Checklist ISO 45001: a auditoria interna de SST em cada unidade

A ISO 45001 exige auditoria interna a intervalos que a própria organização define, trata incidente como categoria própria e obriga a participação dos trabalhadores. Na SULTS, o roteiro de auditoria é aplicado por unidade, com evidência e plano de ação, e a matriz consolida a rede.

Checklist ISO 45001: a auditoria interna de SST em cada unidade

Utilizado por mais de 1.750 marcas

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Uma auditoria com frequência que a organização define

A norma não fixa periodicidade. Ela exige intervalos planejados e manda o programa de auditoria definir frequência, métodos, responsabilidades e consulta. Em rede multiunidade, isso significa decidir a régua uma vez e aplicá-la em todos os endereços.

Uma auditoria com frequência que a organização define
Programa de auditoria

Programa de auditoria

O item 9.2.2, alínea a, exige programa com frequência, métodos, responsabilidades, consulta, planejamento e relato.

Resultados que chegam a quem trabalha

Resultados que chegam a quem trabalha

A alínea d do 9.2.2 exige relatar os resultados à gestão e também aos trabalhadores e seus representantes.

Ação sobre não conformidade

Ação sobre não conformidade

A alínea e do 9.2.2 exige ação sobre as não conformidades encontradas, e a alínea f exige informação documentada.

Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS

Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.

Solicitar demonstração

Como funciona o

Aplicativo de checklist

No campo

Workflow customizado

Configure fluxos de trabalho com árvore de decisão. Cada resposta abre ou oculta questões automaticamente.

Check-in GPS

Geolocalização automática ao iniciar a inspeção.

Diversos tipos de resposta

Sim/Não, escala, foto, estrelas, assinatura e mais.

Evidência fotográfica

Fotos com GPS, data e hora vinculadas ao item.

Avaliação
Seção 1: Ambiente

2.1 - A loja está limpa e organizada?

Não
Sim
Imagem
Plano de Ação
Comentar

2.2 - O quão agradável está o som ambiente?

Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo
Imagem
Plano de Ação
Comentar

2.3 - A limpeza em geral está nos conformes?

Não conforme
Conforme
Imagem
Plano de Ação
Comentar

2.4 - Avalie a organização das mesas

Imagem
Plano de Ação
Comentar

2.5 - O alvará da vigilância sanitária está bem à vista?

Não conforme
Conforme
Imagem
Plano de Ação
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1 de 3PRÓXIMO
Aponte para a evidência

Plano de Ação

Comentários

Na gestão

Plano de ação automático

Item reprovado gera ação com responsável e prazo.

Scoring por unidade

Ranking comparativo entre todas as unidades da rede.

Relatório PDF

Laudo de inspeção exportável com evidências e score.

Assinatura digital

Conformidade regulatória com assinatura ao finalizar.

A versão que vale hoje, e a que vem

Auditar contra a edição errada invalida o trabalho. Em 2026 existe uma versão vigente, uma emenda incorporada e uma revisão em curso que ainda não está em vigor, e a página separa as três.

Versão vigente

A ISO 45001:2018 continua sendo a edição em vigor.

Emenda de 2024

A Emenda 1:2024 acrescentou a mudança climática às cláusulas 4.1 e 4.2.

Adoção brasileira

A ABNT NBR ISO 45001:2024 é idêntica, o que significa auditar o mesmo texto no Brasil e fora dele.

Revisão em curso

A votação do DIS da nova edição encerrou em 9 de setembro de 2026, com publicação da 2ª edição prevista para 2027.

O que isso muda hoje

Nada na auditoria interna deste ano: a 2ª edição ainda não está vigente e não serve como critério.

Título e sigla

O título oficial é Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional, o que dá a sigla SGSSO. SGSST é uso de mercado alinhado ao vocabulário das normas regulamentadoras.

A versão que vale hoje, e a que vem
O que a cláusula 9.2 exige da auditoria interna

O que a cláusula 9.2 exige da auditoria interna

É a cláusula que define o trabalho. O 9.2.1 diz o que a auditoria verifica e o 9.2.2 lista seis exigências sobre como ela é organizada. Um roteiro que não cobre as seis deixa lacuna na certificação.

O que se verifica

O item 9.2.1 exige auditorias a intervalos planejados para verificar a conformidade com os requisitos da própria organização, incluindo política e objetivos de SST, e com a norma, e se o sistema está implementado e mantido.

Programa de auditoria

A alínea a do 9.2.2 exige frequência, métodos, responsabilidades, consulta, planejamento e relato, considerando a importância dos processos e os resultados das auditorias anteriores.

Critérios e escopo

A alínea b exige definir critérios e escopo de cada auditoria, e não apenas do programa.

Auditores imparciais

A alínea c exige auditores com objetividade e imparcialidade no processo.

Relato ampliado

A alínea d exige relatar os resultados à gestão e aos trabalhadores e seus representantes.

Ação e registro

A alínea e exige ação sobre as não conformidades e a alínea f exige reter informação documentada como evidência da implementação do programa e dos resultados.

As cláusulas que o roteiro precisa cobrir

A auditoria interna não se resume a checar documentos do sistema. Estas são as cláusulas que respondem pelo desempenho em SST e que costumam concentrar as não conformidades em rede com muitas unidades.

Contexto e liderança

A cláusula 4 trata do contexto e a 5 da liderança e participação dos trabalhadores, com a 5.4 dedicada à consulta e participação.

Riscos e requisitos legais

A 6.1.2 trata da identificação de perigos e da avaliação de riscos, e a 6.1.3 dos requisitos legais e outros requisitos.

Apoio e operação

A cláusula 7 trata do apoio, a 8.1.2 da eliminação de perigos e redução de riscos e a 8.2 da preparação e resposta a emergências.

Avaliação de desempenho

A 9.1.2 trata da avaliação de conformidade, a 9.2 da auditoria interna e a 9.3 da análise crítica pela direção.

Melhoria

A 10.2 trata de incidente, não conformidade e ação corretiva.

Um roteiro por cláusula

Na SULTS, cada cláusula vira uma seção do roteiro, o que permite ver o resultado por cláusula e não só no total da unidade.

As cláusulas que o roteiro precisa cobrir
Hierarquia de controles e tratamento de incidente

Hierarquia de controles e tratamento de incidente

São os dois pontos em que a auditoria sai do papel e olha o que foi feito. A ordem da hierarquia é prescrita, e o tratamento do incidente tem sete etapas com participação obrigatória dos trabalhadores.

A ordem da hierarquia

O item 8.1.2 fixa: eliminar o perigo; substituir por processos, operações, materiais ou equipamentos menos perigosos; controles de engenharia e reorganização do trabalho; controles administrativos, incluindo treinamento; e EPI adequado.

EPI é o último recurso

Ele fecha a lista porque protege o indivíduo sem remover o perigo. O controle de entrega e uso continua obrigatório, como mostra o checklist de EPI.

Reagir e corrigir

A alínea a do item 10.2 exige reagir ao incidente ou à não conformidade, controlar, corrigir e lidar com as consequências.

Investigar com os trabalhadores

A alínea b exige avaliar a necessidade de ação corretiva com a participação dos trabalhadores, por investigação, determinação das causas e verificação de casos semelhantes.

Revisar riscos e agir

As alíneas c, d e e exigem revisar as avaliações de risco, implementar ações aplicando a hierarquia de controles e avaliar riscos de perigos novos ou alterados antes de agir.

Analisar a eficácia

O ciclo é o mesmo do gestão de não conformidades: as alíneas f e g exigem analisar a eficácia da ação e mudar o sistema de gestão se necessário, com a informação documentada comunicada aos trabalhadores.

O que a norma não diz

Quatro crenças comuns sobre a norma não estão no texto, e uma delas inverte o vocabulário mais básico da área. Corrigi-las evita não conformidade criada pela própria empresa.

Não existe auditoria anual obrigatória

O item 9.2.1 fala em intervalos planejados e a alínea a do 9.2.2 manda a organização definir a frequência. Anual é convenção, não requisito.

A norma não define acidente

O termo definido é incidente, no 3.35, como ocorrência que poderia resultar ou resulta em lesão e doença. A definição inclui o quase-acidente.

Auditoria de conformidade não é termo da norma

O processo de checar cumprimento legal se chama avaliação de conformidade, na cláusula 9.1.2, e é distinto da auditoria interna da 9.2.

Inspeção não é termo definido

Não aparece entre as definições da cláusula 3, ainda que a prática exista nas rotinas da organização.

Há dois conceitos de risco

O 3.20 define risco como efeito da incerteza e o 3.21 define risco de SST como combinação de probabilidade e gravidade. O item 6.1.2.2 manda avaliar os dois.

Consulta e participação não são sinônimos

O 3.5 define consulta como buscar opiniões antes da decisão e o 3.4 define participação como envolvimento na tomada de decisão.

O que a norma não diz
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Crie
Aplique
Corrija
Meça

Como funciona o checklist da ISO 45001 no SULTS

Do programa de auditoria ao relato dos resultados, em 4 passos, com informação documentada em cada etapa.

Configuração do programa de auditoria interna ISO 45001 no SULTS
1

Defina o programa de auditoria

A norma não fixa periodicidade: a organização define frequência, métodos, responsabilidades e consulta no programa. Na SULTS, esse programa vira a configuração das rotinas de auditoria, unidade por unidade.

Frequência definida pela organização, como exige a alínea a do item 9.2.2, e não uma periodicidade herdada.

Critérios e escopo de cada auditoria, conforme a alínea b, registrados antes da aplicação.

Auditores com objetividade e imparcialidade, atendendo à alínea c, com o responsável nomeado no sistema.

Checklist ISO 45001Programa de auditoriaPor unidade
Montagem do roteiro de auditoria ISO 45001 por cláusula no SULTS
2

Monte o roteiro por cláusula

Cada cláusula auditada vira uma seção do roteiro, do contexto à melhoria. Isso permite ver o resultado por cláusula e identificar onde a rede falha, em vez de olhar apenas o total de cada unidade.

Uma seção por cláusula, cobrindo 4, 5, 6.1.2, 6.1.3, 7, 8.1.2, 8.2, 9.1.2, 9.3 e 10.2.

Consulta e participação como itens próprios, atendendo à cláusula 5.4.

Scoring ponderado por questão, para que a cláusula crítica pese mais que a acessória.

Cláusulas auditadasRoteiro padrãoScoring ponderado
Aplicativo SULTS aplicando a auditoria interna ISO 45001 em uma unidade
3

Audite a unidade e registre a evidência

A auditoria é aplicada pelo aplicativo, com check-in na unidade e evidência anexada item a item. A não conformidade abre o fluxo da cláusula 10.2, com investigação e ação corretiva registradas.

Informação documentada em cada item, como exige a alínea f do item 9.2.2.

Ação sobre não conformidades, conforme a alínea e, com responsável e prazo definidos na hora.

Hierarquia de controles no plano de ação, registrando em que nível do item 8.1.2 a medida se encontra.

App de checklistNão conformidadeAção corretiva
Dashboard do SULTS consolidando a auditoria ISO 45001 das unidades
4

Relate os resultados e consolide a rede

A norma exige relatar os resultados à gestão e também aos trabalhadores e seus representantes. O painel consolida as unidades por cláusula e o relatório de cada auditoria sai em PDF.

Relato à gestão e aos trabalhadores, como exige a alínea d do item 9.2.2.

Resultado por cláusula e por unidade, com ranking comparativo entre os endereços da rede.

Relatório de auditoria exportável em PDF, guardado como evidência da implementação do programa.

Painel por unidadeRelato de resultadosRelatório em PDF
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Perguntas Frequentes

O que é a ISO 45001?

É a norma internacional de sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional. Ela estabelece requisitos de contexto, liderança, identificação de perigos, requisitos legais, operação, avaliação de desempenho e melhoria, e exige auditoria interna pela cláusula 9.2. Na SULTS, esses requisitos viram roteiro de auditoria aplicado por unidade, com evidência documentada em cada item.

Qual é a versão vigente da ISO 45001 em 2026?

A ISO 45001:2018 com a Emenda 1:2024 incorporada. A adoção brasileira é idêntica e se chama ABNT NBR ISO 45001:2024. É esse o texto que serve como critério de auditoria hoje. Na SULTS, o roteiro é editável quando a norma muda, e as auditorias já aplicadas continuam no histórico com a versão contra a qual foram feitas.

A ISO 45001 está sendo revisada?

Sim. A votação do DIS da nova edição encerrou em 9 de setembro de 2026, com publicação da 2ª edição prevista para 2027. Até lá, a edição de 2018 com a Emenda 1:2024 segue como critério. Na SULTS, a troca de versão é uma revisão do roteiro, com data e autor registrados, sem apagar o que já foi auditado.

O que a Emenda 1 de 2024 mudou na ISO 45001?

Ela acrescentou a mudança climática às cláusulas 4.1 e 4.2, que tratam do entendimento da organização e do seu contexto e das necessidades e expectativas dos trabalhadores e de outras partes interessadas. É uma alteração pontual, não uma revisão da norma. Na SULTS, essas duas cláusulas entram como questões do roteiro de auditoria.

Qual a diferença entre SGSSO e SGSST?

SGSSO vem do título oficial da norma, Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional. SGSST é uso de mercado, alinhado ao vocabulário das normas regulamentadoras brasileiras. As duas siglas apontam para o mesmo sistema. Na SULTS, o nome do roteiro é definido pela matriz, e vale usar o termo que a documentação da rede já adota.

O que a ISO 45001 exige de auditoria interna?

O item 9.2.1 exige auditorias a intervalos planejados para verificar a conformidade com os requisitos da própria organização e com a norma, e se o sistema está implementado e mantido. O 9.2.2 acrescenta seis exigências, de programa a informação documentada. Na SULTS, cada uma delas vira parte do roteiro aplicado por unidade.

A ISO 45001 define de quanto em quanto tempo a auditoria interna deve acontecer?

Não. O item 9.2.1 fala em intervalos planejados e a alínea a do 9.2.2 manda a organização definir a frequência no programa de auditoria, considerando a importância dos processos e os resultados anteriores. Auditoria anual obrigatória é convenção. Na SULTS, a periodicidade é configurada por unidade e o sistema cobra a aplicação no prazo definido.

Quais cláusulas a auditoria interna ISO 45001 precisa cobrir?

A cláusula 4 de contexto; a 5 de liderança e participação, com a 5.4 de consulta e participação; a 6.1.2 de identificação de perigos e avaliação de riscos; a 6.1.3 de requisitos legais; a 7 de apoio; a 8.1.2 de eliminação de perigos; a 8.2 de emergências; a 9.1.2 de avaliação de conformidade; a 9.3 de análise crítica; e a 10.2 de incidente e ação corretiva. Na SULTS, cada uma é uma seção do roteiro.

O que é a cláusula 5.4 da ISO 45001?

É a cláusula de consulta e participação dos trabalhadores, criada por esta norma e sem equivalente nas outras normas de sistema de gestão. Ela é o que diferencia a 45001 de uma norma de qualidade aplicada à segurança. Na SULTS, as evidências de consulta e de participação ficam anexadas à unidade e entram como itens auditáveis do roteiro.

Qual a diferença entre consulta e participação dos trabalhadores?

São definições distintas na cláusula 3. Consulta, no 3.5, é buscar opiniões antes de tomar a decisão. Participação, no 3.4, é o envolvimento na própria tomada de decisão. Tratar as duas como sinônimo é um erro comum em auditoria. Na SULTS, os dois registros são campos separados, com a evidência de cada um anexada por unidade.

O que é a hierarquia de controles da ISO 45001?

É a ordem prescrita pelo item 8.1.2 para eliminar perigos e reduzir riscos de SST. Ela obriga a esgotar as medidas que removem o perigo antes de recorrer às que apenas protegem o indivíduo. Na SULTS, cada plano de ação aberto por uma não conformidade registra em que nível da hierarquia a medida adotada se encontra.

Qual a ordem da hierarquia de controles?

Eliminar o perigo; substituir por processos, operações, materiais ou equipamentos menos perigosos; controles de engenharia e reorganização do trabalho; controles administrativos, incluindo treinamento; e EPI adequado. O equipamento de proteção individual fecha a lista porque não remove o perigo. Na SULTS, essa ordem pode virar campo obrigatório do plano de ação.

O que é a cláusula 10.2 da ISO 45001?

É a cláusula de incidente, não conformidade e ação corretiva. Ela exige reagir e corrigir; avaliar a necessidade de ação corretiva com a participação dos trabalhadores; revisar as avaliações de risco; implementar ações aplicando a hierarquia de controles; avaliar perigos novos antes de agir; analisar a eficácia; e mudar o sistema se necessário. Na SULTS, esse ciclo vira um fluxo com responsável e prazo.

Qual a diferença entre incidente e acidente na ISO 45001?

A norma define incidente, no 3.35, como ocorrência que poderia resultar ou resulta em lesão e doença. O quase-acidente entra nessa definição. Acidente não é termo definido no texto. Na SULTS, o registro de ocorrência usa a categoria da norma, o que evita descartar o quase-acidente que a cláusula 10.2 manda tratar.

A ISO 45001 define acidente?

Não. O termo definido na cláusula 3 é incidente, no 3.35, e ele abrange tanto a ocorrência que resulta em lesão e doença quanto a que poderia ter resultado. Usar acidente como categoria de registro deixa de fora justamente o evento que a norma quer que a organização investigue. Na SULTS, a categoria segue o vocabulário da norma.

Qual a diferença entre perigo e risco na ISO 45001?

Perigo, no 3.19, é a fonte com potencial de causar lesão e doença. Risco, no 3.20, é o efeito da incerteza. E risco de SST, no 3.21, é a combinação da probabilidade de ocorrência com a gravidade. O item 6.1.2.2 manda avaliar os dois conceitos de risco. Na SULTS, perigo e risco são campos distintos no inventário de cada unidade.

O que é avaliação de conformidade na ISO 45001?

É a cláusula 9.1.2, que trata de avaliar o cumprimento dos requisitos legais e de outros requisitos aplicáveis à organização. Não se confunde com a auditoria interna da 9.2, que verifica o sistema de gestão. Na SULTS, a avaliação de conformidade legal pode ser um roteiro próprio, com periodicidade e responsável diferentes dos da auditoria.

Auditoria interna e avaliação de conformidade são a mesma coisa?

Não. A auditoria interna, cláusula 9.2, verifica se o sistema de gestão está conforme os requisitos da organização e da norma e se está implementado e mantido. A avaliação de conformidade, cláusula 9.1.2, verifica o cumprimento dos requisitos legais. Na SULTS, são dois roteiros distintos, aplicados com frequências próprias e consolidados no mesmo painel.

Existe auditoria de conformidade na ISO 45001?

Esse nome não existe no texto. Há a auditoria interna, na cláusula 9.2, e a avaliação de conformidade, na 9.1.2, que são processos diferentes. Misturar os dois nomes num procedimento interno gera confusão na certificação. Na SULTS, cada roteiro leva o nome da cláusula que ele cobre, o que mantém a rastreabilidade do documento.

Por que a cláusula 9.2 tem o mesmo número na ISO 9001 e na ISO 45001?

Porque as normas de sistema de gestão compartilham a estrutura de alto nível do Anexo SL, o que alinha a numeração das cláusulas. A 45001 acrescentou incidente ao título da 10.2 e criou a 5.4, de consulta e participação. Na SULTS, quem audita mais de uma norma reaproveita a estrutura do roteiro e troca apenas os requisitos específicos.

Qual a relação entre a ISO 45001 e as NRs brasileiras?

São instrumentos distintos: a norma internacional é voluntária e certificável, as normas regulamentadoras são obrigatórias. A cláusula 6.1.3 trata dos requisitos legais, o que traz as NRs para dentro do sistema de gestão como requisito a cumprir e a avaliar. Na SULTS, o roteiro de auditoria e os roteiros de NR convivem no mesmo cadastro de unidades.

Como uma rede aplica a auditoria interna ISO 45001 em todas as unidades com a SULTS?

A matriz monta o roteiro uma vez, com uma seção por cláusula auditada, define a frequência no programa de auditoria e distribui para as unidades. Cada auditoria é aplicada pelo aplicativo da SULTS, com evidência anexada item a item, e a não conformidade abre plano de ação. Todas as unidades aparecem no mesmo painel, comparáveis entre si.

Como a SULTS registra incidente, não conformidade e ação corretiva?

A ocorrência é registrada na unidade, com evidência e responsável, e abre o fluxo da cláusula 10.2: reação imediata, investigação com participação dos trabalhadores, revisão das avaliações de risco, ação aplicando a hierarquia de controles e verificação da eficácia. Na SULTS, cada etapa fica com data e autor, o que sustenta a informação documentada exigida.

Como a matriz consolida a auditoria ISO 45001 das unidades na SULTS?

O painel da SULTS mostra, por unidade, o resultado da última auditoria por cláusula, as não conformidades abertas, os prazos vencendo e o ranking entre as unidades. Os resultados podem ser relatados à gestão e aos trabalhadores, como exige a alínea d do 9.2.2, e o relatório de qualquer unidade é exportável em PDF.

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