Checklist RDC 275: a Lista de Verificação da ANVISA em cada planta
A RDC 275 é a norma da indústria de alimentos, irmã da RDC 216 dos serviços de alimentação. Ela traz uma lista de verificação oficial com 5 blocos e classifica o estabelecimento por percentual de atendimento. Na SULTS, essa lista vira roteiro por planta, com foto e plano de ação.

Utilizado por mais de 1.750 marcas






A norma da fábrica, não a do restaurante
A resolução alcança estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos. A confusão com a resolução dos serviços de alimentação custa caro, porque muda o número de POPs, o vocabulário e a lista que o fiscal aplica.

Produção e industrialização
O item 1.2 do Anexo I define o alcance nos estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos.
Oito POPs nominais
O item 4.1.1 do Anexo I lista os oito procedimentos que a planta precisa desenvolver, implementar e manter.
Classificação por percentual
A Seção D do Anexo II classifica o estabelecimento em Grupo 1, 2 ou 3 conforme o percentual de atendimento dos itens.
Mais de 1.750 marcas já centralizaram a gestão com SULTS
Mais de 92 mil unidades gerenciadas em alimentação, saúde, educação, varejo, serviços, construção e indústria. De cinco a milhares de unidades, em qualquer segmento.
Solicitar demonstração









































Como funciona o
Aplicativo de checklist
No campo
Workflow customizado
Configure fluxos de trabalho com árvore de decisão. Cada resposta abre ou oculta questões automaticamente.
Check-in GPS
Geolocalização automática ao iniciar a inspeção.
Diversos tipos de resposta
Sim/Não, escala, foto, estrelas, assinatura e mais.
Evidência fotográfica
Fotos com GPS, data e hora vinculadas ao item.
2.1 - A loja está limpa e organizada?
2.2 - O quão agradável está o som ambiente?
2.3 - A limpeza em geral está nos conformes?
2.4 - Avalie a organização das mesas
2.5 - O alvará da vigilância sanitária está bem à vista?
Plano de Ação
Comentários
Na gestão
Plano de ação automático
Item reprovado gera ação com responsável e prazo.
Scoring por unidade
Ranking comparativo entre todas as unidades da rede.
Relatório PDF
Laudo de inspeção exportável com evidências e score.
Assinatura digital
Conformidade regulatória com assinatura ao finalizar.
A fronteira com a resolução dos serviços de alimentação
O checklist RDC 216 cobre o outro lado desta fronteira. As duas resoluções tratam de boas práticas em alimentos e são confundidas o tempo todo, e quem opera fábrica e loja precisa saber qual vale onde, porque o roteiro de uma não serve para a outra.
Quem cada uma alcança
A RDC 275 alcança estabelecimentos produtores e industrializadores, pelo item 1.2 do Anexo I. A RDC 216 alcança serviços de alimentação, pelo item 1.2 dela.
Atividades diferentes
Aqui estão produção, industrialização, fracionamento, armazenamento e transporte de alimentos industrializados. Lá estão manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição e exposição à venda.
Termo diferente
Esta resolução escreve Boas Práticas de Fabricação por extenso. A outra escreve apenas Boas Práticas, sem qualificador.
Número de POPs diferente
São 8 POPs nominais aqui e 4 na resolução dos serviços de alimentação.
Exclusão expressa
A própria RDC 216 exclui do seu escopo os estabelecimentos industriais abrangidos pelo regulamento de Boas Práticas de Fabricação.
Quando a rede tem os dois
A planta segue esta resolução e a loja segue a outra, com roteiros distintos. Na SULTS, cada endereço recebe o roteiro que corresponde à atividade dele.


Os oito POPs que a planta precisa manter
O item 4.1.1 do Anexo I não deixa margem: são oito procedimentos nominais, e cada um precisa existir, estar sendo cumprido e ter registro. A própria lista de verificação oficial pergunta as duas coisas item por item.
Higienização e potabilidade
As alíneas a e b cobrem a higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios, e o controle da potabilidade da água.
Manipuladores e resíduos
As alíneas c e d cobrem a higiene e a saúde dos manipuladores e o manejo dos resíduos.
Manutenção e pragas
As alíneas e e f cobrem a manutenção preventiva e a calibração de equipamentos e o controle integrado de vetores e pragas urbanas.
Insumos e recolhimento
As alíneas g e h cobrem a seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens e o programa de recolhimento de alimentos.
Aprovados, datados e assinados
O item 4.1.2 exige a aprovação, a data e a assinatura do responsável técnico, do responsável pela operação e do responsável legal ou proprietário.
Registro e revisão
O item 5.2 exige registros periódicos datados e assinados, e o 5.3 manda avaliar regularmente a efetividade dos procedimentos implementados.
A Lista de Verificação oficial, seção por seção
O Anexo II é uma lista de verificação pronta, que o fiscal aplica. Reproduzir a estrutura dela no roteiro interno é o jeito mais direto de saber, antes da inspeção, como a planta seria classificada.
Seis seções
A Seção A é a identificação da empresa; a B é a avaliação; a C são as considerações finais; a D é a classificação do estabelecimento; a E são os responsáveis pela inspeção; e a F é o responsável pela empresa.
Cinco blocos de avaliação
A Seção B se divide em 1 Edificação e Instalações, 2 Equipamentos, Móveis e Utensílios, 3 Manipuladores, 4 Produção e Transporte do Alimento e 5 Documentação.
Três respostas possíveis
Cada item da avaliação é respondido com SIM, NÃO ou NA, sem meio-termo.
Cada POP com duas perguntas
A lista pergunta, para cada procedimento, se existe POP estabelecido e se o POP descrito está sendo cumprido.
Mesma estrutura no roteiro interno
Na SULTS, a lista oficial vira o roteiro aplicado na planta, com os mesmos blocos e a mesma ordem, o que evita tradução na hora da inspeção.
Evidência anexada item a item
Cada resposta aceita foto com GPS, data, hora e responsável, o que sustenta a autoavaliação diante de questionamento posterior.


A classificação do estabelecimento
A Seção D converte o resultado da lista em um grupo. É o número que a vigilância sanitária usa para construir o panorama sanitário e priorizar as estratégias de intervenção, e é o que a rede precisa acompanhar por planta.
Grupo 1
De 76 a 100% de atendimento dos itens da lista de verificação.
Grupo 2
De 51 a 75% de atendimento dos itens.
Grupo 3
De 0 a 50% de atendimento dos itens.
Para que serve
A Seção D atribui aos órgãos de vigilância sanitária estaduais e distrital a construção do panorama sanitário dos estabelecimentos, usado como critério de priorização das estratégias de intervenção.
Autoavaliação antes da inspeção
Na SULTS, aplicar o roteiro internamente mostra em que faixa a planta cairia hoje, antes de a inspeção acontecer.
Comparação entre plantas
O painel mostra o resultado de cada planta na mesma régua, o que revela qual unidade da indústria precisa de atenção primeiro.
O que a resolução não diz
O vocabulário da norma é diferente do vocabulário do mercado, e usar o termo errado no documento interno enfraquece a defesa. Vale conferir estes cinco pontos antes de imprimir qualquer procedimento.
Não usa a sigla BPF
Escreve sempre Boas Práticas de Fabricação por extenso. E a resolução dos serviços de alimentação usa apenas Boas Práticas, sem o qualificador.
Não usa a palavra checklist
O documento do Anexo II se chama lista de verificação.
Não usa auditoria
Os termos do texto são verificação e inspeção.
Não exige APPCC
A sigla não aparece na resolução vigente. Ela aparece na minuta da consulta pública, que ainda está em análise.
Não usa serviços de alimentação
Esse é o termo da outra resolução. Quem produz para checklist para indústria usa o vocabulário desta.
Não fixa prazo de guarda em anos
O item 5.2 do Anexo I determina que os registros sejam mantidos por período superior ao tempo de vida de prateleira do produto.

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Como funciona o checklist da RDC 275 no SULTS
Da Lista de Verificação do Anexo II ao painel comparativo entre plantas, em 4 passos, com evidência em cada resposta.

Cadastre as plantas e os documentos
Cada planta entra com endereço, responsável técnico e os documentos que a resolução exige. O Manual de Boas Práticas de Fabricação e os oito POPs ficam anexados ao cadastro, com data e assinatura registradas.
Os 8 POPs do item 4.1.1 anexados por planta, com a aprovação exigida pelo item 4.1.2.
Manual de Boas Práticas de Fabricação, previsto nos itens 2.9 e 5.1.1 do Anexo I.
Responsáveis registrados, incluindo responsável técnico e responsável legal ou proprietário.

Reproduza a Lista de Verificação como roteiro
A matriz monta o roteiro com os cinco blocos da Seção B, na mesma ordem do Anexo II, e cada item aceita SIM, NÃO ou NA. Para cada POP, a lista pergunta se o procedimento existe e se está sendo cumprido.
Cinco blocos na ordem oficial, de edificação a documentação, sem tradução na hora da inspeção.
Duas perguntas por POP, existência e cumprimento, como faz a lista oficial.
Scoring ponderado por questão, para que o item crítico pese mais que o acessório.

Aplique na planta com evidência
A verificação é feita pelo aplicativo, com check-in na planta e foto no momento da constatação. Cada resposta guarda data, hora e responsável, e o item não atendido abre plano de ação na hora.
Check-in geolocalizado que comprova a verificação no próprio estabelecimento.
Foto com GPS anexada ao item, sustentando a autoavaliação diante de questionamento posterior.
Plano de ação automático a cada não conformidade, com responsável e prazo.

Acompanhe a classificação no painel
O resultado vira percentual de atendimento por bloco e no total, o que mostra em que faixa da Seção D a planta cairia hoje. O painel compara todas as plantas na mesma régua e guarda a evolução ao longo do tempo.
Percentual por planta, comparável às faixas de 76 a 100, 51 a 75 e 0 a 50 da Seção D.
Ranking entre plantas e evolução do resultado a cada aplicação.
Relatório de auditoria exportável em PDF, por planta ou pelo conjunto da indústria.
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Presidente da Bibi Calçados"A SULTS unificou diversas ferramentas em uma única plataforma, centralizando toda a operação."

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O que é a RDC 275 da ANVISA?
É a resolução de 21 de outubro de 2002 que aprova o regulamento técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos. Ela complementa a Portaria SVS/MS 326 de 1997. Na SULTS, essa lista vira roteiro aplicado em cada planta, com foto e responsável.
A RDC 275 está em vigor em 2026?
Sim. A resolução, publicada em 23 de outubro de 2002 e republicada em 6 de novembro de 2002, continua vigente na legislação consolidada da ANVISA, sem alteração de artigo. Existe consulta pública em análise que pode afetar o tema, mas até setembro de 2026 a norma segue em vigor. Na SULTS, o roteiro é editável quando a norma muda, sem perder o histórico.
Qual a diferença entre a RDC 275 e a RDC 216?
A 275 é da indústria e a 216 é dos serviços de alimentação. A primeira alcança produção, industrialização, fracionamento, armazenamento e transporte de alimentos industrializados, exige 8 POPs e escreve Boas Práticas de Fabricação por extenso. A segunda alcança manipulação, preparação e exposição à venda, exige 4 POPs e escreve apenas Boas Práticas. Na SULTS, cada endereço recebe o roteiro da atividade dele.
A quem se aplica a RDC 275?
Aos estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos, conforme o item 1.2 do Anexo I. Não alcança os serviços de alimentação, que seguem a outra resolução e são expressamente excluídos do escopo dela quando já abrangidos pelo regulamento de Boas Práticas de Fabricação. Na SULTS, plantas e lojas ficam no mesmo cadastro, com roteiros distintos.
O que é a Consulta Pública 1.362 da ANVISA?
É a consulta aberta em 11 de dezembro de 2025, com prazo de contribuições estendido até 22 de maio de 2026 e hoje em fase de análise. A minuta trata de Boas Práticas, APPCC e POPs na cadeia produtiva de alimentos e exclui expressamente os serviços de alimentação. Ela não revoga a resolução vigente. Na SULTS, uma mudança futura de norma se aplica ao roteiro sem apagar as aplicações antigas.
Quais POPs a RDC 275 exige?
Oito, pelo item 4.1.1 do Anexo I: higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios; controle da potabilidade da água; higiene e saúde dos manipuladores; manejo dos resíduos; manutenção preventiva e calibração de equipamentos; controle integrado de vetores e pragas urbanas; seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens; e programa de recolhimento de alimentos. Na SULTS, cada um vira uma seção do roteiro.
Quantos POPs a RDC 275 exige, comparada à RDC 216?
São 8 nominais nesta resolução e 4 na resolução dos serviços de alimentação. A diferença não é de rigor, é de escopo: a indústria tem etapas que o restaurante não tem, como seleção de matérias-primas e recolhimento de produto. Na SULTS, o roteiro da planta e o da loja são documentos diferentes, aplicados no mesmo aplicativo.
O que é a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação?
É o Anexo II da resolução, um documento oficial com seções de A a F que o fiscal aplica no estabelecimento. Cada item é respondido com SIM, NÃO ou NA, e o resultado alimenta a classificação da Seção D. Na SULTS, essa lista é reproduzida como roteiro interno, com a mesma estrutura, e aplicada por planta antes da inspeção externa.
Quais são os 5 blocos da Lista de Verificação da RDC 275?
A Seção B, de avaliação, divide-se em 1 Edificação e Instalações, 2 Equipamentos, Móveis e Utensílios, 3 Manipuladores, 4 Produção e Transporte do Alimento e 5 Documentação. Na SULTS, esses cinco blocos viram as seções do roteiro da planta, o que permite ver o percentual de conformidade separado por bloco em vez de só no total.
Como o estabelecimento é classificado na RDC 275?
Pela Seção D do Anexo II, que converte o percentual de atendimento dos itens da lista em um grupo. A seção atribui aos órgãos de vigilância sanitária estaduais e distrital a construção do panorama sanitário a partir desses dados. Na SULTS, aplicar o roteiro internamente mostra em que faixa a planta cairia hoje, antes de a inspeção acontecer.
O que é Grupo 1, Grupo 2 e Grupo 3 na RDC 275?
São as três faixas da Seção D: Grupo 1 de 76 a 100% de atendimento dos itens, Grupo 2 de 51 a 75% e Grupo 3 de 0 a 50%. O resultado é usado para priorizar as estratégias institucionais de intervenção. Na SULTS, o painel mostra o percentual de cada planta na mesma régua, o que revela qual unidade precisa de atenção primeiro.
A RDC 275 usa a sigla BPF?
Não. O texto escreve sempre Boas Práticas de Fabricação por extenso. A resolução dos serviços de alimentação vai além e usa apenas Boas Práticas, sem qualificador. Usar a sigla em documento interno não invalida nada, mas o procedimento que cita a norma fica mais defensável quando repete o termo exato dela. Na SULTS, o texto de cada questão é editável pela matriz.
A RDC 275 usa a palavra checklist?
Não. O documento do Anexo II se chama lista de verificação, e o texto fala em verificação e inspeção, não em auditoria. O termo checklist é do mercado. Na SULTS, o nome do roteiro é definido pela matriz, e nada impede chamá-lo de lista de verificação para manter o vocabulário da norma no documento aplicado na planta.
A RDC 275 exige APPCC?
Não. A sigla não aparece na resolução vigente. Ela aparece na minuta da consulta pública aberta em dezembro de 2025, que ainda está em análise e não revoga a norma atual. Quem monta procedimento hoje trabalha com os 8 POPs e a lista de verificação. Na SULTS, o roteiro acompanha a norma vigente e é revisado quando ela muda.
O que o Manual de Boas Práticas de Fabricação precisa conter?
O manual é exigido pelos itens 2.9 e 5.1.1 do Anexo I e descreve as operações do estabelecimento, incluindo os requisitos sanitários das edificações, a manutenção e a higienização das instalações, o controle da água, o controle de pragas e a capacitação. Na SULTS, o manual fica anexado ao cadastro da planta, junto dos POPs e dos registros.
Por quanto tempo guardar os registros da RDC 275?
O item 5.2 do Anexo I não fixa prazo em anos: determina que os registros sejam datados, assinados pelo responsável pela execução da operação e mantidos por período superior ao tempo de vida de prateleira do produto. Na SULTS, o histórico de aplicações permanece arquivado por planta e continua acessível depois desse prazo, com data e autor.
Quem assina os POPs da RDC 275?
O item 4.1.2 do Anexo I exige que os procedimentos sejam aprovados, datados e assinados pelo responsável técnico, pelo responsável pela operação e pelo responsável legal ou proprietário do estabelecimento, firmando o compromisso de implementação, monitoramento, avaliação, registro e manutenção. Na SULTS, o documento assinado é anexado ao cadastro da planta.
O que é a Portaria 326 de 1997?
É a Portaria SVS/MS 326 de 30 de julho de 1997, que a RDC 275 complementa. As duas formam o conjunto de Boas Práticas de Fabricação para a indústria de alimentos: a portaria traz o regulamento de condições higiênico-sanitárias e a resolução traz os POPs e a lista de verificação. Na SULTS, os requisitos das duas podem conviver no mesmo roteiro da planta.
A RDC 275 exige POP de manutenção e calibração?
Sim. É a alínea e do item 4.1.1 do Anexo I: manutenção preventiva e calibração de equipamentos. A lista de verificação pergunta, para esse item como para os outros, se existe POP estabelecido e se ele está sendo cumprido. Na SULTS, a manutenção pode virar rotina programada por equipamento, com a evidência anexada em cada execução.
A RDC 275 exige programa de recolhimento de alimentos?
Sim. É a alínea h do item 4.1.1 do Anexo I, e é um dos POPs que não existe na resolução dos serviços de alimentação. A lista de verificação checa a existência do procedimento e o cumprimento dele. Na SULTS, o acionamento do recolhimento pode virar um fluxo com responsável, prazo e registro de cada etapa executada.
Uma indústria que também tem loja segue a 275 ou a 216?
As duas, cada uma no lugar certo. A planta segue esta resolução e a loja segue a dos serviços de alimentação, que exclui do escopo dela os estabelecimentos industriais já abrangidos pelo regulamento de Boas Práticas de Fabricação. Na SULTS, o cadastro guarda a atividade de cada endereço e distribui o roteiro correspondente, sem misturar as duas listas.
Como uma indústria com várias plantas aplica a RDC 275 com a SULTS?
A matriz monta o roteiro uma vez, com os 5 blocos da lista de verificação e os 8 POPs, e distribui para todas as plantas. Cada uma aplica pelo aplicativo da SULTS, com check-in geolocalizado e foto em cada item, e a não conformidade abre plano de ação com responsável e prazo. Todas as plantas aparecem no mesmo painel, comparáveis entre si.
Como a SULTS aplica a Lista de Verificação da ANVISA por planta?
O roteiro reproduz a estrutura do Anexo II, com os blocos de edificação, equipamentos, manipuladores, produção e transporte e documentação, e cada item aceita a resposta SIM, NÃO ou NA. Na SULTS, a foto com GPS é anexada à resposta, com data, hora e responsável, e o resultado é convertido em percentual de atendimento por bloco e no total.
Como a matriz acompanha a classificação de cada planta na SULTS?
O painel da SULTS mostra o percentual de atendimento de cada planta, a evolução ao longo do tempo e o ranking entre elas, além das pendências abertas e dos prazos vencendo. A matriz vê qual planta cairia em qual grupo antes da inspeção externa, e o relatório de auditoria de qualquer uma é exportável em PDF.
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