa de depender do operador e passa a depender do processo.

Gerar dados para tomada de decisão

Cada checklist executado gera dados: taxa de conformidade, itens reprovados, tempo de execução. Esses dados alimentam dashboards e permitem gestão por evidência.

Criar rastreabilidade para auditorias e compliance

Em setores regulados (saúde, alimentos, SST), o checklist com registro digital comprova que o processo foi executado conforme a norma. Essencial para fiscalizações e conformidade com NRs.

SULTS Checklists digitais para qualquer operação

Franquias, indústrias, fábricas, parques, redes de varejo e saúde já executam checklists digitais com evidência, dashboard e plano de ação integrado.

Conhecer o SULTS

2. Os 8 tipos de checklist por aplicação

Checklists não são todos iguais. O tipo de checklist define o que será verificado, quem executa e com qual frequência. Abaixo estão os 8 tipos mais utilizados em operações estruturadas, da indústria ao varejo:

1
Checklist Operacional
Rotinas diárias de funcionamento

Verifica se as rotinas essenciais da operação foram cumpridas: abertura e fechamento de turno, conferência de equipamentos, organização do ambiente, procedimentos de segurança e higiene. É o checklist mais frequente (diário ou por turno) e o que mais impacta a consistência da operação.

Exemplo: checklist de abertura de loja com 15 itens (iluminação, limpeza, reposição, caixa, fachada).

Diário Franquias Varejo Food service
2
Checklist de Auditoria
Avaliação periódica de conformidade

Utilizado por supervisores, consultores de campo ou auditores internos para avaliar o nível de conformidade de uma unidade com os padrões da rede. Gera score de conformidade e identifica não conformidades que exigem plano de ação.

Exemplo: auditoria de qualidade em franquia com 50 itens divididos em 6 categorias, com pontuação de 0 a 100.

Semanal/mensal Score de conformidade Plano de ação
3
Checklist de Segurança (SST)
Saúde e segurança no trabalho

Verifica condições de segurança do ambiente: uso de EPIs, sinalização, extintores, condições de máquinas, organização 5S. Fundamental para conformidade com NRs (NR-12, NR-35, NR-20) e prevenção de acidentes. Inclui o DDS (Diálogo Diário de Segurança).

Exemplo: inspeção de segurança em planta industrial com itens de NR-12 (máquinas), NR-35 (altura) e NR-20 (inflamáveis).

Diário NRs DDS Indústria
4
Checklist de Manutenção
Manutenção preventiva e preditiva

Controla a execução de manutenção preventiva em equipamentos, instalações e veículos. Define itens de inspeção, periodicidade e critérios de aprovação/reprovação. Reduz paradas não programadas e prolonga a vida útil dos ativos.

Exemplo: checklist mensal de manutenção preventiva em ar-condicionado (filtros, gás, ruído, temperatura).

Semanal/mensal Equipamentos Preventiva
5
Checklist de Inspeção
Verificação técnica de conformidade

Focado na verificação técnica de instalações, veículos, obras ou equipamentos. Diferente do checklist operacional (que é para rotinas), o de inspeção avalia conformidade técnica com normas, regulamentos ou especificações do fabricante.

Exemplo: inspeção veicular com 30 itens (freios, pneus, iluminação, documentação, extintor, EPI do motorista).

Por demanda Técnico Veículos Obras
6
Checklist de Qualidade
Controle de qualidade de produto/serviço

Verifica se o produto ou serviço entregue atende aos padrões definidos. Usado em pontos críticos de controle (recebimento de matéria-prima, produção, embalagem, entrega). Essencial em indústria alimentícia, farmacêutica e manufatura.

Exemplo: controle de qualidade no recebimento de alimentos (temperatura, validade, embalagem, fornecedor, certificado).

Por lote/entrega APPCC ISO
7
Checklist de Limpeza
Higienização e organização do ambiente

Controla a execução de rotinas de limpeza e higienização. Em setores regulados (alimentação, saúde, hotelaria), a limpeza é um requisito normativo com frequência definida e registro obrigatório. Inclui áreas, produtos utilizados, responsável e horário.

Exemplo: checklist de limpeza de banheiro público com 12 itens e registro de horário a cada 2 horas.

A cada 2h/turno ANVISA Food service Saúde
8
Checklist de Implantação
Abertura de unidade, obra ou novo projeto

Lista todas as etapas necessárias para implantar uma nova operação: documentação, obras, equipamentos, treinamento da equipe, comunicação visual, estoque inicial, sistemas, teste de operação. Funciona como um projeto com marcos de entrega. Serve para abertura de lojas, inauguração de fábricas, lançamento de parques ou qualquer operação nova.

Exemplo: checklist de implantação de planta industrial com 80 itens em 8 fases (projeto, obra, equipamentos, TI, utilidades, equipe, treinamento, comissionamento).

Projeto Franquias Indústria Parques
COMPLEXIDADE (quantidade de itens) →FREQUÊNCIA →Limpeza2h/turnoOperacionalDiárioSSTDiário/DDSQualidadePor loteManutençãoSemanal/mensalInspeçãoPor demandaAuditoriaMensalImplantaçãoProjeto

Figura 2 — Matriz dos 8 tipos de checklist por frequência de execução e complexidade. Checklists operacionais e de limpeza são os mais frequentes; auditorias e implantações são os mais complexos.

3. Como fazer um checklist em 6 passos

1
Defina o processo a ser controlado

Qual rotina, inspeção ou procedimento será transformado em checklist? Delimite o escopo: onde começa, onde termina, quem executa. Um checklist genérico demais não gera valor. Um checklist bem delimitado gera consistência. Se o processo ainda não está mapeado, comece por um fluxograma.

2
Liste todos os itens na ordem de execução

Anote cada passo, verificação ou critério na sequência em que deve ser executado. Faça isso com quem realmente executa o processo, não apenas com quem gerencia. Inclua critérios de aprovação/reprovação para itens que exigem julgamento.

3
Defina o tipo de resposta para cada item

Nem todo item é sim/não. Defina o formato: conforme/não conforme, nota de 1 a 5, campo de texto, foto obrigatória, medição numérica (temperatura, pressão). O tipo de resposta determina a qualidade dos dados gerados.

4
Agrupe itens em categorias lógicas

Organize os itens em seções (ex: fachada, salão, cozinha, estoque). Categorias tornam o checklist mais fácil de executar e os resultados mais fáceis de analisar. Mantenha cada seção com 5 a 10 itens no máximo.

5
Teste com a equipe que vai executar

Aplique o checklist em uma unidade piloto. A equipe entende os itens? O tempo de execução é viável? Algum item está ambíguo ou redundante? Ajuste antes de distribuir para toda a rede. Feedback do campo é essencial.

6
Distribua, monitore e evolua

Distribua o checklist para todas as unidades com instruções claras de frequência e responsável. Monitore a taxa de execução e os resultados. Revise o checklist periodicamente: processos mudam, e o checklist precisa acompanhar.

4. Checklist em papel vs. planilha vs. plataforma digital

A forma como o checklist é executado e registrado determina o valor que ele gera para a operação. Abaixo, o comparativo entre os 3 formatos mais comuns:

CritérioPapelPlanilha (Excel/Sheets)Plataforma digital
ExecuçãoCaneta no papel, formato fixoPreenchimento manual no computadorApp no celular, offline e online
EvidênciaNenhuma (ou foto avulsa)NenhumaFoto com timestamp e geolocalização
ConsolidaçãoManual (digitação posterior)Manual ou semi-automáticaAutomática, em tempo real
Visibilidade centralizadaInexistenteLimitada (depende de compartilhamento)Dashboard por unidade, região e rede
Plano de açãoInformal (anotação avulsa)Aba separada, sem rastreabilidadeIntegrado ao checklist, com responsável e prazo
EscalabilidadeNão escalaEscala parcial (10-20 unidades)Escala sem limite
CustoBaixo (mas alto custo oculto)Baixo (mas alto custo de gestão)Investimento mensal por unidade
Checklist em papelChecklist digitalSem evidência fotográficaDados ficam na unidade (papel)Consolidação manual (dias/semanas)Plano de ação informal ou inexistenteFoto com timestamp e geolocalizaçãoDados acessíveis em tempo realDashboard automático por unidadePlano de ação rastreável integrado

Figura 3 — O checklist em papel gera registro; o checklist digital gera dados, evidência e gestão. A diferença está na rastreabilidade e na velocidade de correção.

SULTS

De papel para digital em semanas

O SULTS transforma seus checklists em formulários digitais com foto, timestamp, dashboard e plano de ação integrado. Usado por franquias, indústrias, parques e redes de varejo.

Ver como funciona

5. Modelo de checklist: estrutura e exemplo preenchido

Um bom checklist segue uma estrutura consistente, independentemente do tipo. Abaixo, os elementos essenciais que todo checklist deve conter:

ElementoO que defineExemplo
TítuloNome do checklist e o que ele controlaChecklist de Abertura de Turno
Unidade/localOnde o checklist está sendo executadoPlanta Uberaba (Linha 3)
ResponsávelQuem está executandoMaria Silva (Gerente de turno)
Data e horárioQuando foi executado (timestamp automático)08/04/2026, 07:45
CategoriasAgrupamento lógico dos itensFachada, Salão, Cozinha, Estoque
Itens de verificaçãoO que será verificado, com tipo de respostaIluminação da fachada: Conforme / Não conforme
Campo de observaçãoEspaço para anotações em itens não conformes“Lâmpada queimada na entrada lateral”
EvidênciaFoto ou documento anexado ao itemFoto da lâmpada queimada
Plano de açãoAção corretiva para itens reprovadosTrocar lâmpada. Resp: João. Prazo: 09/04

Exemplo de checklist de abertura de loja preenchido

Abaixo, um modelo real de checklist operacional de abertura de loja com 10 itens, agrupados por categoria, com tipo de resposta e critério de aprovação. Use como referência para criar o seu.

CategoriaItemTipo de respostaCritério de aprovação
FachadaIluminação externa funcionandoConforme / Não conforme100% das lâmpadas acesas
Letreiro e comunicação visual em bom estadoConforme / Não conforme + fotoSem danos, limpo, iluminado
Calçada limpa e desobstruídaConforme / Não conformeSem lixo, sem obstáculos
SalãoPiso limpo e secoConforme / Não conformeSem manchas, sem água
Temperatura do ambienteMedição numérica (°C)Entre 22°C e 25°C
Mobiliário organizado conforme layout padrãoConforme / Não conforme + fotoLayout idêntico ao guia da rede
CaixaSistema de PDV operacionalConforme / Não conformeSistema aberto, impressora funcionando
Troco verificado e conferidoConforme / Não conformeValor mínimo de R$ 200 em espécie
EstoqueProdutos com validade vencidaConforme / Não conformeZero produtos vencidos
Reposição de prateleira concluídaConforme / Não conforme + fotoTodas as gôndolas repostas

6. Checklist pronto por segmento

A estrutura do checklist é a mesma em qualquer operação. O que muda são os itens, a frequência e a regulamentação aplicável. Abaixo, 4 modelos resumidos prontos para adaptar ao seu contexto.

Checklist de abertura para food service / restaurante

CategoriaItemFrequência
CozinhaTemperatura das câmaras frias (entre 0°C e 5°C)Diário (abertura)
CozinhaValidade de insumos verificada (PVPS)Diário
HigieneBancadas higienizadas com produto autorizado pela AnvisaDiário (abertura e fechamento)
HigieneColaboradores com uniforme completo e cabelo presoDiário
SalãoMesas e cadeiras limpas e organizadasDiário (abertura)
DocumentaçãoAlvará sanitário atualizado e expostoMensal (verificação)

Checklist de segurança para indústria (SST)

CategoriaItemNorma
EPIsTodos os colaboradores com EPIs adequados à funçãoNR 6
MáquinasProteções de máquinas instaladas e funcionandoNR 12
InflamáveisArmazenamento de inflamáveis conforme classificação de áreaNR 20
AlturaAncoragem e linha de vida verificadas antes do trabalhoNR 35
EmergênciaExtintores dentro da validade e acessíveisNR 23
DDSDiálogo Diário de Segurança realizado com registro de presençaBoa prática

Checklist de auditoria para rede de varejo

CategoriaItemPeso no score
Visual merchandisingVitrine conforme campanha vigente da redeAlto
AtendimentoEquipe com crachá e uniforme padrãoMédio
EstoqueOrganização do estoque conforme planogramaAlto
LimpezaBanheiro de clientes limpo e abastecidoMédio
OperaçãoSistema de PDV atualizado para versão vigenteAlto

Checklist de recebimento para saúde / drogaria

CategoriaItemRegulamentação
DocumentaçãoNota fiscal confere com pedido de compraRDC 44
TemperaturaMedicamentos termolábeis recebidos entre 2°C e 8°CRDC 44
IntegridadeEmbalagens sem avarias, lacres intactosRDC 44
ValidadeTodos os lotes com validade mínima de 6 mesesPolítica interna
RastreabilidadeLote e fabricante registrados no sistemaRDC 44 / SNGPC

7. Os 5 erros mais comuns ao criar um checklist

Criar o checklist é o passo mais fácil. Criar um checklist que realmente gera valor para a operação exige evitar os erros abaixo.

1
Checklist genérico demais

“Verificar limpeza” não é item de checklist. “Bancada de manipulação higienizada com solução clorada a 200ppm” é. Itens genéricos geram respostas genéricas: tudo conforme, sempre. Quanto mais específico o item, mais confiável o dado.

2
Sem critério de aprovação

Se o item diz “temperatura da câmara fria” mas não define o limite (0°C a 5°C para refrigerados, -18°C para congelados), cada operador julga de um jeito. Critério de aprovação é o que transforma opinião em dado.

3
Sem evidência para itens críticos

Itens de alto impacto (EPI, temperatura, layout, validade) precisam de foto ou medição como evidência. Sem isso, a resposta “conforme” não pode ser verificada. Em auditorias e fiscalizações, evidência é a diferença entre conformidade e multa.

4
Não conformidade sem plano de ação

O checklist detecta o problema, mas ninguém corrige. Sem plano de ação com responsável, prazo e evidência de resolução, a não conformidade se repete na próxima execução. Checklist sem ação corretiva é apenas diagnóstico.

5
Checklist que nunca é revisado

Processos mudam, regulamentações são atualizadas, novas NRs entram em vigor. Um checklist criado há 2 anos sem revisão pode estar pedindo coisas desnecessárias e ignorando riscos novos. Revisão trimestral é o mínimo recomendado.

8. Diagnóstico: como está a gestão de checklists na sua operação?

Quiz de Maturidade na Gestão de Checklists

Marque apenas o que já é prática consolidada na sua operação.

EXECUÇÃO E PADRONIZAÇÃO
REGISTRO E EVIDÊNCIA
VISIBILIDADE E CORREÇÃO

9. Como escalar checklists em operações maiores

Criar um bom checklist é o primeiro passo. Garantir que ele seja executado da mesma forma em todas as áreas, turnos, plantas ou unidades da operação é o desafio real. O checklist que funciona no piloto pode se perder na execução do dia a dia se não houver processo de distribuição, monitoramento e correção.

Checklist digital executado pela própria equipe

Cada equipe, turno ou unidade executa o checklist no app, com registro de evidência fotográfica, timestamp e responsável. A gestão acessa os dados em tempo real sem precisar estar presente.

Dashboard de conformidade por área, planta ou unidade

Score de conformidade, taxa de execução, itens mais reprovados, áreas com pendências. Tudo visível em tempo real, por planta, região ou consolidado. Gestão por dados, não por achismo.

Plano de ação rastreável para cada não conformidade

Item reprovado gera plano de ação com responsável, prazo e evidência de resolução. Sem isso, o checklist detecta o problema, mas ninguém corrige.

Treinamento integrado ao checklist via EAD corporativo

Se a equipe não sabe por que o item existe ou como avaliar, o checklist perde valor. Trilhas de capacitação na universidade corporativa vinculadas ao checklist garantem que todos entendam o que estão verificando.

Na prática com o SULTS: cada checklist é configurado como formulário digital com categorias, tipos de resposta, foto obrigatória e plano de ação integrado. A equipe executa no app, a gestão acompanha em tempo real pelo dashboard. Mudanças no checklist chegam a todas as áreas e unidades simultaneamente. +92 mil unidades e +600 mil usuários já operam com essa dinâmica.SULTS
SULTS Veja como funciona na prática

Conheça como o SULTS padroniza checklists em franquias, indústrias, parques e redes de varejo, com evidência, dashboard e plano de ação.

Agendar demonstração

Leitura recomendada

Plano de Ação: O que é, Ferramentas e Como Fazer

Como transformar não conformidades detectadas no checklist em ações corretivas rastreáveis.

5W2H: O Que É, Como Fazer e Exemplos Prontos para Usar

A metodologia que estrutura planos de ação vinculados a itens reprovados no checklist.

Tipos de Fluxograma: Guia Completo com Exemplos Práticos

Como mapear processos antes de transformá-los em checklists executáveis.

NR-20: Guia Completo sobre Segurança com Inflamáveis e Combustíveis

Checklists de inspeção NR-20 padronizados e como controlar conformidade em operações com inflamáveis.

Processo de Produção: Guia Completo com Tipos e Como Otimizar

Como padronizar processos produtivos com checklists de turno, setup e controle de qualidade.

Perguntas frequentes sobre checklist

Checklist (ou lista de verificação) é uma ferramenta de controle que lista itens, tarefas ou critérios a serem verificados em sequência definida. Garante que nenhuma etapa seja esquecida, padroniza a execução entre pessoas e unidades, e gera dados para gestão por evidência.

A forma correta é “checklist”, em uma palavra só. “Check list” (separado) e “check-list” (com hífen) são variações informais comuns no Brasil, mas não seguem a grafia dos dicionários Oxford e Cambridge.

Os 8 tipos mais utilizados em operações estruturadas são: operacional (rotinas diárias), auditoria (avaliação de conformidade), segurança/SST (saúde e segurança no trabalho), manutenção (preventiva e preditiva), inspeção (verificação técnica), qualidade (controle de produto/serviço), limpeza (higienização) e implantação (abertura de unidade, obra ou projeto).

Em 6 passos: defina o processo a ser controlado, liste todos os itens na ordem de execução, defina o tipo de resposta para cada item, agrupe em categorias lógicas, teste com a equipe que vai executar e distribua com monitoramento.

O checklist em papel gera registro, mas sem evidência fotográfica, sem consolidação automática e sem visibilidade centralizada. O checklist digital gera dados em tempo real, com foto, timestamp, dashboard de conformidade e plano de ação integrado. Para operações que precisam de rastreabilidade e escala, o digital é o caminho.

Com checklists digitais executados pela equipe no app, registro com evidência e timestamp, dashboard de conformidade em tempo real, plano de ação rastreável para não conformidades e treinamento integrado via EAD corporativo. Plataformas como o SULTS automatizam esse processo para qualquer tipo de operação.

É um checklist utilizado por supervisores ou auditores para avaliar o nível de conformidade de uma área, planta ou unidade com os padrões definidos pela organização. Gera score de conformidade e identifica não conformidades que exigem plano de ação. Tipicamente executado semanal ou mensalmente.

Todo checklist deve conter: título, identificação da unidade e do responsável, data e horário (timestamp), categorias com itens agrupados logicamente, tipo de resposta por item (conforme/não conforme, nota, foto), campo de observação para itens reprovados, evidência fotográfica e plano de ação para correção.

É o checklist de rotinas diárias de funcionamento: abertura e fechamento de turno, conferência de equipamentos, organização do ambiente, procedimentos de segurança e higiene. É o tipo mais frequente (diário ou por turno) e o que mais impacta a consistência da operação.

Liste todas as áreas a serem higienizadas, defina os produtos e métodos por área, estabeleça a frequência (a cada 2h para banheiros, por turno para cozinha), inclua campo para registro de horário e responsável, e exija foto como evidência. Em setores regulados pela Anvisa, o registro é obrigatório.

DDS é uma reunião curta (5 a 15 minutos) realizada no início do turno para abordar temas de segurança no trabalho. Pode ser registrado via checklist de SST com lista de presença e tema abordado. É uma boa prática amplamente adotada em indústrias e construção civil.

Depende do setor. Na aviação, é obrigatório por regulamentação da ANAC. Em saúde, a OMS recomenda o checklist de cirurgia segura. Em SST, diversas NRs exigem inspeções documentadas (NR-12, NR-20, NR-35). Em alimentação, a RDC 216 da Anvisa exige registro de controles de higiene e temperatura. Mesmo onde não é obrigatório por lei, checklists são a melhor prática para conformidade e rastreabilidade.

Checklist executado é processo controlado

O valor de um checklist não está na lista em si. Está na execução consistente, no registro com evidência e na capacidade de corrigir desvios antes que virem problemas. Um checklist bem feito, executado por toda a equipe e monitorado em tempo real, transforma variabilidade em consistência.

Independentemente do segmento (franquias, indústrias, parques, saúde, varejo), a lógica é a mesma: cada item verificado precisa gerar dado, cada desvio precisa gerar ação e cada ação precisa ser rastreável.

O SULTS transforma checklists em formulários digitais com evidência, dashboard e plano de ação integrado. +92 mil unidades e +600 mil usuários já operam com essa dinâmica.

SULTS

Pronto para digitalizar seus checklists?

Veja como o SULTS garante execução padronizada, evidência fotográfica e dashboard de conformidade em tempo real para qualquer tipo de operação.

Testar grátis agora
Rodrigo Caetano CEO e Fundador da SULTS. Especialista em tecnologia, projetos e gestão com foco no varejo e franchising, ele construiu uma carreira sólida que teve início na área de programação em 2006. Com ampla experiência no gerenciamento técnico de projetos, Rodrigo fundou a SULTS em 2018, consolidando um modelo de negócios de crescimento exponencial e amplamente reconhecido no Brasil. Sua visão executiva e inovadora é referendada por uma formação acadêmica de excelência: possui MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, especialização em Data Science e Big Data pela PUC-MG e graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo IFTM. Aliando profundo conhecimento em dados e software a uma gestão altamente estratégica, Rodrigo lidera a plataforma que hoje simplifica e otimiza a operação de mais de +1500 marcas em todo o país.

Recomendados para você

Experimente grátis por 14 dias

Centralize e aumente a eficiência em toda operação.
Não é necessário cartão de crédito.