Boas Práticas de Fabricação em cada planta

Checklist RDC 275 da Anvisa

Aplique a Lista de Verificação oficial com os 164 itens pelo celular em cada planta, com foto e responsável. O item reprovado vira plano de ação.

Ver o check list RDC 275 completo

Dashboard do Checklist da SULTS com filtros por período, supervisor e unidade, estatísticas de avaliações, itens em validação, planos de ação e itens em aberto, e cartões de checklists e planos de ação por status

Foto, hora e responsávelem cada item

Questão de checklist no aplicativo da SULTS com respostas Sim e Não, escala de avaliação e botões de imagem, plano de ação e comentário
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O que é

O que é o checklist RDC 275

Checklist RDC 275 é a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação do Anexo II da Resolução RDC 275/2002 da Anvisa, usada em estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos. São 164 itens em 5 blocos, respondidos com sim, não ou não se aplica, e o percentual atendido classifica o estabelecimento em Grupo 1, 2 ou 3.

No SULTS, o check list RDC 275 chega ao celular de quem cuida da qualidade em cada planta, com foto, assinatura e plano de ação no item reprovado, e a matriz compara o percentual de atendimento de todas as plantas no mesmo painel. É uma aplicação do sistema de checklist da SULTS, um dos +25 módulos da plataforma.

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Modelo gratuito e completo

Modelo de checklist RDC 275 em PDF com os 164 itens

É a Seção B do Anexo II da RDC 275 da Anvisa, com o texto e a numeração de cada item como estão na norma, nos 5 blocos e com as colunas SIM, NÃO e NA. Imprima como check list RDC 275 em PDF, cole no Word ou use como planilha no Excel. A cópia leva também os campos de identificação da empresa e a classificação em grupos.

  • 791. Edificação
  • 212. Equipamentos
  • 143. Manipuladores
  • 334. Produção
  • 175. Documentação
Usar este modelo no SULTS
Avaliação concluída no Checklist da SULTS com a seção Abertura da Unidade, uma questão de equipamentos não conforme com dois planos de ação, uma questão de limpeza com foto anexada e desempenho de 92,5%
Avaliação no Checklist da SULTS com as questões da seção, fotos anexadas, respostas com nota, planos de ação ligados às questões e pontuação de 93,75%

Edificação e instalações

79 itens20 subitens

Bloco 1 da Seção B do Anexo II da RDC 275, com o texto de cada item como está na norma. 79 itens.

1.1Área externa

  1. 1.1.1

    Área externa livre de focos de insalubridade, de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, de vetores e outros animais no pátio e vizinhança; de focos de poeira; de acúmulo de lixo nas imediações, de água estagnada, dentre outros.

  2. 1.1.2

    Vias de acesso interno com superfície dura ou pavimentada, adequada ao trânsito sobre rodas, escoamento adequado e limpas.

1.2Acesso

  1. 1.2.1

    Direto, não comum a outros usos (habitação).

1.3Área interna

  1. 1.3.1

    Área interna livre de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente.

1.4Piso

  1. 1.4.1

    Material que permite fácil e apropriada higienização (liso, resistente, drenados com declive, impermeável e outros).

  2. 1.4.2

    Em adequado estado de conservação (livre de defeitos, rachaduras, trincas, buracos e outros).

  3. 1.4.3

    Sistema de drenagem dimensionado adequadamente, sem acúmulo de resíduos. Drenos, ralos sifonados e grelhas colocados em locais adequados de forma a facilitar o escoamento e proteger contra a entrada de baratas, roedores etc.

1.5Tetos

  1. 1.5.1

    Acabamento liso, em cor clara, impermeável, de fácil limpeza e, quando for o caso, desinfecção.

  2. 1.5.2

    Em adequado estado de conservação (livre de trincas, rachaduras, umidade, bolor, descascamentos e outros).

1.6Paredes e divisórias

  1. 1.6.1

    Acabamento liso, impermeável e de fácil higienização até uma altura adequada para todas as operações. De cor clara.

  2. 1.6.2

    Em adequado estado de conservação (livres de falhas, rachaduras, umidade, descascamento e outros).

  3. 1.6.3

    Existência de ângulos abaulados entre as paredes e o piso e entre as paredes e o teto.

1.7Portas

  1. 1.7.1

    Com superfície lisa, de fácil higienização, ajustadas aos batentes, sem falhas de revestimento.

  2. 1.7.2

    Portas externas com fechamento automático (mola, sistema eletrônico ou outro) e com barreiras adequadas para impedir entrada de vetores e outros animais (telas milimétricas ou outro sistema).

  3. 1.7.3

    Em adequado estado de conservação (livres de falhas, rachaduras, umidade, descascamento e outros).

1.8Janelas e outras aberturas

  1. 1.8.1

    Com superfície lisa, de fácil higienização, ajustadas aos batentes, sem falhas de revestimento.

  2. 1.8.2

    Existência de proteção contra insetos e roedores (telas milimétricas ou outro sistema).

  3. 1.8.3

    Em adequado estado de conservação (livres de falhas, rachaduras, umidade, descascamento e outros).

1.9Escadas, elevadores de serviço, montacargas e estruturas auxiliares

  1. 1.9.1

    Construídos, localizados e utilizados de forma a não serem fontes de contaminação.

  2. 1.9.2

    De material apropriado, resistente, liso e impermeável, em adequado estado de conservação.

1.10Instalações sanitárias e vestiários para os manipuladores

  1. 1.10.1

    Quando localizados isolados da área de produção, acesso realizado por passagens cobertas e calçadas.

  2. 1.10.2

    Independentes para cada sexo (conforme legislação específica), identificados e de uso exclusivo para manipuladores de alimentos.

  3. 1.10.3

    Instalações sanitárias com vasos sanitários; mictórios e lavatórios íntegros e em proporção adequada ao número de empregados (conforme legislação específica).

  4. 1.10.4

    Instalações sanitárias servidas de água corrente, dotadas preferencialmente de torneira com acionamento automático e conectadas à rede de esgoto ou fossa séptica.

  5. 1.10.5

    Ausência de comunicação direta (incluindo sistema de exaustão) com a área de trabalho e de refeições.

  6. 1.10.6

    Portas com fechamento automático (mola, sistema eletrônico ou outro).

  7. 1.10.7

    Pisos e paredes adequadas e apresentando satisfatório estado de conservação.

  8. 1.10.8

    Iluminação e ventilação adequadas.

  9. 1.10.9

    Instalações sanitárias dotadas de produtos destinados à higiene pessoal: papel higiênico, sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e anti-séptico, toalhas de papel não reciclado para as mãos ou outro sistema higiênico e seguro para secagem.

  10. 1.10.10

    Presença de lixeiras com tampas e com acionamento não manual.

  11. 1.10.11

    Coleta freqüente do lixo.

  12. 1.10.12

    Presença de avisos com os procedimentos para lavagem das mãos.

  13. 1.10.13

    Vestiários com área compatível e armários individuais para todos os manipuladores.

  14. 1.10.14

    Duchas ou chuveiros em número suficiente (conforme legislação específica), com água fria ou com água quente e fria.

  15. 1.10.15

    Apresentam-se organizados e em adequado estado de conservação.

1.11Instalações sanitárias para visitantes e outros

  1. 1.11.1

    Instaladas totalmente independentes da área de produção e higienizados.

1.12Lavatórios na área de produção

  1. 1.12.1

    Existência de lavatórios na área de manipulação com água corrente, dotados preferencialmente de torneira com acionamento automático, em posições adequadas em relação ao fluxo de produção e serviço, e em número suficiente de modo a atender toda a área de produção.

  2. 1.12.2

    Lavatórios em condições de higiene, dotados de sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e anti-séptico, toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro de secagem e coletor de papel acionados sem contato manual.

1.13Iluminação e instalação elétrica

  1. 1.13.1

    Natural ou artificial adequada à atividade desenvolvida, sem ofuscamento, reflexos fortes, sombras e contrastes excessivos.

  2. 1.13.2

    Luminárias com proteção adequada contra quebras e em adequado estado de conservação.

  3. 1.13.3

    Instalações elétricas embutidas ou quando exteriores revestidas por tubulações isolantes e presas a paredes e tetos.

1.14Ventilação e climatização

  1. 1.14.1

    Ventilação e circulação de ar capazes de garantir o conforto térmico e o ambiente livre de fungos, gases, fumaça, pós, partículas em suspensão e condensação de vapores sem causar danos à produção.

  2. 1.14.2

    Ventilação artificial por meio de equipamento(s) higienizado(s) e com manutenção adequada ao tipo de equipamento.

  3. 1.14.3

    Ambientes climatizados artificialmente com filtros adequados.

  4. 1.14.4

    Existência de registro periódico dos procedimentos de limpeza e manutenção dos componentes do sistema de climatização (conforme legislação específica) afixado em local visível.

  5. 1.14.5

    Sistema de exaustão e ou insuflamento com troca de ar capaz de prevenir contaminações.

  6. 1.14.6

    Sistema de exaustão e ou insuflamento dotados de filtros adequados.

  7. 1.14.7

    Captação e direção da corrente de ar não seguem a direção da área contaminada para área limpa.

1.15Higienização das instalações

  1. 1.15.1

    Existência de um responsável pela operação de higienização comprovadamente capacitado.

  2. 1.15.2

    Freqüência de higienização das instalações adequada.

  3. 1.15.3

    Existência de registro da higienização.

  4. 1.15.4

    Produtos de higienização regularizados pelo Ministério da Saúde.

  5. 1.15.5

    Disponibilidade dos produtos de higienização necessários à realização da operação.

  6. 1.15.6

    A diluição dos produtos de higienização, tempo de contato e modo de uso/aplicação obedecem às instruções recomendadas pelo fabricante.

  7. 1.15.7

    Produtos de higienização identificados e guardados em local adequado.

  8. 1.15.8

    Disponibilidade e adequação dos utensílios (escovas, esponjas etc.) necessários à realização da operação. Em bom estado de conservação.

  9. 1.15.9

    Higienização adequada.

1.16Controle integrado de vetores e pragas urbanas

  1. 1.16.1

    Ausência de vetores e pragas urbanas ou qualquer evidência de sua presença como fezes, ninhos e outros.

  2. 1.16.2

    Adoção de medidas preventivas e corretivas com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação de vetores e pragas urbanas.

  3. 1.16.3

    Em caso de adoção de controle químico, existência de comprovante de execução do serviço expedido por empresa especializada.

1.17Abastecimento de água

  1. 1.17.1

    Sistema de abastecimento ligado à rede pública.

  2. 1.17.2

    Sistema de captação própria, protegido, revestido e distante de fonte de contaminação.

  3. 1.17.3

    Reservatório de água acessível com instalação hidráulica com volume, pressão e temperatura adequados, dotado de tampas, em satisfatória condição de uso, livre de vazamentos, infiltrações e descascamentos.

  4. 1.17.4

    Existência de responsável comprovadamente capacitado para a higienização do reservatório da água.

  5. 1.17.5

    Apropriada freqüência de higienização do reservatório de água.

  6. 1.17.6

    Existência de registro da higienização do reservatório de água ou comprovante de execução de serviço em caso de terceirização.

  7. 1.17.7

    Encanamento em estado satisfatório e ausência de infiltrações e interconexões, evitando conexão cruzada entre água potável e não potável.

  8. 1.17.8

    Existência de planilha de registro da troca periódica do elemento filtrante.

  9. 1.17.9

    Potabilidade da água atestada por meio de laudos laboratoriais, com adequada periodicidade, assinados por técnico responsável pela análise ou expedidos por empresa terceirizada.

  10. 1.17.10

    Disponibilidade de reagentes e equipamentos necessários à análise da potabilidade de água realizadas no estabelecimento.

  11. 1.17.11

    Controle de potabilidade realizado por técnico comprovadamente capacitado.

  12. 1.17.12

    Gelo produzido com água potável, fabricado, manipulado e estocado sob condições sanitárias satisfatórias, quando destinado a entrar em contato com alimento ou superfície que entre em contato com alimento.

  13. 1.17.13

    Vapor gerado a partir de água potável quando utilizado em contato com o alimento ou superfície que entre em contato com o alimento.

1.18Manejo dos resíduos

  1. 1.18.1

    Recipientes para coleta de resíduos no interior do estabelecimento de fácil higienização e transporte, devidamente identificados e higienizados constantemente; uso de sacos de lixo apropriados. Quando necessário, recipientes tampados com acionamento não manual.

  2. 1.18.2

    Retirada freqüente dos resíduos da área de processamento, evitando focos de contaminação.

  3. 1.18.3

    Existência de área adequada para estocagem dos resíduos.

1.19Esgotamento sanitário

  1. 1.19.1

    Fossas, esgoto conectado à rede pública, caixas de gordura em adequado estado de conservação e funcionamento.

1.20Leiaute

  1. 1.20.1

    Leiaute adequado ao processo produtivo: número, capacidade e distribuição das dependências de acordo com o ramo de atividade, volume de produção e expedição.

  2. 1.20.2

    Áreas para recepção e depósito de matéria-prima, ingredientes e embalagens distintas das áreas de produção, armazenamento e expedição de produto final.

Equipamentos, móveis e utensílios

21 itens4 subitens

Bloco 2 da Seção B do Anexo II da RDC 275, com o texto de cada item como está na norma. 21 itens.

2.1Equipamentos

  1. 2.1.1

    Equipamentos da linha de produção com desenho e número adequado ao ramo.

  2. 2.1.2

    Dispostos de forma a permitir fácil acesso e higienização adequada.

  3. 2.1.3

    Superfícies em contato com alimentos lisas, íntegras, impermeáveis, resistentes à corrosão, de fácil higienização e de material não contaminante.

  4. 2.1.4

    Em adequado estado de conservação e funcionamento.

  5. 2.1.5

    Equipamentos de conservação dos alimentos (refrigeradores, congeladores, câmaras frigoríficas e outros), bem como os destinados ao processamento térmico, com medidor de temperatura localizado em local apropriado e em adequado funcionamento.

  6. 2.1.6

    Existência de planilhas de registro da temperatura, conservadas durante período adequado.

  7. 2.1.7

    Existência de registros que comprovem que os equipamentos e maquinários passam por manutenção preventiva.

  8. 2.1.8

    Existência de registros que comprovem a calibração dos instrumentos e equipamentos de medição ou comprovante da execução do serviço quando a calibração for realizada por empresas terceirizadas.

2.2Móveis (mesas, bancadas, vitrines, estantes)

  1. 2.2.1

    Em número suficiente, de material apropriado, resistentes, impermeáveis; em adequado estado de conservação, com superfícies íntegras.

  2. 2.2.2

    Com desenho que permita uma fácil higienização (lisos, sem rugosidades e frestas).

2.3Utensílios

  1. 2.3.1

    Material não contaminante, resistentes à corrosão, de tamanho e forma que permitam fácil higienização: em adequado estado de conservação e em número suficiente e apropriado ao tipo de operação utilizada.

  2. 2.3.2

    Armazenados em local apropriado, de forma organizada e protegidos contra a contaminação.

2.4Higienização dos equipamentos e maquinários, e dos móveis e utensílios

  1. 2.4.1

    Existência de um responsável pela operação de higienização comprovadamente capacitado.

  2. 2.4.2

    Freqüência de higienização adequada.

  3. 2.4.3

    Existência de registro da higienização.

  4. 2.4.4

    Produtos de higienização regularizados pelo Ministério da Saúde.

  5. 2.4.5

    Disponibilidade dos produtos de higienização necessários à realização da operação.

  6. 2.4.6

    Diluição dos produtos de higienização, tempo de contato e modo de uso/aplicação obedecem às instruções recomendadas pelo fabricante.

  7. 2.4.7

    Produtos de higienização identificados e guardados em local adequado.

  8. 2.4.8

    Disponibilidade e adequação dos utensílios necessários à realização da operação. Em bom estado de conservação.

  9. 2.4.9

    Adequada higienização.

Manipuladores

14 itens6 subitens

Bloco 3 da Seção B do Anexo II da RDC 275, com o texto de cada item como está na norma. 14 itens.

3.1Vestuário

  1. 3.1.1

    Utilização de uniforme de trabalho de cor clara, adequado à atividade e exclusivo para área de produção.

  2. 3.1.2

    Limpos e em adequado estado de conservação.

  3. 3.1.3

    Asseio pessoal: boa apresentação, asseio corporal, mãos limpas, unhas curtas, sem esmalte, sem adornos (anéis, pulseiras, brincos, etc.); manipuladores barbeados, com os cabelos protegidos.

3.2Hábitos higiênicos

  1. 3.2.1

    Lavagem cuidadosa das mãos antes da manipulação de alimentos, principalmente após qualquer interrupção e depois do uso de sanitários.

  2. 3.2.2

    Manipuladores não espirram sobre os alimentos, não cospem, não tossem, não fumam, não manipulam dinheiro ou não praticam outros atos que possam contaminar o alimento.

  3. 3.2.3

    Cartazes de orientação aos manipuladores sobre a correta lavagem das mãos e demais hábitos de higiene, afixados em locais apropriados.

3.3Estado de saúde

  1. 3.3.1

    Ausência de afecções cutâneas, feridas e supurações; ausência de sintomas e infecções respiratórias, gastrointestinais e oculares.

3.4Programa de controle de saúde

  1. 3.4.1

    Existência de supervisão periódica do estado de saúde dos manipuladores.

  2. 3.4.2

    Existência de registro dos exames realizados.

3.5Equipamento de proteção individual

  1. 3.5.1

    Utilização de Equipamento de Proteção Individual.

3.6Programa de capacitação dos manipuladores e supervisão

  1. 3.6.1

    Existência de programa de capacitação adequado e contínuo relacionado à higiene pessoal e à manipulação dos alimentos.

  2. 3.6.2

    Existência de registros dessas capacitações.

  3. 3.6.3

    Existência de supervisão da higiene pessoal e manipulação dos alimentos.

  4. 3.6.4

    Existência de supervisor comprovadamente capacitado.

Produção e transporte do alimento

33 itens5 subitens

Bloco 4 da Seção B do Anexo II da RDC 275, com o texto de cada item como está na norma. 33 itens.

4.1Matéria-prima, ingredientes e embalagens

  1. 4.1.1

    Operações de recepção da matéria-prima, ingredientes e embalagens são realizadas em local protegido e isolado da área de processamento.

  2. 4.1.2

    Matérias-primas, ingredientes e embalagens inspecionados na recepção.

  3. 4.1.3

    Existência de planilhas de controle na recepção (temperatura e características sensoriais, condições de transporte e outros).

  4. 4.1.4

    Matérias-primas e ingredientes aguardando liberação e aqueles aprovados estão devidamente identificados.

  5. 4.1.5

    Matérias-primas, ingredientes e embalagens reprovados no controle efetuado na recepção são devolvidos imediatamente ou identificados e armazenados em local separado.

  6. 4.1.6

    Rótulos da matéria-prima e ingredientes atendem à legislação.

  7. 4.1.7

    Critérios estabelecidos para a seleção das matérias-primas são baseados na segurança do alimento.

  8. 4.1.8

    Armazenamento em local adequado e organizado; sobre estrados distantes do piso, ou sobre paletes, bem conservados e limpos, ou sobre outro sistema aprovado, afastados das paredes e distantes do teto de forma que permita apropriada higienização, iluminação e circulação de ar.

  9. 4.1.9

    Uso das matérias-primas, ingredientes e embalagens respeita a ordem de entrada dos mesmos, sendo observado o prazo de validade.

  10. 4.1.10

    Acondicionamento adequado das embalagens a serem utilizadas.

  11. 4.1.11

    Rede de frio adequada ao volume e aos diferentes tipos de matérias-primas e ingredientes.

4.2Fluxo de produção

  1. 4.2.1

    Locais para pré-preparo ("área suja") isolados da área de preparo por barreira física ou técnica.

  2. 4.2.2

    Controle da circulação e acesso do pessoal.

  3. 4.2.3

    Conservação adequada de materiais destinados ao reprocessamento.

  4. 4.2.4

    Ordenado, linear e sem cruzamento.

4.3Rotulagem e armazenamento do produto final

  1. 4.3.1

    Dizeres de rotulagem com identificação visível e de acordo com a legislação vigente.

  2. 4.3.2

    Produto final acondicionado em embalagens adequadas e íntegras.

  3. 4.3.3

    Alimentos armazenados separados por tipo ou grupo, sobre estrados distantes do piso, ou sobre paletes, bem conservados e limpos ou sobre outro sistema aprovado, afastados das paredes e distantes do teto de forma a permitir apropriada higienização, iluminação e circulação de ar.

  4. 4.3.4

    Ausência de material estranho, estragado ou tóxico.

  5. 4.3.5

    Armazenamento em local limpo e conservado.

  6. 4.3.6

    Controle adequado e existência de planilha de registro de temperatura, para ambientes com controle térmico.

  7. 4.3.7

    Rede de frio adequada ao volume e aos diferentes tipos de alimentos.

  8. 4.3.8

    Produtos avariados, com prazo de validade vencido, devolvidos ou recolhidos do mercado devidamente identificados e armazenados em local separado e de forma organizada.

  9. 4.3.9

    Produtos finais aguardando resultado analítico ou em quarentena e aqueles aprovados devidamente identificados.

4.4Controle de qualidade do produto final

  1. 4.4.1

    Existência de controle de qualidade do produto final.

  2. 4.4.2

    Existência de programa de amostragem para análise laboratorial do produto final.

  3. 4.4.3

    Existência de laudo laboratorial atestando o controle de qualidade do produto final, assinado pelo técnico da empresa responsável pela análise ou expedido por empresa terceirizada.

  4. 4.4.4

    Existência de equipamentos e materiais necessários para análise do produto final realizadas no estabelecimento.

4.5Transporte do produto final

  1. 4.5.1

    Produto transportado na temperatura especificada no rótulo.

  2. 4.5.2

    Veículo limpo, com cobertura para proteção de carga. Ausência de vetores e pragas urbanas ou qualquer evidência de sua presença como fezes, ninhos e outros.

  3. 4.5.3

    Transporte mantém a integridade do produto.

  4. 4.5.4

    Veículo não transporta outras cargas que comprometam a segurança do produto.

  5. 4.5.5

    Presença de equipamento para controle de temperatura quando se transporta alimentos que necessitam de condições especiais de conservação.

Documentação

17 itens9 subitens

Bloco 5 da Seção B do Anexo II da RDC 275, com o texto de cada item como está na norma. 17 itens.

5.1Manual de Boas Práticas de Fabricação

  1. 5.1.1

    Operações executadas no estabelecimento estão de acordo com o Manual de Boas Práticas de Fabricação.

5.2.1POP: Higienização das instalações, equipamentos e utensílios

  1. 5.2.1.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.1.2

    POP descrito está sendo cumprido.

5.2.2POP: Controle de potabilidade da água

  1. 5.2.2.1

    Existência de POP estabelecido para controle de potabilidade da água.

  2. 5.2.2.2

    POP descrito está sendo cumprido.

5.2.3POP: Higiene e saúde dos manipuladores

  1. 5.2.3.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.3.2

    POP descrito está sendo cumprido.

5.2.4POP: Manejo dos resíduos

  1. 5.2.4.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.4.2

    O POP descrito está sendo cumprido.

5.2.5POP: Manutenção preventiva e calibração de equipamentos

  1. 5.2.5.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.5.2

    O POP descrito está sendo cumprido.

5.2.6POP: Controle integrado de vetores e pragas urbanas

  1. 5.2.6.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.6.2

    O POP descrito está sendo cumprido.

5.2.7POP: Seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens

  1. 5.2.7.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.7.2

    O POP descrito está sendo cumprido.

5.2.8POP: Programa de recolhimento de alimentos

  1. 5.2.8.1

    Existência de POP estabelecido para este item.

  2. 5.2.8.2

    O POP descrito está sendo cumprido.

Transcrição da Lista de Verificação da RDC 275/2002 da Anvisa (Anexo II republicado no DOU de 6 de novembro de 2002), com a grafia da época. Não substitui o texto oficial da resolução, a Portaria SVS/MS nº 326/1997, as normas do seu estado e município, o Manual de Boas Práticas de Fabricação nem os POPs da empresa.

Usar este modelo no SULTS

A norma em números

Classificação em Grupo 1, 2 e 3 e os números da RDC 275

A Seção D converte o resultado da lista em um grupo. A norma define as faixas pelo percentual de atendimento dos itens e não detalha a conta. No SULTS, a nota sai em percentual ao concluir cada aplicação, planta por planta.

  • Grupo 1

    76% a 100% de atendimento

    A faixa mais alta da classificação do estabelecimento, pelo percentual de atendimento dos itens da lista.

    Anexo II, Seção D
  • Grupo 2

    51% a 75% de atendimento

    A faixa intermediária. Mostra quais blocos puxam o resultado para baixo e onde agir primeiro.

    Anexo II, Seção D
  • Grupo 3

    0% a 50% de atendimento

    A faixa mais baixa. A vigilância sanitária usa a classificação para priorizar as estratégias de intervenção.

    Anexo II, Seção D
  • 164

    Itens de avaliação

    São 79 de edificação e instalações, 21 de equipamentos, 14 de manipuladores, 33 de produção e transporte e 17 de documentação.

    Anexo II, Seção B
  • SIM, NÃO e NA

    Três respostas por item

    NA quer dizer não se aplica, pela nota da própria lista. Não existe resposta parcial.

    Anexo II, Seção B
  • 6 seções

    Da identificação às assinaturas

    A identificação da empresa, a avaliação, as considerações finais, a classificação e os responsáveis pela inspeção e pela empresa.

    Anexo II, Seções A a F
  • 8 POPs

    Procedimentos obrigatórios

    Cada um aparece duas vezes na lista: se o POP existe e se está sendo cumprido.

    Anexo I, item 4.1.1
  • 3 assinaturas

    Nos POPs aprovados

    Responsável técnico, responsável pela operação e responsável legal ou proprietário, com data.

    Anexo I, item 4.1.2
  • Vida de prateleira

    Guarda dos registros

    Os registros dos POPs ficam guardados por período superior ao tempo de vida de prateleira do produto.

    Anexo I, item 5.2

Procedimentos Operacionais Padronizados

Os 8 POPs exigidos pela RDC 275

O item 4.1.1 do Anexo I manda desenvolver, implementar e manter um POP para cada tema abaixo. Os POPs são aprovados, datados e assinados, trazem a frequência e os responsáveis e ficam com registros datados e assinados.

  1. Higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios

    Natureza da superfície, método, princípio ativo e concentração, tempo de contato e temperatura, com o desmonte dos equipamentos quando aplicável.

    Anexo I, item 4.2.1
  2. Controle da potabilidade da água

    Locais de coleta das amostras, frequência, análises, metodologia e responsáveis. Se terceirizado, laudo de análise e certificado de higienização do reservatório.

    Anexo I, item 4.2.2
  3. Higiene e saúde dos manipuladores

    Lavagem e antissepsia das mãos, conduta com lesões e sintomas, exames e periodicidade, e capacitação com carga horária e registro nominal.

    Anexo I, item 4.2.3
  4. Manejo dos resíduos

    Frequência e responsável pelo manejo, com a higienização dos coletores e da área de armazenamento dos resíduos.

    Anexo I, item 4.2.4
  5. Manutenção preventiva e calibração de equipamentos

    Periodicidade e responsáveis pela manutenção, higienização depois dela e calibração dos instrumentos de medição.

    Anexo I, item 4.2.5
  6. Controle integrado de vetores e pragas urbanas

    Medidas preventivas e corretivas. No controle químico, comprovante de execução da empresa especializada contratada.

    Anexo I, item 4.2.6
  7. Seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens

    Critérios de seleção e recebimento, tempo de quarentena quando aplicável e destino do que for reprovado.

    Anexo I, item 4.2.7
  8. Programa de recolhimento de alimentos

    Quando o programa é acionado, como recolher de forma rápida e efetiva, segregação, destino final e responsáveis.

    Anexo I, item 4.2.8

Para escrever e distribuir os procedimentos às plantas, veja o modelo de POP. Na lista de verificação, os 8 POPs formam o subitem 5.2 do bloco de documentação.

Como funciona

Checklist RDC 275 digital em 3 passos

A Lista de Verificação vira roteiro uma vez e chega a todas as plantas, com agenda, nota calculada ao concluir e plano de ação no item que reprova. O que muda de planta para planta é a resposta, não a régua.

  1. 01Monte o roteiro
  2. 02Aplique na planta
  3. 03Corrija e compare

Monte a Lista de Verificação como roteiro

Os 5 blocos da RDC 275 viram seções do questionário, com os itens da norma, respostas Sim, Não e Não se aplica, pesos e questões críticas. Cada planta pode ter o seu roteiro.

  • Uma seção por bloco da norma

    Do bloco 1, de edificação e instalações, ao 5, de documentação, com peso e pontuação por seção.

  • +40 tipos de resposta

    Sim, não e não se aplica, número e decimal para temperatura, data, escala, foto e assinatura.

Editor da Lista de Verificação RDC 275 no Checklist da SULTS, com uma seção por bloco da norma e respostas Sim, Não e Não se aplica
Agenda do Checklist da SULTS em visão mensal, com as verificações de cada dia por responsável e unidade e os totais em dia, atrasados e realizados
  • Peso e questão crítica

    Presença de pragas, água sem potabilidade atestada ou POP ausente pesam mais, e a questão crítica reprovada zera a nota.

  • Um roteiro por planta

    Fábrica, centro de distribuição e cozinha central com a mesma régua da norma e as perguntas de cada operação.

Aplique na planta com foto e assinatura

O responsável pela qualidade escolhe a planta e o roteiro, faz check-in e responde bloco por bloco. A orientação de cada item aparece na tela, e a nota sai ao concluir.

  • Check-in e check-out

    Geolocalizados, com o horário real de início e fim da verificação.

  • Foto com GPS, data e hora

    Piso, lavatório, câmara fria e área de expedição fotografados no item. Quando o item exige foto, o roteiro não avança sem ela.

  • Temperatura como número

    A leitura em °C das câmaras e do transporte fica no registro de cada aplicação e pode ser comparada entre datas.

  • Agenda por planta

    Roteiros diários, semanais ou mensais cobrados em cada planta na data certa.

Aplicação de um roteiro na versão web do Checklist da SULTS, com a lista de questões da seção à esquerda e respostas Sim e Não, escala de Péssimo a Ótimo e cinco estrelas, com imagem, plano de ação e comentário em cada questão
Checklist concluído com sucesso no aplicativo da SULTS, com a pontuação final de 270 de 300, 90%
Tela de nova assinatura no aplicativo de checklist da SULTS, com o nome e o cargo de quem assina e a assinatura feita no celular

Corrija o que reprovou e compare as plantas

O item reprovado abre um plano de ação 5W2H com responsável, prazo e custo. A gestão vê quais plantas aplicaram o roteiro no período e o percentual de cada uma.

  • Plano de ação no celular

    Quem recebe corrige e anexa a foto, e quem criou aprova ou rejeita com justificativa.

  • Item crítico vira chamado

    Equipamento sem medidor de temperatura ou tela de proteção rompida abrem chamado com SLA para a manutenção.

Planos de ação da SULTS para item não conforme, com o que será feito, quem fará e data de entrega, um aprovado e outro em atraso
Evolução dos aproveitamentos por unidade no Checklist da SULTS, com a média de pontuação mensal e o aproveitamento geral de 74,31%
  • Ranking entre plantas

    Por unidade, por questionário e por supervisor, com pior, melhor resultado e média.

  • Treino onde reprova

    O item que reprova em várias plantas pode ligar a uma trilha da Universidade Corporativa.

Veja a RDC 275 das suas plantas rodando no app

+1.750 marcas e +92 mil unidades operam no SULTS. American Cookies, Milky Moo e Lugano contam nos cases como mantêm o padrão das operações.

Agendar demonstração

30 minutos, ao vivo, com um especialista.

Cases

Marcas de alimentos que auditam as operações no SULTS

O mesmo módulo que roda o checklist RDC 275, contado nos cases por quem lidera a operação.

Lojas da American Cookies
+70
Lojas próprias
30
Para implantar uma loja
30 dias

A American Cookies tem indústria própria para produção, embalagem e congelamento e logística própria para todo o Brasil. No SULTS, a rede acompanha as lojas com auditorias, chamados e compras.

“A prática de você aplicar o checklist nas operações que garante o padrão de franquia e sem padrão você não tem franquia. É isso que garante que o cookie está sendo bem assado lá na ponta, que está sendo bem entregue para o cliente.”

Foto de Francielle de Faria, Sócia-fundadora, American CookiesFrancielle de FariaSócia-fundadora, American Cookies
Ler o case da American Cookies
  • +900Franquias da Milky Moo

    “A SULTS entrou na companhia há 4 anos atrás e foi uma revolução naquele momento assim de organização. Hoje a gente consegue compilar muito mais as coisas, ter um histórico muito maior, registro de tudo.”

    Foto de Lohran Soares, Fundador e CEO, Milky MooLohran SoaresFundador e CEO, Milky Moo
    Ler o case
  • +200Lojas da Lugano

    “O checklist é uma ferramenta fundamental para qualquer franqueadora. Ele acompanha indicadores de qualidade, principalmente.”

    Foto de Anibal Martins, Diretor Geral de Franquias, LuganoAnibal MartinsDiretor Geral de Franquias, Lugano
    Ler o case
  • +38Operações da Sushiloko

    “A gente continuou trabalhando presencial, mas a parte de você ter uma estrutura para o online, a questão de Chamados, Checklist, Universidade Corporativa ajudou muito a mudar o jogo assim para a gente.”

    Foto de Jales Marinho, Diretor Geral, Grupo Lago FranquiasJales MarinhoDiretor Geral, Grupo Lago Franquias
    Ler o case

Ver todos os cases

Demonstração ao vivo

Veja a RDC 275 das suas plantas na tela

Um especialista monta com você um roteiro parecido com o que a sua qualidade já usa e percorre o ciclo inteiro, do app da planta ao painel da matriz.

O que você vê em 30 minutos

  • A Lista de Verificação RDC 275 montada na tela, com uma seção por bloco, respostas Sim, Não e Não se aplica, foto obrigatória e questão crítica
  • A aplicação no app, com check-in, foto e assinatura, e o plano de ação chegando a quem corrige
  • O painel com o percentual de cada planta e as respostas sobre preço, implantação e integração
Agendar demonstração

São 4 campos: nome, e-mail corporativo, WhatsApp e empresa. A agenda abre em seguida.

Leitura atenta da norma

O que a RDC 275 não exige

Saber o que está fora da norma evita exigência que ela não faz e deixa o roteiro igual ao que a vigilância sanitária vai conferir.

  • Não fixa a periodicidade dos exames

    O item 4.2.3 do Anexo I manda o POP de higiene e saúde dos manipuladores especificar quais exames são feitos e com que periodicidade.

  • Não fixa a carga horária da capacitação

    O mesmo item 4.2.3 pede que o programa de capacitação em higiene determine carga horária, conteúdo e frequência, com registro nominal da participação.

  • Não fixa prazo de guarda em anos

    Pelo item 5.2 do Anexo I, os registros ficam guardados por período superior ao tempo de vida de prateleira do produto.

  • Não traz fórmula além das faixas

    A Seção D define os grupos pelo percentual de atendimento dos itens. Como os itens NA entram na conta fica a cargo de quem avalia, então vale registrar o critério no procedimento interno.

  • Não vale onde há regulamento específico

    Pelo Art. 4º, a Lista de Verificação não se aplica aos estabelecimentos que têm regulamento técnico específico.

  • Não substitui o controle do processo

    Pelo Art. 5º, atender a lista não exclui as exigências de controle sanitário do processo produtivo.

Comparativo

Check list RDC 275 no papel, no Excel ou no app

O modelo em PDF ou no Word resolve uma planta. Com várias fábricas e centros de distribuição, a diferença aparece no que acontece depois da verificação.

Comparação entre o checklist RDC 275 em papel, em Word ou Excel e no checklist digital da SULTS
RotinaPapel ou PDF impressoWord ou ExcelChecklist digital SULTS
Registro da verificaçãoLista preenchida e guardada na plantaLinha digitada depois do turnoRoteiro respondido no celular, com check-in e assinatura
EvidênciaRubrica de quem conferiuAnexo mandado por e-mailFoto com GPS, data e hora ligada ao item
Percentual de atendimentoConta feita à mão no fimFórmula montada em cada arquivoNota calculada ao concluir, com peso por item
Item reprovadoAnotado para a próxima inspeçãoCélula pintada de vermelhoPlano de ação com responsável e prazo
Visão da empresaPastas em cada plantaArquivos juntados no fim do mêsPainel com o resultado de cada planta e quem está em falta
FiscalizaçãoProcura da lista na horaBusca do arquivo certoPDF de cada aplicação com respostas, fotos e assinaturas

Continue por aqui

Outros checklists para a indústria de alimentos

Rotinas que completam as Boas Práticas de Fabricação nas plantas, cada uma com o roteiro e os pontos de controle.

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Modelos, normas e guias gratuitos por segmento e rotina.

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Antes de decidir

Implantação, uso e preço do checklist RDC 275

As perguntas que aparecem na primeira conversa, respondidas com o que o SULTS entrega hoje.

  • A equipe da planta vai usar?

    O app segue o mesmo fluxo em todos os roteiros: unidade, questionário, check-in, seções e conclusão, com a orientação de cada item na tela. Na American Cookies, as lojas são acompanhadas pelo SULTS com auditorias, chamados e compras.

    Ler o case da American Cookies
  • Como sair da planilha ou do PDF?

    Na implantação, o time da SULTS transforma a lista que a empresa já usa no primeiro roteiro, importa unidades e usuários e treina os administradores. O peso de cada item é ajustado com os primeiros resultados.

    Ver a implantação na demonstração
  • Onde ficam o Manual de Boas Práticas de Fabricação e os POPs?

    No Disco Virtual da SULTS, com o documento de cada filial no disco dela e acesso pelo mesmo aplicativo do checklist. Laudos de potabilidade, comprovantes de controle de pragas e licenças ficam no mesmo lugar.

    Ver o controle de documentos por unidade
  • Os dados ficam seguros?

    Cada empresa acessa pelo próprio subdomínio, com dados logicamente separados e de propriedade dela, criptografia TLS, backups completos semanais e incrementais diários.

    Ver o módulo de Segurança
  • Quanto custa?

    O preço é sob medida, com cobrança por usuário ou por unidade, conforme a operação. Dá para começar pelo plano Starter, com até 3 módulos, e o aplicativo está incluído desde ele.

    Ver os planos

Dúvidas antes da demonstração

Tire suas dúvidas com um especialista da SULTS pelo WhatsApp

  • Preço e planosO plano certo para o número de plantas e unidades.
  • ImplantaçãoComo a lista em PDF ou Excel entra na plataforma.
  • IntegraçãoComo o checklist conversa com os sistemas que a empresa já usa.

Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Time comercial da SULTSAtende pelo WhatsApp e pelo 0800

  • Resposta em horário comercial
  • Especialista em operações com muitas unidades
  • Sem compromisso

Perguntas frequentes

O que é o checklist RDC 275?

Checklist RDC 275 é a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação do Anexo II da Resolução RDC 275/2002 da Anvisa, aplicada em indústrias de alimentos. São 164 itens em 5 blocos, respondidos com sim, não ou não se aplica, e o percentual de atendimento classifica o estabelecimento em Grupo 1, 2 ou 3.

O que é a RDC 275/2002 da Anvisa?

É a Resolução RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002, ou RDC 275/02, que aprova os Procedimentos Operacionais Padronizados (Anexo I) e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação (Anexo II) para indústrias de alimentos. A RDC nº 275, de 9 de abril de 2019, é outra norma: trata da Autorização de Funcionamento de farmácias e drogarias.

A RDC 275 de 2002 foi revogada ou está em vigor em 2026?

Está em vigor e não foi revogada. A RDC 275/2002 aparece como vigente na base de legislação da Anvisa, consultada em 30 de setembro de 2026. A Consulta Pública nº 1.362/2025 propõe uma norma de Boas Práticas, princípios do APPCC e POPs para a cadeia produtiva de alimentos, mas a nova resolução ainda não foi publicada.

Existe check list RDC 275 em PDF ou Word para baixar?

Sim. O modelo desta página traz os 164 itens da Lista de Verificação com a numeração da norma e as colunas SIM, NÃO e NA. O botão Imprimir ou salvar em PDF gera o check list RDC 275 em PDF, e o botão Copiar para Word ou Excel leva o texto pronto para colar. É grátis e não pede cadastro.

Quantos itens e blocos tem o check list RDC 275?

A Seção B do Anexo II tem 164 itens em 5 blocos: 1 Edificação e instalações, com 79; 2 Equipamentos, móveis e utensílios, com 21; 3 Manipuladores, com 14; 4 Produção e transporte do alimento, com 33; e 5 Documentação, com 17, que inclui o Manual de Boas Práticas de Fabricação e os 8 POPs.

A quem se aplica a RDC 275?

Pelo item 1.2 do Anexo I, aos estabelecimentos processadores e industrializadores que fazem produção ou industrialização, fracionamento, armazenamento e transporte de alimentos industrializados. Pelo Art. 4º, a Lista de Verificação não se aplica aos estabelecimentos que têm regulamento técnico específico. Serviços de alimentação seguem outra norma.

Quais POPs a RDC 275 exige?

São oito POPs obrigatórios, pelo item 4.1.1 do Anexo I: higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios; controle da potabilidade da água; higiene e saúde dos manipuladores; manejo dos resíduos; manutenção preventiva e calibração de equipamentos; controle integrado de vetores e pragas urbanas; seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens; e programa de recolhimento de alimentos.

Quem aprova e assina os POPs da RDC 275?

Pelo item 4.1.2 do Anexo I, os POPs são aprovados, datados e assinados pelo responsável técnico, pelo responsável pela operação e pelo responsável legal ou proprietário, que firmam o compromisso de implementação, monitoramento, avaliação, registro e manutenção. Os POPs trazem ainda a frequência das operações e o nome, cargo ou função dos responsáveis.

O que é Grupo 1, Grupo 2 e Grupo 3 na RDC 275?

São as faixas de classificação da Seção D do Anexo II. Grupo 1 vai de 76% a 100% de atendimento dos itens, Grupo 2 de 51% a 75% e Grupo 3 de 0% a 50%. A classificação ajuda os órgãos de vigilância sanitária a montar o panorama sanitário e priorizar as estratégias de intervenção.

O que significa NA no check list RDC 275?

NA quer dizer não se aplica, pela nota da própria Seção B. Cada item recebe SIM, NÃO ou NA, e o NA marca o que não existe na operação avaliada, como captação própria de água numa planta ligada à rede pública. A norma não diz como o NA entra no percentual, então registre o critério adotado.

Por quanto tempo guardar os registros da RDC 275?

O item 5.2 do Anexo I não fixa prazo em anos. Os registros de execução e de monitoramento dos POPs, e das medidas corretivas, ficam em planilhas ou documentos datados e assinados pelo responsável pela operação e são mantidos por período superior ao tempo de vida de prateleira do produto.

O que o Manual de Boas Práticas de Fabricação precisa conter?

Pelo item 2.9 do Anexo I, descreve as operações do estabelecimento com, no mínimo, os requisitos sanitários dos edifícios, manutenção e higienização das instalações, equipamentos e utensílios, controle da água, controle integrado de vetores e pragas urbanas, higiene e saúde dos manipuladores e controle e garantia de qualidade do produto final.

Qual a relação entre a RDC 275 e a Portaria 326/1997?

A Portaria SVS/MS nº 326, de 30 de julho de 1997, traz o regulamento de condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para a indústria de alimentos. A RDC 275 complementa esse regulamento com os POPs e com a Lista de Verificação, que avalia o cumprimento das duas normas, pelo Art. 3º.

A RDC 275 exige APPCC?

Não. O texto da RDC 275 trata dos 8 POPs e da Lista de Verificação e não menciona APPCC nem análise de perigos. Os princípios do APPCC aparecem na proposta da Consulta Pública nº 1.362/2025, que ainda não virou norma. Quem monta o programa hoje trabalha com os POPs, o Manual e a lista.

A indústria segue a RDC 275 ou a RDC 216?

A planta industrial segue a RDC 275, e a RDC 216 vale para serviços de alimentação, como restaurantes e lanchonetes, e exclui os estabelecimentos industriais do seu escopo. Uma empresa com fábrica e lojas aplica cada lista no lugar certo. Para as lojas e cozinhas, veja o checklist RDC 216.

Qual a penalidade por descumprir a RDC 275?

Pelo Art. 6º, a inobservância da resolução configura infração de natureza sanitária, na forma da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977, e sujeita o infrator às penalidades dessa lei. A resolução não fixa valores. Na inspeção, conta o que a planta mostra: POPs, registros e as condições encontradas.

Existe app de checklist RDC 275?

Existe. No SULTS, o checklist RDC 275 roda no aplicativo para Android e iOS, com foto, check-in, assinatura e plano de ação, e o painel compara todas as plantas. O app vem incluído desde o plano Starter, e o aplicativo de checklist mostra os recursos. Veja o app na demonstração.

Como aplicar o checklist RDC 275 em várias plantas?

Monte a Lista de Verificação uma vez, com uma seção por bloco da norma, e agende em cada planta. No SULTS, quem cuida da qualidade responde pelo celular, com foto e assinatura, o item reprovado abre plano de ação e o painel mostra o percentual de cada planta, para comparar com as faixas da Seção D antes da inspeção.

Quanto custa o checklist RDC 275 na SULTS?

A cobrança é por usuário ou por unidade, conforme a operação, e o preço é sob medida, conforme unidades, plano, módulos e integrações. Dá para começar pelo plano Starter, com até 3 módulos, como Checklist, Chamados e Comunicados. Os detalhes estão em planos e preços.

Como funcionam a implantação e o contrato?

A implantação é contratada uma única vez. Um time dedicado configura a estrutura, importa unidades e usuários, transforma a lista RDC 275 que a empresa já usa em roteiro e treina os administradores. O contrato tem tempo mínimo de 1 ano. Para ver tudo antes, agende pela página de demonstração: são 30 minutos ao vivo.

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Lista de Verificação RDC 275, aplicação em cada planta, POPs, plano de ação e painel com o percentual de atendimento em um só sistema e um só aplicativo, ligados aos +25 módulos da SULTS.

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